Let Me Take You There
30 PE # Stay.
Notas iniciais
Sim, Cullen e Bebê de volta, que saudades de escrever desse nosso casal lindo, awn! E espero que vcs também fiquem, apesar de surpresas, felizes com uma atualização de Let me take you there *-*. PE significa "pós epílogo" e Stay é o nome pra esses bônus; tendo como trilha sonora 'Stay stay stay - Taylor Swift' (música muito fofa, awn).
Não vou enrolar aqui, cês já sabem que meu habitat natural é a caixinha das notas finais. Espero que gostem, enjoy ♥
I love you because you have given me no choice but to stay.
Naquela terça-feira, o primeiro dia após a Casa Mágica, o primeiro dia após o começo de suas novas vidas, Edward acordou quando sol da manhã começou a aquecer e bater em seu rosto.
No primeiro momento pensou ainda estar na Carolina do Norte, no quarto branco, onde o maldito sol sempre entrava primeiro, mas então sentiu um delicioso cheiro de morango invadir seu nariz; virou o rosto em busca de mais, enterrando o nariz na fonte desse cheiro, que acabou lhe fazendo cócegas. Curioso, abriu os olhos e, mesmo na confusão do sono, não foi difícil perceber ser o cabelo de Bella. Ainda adormecida ao seu lado, nua, com o braço e perna sobre seu corpo, lhe abraçando inconscientemente possessiva – como sempre fazia.
E o reconhecimento lhe bateu, estava de volta à Nova York, de volta à vida real. E com Bella ao seu lado... Como sua namorada.
Abriu um largo sorriso. Como a vida podia ser linda. Ou melhor, como la vita podia ser bela. Sabia um pouco de italiano, totalmente por causa do nome "Bella" e percebeu o quanto isso era patético apenas naquele momento, principalmente em seu pensamento.
Cheirando os cabelos dela mais um pouco, pensando se devia dormir mais um pouco ou enterrar sua ereção matinal no doce calor do corpo dela – tão pervertido –, mas então lhe caiu a ficha de que se tinha voltado à vida real, tinha que voltar ao trabalho naquele dia. Merda. Mas então percebeu a mudança; geralmente ia para o trabalho sem dar um segundo pensamento e aquela era a primeira vez em sua vida que tinha um motivo real para ficar em casa, para não querer trabalhar, isso lhe encheu de felicidade. Finalmente tinha algo mais em sua vida. Sim, sim, a vida podia ser maravilhosamente bela, principalmente com a Bella.
Chega de trocadilhos estúpidos Cullen, disse mentalmente a si mesmo, levante e ao trabalho.
Sem Rosalie e Emmett no escritório, realmente algum chefe tinha que aparecer e colocar alguma ordem em tudo. Nem sabia como tinha sido por essa semana, não devia estar uma grande bagunça, mas devia ter muito trabalho acumulado. Tinha que contratar alguma ajuda extra e logo, não queria ter que passar mais do que as horas estritamente necessárias no escritório, não agora que tinha uma linda namorada lhe esperando do lado de fora.
Se a vida fosse um musical, ele começaria a cantar exatamente naquele momento sobre a beleza da vida sendo comprometido; como diabos existiam pessoas que não gostavam disso? Ele estava absolutamente apaixonado por essa sua nova fase.
Nem precisava checar as horas, as persianas eram automatizadas e ajustadas para abrirem as 6:55, assim ele tinha cinco minutos até as sete. Odiava despertadores com todas as suas forças.
Beijou o cabelo de sua namorada – sua namorada, até mesmo pensar essas duas palavras juntas era fantástico, sua namorada – e se arrastou cuidadosamente para fora da cama. Bella murmurou qualquer coisa e se ajeitou sozinha na cama, continuando a dormir.
Seu rosto sereno de bebê e corpo pecaminoso de mulher coberto parcialmente pela coberta vermelha, ela estava adorável demais para que ele a acordasse, então pegou o controle das persianas na janela e as fechou, caminhando silenciosamente para seu closet.
