Let Me Take You There
29 E #OUTTAKE, 2.
Notas iniciais
E esse é o segundo outtake do epílogo (p.s: quem não percebeu, o 'E' do título significa 'epílogo' kk). Atendendo a pedidos, o que rolou depois do epílogo. Nada muito "omfg, que espetacular!!!", mas espero que gostem pq tem vários nuances de sentimentos. Mais uma dose do meu casal lindo, Cullen e Bebê, procês. Aproveitem, suas lindas! ♥
Era início da madrugada quando Edward e Bella, finalmente, chegaram ao apartamento dele.
— Mi casa es su casa, bebê — ele brincou ao abrir a porta.
Bella lhe lançou um olhar cético, mas riu e entrou primeiro com ele logo em seu encalço, fechando a porta e acendendo a luz no interruptor na parede ao lado. Enquanto Edward colocava a bolsa dela no sofá, Bella olhava ao redor e admirava a cobertura dele.
Não era a primeira vez que estava ali, já tinha visitado o lugar com Rose e Emmett, apesar de não ser o estilo dela, tinha que confessar, ele tinha um lugar incrivelmente bonito; com janelas do chão ao teto em praticamente todos os ambientes e uma vista 360 graus de Manhattan, principalmente o Rio Hudson e a Estátua da Liberdade, tinha três quartos e uma suíte, todos os outros cômodos básicos e duas lareiras. O único problema pra ela era a decoração, muito tons claros e frios que parecia deixar a decoração malditamente fria, como se faltasse algo ou um pouco mais de Edward nele – o que era de se entender, dado que a decoração fora feita por uma profissional contratada, não ele pessoalmente.
— Eu gosto de te ter aqui. — Edward disse.
Bella se virou sorrindo para ele, que tinha deixado o paletó com a sua bolsa no sofá e agora abria os botões de sua camisa.
— Por quê?
— Sempre senti como se faltasse alguma coisa para ser... Um lar, eu não sei, só me parece certo te ter aqui, você completa isso tudo e eu amo isso.
— Eu gosto de estar aqui também. E eu amo estar com você, Cullen.
— Uau, e isso pra mim é milagre se levarmos em conta que antes você parecia não suportar minha presença. — ele brincou.
— Bem... — sorriu de lado, maliciosamente. — É que antes eu não sabia o quão bom de cama você é. Só isso.
Edward gargalhou.
— Eu poderia ficar magoado com isso, mas vou levar em consideração apenas o elogio. E agora... — se aproximou dela. — Eu vou beijar minha namorada.
Mordendo o lábio inferior, ela segurou cada lado de camisa social aberta.
— E então dar a surpresa dela, talvez?
— Com certeza.
Com um grande sorriso, Bella o puxou para que seus corpos se chocassem e ele baixou a boca sobre a dela, e assim o encontro de lábios evoluiu rapidamente para um delicioso encontro de línguas. E quando Edward a ergueu facilmente pela cintura, ela o abraçou com as pernas e colocou os braços sobre seus ombros, enterrando os dedos em seus cabelos, deixando que a levasse para o quarto.
A porta estava apenas encostada e Edward a empurrou com o pé, enquanto mantinha as mãos ocupadas sobre o delicioso traseiro dela.
— Mmm... — ele quebrou o beijo, mas manteve a boca na dela. — Olhos fechados.
— Por quê?
— Olhos fechados e respire fundo, o que você cheira?
— O que? — ela riu.
— Vamos, bebê, apenas faça isso.
— Tá. — Bella bufou rindo, mas respirou fundo de olhos fechados. — O que é isso? É... Bom. — franziu o cenho. — Rosas? E... Morango?
Edward riu e lhe deu um beijo rápido.
— Muito bem. Morango, porque me lembra do cheiro do seu cabelo. E rosas por que... É romântico, certo? — Edward riu. — Vou te colocar no chão agora, mas mantenha olhos fechados.
Quando os pés dela tocaram o chão, Edward a beijou novamente e sorriu.
— Pode abrir agora, bebê. — ela os abriu. — Eu amo você.
— Eu também amo você, mas o que você... — quando ela se virou, olhando o resto do quarto, seus olhos se arregalaram e suspirou. — Edward...
