Notas iniciais
Bem aqui vai mais um capitulo acabadinho de sair do forno! Mil desculpas por vos ter feito esperar tanto mas no fim de semana (quando eu ia postar) veio um temporal levado da breca na minha cidade e foi tudo a baixo! Sintam o meu desespero porque eu também tenho nesta semana os primeiros testes do periodo e na semana que vem tenho para aí uns zilhões deles todos seguidinhos!!! Para além do mais também está a acontecer aquelas festas e eventos todos das listas para a Associação de Estudantes e eu, como faço parte de um dos departamentos, tenho de estar presente. O que até nem é mau porque todos os rapazes bonitos da escola estão na minha lista ahahahah Sem mais demoras aqui vai mais um.... ..... e não se esqueçam #VotaListaWave e apanha a maior onda da tua vida!

Já se tinham passado cinco minutos desde que eu e o Calvin tínhamos entrado no Chalé Um e, por alguma alminha caridosa, eu já lhe tinha tirado a t-shirt do acampamento e atirado a mesma para o chão.

Okay, primeiro de tudo: uau. Quer dizer, eu já tinha visto rapazes sem t-shirt antes, eu vou à praia e lá há rapazes assim aos magotes. Mas o Calvin era diferente, tinha um peitoral bem esculpido e um abdómen definido e rijo. Não sei se faz sentido mas eu fiquei completamente derretida.

Tinha lançado a mochila no chão juntamente com a bainha da minha espada e as minhas estimadas facas que emitiram um tilintar estrondoso quando caíram no chão.

Eu sentia-me incrivelmente leve, como se não pesasse mais que uma pena. Arrepios subiam e desciam as minhas costas cada vez que os seus lábios beijavam os meus, o meu pescoço, o meu ombro, o sitio onde a espada das dracaenae me trespassou…

Uma dor agonizante encheu o meu peito e eu afastei-o com um grito de dor. Eu tremia de tanta dor e mal conseguia respirar, como se uma mão invisível estivesse a espremer o ar dos meus pulmões lenta e dolorosamente. Ao inicio ele fitou-me meio confuso e em choque, depois abanou a cabeça e ajudou-me a sentar-me na cama.

– O que se passa? – perguntou aflito.

– Dor… muita dor… eu não sei… sem ar… — respondi enquanto tentava desesperadamente forçar o ar a entrar nos meus pulmões.

Coloquei a mão no lado direito do meu peito, onde eu tinha tido, não há muito tempo, uma espada alojada.

Respirei fundo uma, duas, três, quatro vezes e a dor começou a desvanecer aos poucos até que por fim parou. Eu consegui respirar novamente.

– Já passou. Eu estou bem, não sei bem o que aconteceu, mas estou bem.

– Tens a certeza? É muito estranho, nunca te tinha acontecido isto antes. – ele levantou-se e começou a andar de um lado para o outro, com as sobrancelhas juntas e uma expressão pensativa – Talvez eu devia levar-te ao Quíron, ele é capaz de perceber o que está a passar-se e eu…

– Shh… — levantei-me da cama e puxei-o para mim pelas presilhas das calças – Preferes levar-me ao Quíron e acabar com este momento ou queres ficar aqui comigo, assim… — sussurrei-lhe ao ouvido com a voz maliciosa — … comigo.

– Ficar contigo, de certeza. – respondeu sem hesitar.

– Então está calado e beija-me.

Nem foi preciso eu pedir duas vezes. Ele esmagou os seus lábios contra os meus e beijou-me com voracidade, as suas mãos voaram para a minha cintura pressionando-me mais e mais contra ele, as minhas exploravam a pele nua das suas costas. Enrolei os dedos nos seus cabelos loiros e beijei-o freneticamente, como se eu precisasse disso para sobreviver.

Chegou a uma altura, é claro, que as mãozinhas do Sr. Calvin-Não-Sou-Designer-De-Cuecas foram um pouco mais abaixo abaixo que a minha cintura. Resumindo, ele estava a apalpar terreno (o meu agmen).

