Let Me Take You There
24 021.
Notas iniciais
Maaaas, para compensá-las eu trouxe um capítulo enorme procês e bem recheado do que vocês gostam; trepadas frenéticas, risos e amor bem docinho. Eu posso ou não ter exagerado um pouco, mas está interessante e eu gostei do resultado (milagre!). O que posso dizer? Talvez precisem de um ventilador, talvez uma troca de calcinha, porque eles estão cheios de fôlego e isso está bem quente. Aproveitem! KKKKKKKK
Eles demoraram um pouco a cochilar com a conversa trivial, então, algum tempo depois – dando a pausa humanamente necessária de descanso e novo fôlego aos dois –, Edward acordou primeiro novamente.
Bella parecia estar na mesma posição em que tinham adormecido inclusive seus dedos entrelaçados; ela, provavelmente, estava evitando se mexer pelo plug em seu traseiro. Porra, só essa lembrança fez suas bolas se apertassem; estava semiereto, mas pronto para tomá-la. Jesus, ela era tão doce que poderia comê-la por toda uma vida – e isso em todos os sentidos possíveis da palavra comer. E estava faminto por ela.
Erguendo-se na cama, foi para cima dela e se escarranchou sobre seu quadril, roçando seu pênis ali.
Ele nunca tinha entendido quando Emmett dizia que era a vadia de Rosalie "cara, eu me tornei a vadia da Rosalie, um pussy-whipped*” só naquele momento, ao se tornar uma vadia e talvez até um pussy-whipped de Bela, tudo fez sentido. Estaria sempre disposto a ter sexo, fazer amor ou qualquer outra coisa que ela quisesse em um piscar de olhos, numa batida de coração. Sua fome e necessidade por mais dela e seu doce corpo parecia não ser saciada, nem ao menos acalmada. Se dava algum tempo entre qualquer envolvimento físico entre os dois era exclusivamente por ela, por não quer deixá-la dolorida (além do necessário e inevitável); ao menos naquele momento.
[*N/A: pussy-whipped, boceta-chicoteada, é um homem que é muito submisso às necessidades e desejos de uma mulher].
Bella mexeu a cabeça, murmurando qualquer coisa incompreensível. Edward se inclinou e beijou seus lábios suavemente, descendo para seu pescoço, beijando e lambendo. Subiu para sua orelha, mordiscando o lóbulo.
— Acorda, bebê, eu quero você. — sussurrou.
Ela murmurou qualquer coisa novamente, mas como não entendeu o que, Edward deslizou para baixo sobre os joelhos, beijando seu colo até que estivesse com o rosto na altura de seus seios. Nunca cansaria deles também, eram perfeitos.
Ah tá, como se todos os seios não fossem perfeitos, quer dizer, eram seios e ele podia ser um pouco tendencioso a qualquer corpo feminino, era uma das lições de Charlie que Emmett e Edward tinham absorvido completamente: comparar e medir a beleza de uma mulher por algum padrão específico feito por qualquer forma mediática é como querer julgar um peixe pela capacidade de subir as árvores, já diria Einstein; ou, em uma linguagem mais típica do Emmett, comparar o pau de homem com o de um cavalo, talvez o de um bem dotado ator pornô, é injusto, degradante e doloroso, todas as mulheres eram lindas em suas próprias características, quando encontrasse a mulher que fosse a peça perfeita para coração, nada mais importava, pois ela será perfeita pra você. Charlie, provavelmente, não devia estar usando toda sua sabedoria imaginando que um dia usasse com sua garotinha, Edward pensou, mas não podia evitar.
Pois Bella sim era perfeita pra ele. Não apenas seus seios, mas tudo. Mas já que estava com a boca tão perto deles, por que não admirar e louvar toda sua perfeição? O tamanho perfeito para sua boca e mãos – tão femininos, com pequenos mamilos cor de pêssego, sensíveis. Sua boca encheu d'água, apenas deliciosos. Agitou a língua sobre um, depois o outro, voltou ao primeiro e prendeu o mamilo entre os dentes, mordeu. Bella gemeu.