— Você gostou?
— Gostar? — olhou pra trás sobre o ombro e olhou a frente novamente, sentindo as lágrimas encherem seus olhos. — Gostar é pouco... Amei, eu... É lindo, meu amor.
E Bella realmente queria dizer aquilo, quer dizer... A suíte dele era grande e confortável, também com janelas do chão ao teto, e como era a torre mais alta daquela região e aquele o último andar, não tinha nada cobrindo sua visão, era como se fosse apenas o céu de Nova York e a cidade muito pequena ao redor, mas naquele momento não era aquilo que chamava sua atenção; era o que ele tinha feito... Como podia ter sido tão sortuda?, iria se perguntar pra sempre.
As luzes estavam apagadas, mas o quarto estava iluminado com velas coloridas, algumas normais e outras, aromatizantes – velas de todos os tamanhos, vermelhas e rosas, acesas espalhadas pelas superfícies do quarto; o piso branco do chão estava vermelho – completamente coberto de pétalas de rosas vermelhas, assim como tinha algumas nos cômodos e na cama; e a grande cama estava coberta com um grande cobertor de veludo de seda vermelho, sobre ela também estava uma bandeja de prata com duas taças, uma garrafa de champanhe gelado e um pequeno prato de morangos. Tão romântico.
— Quando... C-como você fez isso tudo?
Edward passou os braços ao redor da cintura dela e pousou o queixo sobre seu ombro.
— Hoje à tarde eu não fui para o escritório, fui às compras e preparei tudo isso. Falei com minha simpática vizinha, Esme, e ela ficou responsável de acender as velas e tirar o champanhe do gelo quando eu mandasse uma mensagem pra ela sem você ver e aqui estamos. — Edward respondeu orgulhoso.
Com as lágrimas descendo lentamente por seu rosto e nenhuma vergonha disso, Bella girou em seus braços e olhou em seus olhos.
— E você fez tudo isso por mim?
— Fiz. E faria de novo e farei muito durante nossa vida, bebê. Sei que é pouco, mas...
— Ei, shh! — interrompeu-o. — Não ouse menosprezar minha surpresa, é perfeito.
— Fico feliz que você gostou bebê, porque com certeza eu vou fazer isso mais vezes, as pequenas e grandes surpresas, sempre me esforçando ao máximo pra te fazer feliz.
— Não é como se você precisasse de muito, você já me faz feliz, Edward.
— Bom.
Edward tomou o rosto dela entre as mãos com suavidade, acariciando sua bochecha e admirando seu rosto, parando os olhos brilhantes em cada pequeno belo detalhe de suas feições – e Bella não conseguia tirar os olhos dos dele, se sentindo tão adorada e amada que nem sabia como reagir – então ele juntou suas bocas. E no mesmo instante ambos fecharam os olhos e apenas respiraram juntos, acariciando os lábios um do outro.
— Passei tanto tempo sufocando e até fugindo disso que agora só sei que quero te dizer o tempo inteiro, bebê. — Edward sussurrou em sua boca. — Eu amo tanto você...
Bella sorriu e sussurrou de volta:
— Então me diz sempre, porque é muito bom escutar... Eu amo você.
E deixaram o beijo crescer mais apaixonado.
Edward já tinha estudado a forma mais fácil de abrir o vestido dela durante toda a noite, mesmo que quisesse apenas rasgá-lo como fizera na Casa Mágica; tentando se controlar, soltou seu rosto e passou os braços ao redor dela, indo para o zíper do vestido em suas costas. Sem dificuldade, o desceu lentamente até sua cintura e tocou sua pele quente e suave.
Afastando suas bocas, mas conectando seus olhos, eles se despiram lentamente juntos. Sempre se acariciando e beijando a centímetro pedaço de pele nua que surgia em cada peça de roupa que saía de seus corpos. Voltaram a se beijar quando restaram apenas suas roupas íntimas, que também imploravam para sair e cair ao chão com as outras.
Mas Edward interrompeu o beijo e deixou-a confusa, lhe vendo caminhar sozinho na direção da cama. Só entendeu quando ele levou a bandeja para o criado-mudo, então pegou as duas taças com uma mão e a garrafa com a outra.