Nada muito por aí além até que alguma alminha caridosa decidiu bater à porta do raio do chalé.

– Ai a merda… — resmunguei entre dentes.

– Atenção à língua. – disse-me o Calvin.

Como eu estava a sentir-me especialmente rebelde espetei-lhe o meu dedo bonito com um sorriso sarcástico estampado na cara. Fiz-lhe sinal para a pequena escrivaninha do outro lado do chalé e ele foi a correr sentar-se.

Verifiquei se as minhas tranças ainda estavam no lugar, respirei fundo e abri a porta.

– Sim?

– Alma McLean Grace, vim aqui dizer-te que vens imediatamente para o Acampamento Júpiter sem perguntas ou objeções. – disse uma rapariga alta com armadura e uma gladio embainhada. Tinha uma tatuagem SPQR igual à do meu pai no braço mas, em vez de uma águia, com duas lanças cruzadas.

A tatuagem tinha cinco linhas, ou seja, cinco anos de serviço militar prestado a Nova Roma. E era filha de uma certa deusa romana detestável.

Belona.

Revirei os olhos.

– O que é que a Legião Fulminata quer de mim? – perguntei desconfiada.

– Tens de cumprir os teus anos de serviço militar. – respondeu ele como se fosse a coisa mais normal do mundo.

– Ela tem o quê? – perguntou o Calvin agora ao meu lado.

– Silêncio graeccus. Como eu estava a dizer tens de cumprir os teus anos de serviço militar.

– Hum, não obrigada. – respondi sentindo a raiva a crescer cada vez mais depressa.

– Ainda estás em probatio.

– E tenciono ficar. Não vou saltar de braços abertos para uma missão qualquer e provar as minhas habilidades de sobrevivência à Legião só porque sim. E não quero ter nenhuma dessas coisas tatuadas a fogo no meu braço. – apontei para a marca de Belona – A minha mãe iria matar-me.

– Ouve miúda, lá porque és filha do pretor Jason não quer dizer que tens tratamentos especiais. Eu não deixei a minha Coorte para vir aturar crianças insolentes.

– Desculpa?

– Desculpas aceites, agora vem. – disse puxando-me pelo braço.

– Wow, wow, wow calminha aí! Nem te atrevas a tocar-me sem a minha permissão novamente. – ameacei.

– Pois claro miúda. – respondeu ela puxando-me outra vez.

Estás lixada romani, pensei.

Peguei-a pelo braço e lancei-a para trás das minhas costas. Ainda agarrando o braço dela pus um pé na garganta da maldita filha de Belona.

– Alma! – gritou o Calvin.

Ela gemia de dor, o braço dela estava a ser torcido numa posição dolorosa (bem feita!) e o seu rosto contorceu-se todo pela falta de ar quando eu forcei mais fundo o meu pé no pescoço dela.

– Demasiado apertado, centuriã?

Campistas começavam a aproximar-se para ver o espetáculo.

– Ouve com atenção filha de Belona, porque eu não vou repetir. Eu não vou para Nova Roma forçada, só irei passar do estatuto de probatio quando eu quiser. Diz isso ao teu superior.

Soltei-lhe o braço e tirei o meu pé da sua garganta, agora meio roxa. Os meus braços tremiam de raiva e os trovões do Chalé Um ribombavam com tamanha força que o chão tremia.

– Agora vai! – ordenei com o máximo de veneno e raiva que pude.

Os olhos da oficial romana ficaram vidrados (estranho) e ela foi-se embora sem dizer mais nenhuma palavra.

Depois dela sair do pequeno circulo de campistas mirones à minha volta, ouço alguém a bater palmas lentamente. Era o deus mais irritante à face do Olimpo, também conhecido por Sr. D.

– Muito bem Alexandra. É assim mesmo que se faz, esta cena deixaria o próprio Ares orgulhoso.

– Vai comer uvas Dionísio e não me chateies. – respondi de rajada.

Outro trovão ribombou alto do Chalé Um.

Muitos campistas que estavam lá a assistir afastaram-se do deus do vinho nervosos alternando os seus olhares entre mim e o Sr. D.

