Like A Boss

1 Capítulo 1: Novo "Querido" Chefe


Notas iniciais
OIS, ANIMADOS? EU SIM. #morrida Bem, peço-lhes paciência. Não sou boa em fanfic, muito menos sou pontual. Mas... Se vejo que gostaram da estória, eu a continuo muito feliz, MUITO mesmo. Serão pacientes comigo? Daqui, vamos ver, uma semana talvez eu poste outro. Porém, se depender dos comentários, posso fazer antes. Juro juradinho, ok? Se divirtam. Até lá embaixo~ ♥

Capítulo 1 – Novo "Querido" Chefe

xx

O despertador soava repetidamente e irritavelmente aquele “pi” que ensurdecia qualquer um. Os olhos da loira pareciam colados e era como se nada pudesse abri-los, então caçou com as mãos o objeto que teimava em acorda-la, e, assim que o achou, tacou-o em qualquer canto. Que bom que essa droga não foi cara, pensou se contorcendo e estalando seus braços e coluna.

– Mas que saco! – tirou a coberta e despreguiçou-se, se levantando sem vontade com os olhos ainda fechados. Amaldiçoando mentalmente a si própria quando sentiu a cabeça rodar por ter saído da cama tão rápido. Bocejando, fez seu caminho até o banheiro de seu quarto, sim, com os olhos fechados.

Sua vontade era de se jogar da janela e ver se podia voar. Voar pra bem longe. Dormir nas nuvens não parecia ser uma má ideia, não é? Imaginando com seu mundo imaginário ela tomou seu banho matinal, sem se dar conta de que já tinha acabado. Abriu seus olhos ainda em protesto, o Sol sempre feérico irritou os olhos da jovem, fazendo com que a mesma botasse suas mãos acima de seus olhos em busca de alguma sombra.

Não demorou a encontrar uma roupa; saia justa que ia até o meio de suas coxas; sapatos altos, pretos e fechados na frente; blusa social branca e sua bolsa de couro preta. Procurou com seus olhos a sua câmera profissional e seus rascunhos para a sua coluna. Ela trabalhava em uma revista, a mais famosa de toda a Fiore, a Fairy Tail. Lucy trabalha na área dos cosmos e signos, fotografava as estrelas no cair da noite sempre antes de dormir, ela amava o trabalho. Não poderia pedir por algo melhor do que trabalhar onde seus melhores amigos também trabalham, além de Levy ser sua companheira na coluna. Tinha um bom salário e gostava do que fazia, o que mais poderia querer?

Um namorado, talvez?, lamentou-se enquanto penteava as madeixas loiras e ajeitava a franja. Lucy não era feia; muito pelo contrário. Era a mais desejada naquela empresa, seu corpo curvilíneo e sua face angelical ajudava em deixar os homens loucos por ela. Porém ela não dava bola, queria que alguém amasse a sua alma e não seu corpo. Por isso você é encalhada, Lucy estúpida. Seus namoros nunca davam certo por isso, loira burra.

Já arrumada, caminhou até a sua cozinha. Pegando apenas uma maçã e se direcionando para a porta de saída, tinha perdido muito tempo lamentando por seu passado e presente e como consequência acabou se atrasando. Correu para dentro do elevador, olhando impaciente para o relógio que marcava exatamente oito horas da matina. E como se já não bastasse, teria que pegar um ônibus ou um táxi para a empresa, pois não tinha um carro. Assim o fez: deu bom dia ao porteiro e se encaminhou para a rua, parando o primeiro táxi que vira, o dizendo o seu destino.

8:30, seu relógio de pulso marcava quando chegou na empresa. Suspirou aliviada; não tinha se atrasado. Abriu a porta de vidro, vendo a secretária Mirajane que sorria docemente para a loira, que devolveu o sorriso junto com um “bom dia, Mira!”, fazendo o seu habitual caminho até o elevador e apertando o botão do 12º andar. Sorte dela que o elevador estava vazio, assim podendo ajeitar o seu cabelo que fora despenteado na pequena corrida até a empresa.

