Notas iniciais
[Nívea]: Aha, preparando as armas para me matar? *ri* Oh yeah, galera, podem acabar comigo, pq pra variar, eu não tive tempo. Vamos ao relatório: Quinta (ocupada fazendo trabalho de facu), Sexta (fiquei com a Lelo no kakaipe e sai com um amigo), Sábado e Domingo (chácara na pqp sem qualquer tipo de vida tecnológica, muito menos se for da Tim como o meu) e Segunda (dia inteiro na Bienal e afins) *w* Ou seja, o tempo foi totalmente comido KKKKKKK Entonce, realmente não sei como vou fazer isso, ainda tô me perguntando como responder *ri* Maaaas, enquanto isso, Lelo vai arrasar respondendo ôceis (oh mina que curte falar KKKKK)... E falando nela, salva de palmas para Lelo. [Leloty]: Bom é que a mina precisa se narrar todo o feriadão dela pra provar que realmente não teve tempo *ri* Tudo bem, Nivea, ninguém vai te matar (pelo menos não por enquanto *sorriso de canto*), sabemos que é uma pessoa de agenda lotada *lixa* UAHUSHAU Anyway, é isso, acho ._. Não tenho muito a dizer hoje (nem gosto de falar tanto assim, Nivea, shiu u.u) então te passo a palavra again *saída fantástica da cena* [Nívea]: *sai jogando cabelo* Se divirtam, people :3

[Música — We Own It — Wiz Khalifa]

Era impossível não notar a fatal diferença entre os carros no momento em que a Mercedes SLRMcLaren branca de Apolo parou do lado da Ferrari Enzo WRC preta.Não em seus motores e sim em suas cores.

Ambas refletiam suavemente as luzes da Piazza Navona em suas capotas enceradas. Todos os “telespectadores” daquele verdadeiro show praticamente urraram no instante em que o vidro de ambas máquinas deslizaram e seus dois integrantes se olharam.

Olhos azuis nos avermelhados.

Lendas, era isso que eles eram. Os melhores de Roma, amigos que se tornaram inimigos a ponto de quererem se matar.

E, bem, assistir a uma corrida deles era sempre emocionante. Os demais competidores daquela corrida já sabiam que nem o primeiro e nem o segundo lugar seria deles, mas não ligavam. Iam competir com Apolo Bratiliere e Ares Baldini.

As lendas.

A música tocava alto, as últimas pessoas saindo da frente dos carros que competiriam, mesmo turistas desavisados estavam por ali.As garotas dançavam, e muitas delas pararam para acenar para Apolo. Ele somente assentiu de volta, seus olhos azuis gelo muito mais interessados em Hermes, que tomava a frente de todos os carros.

Era a hora.

O homem de cabelos loiros um pouco mais escuros sorria divertidamente, na sua típica roupa meio “safári”.

– A corrida é bem simples – dizia ele em um megafone para os cinco competidores conseguirem ouvir sobre o som dos motores. –Vocês sairão daqui, pela estrada principal, até a nosso querido Coliseu. – murmurinhos assustados, mas Hermes só sorria. – Sim, senhoras e senhores, na contra-mão.

Ares ao seu lado riu e Apolo olhou para o mesmo.

– Você vai ser ferrar, garotinho.Eu sempre fui o melhor nisso. Só cuidado para não morrer, Cinderela.

O loiro ergueu uma sobrancelha, sem sorrir.

– Veremos, Ares, é o que veremos.

O roncar da Ferrari Enzo WRC do outro era uma chamada para briga, Apolo sabia disso. Ares sorria debochadamente ao apertar mais fundo, tornando praticamente impossível de ouvir o resto das pessoas gritando animadas.

Apolo sacudiu a cabeça com calma.

– Você sempre ladrou mais do que mordia... – e, bem, não podia deixar aquilo passar a limpo, certo?

Por isso, Apolo apertou com mais força o freio e, mesmo parado, passou uma marcha, acelerando. A fumaça que saia do derrapar do pneu girando e forçando-se a ficar no mesmo lugar subiu, cobrindo o carro branco e os demais em uma neblina seca. Sem dúvida era possível ouvir de longe os gritos das pessoas.