Como eu aparentemente não tenho amor nenhum à vida, fui-me embora sem nem mesmo dar importância ao deus estupefacto ao meu lado.

Voltei ao Chalé Um para pegar na minha mochila, bainha e espada e fui a andar em direção das barreiras que Peleu orgulhosamente guardava juntamente com o Velocino de Ouro.

Como é que aquele desprezível se atreve a provocar-me desta maneira? Está mais que morto nas férias de Natal. Eu nem sequer devia de ter ido para o acampamento romano! Ugh, maldito Jason Grace, porque é que não podias ter nascido do lado de Zeus?!

– Estúpido probatio, estúpido romani, estúpido acampamento, estúpido Júpiter…

Um trovão sacudiu o chão.

– O QUE FOI?! — gritei para os céus – SE É PARA ME MATAR DESPACHA-TE LÁ COM ISSO!

Enfim, eu adoro forçar a minha sorte até ao limite. Simplesmente relaxante.

Quando atravessei as barreiras mágicas foi como se um Lar passasse diretamente por mim, senti o mesmo frio momentâneo na minha espinha. Arrepiante.

– Então? Como vai o meu garoto bonito? – disse carinhosamente fazendo festas no dragão – Gostas dos miminhos da Alma não gostas? Ah pois gostas, o meu menino bonito está tão grande!

Peleu abanava a sua imensa cauda escamosa de alegria, ar quente saía das suas narinas enquanto eu lhe afagava as orelhas ou coçava-o debaixo do queixo. Dei-lhe um beijo no focinho quente e enrolei os braços ao redor do grosso pescoço do dragão mais gentil do mundo.

– Eu prometo que volto no inverno Peleu. Vou sentir saudades.

Larguei o meu querido amigo enorme, peguei no apito de prata e soprei.

* * * * *

Já tinha lutado com três monstros e ainda nem a metade do bosque ia. Os lobos de Artémis eram muito semelhantes aos da matilha da Loba Lupa. Incrivelmente inteligentes e sempre alertas, já para não falar do seu comportamento totalmente homicida quando se fala em lutas.

Ainda bem que eu estava com eles e não contra eles.

– Na stamatísei.

Os lobos estacaram à minha ordem e olharam para mim como se dissessem “tu é que nos mandaste parar, não olhes para nós com essa cara”, ou uma coisa assim do género.

Olhei para o relógio no meu telemóvel, eram 11h23 da manhã. O Nico disse-me que iria me buscar às 13h30, eu vou chegar à estrada de acesso da floresta daqui a uma hora ou menos, provavelmente.

O que é que eu irei fazer até lá?

Será que há monstros tão perto da rodovia? Okay, pergunta estúpida. É claro que há Alma, até parece que não pensas!

– Sorte marreca… — resmunguei.

Continuei a andar de espada na mão e mochila às costas. Os lobos estavam sempre em uma espécie de roda à minha volta, eu tenho medo de pisar a pata a algum ou picá-los com a ponta da espada sem querer e depois virar lanchinho de semideusa.

Desastrada como eu sou não me admirava muito.

Comecei a prestar extrema atenção aos ruídos de fundo assim que os lobos assumiram uma posição defensiva à minha volta e com as presas arreganhadas.

Alguma coisa estava a grunhir.

– Oh ótimo! – exclamei – Com a minha sorte nesta vida de certeza que nos vai atacar.

No fundo, no fundo eu estava a rezar para que fosse um monstro amistoso que queria companhia para o chá da manhã.

Ei não me julguem! Estou a tentar permanecer positiva.

* * * * *

Após ter-mos sido perseguidos por um ciclope que precisava de um banho de três horas urgentemente, entalá-lo num túnel de terra e o matar, eu estava exausta.

Para além do mais que aquele grandalhão atirou-me contra uma árvore (eu voei durante uns 3 segundos) com tanta força que fiquei sem ar. O meu peito está a latejar bastante e o meu estômago também mas não deteto sangue por debaixo das ligaduras, o que é bom sinal. Acho eu.