Pegou um dos de terno em cabide dentro de um saco com zíper em que tinha chegado da lavanderia, uma boxer e foi ao banheiro. Deixou o terno, ainda na embalagem, em um gancho e tomou seu banho, adorando as lembranças da noite anterior. Tinham feito amor à noite inteira – rápido e lento, duro e doce –, entre as conversas triviais e taças de champanhe. Deixou a água gelada para acordar completamente, relaxar seu corpo e se livrar da ereção. Ainda meio cansado, tinha dormido realmente pouco e seu corpo tinha se acostumado com o ritmo lento da semana na praia, mas estava completamente satisfeito e feliz, com um humor maravilhoso, nada poderia estragar isso. Depois do banho, se secou e vestiu a boxer, para fazer a barba antes de vestir o terno.
Quando saiu do banheiro, estava impecavelmente vestido com uma calça preta e blusa branca de botões dentro dela, com uma gravata azul marinho, segurou o paletó sobre o ombro. Foi até Bella novamente, se inclinou e beijou sua cabeça suavemente, antes de sair do quarto.
Lenta e sonolenta, Bella acordou minutos depois basicamente porque se mexeu e não sentiu o corpo de Edward contra o seu. Por alguns segundos pensou estar na Casa Mágica, mas logo se lembrou de toda a noite anterior, esfregou os olhos e os abriu, onde estava seu namorado?
Abriu um sorriso bobo e feliz. Namorado... Seu namorado... Girou na cama, ficando com o rosto para o teto, ela riu. Chegava a ser irônico como sua vida tinha mudado por causa de uma semana.
Acordar pela primeira vez na cama de Edward em seu apartamento a levou direto a primeira vez que acordou com ele na Casa Mágica, depois foderem e dormirem abraçados. Todo o pânico e recriminação que sentiu por ceder aos próprios desejos e carências.
Devo ir embora?
Não.
Posso te abraçar?
Apenas essa semana.
Então a semana mais surpreendentemente deliciosa de sua vida. Recheada de Cullen, sorrisos, risadas, momentos doces, sexo quente, dúvidas, receios, incertezas, inseguranças, medos... Tudo que a levou aquele momento. Nua, após foderem e se amarem como amantes apaixonados, no apartamento dele, no quarto dele, na cama dele. Edward Cullen. Seu. Namorado.
Você aceita ser minha?
Eu já sou sua.
Aceita ser minha namorada?
Eu sou sua e aceito ser sua namorada.
Ah sim, ela o amava. Estava total e incondicionalmente apaixonada por ele. E era feliz que ele a amava de volta; não eram apenas suas palavras, era seus gestos e olhares, ele a fazia se sentir amada. E esse sentimento não era como nada que já tinha sentido. Era sobre o que vivia escrevendo, mas agora estava vivendo. E amava cada segundo disso.
Eu amo você, namorada.
Eu amo você, namorado.
Pela primeira vez em sua vida, sentiu um pouco de saudades da Gueixa e da Cética. Era estranho ter a mente tão leve e normal. O normal era realmente supervalorizado; não queria voltar ao que tinha antes, nem a toda a confusão e insegurança, só queria... Pode jogar na cara delas o que tinha agora e para sempre: o corpo e o coração de Edward Cullen, porra!
E com esse pensamento, ela gargalhou e se sentou lentamente. Não tinha ideia de que horas eram, mas Edward provavelmente deveria ter ido para o trabalho – estavam no mundo real agora e tinham suas obrigações novamente.
Sentada, ela esperou pelas acusações do próprio cérebro – ou a Cética – sobre as diferenças entre eles, sobre como ele devia agora estar em um terno de grife e sapatos italianos, seguindo sua rotina de trabalho novamente, enquanto ela ainda estava se levantando e não tinha rotina alguma. Mas nada veio. Só conseguia se lembrar do que ele tinha dito – tudo pelo que tinha lutado e se tornado foi por ela, ser alguém valesse a pena e que ela pudesse se orgulhar. Por isso agora não se sentia menos se comparada ao Edward; ela era alguém e era importante, mas de uma maneira diferente da dele. Ela escrevia romances eróticos, ele era advogado. Não havia comparação entre suas necessidades e valor ao mundo, mas de alguma maneira, ambos eram necessários para o equilíbrio; como açúcar e fibras. Sorriu. Agora, tanto quanto sentia orgulho de si mesma, pelo que tinha conquistado e se tornado, tinha muito orgulho de Edward e era fã do trabalho dele, assim como sabia que ele fazia com ela. E essa devia ser uma grande prova de que estavam em um relacionamento saudável e se amavam – ali não havia ciúmes ou vontade de diminuir o outro para se sentirem maiores ou importantes, havia apenas apoio incondicional e orgulho pelas conquistas um do outro, e ela tinha a mais absoluta certeza de que seria assim para sempre.