Apolo não estava ali para brincar, não mesmo.

Hermes, ainda a frente dos carros, ampliava o sorriso ante aquela afronta.

– Esperem a briga para a corrida, meninos – disse Hermes no megafone. –As moças terão quatro minutos, o tempo que a polícia tem para chegar ali. Nos encontramos no outro lado, no Parco Celio. Boa sorte.

E com essas últimas palavras, Hermes caminhou para a lateral onde muitos outros se encontravam, inclusive os carros de Poseidon e Dionisio, para que uma garota morena muito bonita aparecesse no meio. Ela segurava duas bandeiras.

– Preparados? – gritou animada – UM...

Os carros roncaram em conjunto. A adrenalina subindo. As pessoas ficando mais agitadas nas laterais.

DOIS.

Apolo apertava o volante com a mão direita. Aquilo seria moleza, era o seu lado da cidade, o lado que mandava. Conhecia aquelas ruas com a palma da sua mão. Um sorriso quase invisível apareceu no canto da sua boca enquanto ouvia o roncar da Ferrari.

TRÊS.

A bandeira desceu.

Se havia algo em que seu carro ainda ganhava sem dúvida da Ferrari, era a arrancada. Não foi diferente do que Apolo havia pensado. No instante em que a flanela quadriculada caiu ao chão, ele, que já segurava o carro, soltou o freio e os pneus traseiros rebaixaram, dando impulso. Saiu em disparada na frente.

– Lide com isso, Ares – dizia divertido, passando mais uma marcha. O carro desenvolvia com facilidade em sua mão. Os 425 cavalos por baixo daquela capota o levando para frente. Ares batia na metade do seu carro.

E ainda assim, a Ferrari parecia não querer ser tão boa quanto a maquina dele. Como? Tenha o melhor mecânico no seu time.

A Piazza Navona tem o formato de um retângulo, duas entradas, um chafariz ao centro. E, claro, sendo que iam na contramão, pegaram a entrada principal.

Apolo acelerou ainda mais ao ver o arco romano se aproximando e a curva para a direita que vinha com ele. Tinha que ser perfeita, as ruas romanas eram extremamente estreitas.

Um... Dois... Contava ele... Três... Agora.

Apolo se manteve. No último instante, ele girou o volante para o lado esquerdo, seu pé no freio antes de girar com tudo para a direita, seu pé trocando do freio para o acelerador e sua mão passando mais uma marcha. Tudo isso em calculados segundos para não se bater com o carro que vinha em sua direção.

Entrou na rua derrapando, mas com a Mercedes branca estabilizada e intacta.

Pelo retrovisor via que Ares entrava perfeitamente também, atrás dele os demais carros, somente o último teve a má sorte de bater de frente com uma caminhonete. Apolo sorriu friamente.

– Menos um...

E, para não perder o costume, Apolo colocou uma mão para fora, dando dedo para Ares. Se ele pensava que ganharia dele, estava muito enganado. Já podia até imaginar o outro com cara fechada, com tanta raiva que podia matar qualquer um naquele segundo.

Aquele era um dos piores trechos da corrida, a rua Corso di Rinascimento era um pouco mais fechadas e até que bastante movimentada, ainda mais aquele horário de meia noite. Apolo sequer ligava para os carros que vinham em sua direção. Um Ford buzinava vendo-o se aproximar, Apolo deslizou para a faixa do lado no último instante, para não bater de frente com o Fiat. Os espaços eram extremamente bem contados. O pensamento era rápido, ainda mais à velocidade que eles estavam.

Apolo ouviu o estalido do seu walk talk.

– Ares está a poucos metros de você. – dizia a voz séria de Dionisio. – Mantenha-se na esquerda.

Assim como o seu amigo mandou, ele o fez. Sabia bem quando era a hora de confiar no bom senso de Dionisio. De alguma forma, ele via aquilo. Apolo passou mais uma marcha, desviando de um caminhão e passando por baixo dele em seguida, afim de voltar para a faixa a esquerda.