– Boroúme na kathísoume gia lígo parakaló? – perguntei – É que eu estou mesmo cansada.

Falar com os lobos em grego achei que seria mais fácil para eles me compreenderem sei lá, também servia de treino para mim mas isso não vem ao caso. Estou um pouco enferrujada só isso.

O mais irritante é que o meu latim é excelente, melhor que o do meu pai, e o meu francês também estava perfeitamente bom, isto deixava o meu pai invejoso e a minha mãe orgulhosa.

Continuando: eu estava a morrer (não de verdade desta vez). Os meus pés e joelhos estavam para lá de doridos, mal os sentia, os meus braços tinham pequeninos cortes e hematomas o que me fez arrepender não ter trazido o meu casaco de capuz preto favorito.

Mas esse não é o ponto.

Tirei a mochila das costas e sentei-me no meio das raízes de uma árvore, pousei a espada ao meu lado e saquei de uma garrafa de água.

– Den thélo to neró?

Eles olharam para mim durante uns breves segundos e depois fingiram que eu não existia. Se eu estivesse no lugar deles também fazia o mesmo.

Um dos lobos mais jovens (era mais pequeno que os outros por isso presumi que fosse) aproximou-se de mim enquanto eu estava a beber água. Baixei a garrafa e esperei que ele viesse ter comigo, o que não aconteceu pois ele ficou parado a, o quê?, um metro de distância talvez. A distância a que ele se encontrava também não é o ponto, mas okay.

Meio que a medo estendi a mão devagar, para ver se não me comia a mão ou assim, e esperei que se aproximasse.

Agora vocês podem me mandar à cara: se sabes que eles são agressivos porque é que estendeste a mão sua ruiva burra?

Bem primeiro porque eles estavam aqui comigo para me proteger e não me comer e segundo porque eu tive uma sensação que eu devia de o fazer. Não se pode batalhar com o instinto.

Assim que a minha palma tocou na cabeça do jovem lobo eu senti-me estranha mas num bom sentido, como se de repente alguém tivesse aguçado os meus sentidos e injetado adrenalina no meu sangue. Eu já não estava cansada, eu já não sentia dor, podia correr o dia inteiro que nunca iria ficar sem fôlego. Era uma sensação maravilhosa, olhei perplexa para aquela criatura cinzenta escura e preta à minha frente.

– Como…? – gaguejei.

Não pude avançar mais que isto pois tinha um lobo em cima de mim a lamber-me a cara desenfreadamente.

Eu gargalhava de alegria pura. À bastante tempo que não me ria assim tão livremente.

– Aí pára, pára! Não consigo respirar Shadow! – espera aí eu disse Shadow??

– Shadow? – perguntei relutante, era impossível eu saber o nome deste animal, eu nunca o tinha visto mas as palavras apenas voaram da minha boca para fora.

Shadow assentiu com a cabeça (porque lobos não podem falar né, já seria doidice a mais) em sinal de concordância e a sua cauda abanava de um lado para o outro sem parar de tanta excitação. Eu sentia que tinha um sorriso enorme estampado na cara, como é que uma coisa tão pequena pode me fazer tão feliz?

Depois pensei naqueles momentos em que eu estava aos pulos feita doida, na minha cabeça claro, quando a) o Nathan apareceu no meu quarto a meio da noite para ver se eu estava bem e b) quando ele me deitou no sofá, tapou-me e escreveu-me um bilhete enquanto eu estava a dormir a dizer coisas tão bonitas mas, no entanto, simples.

Mas porque é que estás a pensar nele Alma?

Não te tortures mais ainda.

Voltei a sentar-me encostada ao tronco da árvore onde eu estava inicialmente, mas desta vez tinha uma companhia peluda deitada ao meu lado.

Eu não sabia onde é que eu ia desencadear uma taça para o Sadow (ou será uma menina?) beber água. Está bem que era uma garrafa térmica e tinha uma tampa grande, mas eu não podia simplesmente dar de beber a um lobo às mijinhas! À falta de melhor…

* * * * *

Depois da nossa pausa e de eu ter ganho um novo amigo (ou amiga), andámos 1km e já tínhamos um bando de pombos da Estinfália na nossa cola. Temos uma sorte do caraças não temos? Pois, bem me pareceu que não.

