Let Me Take You There
28 E #OUTTAKE.
Notas iniciais
Pois é, mas já voltei e com um outtake do epílogo.
Esse é um presente pras pervas, porque eu estava meio perva quando escrevi, então... Que tal uma diversão por telefone? Pode (ou não) ser um pouco vulgar. Pra todas que acompanharam a LMTYT e adoraram a grande porção de sexo e amor do meu casal lindo, Cullen e Bebê.
P.S: Mesmo quem não gosta desse tipo de coisa, vá até o final e curta a minha surpresinha.
(...) E então seu celular começou a tocar.
Foi rapidamente para o banheiro, onde o tinha deixado sobre a pia. 17:37. Edward Cullen. Tocou quatro vezes até que ela atendesse, ansiosa.
— Pensei que fosse me ignorar. — a voz rica e excitante de Edward soou do outro lado da linha. Bella ofegou.
— Não, eu tinha esquecido o celular no banheiro e estava escolhendo minha roupa.
— Use algo fácil de tirar, para facilitar meu trabalho e nossa noite. — disse divertido.
— Você ligou só pra isso? — Bella riu. — Instruções sobre minha roupa?
— Não. Temos algum tempo até a hora de sairmos. E eu quero o que você me atiçou antes.
— Hum... E o que eu te aticei antes? — perguntou com a voz mais maliciosa que podia fazer, esperava apenas não soar patética. Ele riu do outro lado, fazendo um arrepio percorrer seu corpo.
— Já está vestida?
— Não. Apenas de roupão.
— Ótimo. Tire. Eu quero resolver isso por telefone. — disse firmemente. E sem questionar, Bella tirou o roupão. Oh sim.
— Onde você está agora para termos esse tipo de conversa, Edward?
— Em casa, sentado no sofá da sala, sozinho. Já tirei minha blusa, então deite enquanto abro minhas calças porque está ficando realmente desconfortável isso aqui. Você me fez duro como pedra com tão pouco, agora estou sentindo meu pau pulsar só de te imaginar nua agora, bebê.
A voz dele era uma deliciosa tentação, feita para o sexo por telefone, tanto quanto seu corpo era feito para o sexo ao vivo. Puta que pariu.
Deitada, nua, segurando o celular na orelha, Bella fechou os olhos e pode imaginá-lo exatamente como tinha descrito; sentado no sofá com as pernas separadas, sem blusa, expondo seu largo e atlético peitoral salpicado por sensuais pelos claros, a quantidade deliciosamente certa para lhe encher de vontade de passar a mão nele então beijar e lamber seus mamilos; então o imaginou abrindo e tirando as calças, ficando apenas de boxer, cheia pelo volume de sua ereção e ao abaixá-la um pouco, seu pênis grosso e inchado saltava a fora, com a cabeça brilhando com o pré-sêmen. Delicioso.
— Você é tão linda... Seios do tamanho perfeito para minha mão e boca... Deliciosa... Toque seus seios pra mim, bebê.
Colocou o celular no viva-voz e deixou ao lado de sua cabeça, para que pudesse usar as duas mãos, Bella fechou a mão em concha sobre os seios; que tinham ficado ainda mais sensíveis depois de Edward.
— Eles são tão macios e sensíveis, aposto que já está com os mamilos duros, não está, bebê?
— Sim. — confessou, imaginando-o.
— Ótimo. — podia ouvir o sorriso em sua voz. — Lamba seus dedos e use a saliva em seus mamilos, bebê. Deixe-os brilhando com ela e, enquanto você aperta um, apenas gire o dedo ao redor do outro mamilo. Um pouco mais de saliva e o aperte, belisque e puxe; pode sentir minha boca neles, bebê? Porque eu amo chupar esses pequenos mamilos cor de pêssego, tão doces.
Fazendo exatamente o que ele mandava, Bella sentia o coração acelerar, assim como sua respiração ficava mais ofegante e sua excitação crescia, fazendo seu sexo pulsar e ficar ainda mais molhado.
— Eu sinto Edward... — gemeu.