— Um brinde.
Bella segurou as taças com um grande sorriso e ele as encheu de champanhe com o mesmo sorriso, devolveu a garrafa ao criado–mudo e pegou a própria taça.
— Você propõe? — ele sugeriu.
— A família... A nós... Ao nosso passado, presente... E, claro, futuro... — ela ergueu a taça. — As viagens inesquecíveis com finais inesperados... E que você sempre me leve lá, seja essa lá aonde quer que seja, mas que seja com você... E que assim nós fiquemos juntos.
Sorrindo, ele bateu suavemente a taça na sua.
— Juntos. — concordou.
E os dois beberam seus champanhes.
— Céus, é tão difícil te ver apenas de lingerie, tão bonita e sexy, tão perto de mim e não te tocar, bebê.
— Mmm... — lambeu os lábios. — E então me toque Cullen.
Edward enlaçou sua pequena cintura com um braço e voltou a beijá-la, amando sentir o gosto e o calor dela mesclados ao gosto levemente adocicado e o gelado do champanhe.
Sem quebrar o beijo, as taças vazias foram para o criado-mudo e as mãos de Edward foram para o fecho do sutiã dela, sem dificuldade o tirou e a ergueu em seu colo pelas coxas e a abaixou sobre a cama, ficando sobre ela e entre suas pernas, acariciando sua coxa enquanto os dedos dela se emaranhavam em seu cabelo.
Desceu a boca para seu pescoço; beijando e lambendo a pele tão quente, respirando o delicioso cheiro de morango, escutando os suaves gemidos, tudo tão viciante.
Beijou todo o caminho até seu colo e parou com o rosto sobre seus seios, suspirando com a bela visão que eles eram; com o sensual sutiã ela ficava sexy, mas poderia ser um maldito pecado cobri-los, porque seria um mentiroso se não confessasse que a preferia sem ele, completamente nua e ainda mais sexy pronta para sua boca e seu toque.
— Você é a mulher mais linda que eu jamais vi, Isabella Swan. E pode ter a maldita certeza que também tem os seios mais lindos, perfeitos pra mim, minha mão e boca... E como eu disse, tão macios e sensíveis, olha como seus mamilos já estão enrugados, prontos para minha boca... Tão doces.
— Edward... — ela ofegou.
Se no telefone era quente, ao vivo era toda uma explosão erótica, lhe dirigia ainda mais a loucura. Sua calcinha já era um caso perdido, mas não se importava com isso, queria perdê-la de qualquer maneira e rápido mesmo.
— Eu tenho você essa noite, me deixa te amar.
E suas palavras foram seguidas por um beijo entre seus seios, então sobre um mamilo, logo depois sua língua alcançou o pequeno cume sensível; o prendendo entre a língua e o dente, sugou, fazendo Bella gemer e sua boceta se apartar ao redor do nada, cada vez mais molhada.
Ele chupou duro o mamilo, assim como lambeu e mordiscou, arrancando o prazer dela, assim como tomava o próprio, adorava o corpo dela em todas as maneiras possíveis. Tão doce e suave, assim como as reações dela – muito mais do que gemidos choramingados, mas ela também se arqueava suavemente na cama em busca de mais e erguia os quadris, tentando ter alguma fricção em seu sexo.
Edward cuidou dos dois seios, empurrando-a muito perto da borda, quase sentiu como se pudesse gozar apenas com aquilo. E mesmo que ele tivesse lhe dito, nunca tinha imaginado que tinha seios tão sensíveis, mas inferno se ele não podia fazer um ponto claro. Já ofegava, quase gritando e implorando para que ele a levasse rápido lá. Mas ele só a torturava, ficando cada vez mais duro entre suas pernas.
Quando soltou seu mamilo, ela se viu pronta para protestar, mas ele apenas ergueu os olhos, sorrindo divertidamente malicioso e beijou entre seus seios novamente. Então desceu trilhando um caminho de beijos pelo meio de sua barriga até o monte de seu sexo, também sob uma pequena e sexy peça de renda, que fazia seu pênis endurecer. Colocando os dedos sob as laterais dela, desceu por suas coxas e Bella ajudou erguendo as pernas, parando com os joelhos flexionados e as solas dos pés no colchão.