— Isso, bebê, acorda pra mim. — sussurrou. Desceu uma mão entre as pernas dela, tocando entre as dobras de seu sexo. Bella gemeu novamente.
— Edward? — murmurou confusa na letargia do sono.
— Ninguém mais teria permissão de te acordar dessa maneira sem precisar de uma visitinha a um bom dentista e bons meses de fisioterapia para recuperar os movimentos do braço. — brincou, mas genuinamente feliz ao ver que ela reconhecia seu toque, mesmo sonolenta. Voltou a subir sobre ela, ficando com o rosto na altura do dela e beijou sua boca. — Eu quero você. Estou faminto.
— Hum... Bom. — ela deu um sorrisinho de lado. — Pode me chamar de comida.
Edward riu suavemente.
— Ótimo, porque minha fome é apenas de você.
Saindo de cima dela com cuidado, ele foi para pé da cama ajoelhado sobre o colchão. Ergueu e afastou as pernas dela lentamente, beijando suas coxas no caminho. Seu sexo nu, rosado e úmido gritava por ele, assim como e o círculo preto da base do plug em seu traseiro; uma mistura explosiva, lhe deixando quente como o inferno. Sua ereção se endurecia mais a cada segundo. Tanto quando queria apreciar e amar cada centímetro de seu corpo, naquele momento, queria desesperadamente apenas fodê-la sem sentido, dura e cruamente. Gritando e rugindo primitivamente sua posse. Minha.
Quando Bella sentiu a língua quente e molhada dele lamber de sua fenda até seu clitóris, ergueu o quadril e gemeu. Instintivamente, contraiu-se e sentiu o traseiro se apartar ao redor do plug anal. Ofegou, tinha se esquecido daquele pequeno detalhe – que em sua bunda parecia tão grande; ele não iria simplesmente lhe foder, iria foder seu traseiro um pouco mais esticado pelo plug. Santa merda. Foi suficiente para sentir-se apreensiva e assustada. Mas em contrapartida, fodidamente excitada.
E eu sou a vadia suja da família, a Gueixa riu sarcástica em sua mente. Não fique triste, querida, você não perdeu o posto de vadia suja da família, apenas ganhou uma companheira por seu clubinho, a Cética ironizou. A Gueixa apenas riu; clubinho que você nunca será convidada a participar, agora volte para seu clubinho das bocetas-secas, porque essas vadias sujas e bocetas-molhadas estão prestes a ter um enlouquecedor sexo anal, um beijo amiga; a Cética revirou os olhos.
Gemeu alto quando ele chupou um pouco mais duro seu clitóris, mais rapidamente desceu e empurrou a língua nela, girando ao redor.
— Foda-me, Edward, pare de me provocar, por favor. — choramingou.
Lambendo os lábios, Edward soltou as pernas dela e se levantou.
— Com prazer, por mais que eu adore seu gosto, preciso estar dentro de você agora. Vem cá, bebê, fique na ponta da cama.
Bella se levantou devagar, um pouco mais acostumada com a sensação do brinquedo em seu traseiro, ficou de joelhos na lateral da cama. Ele acariciou seu cabelo, descendo para seu rosto e se inclinou para um beijo mais apaixonado, faminto. Devorou sua boca, lambendo e mordendo seus lábios, antes de deixá-la ofegante, esperando.
Ela estava nua, mas ele mantinha-se com a samba canção. Tirou a peça, deixando-a cair no chão, sem tirar os olhos do dela; apenas Bella cortou o contato visual para olhar seu pênis duro com pré-sêmen brilhando na cabeça. Porra, estava tão faminta por ele quanto a recíproca, mas ele não parecia disposto a se apressar, apenas enlouquecê-la mais. Filho da puta.
Edward caminhou para a mala de brinquedos, pegou um pacote de preservativo, o lubrificante que tirava a dor e o vibrador roxo com ondulações; na cabeceira da cama, pegou o lubrificante normal e voltou para ela. Deixando todos os itens sobre o colchão, ao lado dela. Bella engoliu seco, não por medo, sabia que ele faria aquilo ser bom, mas ainda podia ficar apreensiva pelo desconhecido.