– Corrida por equipes? – perguntou Apolo, concentrando-se no que fazia. Pôde ver pelo retrovisor externo Ares a poucos metros de seu carro.

– Não. Hermes chamaria isso de trapaça.

Apolo sorriu minimamente.

– Ares está fazendo o mesmo, certo?

– Sim, rastreei, parece que Bóreas está o ajudando.

– Tsk, Ares não sabe mesmo correr.

– Dois caminhões a direita, uma praça vindo.

A Mercedes branca cortava com um som alto entre os carros, costurando, seguido de mais três carros. EApolo viu perfeitamente o que Dionisio queria fazer. Assim como Ares devia ter percebido, pois o loiro assistia a súbita mudança de faixa. Ah, mas ele estava redondamente enganado.

A praça se aproximava. Não havia tempo direto. Apolo somente acelerou, desviando de uma moto que também buzinava enlouquecida, calculando a rota, e virou o volante. Sabe aquele momento em que tudo parece estar indo um pouco mais devagar? Foi aqui... No exato instante em que Apolo virou de lado a Mercedes, ativou o nitro e fez o carro pular entre os dois caminhões que viam um ao flanco do outro.

– Um dia a Dite te mata por fazer isso – disse Dionisio, sem qualquer humor na voz.

A parte de baixo da máquina arranhou ao ter contato com o piso da praça. Faíscas soltavam. Até voltar ao normal, mas em uma velocidade absurda. Apolo controlava bem, havia tempo das pessoas saírem da frente.

Ele só não havia contado com uma coisa. Ou melhor, havia, somente imaginara que não fosse acontecer. E, bem, foi o que ocorreu. Ares que vinha, o pegou quando virava para fazer a curva, a ponta final da Mercedes. Isso fez com que Apolo ficasse de costas para a corrida.

– Gire. – disse Dionisio.

Os outros dois carros passaram a sua lateral. Não, não havia tempo para isso.

– Não conte isso a Afrodite.

Ainda de costas, Apolo engatou a ré e apertou o acelerador com tudo. Se não se pode ir de frente, o melhor é ser criativo. E bom de volante. Cortar carros sempre fora complicado, mas Apolo aprendeu desde cedo como aquilo era importante em uma corrida.

Por isso, quando passou pelo terceiro carro, pôde ver a surpresa nos olhos do piloto daquele Audi. Apolo não era o melhor à toa.

– Mantenha assim, você vai ultrapassar o próximo em poucos metros... – Dionisio avisava. –Na frente do Museo Sacrario Delle Bandiere terá tempo de girar, use a calçada.

Como o mandado, Apolo fazia, seus olhos azuis em momento algum deixando o retrovisor interno, sua mão sempre na marcha personalizada. Cortava ainda com muita habilidade as fileiras, desafiando os demais a passar por ele. Em pouco menos de um minuto, já tinha quase retomado seu local, faltando apenas passar Ares.

E perder a chance de zombar dele? Não mesmo. Foi no grande cruzamento que daria entre a Corso Vittorio Emanuelle, onde ficava o Museo, e a Via dei Fori Imperiali que Apolo se decidiu de um movimento mais ousado. Passando mais uma marcha, esperou calmamente, tirando Toyotas e Volkswagens da suas laterais ao desviar deles, até que conseguiu chegar a emparelhar com Ares.

Seu vidro, já aberto, ficou exatamente na mesma direção de a de Ares e Apolo viu a surpresa nos olhos avermelhados do seu inimigo segundos antes dele esconder isso. O loiro sorria friamente.

– Isso... – gritou – Você nunca conseguiria fazer.

– É O QUE VOCÊ PENSA, APOLO.

– EU TENHO CERTEZA.

Em timing perfeito, a praça se aproximava e Apolo se preparava para girar. Os primeiros a notar que chegar na calçada foram seus pneus traseiros que subiram de leve, então Ares também subia.

– TE VEJO NA LINHA DE CHEGADA – foi a última coisa que o loiro disse antes de girar o volante com tudo para a esquerda. Uma fumaça suave se erguia com as rodas derrapando. Um cheiro de borracha queimada. E, então, Apolo encontrava-se de frente com um suave solavanco, para em questão de segundos, ele voltar a passar uma marcha, compensando a velocidade perdida e apertar o segundo botão vermelho do painel preto de três nitro que havia em seu carro.