Pegou a nécessaire, que já tinha trazido para o quarto, e foi para o banheiro – o enorme e luxuoso banheiro que não deixava a desejar em nada a qualquer hotel cinco estrelas. Era decorado em branco, preto e inox; um grande box, uma grande pia de mármore preto com duas torneiras separadas e um enorme espelho, uma banheira enorme e o vaso sanitário separado, parecendo estar em outro cômodo pela porta. O lugar parecia a porra de um quarto, ela suspirou.
Nunca tinha pensado muito sobre isso, mas agora estava pensando, quanto dinheiro Edward tinha? Ele era milionário ou o que? Sabia que a cobertura era enorme, mas porra aquilo chegava a ser ridículo. Porra... Já até se imaginava transando naquele banheiro; dentro do box, na banheira. Riu, ao menos seu lado pervertido estava o mesmo da Casa Mágica.
Obrigada, Gueixa!
O reflexo do espelho chamou sua atenção. Estava se vendo ali. Nitidamente. Era Isabella Marie Swan, a mesma de antes, mas estava... Diferente. E não é que sexo e amor fazem milagres à pele? Era como se conseguisse se enxergar com os olhos de Edward, ele a fazia se sentir bonita e estava se vendo bonita. Não, ainda não conseguia ver nada demais em si mesma, claro que Taylor Swift e Angelina Jolie eram mais bonitas, mas eram bonitas em seus próprios tipos de beleza, porque ela não parecia nenhum pouco com elas e se sentia bem com isso. Era como se todos os clichês fizessem sentidos pela primeira vez em sua vida – a beleza estava dentro dela e agora estava apenas transparecendo isso com um sorriso e nada mais bonito do que um genuíno sorriso de uma mulher feliz; não precisava ser ninguém além de si mesma e ao aceitar isso tudo parecia ser fácil como uma manhã de domingo*.
[N/A*: Referência a música de Lionel Richie, Easy]
Pronto Isabella, largue a carreira de romances eróticos e passe aos de autoajuda, ironizou mentalmente.
Fez um coque no cabelo e foi tomar uma rápida chuveirada. Porra e como aquela ducha era potente, saia tanta água de seus jatos que era até difícil não molhar o cabelo, mas os lavaria depois. Limpou-se rapidamente, principalmente seu sexo muito sensível pelas muitas atividades anteriores – e como amava essa sensação –, então saiu. Olhou ao redor do banheiro e pegou em um dos armários uma toalha branca limpa, se secou, jogou a toalha na pia e fuçou o cesto de roupa suja. Não tinha muita roupa, mas pegou uma camisa branca e a vestiu sem nada por baixo, adorando sentir o cheiro dele. Ficava no meio de suas coxas, então funcionava; fechou os botões, deixando apenas os primeiros até a altura dos seios abertos, arregaçou as mangas e soltou os cabelos, escovando-os com os dedos. Olhando-se no espelho novamente percebeu as marcas de chupões em seu pescoço e seios; aquilo a fez se sentir selvagem, ainda mais se pensasse que Edward devia ter as mesmas marcas. Sorrindo, escovou os dentes rapidamente e desceu em busca de algum alimento.
No meio da escada, viu a porta do apartamento fechar enquanto alguém saía.
— Cullen? — chamou hesitante.
A porta do apartamento abriu novamente e a cena pareceu acontecer em câmera lenta. Se não fosse ele, quem era? Devia correr pro quarto e se esconder ou pra cozinha e pegar uma faca, talvez o telefone e ligar pra alguém? Já podia começar a gritar?
Mas para seu alívio, era Edward. E como você é Drama Queen, Isabella, zombou mentalmente.
Ele voltou a entrar, vestido impecavelmente e com uma pasta preta em mãos, muito atraente em seu estilo advogado milionário. Bella sempre gostou de homens de terno, mas Edward ficava melhor do que qualquer um que já tinha visto – um verdadeiro homem GQ, sexy e quente (realmente tinha um fraco por homens de terno ou farda, já sabia como ele ficava de terno, já podia até imaginá-lo de farda, hmmm).
Bella suspirou de alívio e engoliu seco, antes de sorrir e terminar de descer a escada, se aproximando dele.