— Se você não parar de morder e lamber os lábios, eu vou ter que colocar meu pau em sua boca bebê, porque está me fazendo louco.
Com um sorriso atrevido, Bella mordeu o lábio inferior.
— Isso é algum tipo de desafio? — ergueu uma sobrancelha, malicioso.
Bella respondeu soltando o lábio para então lambê-los lentamente. Um desafio, um convite explícito, como quiser e preferir.
Com uma risada quase maligna e com tanta malícia que fez um arrepio percorrer o seu corpo, Edward se aproximou e agarrou um punhado de seu cabelo abruptamente, lhe arrancando um gemido.
Como adorava aquele lado sujo e selvagem que Edward tinha; sempre se achou uma mulher que "jamais seria dominada", mas tinha que assumir, adorava ser dominada por ele e aquele lado – pois mesmo estando todo duramente dominante, ele não perdia suas características naturais, ainda era carinhoso e divertido, era sempre ele mesmo, e Bella sabia que jamais poderia conviver com alguém com duas personalidades, mesmo gostando das duas, isso parecia um tanto perigoso, principalmente a ideia de que um dia perdesse o controle sobre esse "duro dominador" e ele viesse a lhe machucar. Mas quando ele puxou sua cabeça para cima pelo cabelo, sem machucar realmente apenas para aproximar seus rostos, Bella teve a resposta aos próprios pensamentos – não, Edward jamais lhe machucaria, porque ele não tinha duas personalidades, era tudo quem ele era, tanto que podia ser controlador e dominador no trabalho também, a questão era, Edward sabia quando e como usar as próprias características, como e quando usá-las como trunfos. E seria uma maldita se não confessasse que ele estava fazendo aquilo malditamente bem. Como se lesse seus pensamentos, ele o fez de novo – usando a própria boca para dominar a dela.
Para que não caísse atordoada pela ferocidade de seu beijo, Bella agarrou-se aos cabelos dele e o sentiu brincar com seus mamilos; adorava que ele não tivesse medo de brincar com o prazer e a dor neles, sempre os achara um pouco menos sensíveis que os das outras, então era prazeroso que ele soubesse como fazer, ela realmente estava sentindo-se bem em suas mãos. E o beijo todo macho que estava lhe dando, apenas empurrando e dominando, não dando a ela espaço algum para fazer outra coisa que não fosse ceder, acompanhar seu ritmo e aproveitar, enquanto ele acordava e acendia as partes que ainda restavam calmas em seu corpo, se é que ainda restava alguma que não ardia por ele.
— Em pé. — Edward rosnou em sua boca.
Ofegante e realmente atordoada, bem deslumbrada, ela sentia as pernas meio moles e talvez formigando. Segurou-o pelos ombros para descer da cama, soltando alguns gemidos pela estranheza do plug seguindo seus movimentos; agradeceu com um sorriso a iniciativa dele de lhe ajudar segurando-a pela cintura até que firmasse os pés no chão.
A mão dele pousou em uma das bochechas de seu traseiro, acariciando e apertando os dedos nele. Nada gritava carinho, apenas posse. E como essa porra era quente. E todas concordavam com isso – Cética, Gueixa e Bella.
— Você é tão quente, Bella, que agora só penso em tomá-la.
— Não tão quente, o problema é que sou a unica mulher do quarto. — Bella disse com seu tom brincalhão, mas era o que realmente achava. Desculpe se não podia ser segura de si o tempo todo, ainda mais sobre seu corpo e Edward Cullen.
— Não se venda por tão pouco, bebê. — disse olhando em seus olhos e a beijou suavemente. — Esse quarto podia estar cheio de mulheres deslumbrantes e nuas que meu pau só chamaria por você.
— Agora eu sei que você está mentindo, Cullen, você poderia ter uma ereção por outras mulheres. — ela riu.
— Uma ereção? Tudo bem pode ser. Não vou ser hipócrita, porque nem sempre posso ter controle sobre a quantidade de sangue que vai pro meu pau, assumo. Quer dizer, você pode pensar que é algo fácil, mas dá uma olhada nele, é grande e grosso, necessita de uma grande quantidade de sangue normalmente, então é difícil controlar a quantidade de sangue apenas para mantê-lo quentinho e a quantidade que o faz duro.