E lá vamos nós outra vez…

* * * * *

Eu já estava impaciente de tanto esperar por um certo filho de Hades atrasado. Quer dizer, eu podia até estar aqui a morrer que o raio do moço não afundava o pé no acelerador, até eu conduzo mais depressa!

Quando aquele emo irritante finalmente chegou é que eu percebi o motivo daquele atraso todo.

O Will Solace estava sentado no lugar do pendura.

Awn, mas que fofo!

Desculpem lá, o Percy e a Annabeth podem ser o melhor casal do milénio mas o Di Angelo e o Solace estão num patamar diferente. Demasiada fofura vinda da minha parte, completamente nada normal * ânsia de vómito *.

– Oi meninos! – disse ao entrar no banco de trás.

– Meninos? Eu tenho idade para ser teu tetravô! – reclamou o sempre alegre Nico.

– Na boa, olá Will como isso vai?

– Muito bem na verdade, eu estava a comentar ainda à pouco que tinha sido promovido lá no trabalho. – respondeu ele sorrindo.

– Os meu parabéns então! – virei-me para o rapaz das almas – Do que é que estás à espera? Que me venham atacar outra vez? Arranca!

– Sim minha senhora. – respondeu olhando para mim no retrovisor.

– A Hazel ligou – oh não, estou lixada – Ela disse que uma centuriã voltou para o acampamento com uma omoplata deslocada e o pescoço roxo.

– Meus deuses! Ela está bem? – perguntei como que não quer a coisa.

– Alma… tu sabes bem as regras.

– Estou me pouco lixando para as malditas regras. – respondi grossa.

– Ela é tão diferente do Jason… — comentou o Will.

– Parece a Thalia. – respondeu-lhe o Nico.

Ao ouvir isto o Solace gargalhou.

– Então Sra. Grace, para onde quer ir? – perguntou o Sr. Raio De Sol.

– Para casa por favor. Preciso de pegar nos livros da escola e estudar a matéria toda que perdi, fazer montanhas de trabalhos de casa, acabar apresentações, atualizar os meus cadernos e apontamentos…

– Tudo isso num dia? – perguntou.

– Bem sim, e a noite também se for preciso. Não posso baixar a média nem uma milésima sequer.

– Nunca pensei que fosses como a Annabeth.

– Oh mas ela é, e de que maneira…

– O que é que estás para aí a bichanar Di Angelo?

– Nada, nada – respondeu.

– Bem me pareceu.

Ele e o Will soltaram risadas.

Quando o carro estacionou e saímos do mesmo eu dei um abraço de urso naqueles dois rapazes maravilhosos.

– Vocês sabem que eu vos adoro?

– É claro que sim mia piccola – respondeu o Nico.

– Nós também te adoramos trovão.

– Bom então… até um dia destes meninos – disse – E portem-se mal!

O Will riu-se e o Nico revirou os olhos de braços cruzados. Eu fui a correr para dentro de casa.

– O meu bebé está de volta! – gritou a minha mãe ao abraçar-me.

– Essa é que é uma Grace a sério! – a minha mãe pigarreou – E McLean, Grace e McLean a sério!

– Seus tontos vocês estão a sufocar-me! – exclamei com falta de ar.

Depois de muito amor e lamechices e algumas lagrimazinhas, eu pude finalmente comer, tomar banho e desabar na cama.

O pior foi que aquela voz assombrou-me a noite toda.

Notas finais
Foi um bem grande desta vez! Quem é aquele romano por quem a Alma nutre tanto ódio? Quem será que a atacou? E a sessão de amassos e safadezas com o Calvin? GOSTARAM? ODIARAM? COMENTEM!!! P.S. tradução: 1. Traseiro (safadezas on) 2. Parem 3. Podemos nos sentar um bocado por favor? 4. Não querem água? 5. Minha pequena (muito querido este Di Angelo não?)