— Passei o dia todo imaginando isso, bebê. — disse e se inclinou entre suas pernas, beijando a parte de interna de sua coxa até sua virilha. — Sentindo inveja dos seus dedos e imaginando colocar minha boca em sua boceta, sentir seu sabor e fazê-la gozar pra mim.
Os dedos dele acariciaram tão levemente que Bella se contorceu na cama, inquieta e impaciente. Estava ficando louca com tanta provocação e tortura, mesmo quando ele não tinha intenção de provocá-la, seu clitóris se sentia inchado e seu sexo se contraía cada vez mais encharcado.
Precisava dele, precisava de tudo.
E felizmente Edward lhe deu mais, fechando a boca sobre seu clitóris sensível e o chupou.
— Ahhhh! — ela ofegou de olhos fechados, gemendo. — Simm, Edwaaard...
Ele soltou seu clitóris e lambeu lentamente de sua fenda até ele, girando a língua ao redor antes de chupá-lo novamente.
— Mmmm... — Edward gemeu com a boca nela. — Você é tão doce, bebê... Quente e cremosa... Porra, eu poderia te comer para sempre.
Bella não conseguiu responder, pois ele voltou enterrar a boca em sua boceta, chupando e girando a língua ao redor. Empurrando-a tão duro até a borda que mal conseguia respirar direito entre os próprios gemidos; sempre soube que não era uma silenciosa, mas naquele momento estava quase uma gritadora, e não podia se importar menos.
Abriu os braços e pousou as palmas da mão sobre a cama, mas quanto mais era batida pelo prazer e a proximidade do orgasmo, foi fechando os dedos e agarrando um punhado do lençol.
— Porra!
Edward estava tão duro, pulsando e vazando pré-sêmen, que não sabia como faria durar no momento em entrasse nela, mas também não se importava muito com isso, estava apenas amando aquele momento. Não mentiu quando disse que ela era doce, não propriamente no sabor, era mais agridoce, doce era a sensação, tão bom e viciante que poderia comê-la para sempre. Ainda mais quando recebia de volta ainda mais nata e seus gemidos, fazê-la tão louca de prazer a ponto de gritar e gemer seu nome era tão bom quanto enterrar seu pau em sua boceta.
Quando empurrou a língua dentro da pequena fenda, adorou senti-la lhe apertar com os músculos internos, então girou ao redor e a fodeu com a língua, chupando e raspando suavemente os dentes sobre ela.
— Por favor... Por favooooor... Ahhhnnn, Edward — ela se arqueava na cama.
Sem tirar a boca dela, ele ergueu os olhos e quase gozou ali mesmo com o rosto dela – rosto para o teto, olhos fechados com força e boca aberta, com os dentes bem apertados, contorcido em sua doce agonia.
Ergueu a mão e colocou sobre a barriga dela, segurando-a contra a cama, então voltou a chupar seu clitóris no mesmo instante em que empurrava três dedos dentro de sua fenda superlubrificada.
Ela gritou seu nome, implorou por mais e para que não parasse.
E ele não parou, apenas aumentou a paixão em seus gestos; devorando e fodendo com os dedos, como um homem faminto por mais de sua mulher.
— Isso Bella... — Edward disse com a boca tão perto do clitóris que ela podia sentir o hálito quente sobre ele, fazendo um arrepio percorrer seu corpo. E continuou a empurrar os dedos dentro dela, girando ao redor, tocando as paredes aveludadas e erguendo um pouco os dedos, tocando um ponto ainda mais sensível. — Vem pra mim, bebê, goza pra mim e na minha boca, eu tenho você, vem.
— Eu vou... Não pare... Tão perto...
— Isso bebê... — a fodeu mais rapidamente com os dedos. — Vem, goza pra mim. Só e sempre pra mim.
— Oh, Edward! Sim, isso! Ahnn... Vou... Gozar...
Edward fechou a boca sobre seu clitóris novamente e chupou forte.
— Ahnnnnnn... Edward!!!
E ela foi... Gozando tão duro que tudo ao seu redor se tornou um borrão até ela fechar os olhos, sentindo seu corpo, que antes parecia se esticar em todas as direções, agora leve, caindo aberta e rapidamente.