— E isso deixa sua boceta molhada, bebê?
— Sim.
— E fez você querer se tocar até gozar?
— Sim... Sim...
— Abra as pernas na cama e veja se está bem molhada, brilhando com sua deliciosa nata.
O mais leve toque de seus dedos sobre o clitóris inchado e pulsante, com a voz de Edward sussurrando a ordem em seu ouvido, foi suficiente para fazê-la gemer.
— Mmmm... Quente e molhada, pronta pra você.
Ele pareceu inspirar fundo e soltar uma forte respiração; cheio de frustração e necessidade, um som malditamente quente e erótico, fazendo-o soar tão excitado quanto ela.
— Sempre pra mim, porque sua boceta é minha, Bella, só minha. Posso não estar ai, mas me lembro dela perfeitamente... Sua carne rosa e brilhando de tão molhada, com clitóris inchado e pronto para ser chupado, com uma entrada apertada e sempre pronta para o meu pau, tão gostosa.
— Edward, por favor. — choramingou.
— Toque sua boceta, bebê. — mandou. — Bom?
Ela usava três dedos para espalhar a nata quente por toda a extensão de seu sexo, principalmente sobre o clitóris para deixá-lo pronto.
— Sim... Mas ainda não é perfeito, queria você aqui me tocando.
— E como eu gostaria de estar te tocando, bebê. Então feche os olhos e imagine minha mão ai, em seu clitóris.
— O que você está fazendo ai?
— Acariciando meu pau. Ele não para de vazar e pulsar aqui, cada vez mais duro e com as bolas cheias, só queria enterrá-lo em sua boceta, fodê-la e gozar dentro de você, sentindo-a ordenhar cada gota dele e gozar mim.
Enquanto o escutava, Bella girava os dedos sobre o clitóris tão sensível que chegava a ser até agonizante tocá-lo. Sentia todo o corpo ficar tenso enquanto ondas de prazer percorriam seu corpo, implorando por mais e uma libertação com o orgasmo iminente se formando rapidamente. Era impossível não gemer.
— Porra, Bella, amo tudo que fazemos. E apenas te escutar gemer e imaginar tudo está me fazendo louco.
— Mmmm... — gemidos choramingados lhe escaparam.
— Esfregue mais, bebê. Esfregue seu clitóris até que sua boceta goteje implorando ser cheia com um pouco do meu pau.
— Foda, sim... — com um gemido alto, ela aumentou a pressão e alternou a velocidade nos dedos, ora rápido, ora lento, levando si mesma a loucura, exatamente como Edward faria. — Edwaaard...
— Isso, bebê, geme meu nome. Lembra? Eu disse que você aprenderia meu nome, porque era esse nome que você estaria gemendo.
Bella soltou o riso em meio ao gemido, se ele não era um maldito filho da puta em qualquer momento; sexo ao vivo, sexo ao telefone, ele nunca mudaria. E por isso o amava e desejava tanto. Foda-me.
— Oh Edward... Foda-me!
— Você tem a outra mão livre, bebê?
— Sim — ofegou.
— Então use seus dedos dentro de você, use-os para foder sua boceta, assim como eu faria.
Bella abriu ainda mais as pernas, flexionando um pouco os joelhos e desceu a outra mão entre as pernas. Empurrou facilmente dois dedos dentro de sua entrada empapada.
— Mmmm...
— Não sou tão fino assim, bebê, terá que fazer melhor do que isso.
Ela franziu o cenho, como diabos ele sabia quantos dedos tinha colocado?
— Use mais do que apenas dois dedos. E eu apenas sei, se está se perguntando como eu sei. — deu um riso arrogante. Claro.
— Oh... — gemeu acrescentando um terceiro dedo, mas ainda não sentia parecida a sensação de Edward. Com quatro dedos bem juntos, empurrou dentro de sua boceta e sentiu aquela picada de dor típica de Edward, quando se esticava completamente para recebê-lo. — Ohhhh!
— Agora sim, bebê. Agora se foda lento, não se esqueça seu pequeno clitóris.