A partir dali, Apolo já sabia que havia ganho. Mesmo que Ares usasse nitro, a Mercedes branca havia se desenvolvido mais. Ainda assim, mantinha-se de olho na traseira. Sabia que Ares poderia trapacear, como já vinha fazendo.

– Boa jogada – havia um tom de aprovação na voz de Dionisio. – Você tem três segundos, e a partir daqui é com você. Desligando.

Entender o porque não era difícil. As luzes dos postes passavam com tudo ao lado deles, fazendo brilhar muitos monumentos e mesmo destacando os carros na contramão. Mas havia um monumento em especial que se elevava sobre os demais. O símbolo de Roma. O mais famoso cartão postal deles.

O maravilhoso Coliseu, avisando que chegavam ao final da corrida.

Apolo sorriu ao ver o que os esperava... Bem de frente ao Coliseu, onde todas as Via dei Fori Imperiali se interligavam, haviam três semáforos. As chances deles estarem fechados juntos eram mínimas. Mas, esse era o trabalho de Hermes e ele o fazia bem. Três segundos. Apolo só tinha três segundos antes de uma das vias abrir e uma torrente de carros vir sobre eles.

Ares emparelhou o carro dele ao seu, claramente o nitro dele estava ligado. Apolo sequer olhou... Seu coração ia a mil no exato instante em que a Mercedes-McLaren branca e a Ferrari preta passaram, lado a lado, naquela encruzilhada. Era possível ouvir eles contando, tanto Apolo quanto Ares, os segundos que tinham. Os carros pareciam não ir rápido o suficiente. Sentiam que iam ser engolidos pelos carros que poderiam vir de qualquer uma das três direções e eles sequer saberiam.

Três.

Então, ambos os esportivos passaram entre os dois pequenos postes de segurança que haviam perdido a corrente que ficava interligando e impedindo de outros carros de irem para a praça. Ao que parecia, Hermes havia tirado aquilo.

E eles ouviram e viram os outros dois carros sendo engolidos pelos carros que vinham ao ter o sinal aberto. Parecia bem séria aquela corrida.

Ares e Apolo intercambiaram um olhar, mesmo que não quisessem, de: vencer ou morrer. Era o que parecia ser a ideologia daquele empecilho. Morrer ou perder eram as últimas coisas que aconteceriam com Apolo.

O loiro ignorou o sorriso de deboche de Ares, mais interessado em não matar ninguém naquela praça. Era como ver um rio se abrindo, as pessoas abrindo espaço para os dois carros que vinham com tudo.

Na hora que eles passaram por uma dupla de policiais que estava parados ali, Apolo soube que era a hora de agir e finalizar logo a corrida. O som da sirene era quase um chamado para os demais policiais tentarem prender eles.

Apolo empurrou ainda mais o acelerador, seu coturno afundando o objeto de metal enquanto seu dono apertava ao mesmo tempo o freio. Tanto a Mercedes quanto a Ferrari deslizaram de lado, fazendo o formato perfeito da curva da praça. As pessoas olhavam pasmas para aquilo, ainda mais com um carro da policia os seguindo logo atrás.

Então, ao fim da curva, Apolo girou o volante para a direita e pegou quase impossivelmente a estrada que daria perfeitamente no Parco Celio, deixando para trás um Coliseu intacto e turistas pasmos. Ares seguia o mesmo, juntamente da polícia.

E foi pensando nisso que Apolo mudou o canal do seu walk talk.

– Hermes, livre-se da polícia.

– Já está tudo calculado, meu amigo, não se preocupe. Polícia não pega a gente tão cedo.

– Chegando em poucos segundos.

A ouvir a risada de Hermes, Apolo desviava com habilidade das bases que sustentavam a ponte que passava logo acima deles. Como o dito, logo se destacou os carros a espera, na chegada. Ares não teria chance.