Edward a lambia carinhosamente, quase como um gatinho, enquanto sentia seus dedos serem apertados pelos espasmos internos de sua boceta, mal podia esperar para sentir aquilo novamente ao redor do próprio pênis.
Ela ainda se acalmava quando ele se livrou da boxer rapidamente e libertou sua inchada ereção do aperto do tecido. Voltou a ficar entre as pernas dela e subiu beijando seu corpo, parando especialmente em seu pescoço, fazendo-a se arrepiar enquanto lambia e beijava. E como estava tentado a deixar a marca de um chupão... E realmente chupou, puxando o sangue para superfície e torcendo para que no dia seguinte sua marca estivesse ali e, assim como o anel no dedo, marcasse seu território. E não podia se importar menos por tão primitivo que aquilo parecesse – ela era sua e todo o maldito mundo devia saber disso. Apenas sua.
Voltou a erguer a cabeça, buscando seus olhos e eles se encontraram. Era incrível e estranho sentir que aquele encontro de olhares era mais propriamente íntimo do que o próprio ato sexual, mas ele realmente sentia assim. E adorava isso.
— Eu amo você... — ela sussurrou ainda um pouco ofegante.
Ele reposou a boca sobre a dela, beijando amorosamente seus lábios.
— E eu amo você, bebê. — prometeu sobre a boca dela.
Apoiou um dos cotovelos sobre a cama, para não machucá-la com seu peso, e guiou seu pênis com a mão livre dentro dela. Ainda inchada e hipersensível, ela parecia ainda mais apertada ao seu redor. E ela também sentiu isso, pois fechou os olhos e gemeu, sentindo-o esticar e preencher cada centímetro deliciosamente.
— Olha para mim enquanto eu te amo, bebê.
Ela obedeceu sem hesitar. E lá estava novamente a maior intimidade que podiam compartilhar, pois seus olhos – os de ambos – estavam tão despidos quanto seus corpos, apaixonadamente cheios de emoção, dizendo cruamente tudo que sentiam – queimando de desejo e brilhando com todo o amor que sentiam – aqueles pequenos gestos, impossíveis de fingir, que dava a certeza de algo óbvio a ambos – era real.
— Coloca seus braços para cima, bebê. — Edward mandou.
E quando ela obedeceu, ele pousou as mãos sobre as dela e entrelaçou seus dedos; ao mesmo tempo em que a prendia no colchão, os conectava ainda mais.
Bella aproveitou e abraçou a cintura dele com as pernas, o tomando ainda mais profundamente e o sentindo friccionar perfeitamente seu clitóris novamente. E assim Edward trabalhou o pênis dentro dela lentamente, moendo seus quadris contra ela.
Com os olhos tão ligados um ao outro quanto seus corpos, seus gemidos se encontraram quando suas bocas se encontraram – em um beijo tão profundo e lento quanto o amor que faziam.
Foder duro e rápido... Fazer amor lento e doce... Não precisava escolher uma maneira preferida, era perfeito de qualquer maneira.
E eles se amaram. Sem noção de tempo ou de qualquer outra coisa. Estavam em sua bolha particular de amor e queriam apenas se amar.
Até chegarem ao ápice praticamente juntos, um absorvendo os gemidos do outro já que não quebraram o beijo.
Vários minutos depois, com mais algumas grandes porções de beijos e carinhos, eles conseguiram se desvencilhar para Edward se levantar e encher mais duas taças com champanhe. Bella aproveitou e se sentou, tendo consciência que sorria como uma boba. Mas enquanto ele não se importava nenhum pouco com a própria nudez, na verdade parecia bem orgulhoso em ostentá-la, ela puxou o lençol vermelho, delicioso ao toque, sobre os seios e pediu a ele os morangos. Edward entregou a ela o prato e derramou champanhe nas duas taças.
— O que você está fazendo? — ele perguntou divertido, entregando uma taça a ela.
— O que? — franziu o cenho, mastigando um gordo morango que tinha colocado de uma vez na boca. — Mmm, comendo.
— Quis dizer seus seios. Eu já vi, toquei, lambi, mordi, chupei, comi, eu já fiz muitas coisas com eles, então... Por que você os está cobrindo?