— Bom dia, bebê. — Edward sorriu.
— Bom dia. Transamos loucamente e você ia sair sem se despedir, Cullen? Sem nem deixar dinheiro para o táxi? Tsc, tsc. — ironizou.
Edward riu.
— Você estava dormindo tão bonitinha que fiquei com pena de te acordar, mas eu te dei um beijo antes de sair do quarto e deixei um bilhete na geladeira, onde você, eventualmente, acabaria indo. Mas agora que você acordou, venha me cumprimentar direito, como te ensinei antes.
Bella riu e se aproximou, juntou seus corpos e o segurou pelo paletó. Ele passou o braço que segurava a pasta ao redor de sua cintura e pousou a mão livre em sua bochecha, então a beijou.
Edward adorava beijá-la – a boca dela era macia, quente e agora tinha gosto refrescante da pasta de dente. Tinha mesmo que ir trabalhar? Porque tudo que queria era mandar as coisas para o inferno, carregar Bella de volta para o quarto e amá-la o dia todo; nem precisavam necessariamente transar, só queria segurar o corpo dela e ficar daquele jeito, apenas os dois o dia todo... Ou melhor, o resto da vida. Qualquer outra coisa era superestimada se comparada a isso, definitivamente.
— Mmm... — ela tentou quebrar o beijo, mas ele voltou a buscar sua boca, então desceu para seu queixo e seu pescoço. Bella gemeu. — Edward... Você precisa trabalhar.
— Não, eu quero só te beijar, vamos voltar pro quarto? — sugeriu beijando e mordiscando seu pescoço. — Ou podemos ficar aqui mesmo, se preferir.
— Porra! — ela riu. — Haja fôlego, hein, menino?
— Muito tempo sem você. — lambeu seu pescoço e ergueu a cabeça, sorrindo maliciosamente. — Tenho muita coisa pra compensar, bebê.
— E eu estou com muita vontade de aceitar, porque você fica muito sexy assim todo engomado e arrumadinho, eu quero só te bagunçar todo. — nas pontas dos pés, mordeu o lábio inferior dele e beijou por cima.
— Você está me provocando, Isabella Swan, vou arrancar sua roupa e te foder aqui mesmo.
— E nem vai precisar muito esforço. — Bella brincou.
— Por quê? Já percebi que você está em uma das minhas camisas e devo dizer que você está muito sexy, quem dera eu ficasse tão bem nas minhas roupas, acho até que vou criar a regra de você usar apenas isso enquanto estiver aqui. Mas o que você está usando por baixo, bebê?
Ela apenas sorriu maliciosamente. Edward ergueu uma sobrancelha.
Sem se preocupar, ele deixou a pasta cair no chão e colocou a mão na coxa dela, subindo lentamente até chegar ao quadril, só sentiu pele nua e abriu um sorriso surpreso, mas malicioso – ela estava sem calcinha.
— Surpresa? — ela riu.
— E que boa surpresa. Eu realmente não quero ir pro trabalho nesse momento. — disse enquanto deslizava a mão até o sexo dela e o acariciou superficialmente. Bella ofegou.
— E eu quero te manter aqui comigo, mas vai, Cullen. — o empurrou pelo peito e deu alguns passos para trás, saindo do toque dele.
— Estou perto de uma ereção, acho que tenho tempo para me livrar disso antes de sair.
Bella gargalhou.
— Me dê algum tempo para me recuperar antes de qualquer nova atividade aqui no sul, daqui a pouco estarei andando torto.
— Tudo bem, tudo bem. — bufou contra vontade e passou a mão cabelo. — Nos vemos mais tarde?
— Ótimo. Tenha um bom dia, amor. — sorriu.
— Eu gosto disso. — Edward riu sozinho. — Me dê um último beijo e posso ir embora.
Ela voltou para seus braços, jogou os braços ao redor de seu pescoço e o beijou apaixonadamente.
Enquanto se beijavam, Bella juntou suas virilhas e sentiu o pênis dele crescer duro sob as calças. Edward gemeu em sua boca pela fricção. Ela aproveitou e desceu as mãos para a cintura dele, fazendo-o lhe segurar pela nuca, tomando ainda mais profundamente sua boca. Edward tinha sido bom pra ela na noite anterior, tinha até perdido a conta de quantas vezes tinha gozado, então... Por que não?