Seu cérebro já estava se transformando em mingau, era um pouco difícil achar a coordenação perfeita entre as duas mãos e o prazer para manter os movimentos; mas foi fazendo lentamente, sentindo cada momento e sensação de prazer. De olhos fechados, virou a cabeça para o lado do telefone e deixou-se gemer para ele.
E podia ouvir a respiração ruidosa dele em resposta. E imaginava-o exatamente como devia estar fazendo, masturbando seu grande eixo.
— Edward... Oh foda, Edward, tão bom...
— Sim, bebê... — ele ofegou. — Agora venha, eu quero que goze.
— Eu quero gozar... Gozar pra você.... Apenas você...
— Foda, Bella, você tem alguma ideia do que faz comigo?
— Se... Se for ao menos um terço do que você faz comigo, ainda será muito e eu estarei muito satisfeita.
— Isso seria como comparar uma pequena árvore a uma floresta toda. Você me faz tão bem... E tão louco... Porra, eu te quero tanto!
Bella engoliu seco, emocionada com a revelação.
— Eu te quero muito também... Jesus, tanto que me assusta... — confessou ofegante.
— Por isso estamos juntos nessa, bebê. Não apenas em todos os tipos de sexos espetaculares.
Com um riso abafado, ela sentiu um novo choque de prazer lhe acertar.
— Estou tão perto... Mmmmmm... Oh, foda!
— Então faça isso, goze pra mim. Sinta meus dedos em você. Faça isso duro, mais rápido e duro, bebê, como você gosta e como eu faria!
E fazendo o que ela mandou, Bella sentiu o corpo se fechar enquanto fodia mais forte e duro com os dedos ao mesmo tempo em que esfregava da mesma maneira seu clitóris. Inconscientemente, puxou as pernas, pousando a sola dos pés no colchão e dobrando os joelhos, se sentindo ainda melhor.
Foi erguendo o tronco, se inclinando para frente, gemendo cada vez mais alto, cada vez mais no limite. E ao explodir e gozar, ela gemeu longamente o nome dele.
Escutou os ruídos roucos e abafados dele, enquanto gozava também, mas estava atordoada demais no próprio orgasmo. Foda, foda... Foda. Ofegante, manteve as mãos entre as pernas e juntou os joelhos, como se tentasse acalmar as sensações duras demais para assimilar; sentiu o corpo se soltar e explodir em todas as direções, enquanto um arrepio percorria seu corpo e sua boceta convulsionava ao redor dos dedos, ainda mais molhada.
— Porra, bebê, você é realmente boa. — ele ria meio ofegante.
— Isso foi divertido. — Bella riu também, finalmente tirando as mãos de seu sexo e limpando no roupão jogado na cama. — Você gozou?
— Você não tem nem ideia do quanto é quente, né? Gozar é pouco. Eu fiz foi uma maldita bagunça, sorte que puxei meu pau pro meu estômago e só gozei em mim mesmo ou teria que limpar toda uma mesinha de centro. — brincou. — Preciso de um banho.
— Eu vou tomar uma ducha também. — pegou o celular, desligou o viva-voz e o colocou na orelha, sentando ainda meio mole e rindo bobamente.
— E olha que esse foi apenas o começo de um longo dia. Estou longe de ter sido saciado, bebê, estou apenas com mais vontade de você, isso sim. Teremos muito mais.
— Hum... Isso é uma promessa? — perguntou divertidamente esperançosa.
Edward riu.
— Oh sim, definitivamente.
— Mal posso esperar.
— Então nos vemos daqui a pouco. Ei, não se esqueça de vestir algo fácil de tirar.
— Sim, senhor. — Bella riu. — Tchau, até daqui a pouco.
— Bebê?
— Sim?
— Eu amo você.
Bella riu suavemente, mas sentiu o coração se aquecer e derreter.
— Eu amo você também, Edward... Muito. Sempre.
— Isso é uma promessa? — ele repetiu com o mesmo tom dela anteriormente.
— Oh sim, definitivamente.
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