Bella gargalhou, prendendo a coberta sob os braços, segurava a taça em uma mão e a taça na outra.
— Não sei. Costume?
— Deixa essa maldita coberta cair, Isabella, você não pode me privar de ver toda essa beleza, eu os amo.
— Não é porque você anda todo pelado por aí sem vergonha alguma que eu tenho que fazer o mesmo, Cullen.
— A culpa é minha que eu tenho um corpo agradável? Quer dizer, olha para isso... — ele se levantou e apontou para o próprio pênis, agora semiereto. — E isso... — se virou, mostrando a bunda pra ela e olhou sobre o próprio ombro. — Por que teria vergonha de mostrar isso? Quer dizer, eu posso agradar mulheres héteros e homens gays, é como agradar gregos e troianos, não posso ter vergonha disso, bebê.
Bella quase chorava de tanto rir quando ele voltou a sentar, rindo também.
— E você muito estúpido. Só porque tem um pau agradável e um traseiro bonitinho acha que é muita merda no oceano, Cullen?
— Muita merda no oceano? — Edward gargalhou. — Eu não tenho nem ideia do que diabos isso significa.
— Dá pra entender o que eu quis dizer, Cullen. E nem eu sei direito o significado disso, é como o beirar as raias do absurdo, é uma das frases que Leah vive dizendo e eu acabei pegando. — deu ombros e colocou o outro morango na boca.
— E eu preciso conhecer essa Leah, aliás.
— Com certeza. — ela assentiu mastigando. — Ela vai adorar te conhecer.
— Hum, já falou de mim?
Bella riu, corando. Culpada.
— Talvez sim, talvez não, teu ego já é gordo demais para ser acariciado.
— Eu sou realista, bebê. E sabe por que não me preocupo em ser orgulhoso do meu pau ou da minha bunda? Porque eu sou muito mais do que um corpinho sensual seduction. Eu também tenho um bom carro, um bom apartamento e um cabelo estiloso, quer dizer, o que mais uma mulher pode querer?
Ela colocou a mão sobre a boca, evitando cuspir todo o morango que mastigava em meio a sua gargalhada.
— Mulher, eu sou um presente do Senhor para o mundo! — disse exageradamente dramática. — Aleluia!
— Cala a boca, porra. — mandou quando terminou de engolir, chorando de rir.
— E sabe qual a melhor parte disso?
— Hum... Você também tem um rostinho bonito? — ironizou.
— Isso também — Edward riu, então ficou sério rapidamente. —, mas não é isso. A melhor parte, ao menos pra você, é que sou todo seu. Tooooodo.
— E finalmente uma parte que eu concordo em gênero e grau! Aleluia! — dramatizou como ele.
— O que?! Quer dizer que não concordou com todo o rosto? Você quer que eu levante e te mostre detalhadamente meu pau novamente, mulher?
— Eu o conheço bem detalhadamente, Cullen. Diria que já estou bem familiarizada a cada veia desse pau. — zombou.
— Então não o machuque dessa maneira. Krull, o rei guerreiro, tem sentimentos. — Edward disse seriamente.
— Krull, o rei guerreiro? — Bella gargalhou e quase caiu para o lado rindo, teve que fazer força para não derramar todo o champanhe ali. — Agora você bateu a cota de idiotice da noite, Cullen, cala a porra da boca, você não pode chamar seu pau de Krull, o rei guerreiro, isso é tão... Como perder um homem em dez dias. — e voltou a gargalhar.
Edward riu.
— Eu estou brincando, não o chamo assim, da verdade, mas sabe que você pode começar a trabalhar em um nome para ele? Já até te imagino montada nele, gemendo por ele pelo próprio nome. Hum, sabe que ele também se anima com isso?
— Hum, deixe-me ver... — fingindo pensar, ela bebeu seu champanhe. — Mmm, que tal... Pequeno Edward?
— O que? Não!
Bella riu.
— Tá. Hum... Edwardzinho? Edward Junior? Pequeno Edward Little?