Ofegante, quebrou o beijo e desenrolou um sorriso malicioso lentamente, enquanto suas mãos deslizavam para a fivela de seu cinto. Edward ergueu uma sobrancelha.
— Não sei resistir a você, Cullen. E não é porque eu preciso algum tempo de recuperação que não posso dar um bom tempo ao meu... Namorado. Você foi tão bom pra mim na nossa noite passada, isso faz eu me sentir... Generosa. — sua voz saiu baixa, lenta e muito sensual, até para a própria surpresa. Ao acabar de falar, tinhas as calças de Edward aberta e a mão acariciando o volume sob a boxer. — Olá garotão.
— Tem certeza que não quer chamá-lo de Edward, o Grande? — brincou com um sorriso divertido.
Bella riu alto.
— Não. E para de quebrar o clima sensual ou vai acabar broxando, Cullen.
— Acredite bebê, não corro esse risco estando perto de você. Não importa sobre o que estamos falando ou quantas vezes eu tenha gozado, você sempre vai me afetar e me fazer duro.
— Um homem segundo meu coração. — sorriu, ainda o acariciando. — Você me mima tanto, em todos os sentidos, estou estragada para qualquer outro homem, Edward.
— Ótimo. — rosnou com um brilho possessivo escurecendo seus olhos. — Porque nenhum deles terá a menor e unica chance com você, bebê. Você é minha. E não há uma maldita coisa que você possa fazer sobre isso. — selando suas palavras, puxou-a pela nuca e tomou sua boca novamente, voraz e apaixonadamente, lhe tomando o fôlego e qualquer chance de uma resposta coerente. Mas ela não precisava responder de qualquer maneira, ele estava certo – era totalmente dele e não queria fazer uma maldita coisa sobre isso. Quando Edward quebrou o beijo, capturando seu lábio inferior entre os dentes, Bella sentiu os joelhos amolecerem e seu corpo totalmente quente. Foda-se se o homem não era letal. — E agora, bebê, o que você vai fazer pra me agradecer por ser tão bom pra você?
— Humm... Eu tenho uma ideia. — sorriu maliciosa.
Tirando a mão dele de corpo, Bella se ajoelhou sem tirar os olhos do dele. Mordendo o lábio inferior com um sorrisinho de lado, ela abaixou um pouco mais suas calças e puxou seu pênis do aperto da boxer. Molhou os próprios lábios lentamente, então esticou sua língua impertinente e a deslizou sobre a cabeça de seu membro, capturando e espalhando seu pré-sêmen.
Edward ofegou. Aquela mulher seria sua morte. Usando apenas uma de suas camisas brancas com os primeiros botões abertos – deixando à mostra as marcas de seus chupões, que fazia seu lado homem das cavernas possessivo rosnar de prazer – e com os cabelos soltos com um sexy ar de desalinho, sem nenhuma maquiagem, tinha até o rosto meio amassado do travesseiro, ela nunca esteve tão sexy. Ele mal podia esperar para vê-la dessa maneira todos os dias pelo resto de sua vida... Vê-la sendo Bella, apenas Bella, sua Bella.
E tudo era ainda melhor tendo-a de joelho aos seus pés. Podia soar machista e podia até ser machismo, mas não podia evitar, sob seus ternos e imagem polida, ainda tinha um homem das cavernas mais selvagem, totalmente possessivo e que ia ao delírio com o quadro quente e delicioso que Bella era. De joelhos com as mãos enroladas ao redor de seu pau, os mais lindos olhos verdes erguidos para ele brilhando na mescla de diversão e luxuria com a língua despontando por entre seus lábios e rodando lentamente a cabeça dele. Gemeu novamente.
Sim, aquela mulher até poderia ser sua morte... Isso se ele não estivesse tão disposto a ter uma longa vida feliz com ela.
Quando cansou de torturá-lo, Bella apenas respirou fundo pelo nariz, relaxou e deslizou cada centímetro do pênis para dentro de sua boca. Duro, mas dando a sensação de carne macia em sua língua, esticando seus lábios e preenchendo até o fundo ao tocar sua garganta, enquanto seu nariz roçava a base nos pelos pubianos.