Assim o foi, a listra vermelha demarcando a chegada. As rodas da Mercedes branca marcaram a faixa colorida ao passarem por ela, seu dono deslizando de lado no retângulo deixado pelos demais carros estacionados e pelas pessoas até parar. Ares veio logo atrás. E, como o prometido, nenhum sinal da policia. O que Hermes havia feito? Era uma ótima pergunta.

[...]

Aclamado.

Isso que aconteceu Apolo no momento em que ele saiu do carro graciosamente, quase como se tivesse nascido para aquilo.

Os cabelos loiros estavam suavemente bagunçados, os olhos azuis gelo ainda mais chamativos contra a pele bronzeada e a roupa toda preta que usava.

Ele deslizou os olhos pelas pessoas que o parabenizavam, com tapas fracos em suas costas, sorrisos e palavras aos quais ele somente assentia, sem sorrir. Até que um pequeno espaço se fez entre a galera e Ares apareceu, o sorriso debochado, na sua roupa de motoqueiro e o corte de cabelo militar.

Os olhos avermelhados zombavam.

– Três injeções de nitro?

Apolo deu de ombros, seu rosto mostrando indiferença, como se Ares sequer fosse digno de sua atenção. Todos seguravam o ar, ansiosos para saber do que sairia daquela conversa com Apolo ter vencido.

– Pastilhas automáticas para calibrar o peso do carro? – rebateu o loiro. – Esperava mais de você, Ares, não me surpreenda que tenha perdido.

Ambos haviam trapaceado. Ares ergueu as sobrancelhas, dava para ver que ele estava nervoso. Mas pareceu repensar, já havia perdido a corrida, não precisava de mais. Assim, com um olhar furioso, ele foi embora, sendo escondido pela população que mais uma vez se aproximava de Apolo.

Hermes foi o primeiro a chegar a ele, batendo na mão do mesmo e sorrindo de orelha a orelha.

– Você devia correr mais vezes, ganhamos mais dinheiro. E ainda tiramos pessoas indesejadas das nossas terras.

Apolo sorriu minimamente para isso.

– Não se acostume, Hermes.

Antes que eles pudessem trocar mais qualquer palavra, Afrodite abria espaço, seguidos de Dionisio e Poseidon. Quer dizer, era só o que ele podia ver. Afrodite foi a primeira a abraçá-lo.

– Eu vou te matar, Apolo, juro que vou se andar de ré mais alguma vez – sussurrou ela, claramente preocupada, em seu ouvido. – Não ouse.

O loiro bagunçou de leve os cabelos da mesma, sem sorrir como a garota sorria.

– Sem dramas, Dite

Então, Poseidon bateu em sua mão, havia um sorriso sarcástico nos lábios do homem de olhos verdes.

– Boa corrida, garoto... Isso me fez lembrar que você não é tão ruim no volante quanto eu lembrava.

Para isso, Apolo só revirou os olhos, fazendo eles sorrirem, menos a si mesmo e Dionisio. Esse se satisfez com um solene assentir de cabeça, deixando quieto o fato de o mesmo tê–lo ajudado em algumas parte da corrida. Então, Afrodite chamou a atenção dele mais uma vez, toda sorridente.

– Olha quem veio...

Bem, não era exatamente quem ele esperava que estivesse ali, no entanto, foi o suficiente para surpreendê-lo. Artemis o olhava com os olhos verdes um pouco temerosos, quase como se ele fosse forçá–la mais uma vez a lembrar sobre si mesma. Os cabelos ruivos intensos soltos pelos ombros e sorria de leve.

– Hum... Nada mal a corrida.

Todos a olharam surpresos por ela dizer aquilo, então estalaram em gargalhadas. Apolo negava com a cabeça, sem sorrir. Poderia ter dito algo, no entanto, foi impedido. Braços se passaram ao redor de seu pescoço e Dafne o beijava.

E, bem, quem ligava para aquele pessoal ali? Apolo a prendeu contra a porta do carro e continuou a beijando.

Bem, era a hora de festejar a vitória. A

Notas finais
[Niv]: MUAHAHAHAHAHAHAHA percebam a super amizade entre eles *w* e aqui começam as nossas corridas ilegais, awn