— Você está brincando comigo, Isabella? — ele agarrou um punhado dos próprios cabelos como se quisesse mostrar sua frustração e soltou. — Estamos falando do mesmo pau? Porque se estamos e o pau em questão é o meu, ele nunca poderá ser nomeado de nada com pequeno, no diminutivo ou Junior. Ele precisa de algo como... "Edward, o Grande". Isso, como Alexandre, o Grande, meu pau será Edward, o Grande.
— E o próximo passo será procurar uma nova namorada, porque eu não estou chamando seu pau de "Edward, o Grande", é ridículo.
— Tudo bem — ele bufou. —, eu não quero outra namorada, podemos trabalhar em um nome durante uma das performances dele e você verá o quão bem "Edward, o Grande" combina com todo o espetáculo que ele pode oferecer. — bebeu o próprio champanhe.
— Idiota. — sorrindo, ela terminou de beber seu champanhe.
— Linda.
Bella corou.
— Estou falando sério agora, você é linda, bebê. Você tem alguma noção do quanto eu estou apaixonado por você e o quão feliz estou por ter você comigo? Por tudo isso que estamos vivendo?
Bella abaixou os olhos, sentindo o rosto e pescoço aquecerem, e colocou o cabelo pra trás, mas ele foi caindo para o lado em camadas.
— Eu sei como estou me sentindo agora, então, se você estiver sentindo metade disso, é realmente bom.
— Independente do quanto você estiver sentido, acredite, eu estou sentindo mais do que metade, bebê.
— Eu nunca pensei que podia ser tão feliz, Edward. E cada vez você supera isso e me faz ainda mais feliz, eu... Olha isso tudo... — ela olhou ao redor; ainda com pouca luz, as velas acesas, as pétalas de rosas. — Você é incrível e especial, nem tenho ideia de como pude ser tão sortuda de acabar com alguém como você;
— Bem... Eu também não sei, mas eu te amo.
Bella riu com as lágrimas se formando em seus olhos.
— Viu? É disso que estou falando. Além de todos os atributos físicos e financeiros, claro — revirou os olhos enquanto ele ria. — Você é... Você. Você é tão romântico que me faz querer chorar emocionada, mas também me faz tão feliz; você é tão inteligente, mas também é tão idiota; você demonstra que me ama, mas não parou de ser aquela dor na minha bunda que eu sempre amei. Eu... Eu não tenho a menor ideia de como alguém como você acabou amando alguém como eu, mas eu te juro que vou aproveitar isso com todas as minhas forças, por que... Eu juro que não vejo como não posso te amar para sempre.
Edward apenas lhe escutou em silêncio, respirando lentamente, parecendo até parar de respirar em alguns segundos, enquanto ela tinha os olhos brilhando com as lágrimas não derramadas.
Em silêncio, ele levantou e colocou a própria taça no criado-mudo, então pegou a dela assim como os morangos e colocou ali também.
Voltou para cama e sentou próximo, pegando seu rosto delicadamente entre as mãos. Ela pousou as mãos no antebraço dele, deixando o lençol cair lentamente e expor sua nudez.
— Isso é uma promessa? — ele sussurrou.
Bella riu suavemente e as lágrimas desceram lentamente por seu rosto, lembrando quando perguntou aquela mesma coisa antes.
— Definitivamente.
— Bom. Porque eu também não tenho a menor ideia de como alguém como você acabou amando alguém como eu, mas não pretendo reclamar, porque você é tudo sempre quis e sonhei e agora que eu tenho, não vejo como não te amar para sempre também, bebê.
— Isso é uma promessa? — ela repetiu, sorrindo.
Edward abriu um largo sorriso.
— Definitivamente.
— Eu te amo, Cullen.
— E eu te amo, Bebê. — e a beijou.
E eles se amaram mais um pouco... Por mais uma noite toda... Uma semana toda... Um mês todo... Um ano todo... O que somando deu toda uma vida... Sempre indo juntos... Cumprindo suas promessas.
Notas finais
Quero agradecer a todas comentando após terminar, mesmo a fic finalizadas, e as recomendações que ainda recebo, vcs são "presente do Senhor para a titia Candy! Aleluia!" ~eu piro~ KKKKKKKK
Ai que saudades de escrever notas finais quilométricas. É tão viciante. Mas é isso ai... Até a próxima, abraços e beijos e Cullens para todas, bjsbjs s22
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