As mãos de Edward foram para seus cabelos, os segurando para lhe dar visão completa do que ela fazia, enquanto seus olhos estavam presos ao dela – ela tentava manter o olhar malicioso, enquanto os dele estavam escurecidos de desejo cru – que parecia ser algo mais íntimo do que ter um pau enterrado na boca dela.
Bella o arrastou para fora de sua boca lentamente, sugando duramente por todo o caminho e parando com a língua no topo, provocando a fenda que não parava de vazar pré-sêmen. E voltou a afundá-lo em sua boca, sentindo um calor úmido se espalhar entre suas pernas, se contraindo ao redor do vazio, quando ele gemeu.
— Foda... Porra, Bella... — ele gemia, enquanto ela estabelecia um ritmo em suas chupadas. Edward ofegou. — Sua boca é... O maldito paraíso... Santa merda!
Incentivada e – ridiculamente – excitada, Bella acelerou e o chupou mais duro, enquanto descia a mão que estava ao redor de seu eixo para dentro de suas calças até alcançar suas bolas pesadas, massageando-as, fazendo-o ainda mais louco.
Escutá-lo arfar e gemer seu nome era tão bom quanto um orgasmo, realmente. Nem precisava gozar se pudesse se deliciar com os sons do prazer dele. (Mas claro, quando juntava o útil ao agradável, fazendo-o gozar e recebendo o mesmo tratamento, tornava tudo ainda mais divertido).
Edward sabia que não demoraria muito a gozar, a pequena aos seus pés era como uma bruxa que sabia exatamente onde tocar e como tocar até levá-lo a loucura tão perto do orgasmo que chegava a apertar suas bolas... Mas também a conhecia suficiente pra saber que ela era sensível e seu corpo lhe respondia com uma facilidade absurda, pelos gemidos que soltava enquanto chupava seu pau e suas bochechas vermelhas, podia apostar suas bolas que ela também estava perto de gozar, e nem tinha tocado nela.
Como amava essa mulher!
Agarrou um punhado do cabelo dela com firmeza, sem machucar realmente, então a puxou de seu cabelo. Ela ficou ligada a ele por um grosso fio de saliva, encarando-o confusa.
Mas Bella nem teve tempo de falar ou pensar direito, ele colocou as mãos sob seus braços e a ergueu, lhe carregando para o sofá. Como se estivesse faminto e desesperado por ela. Tão rápido e cuidadoso quanto podia, ele a deitou no sofá e ficou pé, pairando sobre ela. E de maneira, quase que selvagem, ele abriu a blusa que ela vestia arrebentando os botões e expondo seu corpo nu, então tirou o próprio paletó o jogando para trás.
— Isso aqui era sobre você, Cullen.
— E agora eu acabei de tornar isso sobre nós, Swan. — foi para cima dela, ficando entre suas pernas e guiou a ereção ao seu sexo. — De qualquer maneira, se é sobre mim, então eu escolho a maneira que quero terminar. E quero terminar isso dentro de você, bebê. — então se empurrou dentro dela, deslizando sem dificuldade por sua fenda molhada, fazendo-a gemer e enrolar as pernas ao redor de sua cintura.
Então ele a beijou... Então a fodeu... E acima de tudo, a amou.
Bella amava o quanto as coisas tinham saído de seu controle; era para ser o momento de prazer e agradecimento de Edward, mas ele tinha acabado de transformar em um delicioso momento para os dois. Claro que não o culparia se ele apenas tomasse seu boquete e fosse trabalhar, era o que realmente pretendia fazer, mas amava o quanto ele não era egoísta ou alheio às reações dela. E naquele momento, se esqueceu de qualquer descanso que precisava ou sensibilidade entre suas pernas, amava e precisava daquele momento.
Como se para confirmar aquele pensamento, Bella gemeu na boca de Edward, enquanto ele bombeava dentro dela com golpes duros em busca da própria liberação e levando junto ao orgasmo eminente.
Suas bocas não se soltaram, mesmo quando ele se empurrou fundo e ela ergueu os quadris, gozando juntos.
E acabaram desajeitadamente abraçados. Separaram suas bocas com respirações fortes, leves beijos e sorrisos.
— E isso sim é a porra de um bom dia. — Edward disse com um sorriso presunçoso e gargalharam juntos.
— E agora você pode ir para o seu trabalho, Cullen.
— Nesse momento a última coisa que tô pensando é o meu trabalho, bebê. Acho que podemos fazer coisas muito mais... — mexeu o quadril, junto o pênis ainda dentro dela.