A porta se abriu, Lucy estava impecável. Caminhou em passos rápidos até a sua sala, enquanto era secada por homens e mulheres durante o seu trajeto. Alguns até pararam com o que estavam fazendo, as mulheres cutucando umas as outras para acharem alguma imperfeição que a loira pudesse ter. Já os homens davam cotoveladas nos outros pra olharem as curvas da mulher enquanto passava. Que exagero logo de manhã, apressou mais o passo, fazendo um barulho maior com o salto batendo no chão branco e limpo de mármore. Ao chegar na sua porta sentiu-se aliviada e entrou rapidamente, assustando a pequenina mulher de cabelos estranhamente azuis, curtos e repicados, presos com uma tiara no topo. A azulada vestia quase o mesmo que Lucy, a diferença era do casaco gigante que a pequena usava e a falta de corpo da mesma.

– Lu-chan! Que susto, quase morri do coração, sabe? – Inchou as bochechas, obviamente irritada.

– Sabia que você fica fofa quando está irritada, Levy-chan? – Disse a loira, rindo da cara da amiga. A tal Levy resmungou um “bom dia” para Lucy, que como resposta deu um sorriso. Que logo foi desfeito quando viu a quantidade de fotos e rascunhos encima da mesa. – O que é tudo isso?

– Isso aí é o que temos que fazer hoje: organizar os tópicos e as fotos. O chefe mandou hoje isso. – Olhou cansada para a papelada presente também na sua mesa. A loira estranhou, pois o chefe delas sempre as avisava quando tinham mais afazeres que o de costume, nunca deixava encima da hora. Depois de minutos de reflexão, afirmou:

– Que estranho, o chefe avisaria.

– Não sabe? O nosso antigo chefe está de licença por estar doente, algo assim. Então ele deixou o filho mandar. – Levy falava num sussurro, como se tivesse mais pessoas do que as duas no recinto. Lucy ficara assustada e desesperada. Quem estava no comando então? Não gostava dessa ideia, o Sr. Igneel era quase um pai para a menina, e sempre a apoiava quando estava com alguma dificuldade ou quando ela mostra-lhe um novo conceito para a coluna. Nunca nem vira as fotos do filho do homem, apenas o ouvira falar uma vez, por telefone, dando um sermão no filho.

Sem mais demoras, Lucy começou a separar as fotos dos rascunhos. Pegou o marca-texto e começou o seu trabalho, não adiantava se lamentar por não ter mais o chefe compreensivo ao seu lado e tinha que fazer o máximo pro então atual se agradar com o trabalho dela. Oh, sim, ela iria dar uma boa impressão para o filho do chefe. Quer dizer: o chefe.

12 horas se passaram.

– Lu-chan... – Olhou com piedade para a amiga. – Acabei e acho que não sinto mais meus braços. – Balançou os braços para os lados. Tá parecendo um boneco de Olinda, pensou a amiga prendendo o riso.

– Também terminei. – Sorriu vitoriosa. – Quer que eu leve os rascunhos e as fotos pro novo querido chefe? – Ironizou. Levantou de sua mesa e estendeu a mão para a pequena, que resmungou baixinho agradecendo a amiga por fazer isso por ela. Pegou os papéis e as fotos e levou em direção para o elevador. Apertou o 21º, o último andar, onde estava a sala do chefe. Andou calmamente para lá, porém sendo parada pela secretária pessoal do chefe.

– O que quer? – Era a irmã de Mirajane, Lisanna. Tinha os mesmos olhos azuis e os cabelos brancos da irmã, mas os dela eram curtíssimos. Se deixasse crescer, provavelmente pensaria que fossem irmãs gêmeas. – O Sr. Dragneel está ocupado.

– Eu preciso entregar os rascunhos para ele, é assunto do trabalho. – Claramente o pingo de paciência que restava em Lucy evaporou-se diante da albina. Estava cansada e só queria a sua querida cama, a sua aconchegante casa e seus quentes cobertores.

Então a albina discou o número do chefe. Falando que uma mulher queria tratar com ele assuntos do trabalho. Lisanna então abriu espaço para a loira, que voltou seu caminho para a sala do chefe. Bateu três vezes na grande porta, com letreiros escritos nela “Sr. Dragneel, chefe”. Escutou um baixo “entre” vindo de dentro, abriu a porta lentamente e quase deixou a papelada cair pelo o que vira.

Talvez um novo chefe não fosse tão ruim assim.

Notas finais
TÔ DE OLHO EM VOCÊS, FANTASMINHAS! Well, podem colocar nos comentários outros casais e personagens que querem que apareçam. E desculpem pelos erros ortográficos. Sério mesmo. :T Críticas e sugestões sempre bem-vindas. *-*