Bella gemeu antes de sorrir.
— Entendo o sentimento, mas você precisa e vai trabalhar. Eu vou tomar outro banho, tomar café e ir pra casa, então a gente se vê no jantar, tudo bem?
— Não, faltará muito tempo para o jantar. Não posso ficar o dia todo sem te ver, bebê, nos vamos nos ver no almoço. É minha oferta final, temos um acordo?
— Acordo fechado.
Edward sorriu e a beijou.
Eles se levantaram e riram quando quase caíram no chão, então Edward foi ao banheiro se limpar, enquanto ela esperou na sala, sentindo-se ainda mais cremosamente úmida entre as pernas, dos próprios fluídos e os dele.
Bella o esperou na porta, segurando seu paletó e a pasta. Quando ele voltou pra sala, novamente alinhado e impecável, lhe ajudou a se vestir e entregou sua pasta, abrindo a porta em seguida.
— Tchau, amor. Bom trabalho, eu te amo. — ficou na ponta dos pés e o beijou rapidamente.
— Uau, eu realmente gosto disso. — suspirou divertido. — Posso até me acostumar em ter isso em minha rotina.
— O que? Foda matinal? — provocou com uma sobrancelha erguida.
— Não. — ele riu. — Claro que isso também, mas só de acordar com você, receber seu beijo de 'bom trabalho' e um eu te amo, isso fez o meu dia, obrigado. Eu te amo, bebê.
Bella sentiu seu coração amolecer, como os marshmallows de Rosalie em uma fogueira, e sorriu como uma boba apaixonada. Ergueu-se na ponta dos pés novamente e beijou lentamente.
— Humm... Vai ou vou te prender aqui pra sempre. — ela sussurrou de olhos fechados.
— Isso me parece uma ótima ideia.
— Bobo. — ela riu e se afastou.
— Se cuida, está bem? E nos vemos no almoço, eu te ligo. — se aproximou e beijou a testa dela, recebendo um enorme sorriso de volta e saiu.
Quando fechou a porta, Bella se recostou nela e fechou os olhos, se sentindo como uma adolescente ou uma fangirl, suspirou e começou a rir meio histericamente.
...
(20:06) — Bella? Estou com dor. Acho que é cólica.
(20:06) — Ou será que são gases?
(20:06) — Não sei se é cólica. Nem o Emmett sabe. Nem o Charlie. Algum conselho?
(20:07) — Preciso da ajuda da minha melhor amiga.
(20:10) — Ok, acho que não é cólica.
(20:12) — Ai... Bella? Acho que estou em trabalho de parto.
(20:12) — Ou preciso desesperadamente ir ao banheiro.
(20:13) — Dorrrrrrrrrrrrrr.
(20:15) — NOELLE VAI NASCER!
(20:15) – ONDE VOCÊ ESTÁ? ONDE O EDWARD ESTÁ? POR QUE OS DOIS ESTÃO COM OS MALDITOS CELULARES DESLIGADOS?
(20:15) – NUNCA VOU PERDOAR VOCÊS SE ESTIVEREM TREPANDO AO INVÉS DE COMIGO NA HORA DO MEU PARTO!
(20:15) — AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA
(20:17) — Eu odeio vocês ):
(20:17) — =[[[[[[[[[[[[[[
Notas finais
Eu escrevi esse porque senti muita vontade de escrever como os dois se sentiam agora nessa nova fase da vida, na vida real. Mais amadurecidos e bem resolvidos com si mesmos e os próprios sentimentos. E claro que meu lado pervo gritou e tinha que escrever alguma coisa a respeito né? E apesar de quentes um pelo outro, continuam os mesmo - fofos e bobos, aw. Nem sei se vcs ainda se lembram desses dois ou se querem mais alguma coisa sobre eles, mas agora vcs me perguntam: "E então Candy, esse é o único bônus?". E eu respondo: "Nããão! Gente, Noelle precisa nascer!", e eu realmente acho que essa é uma cena que precisa ser escrita KKKKKKK Depois eu não sei... Queria agradecer a todas as recomendações que recebi após o fim e os reviews também. Esperando todas de volta aqui, adoraria que fossem doces e comentassem. E até qualquer dia ai com o nascimento do pequeno Marshmallow dessa família ♥ Até, bjsbjs s22
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