— Idiota. — Bella gargalhou, batendo em seu braço. Ele riu também.
— A questão é, a minha cabeça de baixo nem sempre está de acordo com a de cima. Por exemplo, alguns livros eróticos podem me dar uma bela ereção — sorriu divertido, Bella riu com a (in)direta. —, assim como algumas mulheres também podem fazer isso. Assim como sei que você também acabaria olhando para outros homens com corpos esculturais e paus bonitos, e eu não posso acreditar que acabei de falar isso — revirou os olhos, ela riu mais. — Mas admirar é uma coisa, escolher quem irá para sua cama é outra. — Edward segurou o rosto dela entre as mãos, olhando em seus olhos. — Pare de se vender por tão pouco, porque há muitos homens que desejariam poder te levar para a cama, matariam para ter um pouco da sua doçura. E olha só, é na minha cama que você está. Só posso pensar no quanto quero foder e fazer amor com você, assim como ainda estou pensando o quão sortudo de merda sou por poder fazer essas coisas com você.
Bella sentiu os olhos começaram a aquecer, as lágrimas se formando. Engoliu o nó em sua garganta e respirou fundo.
— Vai ser muito patético se eu chorar agora?
— Hum... — ele fingiu pensar. — Um pouco.
Bella gargalhou e bateu em seu braço.
— Você é tão doce, Edward. Um idiota... — riu, antes de ficar séria e deixá-lo ver que estava sendo sincera. — Mas um idiota doce, que sabe como fazer uma mulher se sentir bem e... Apreciada, desejada. Você é grande homem, Edward, e muitas mulheres que matariam para ter um pouco da sua doçura. E é comigo que você está.
— Eu te aprecio e te desejo. E é totalmente com você que eu estou, bebê.
— Ah — disse, antes que ele a beijasse. — Mas não se engane, porque elas também iriam querer seu pau e seus dotes culinários.
Edward gargalhou.
— Tudo bem. Porque tanto quanto quero sua doçura, também quero seu traseiro. — rindo, eles se beijaram.
O beijo foi um pouco mais lento e suave que o anterior, quase um lembrete das próprias doçuras, mesclando-as em um jogo de lábios e línguas. Demorou um pouco mais também, ou melhor, foi a preliminar perfeita para todo o resto da noite.
Edward desceu a boca para seu pescoço, beijando com tanto carinho que demorava os lábios sobre a pele alguns segundos a cada beijo; memorizando a sensação, apreciando e adorando aquele momento.
Aproximando os lábios de sua orelha, sussurrou:
— Vire-se de costas pra mim, bebê.
O motivo da ordem era óbvio, ela o obedeceu mais hesitante que o normal. A Gueixa estava comemorando enlouquecida pela excitação, a Cética estava quieta e receosa, se não a conhecesse e soubesse que era capaz de enfrentar qualquer coisa, diria até que ela estava com medo.
Oh, por que será, né?, a Cética ironizou, enfrentar qualquer coisa não é mesmo que enfrentar um pau no traseiro, você nunca fez isso, você sabe que pode te doer pra caralho e te machucar, não sabe? Sim, Bella sabia. Ei, ei, corte essa merda agora, Isabella Swan, você pode nunca ter feito isso, mas também sabe tão bem quanto 2+2 é 4 que Edward nunca vai te forçar a algo e no momento que você disser 'para' ele vai parar, pois jamais te machucaria de maneira proposital, ainda mais fisicamente.
Sim, Bella também sabia disso. Edward jamais me machucaria. O lembrete foi suficiente para fazer a voz da Cética se calar. Bella respirou fundo e soltou o ar lentamente, sentindo o corpo relaxar. A Gueixa sorriu.
— Obrigado. — Edward sussurrou.
— Pelo que?
— Por confiar em mim. Você obviamente relaxou, seu corpo está menos tenso, suponho que quer dizer que está confiando em mim.
Bella virou a cabeça, olhando-o sobre o ombro, enquanto sentia a mão dele acariciando sua cintura.
— Eu confio em você, Edward.
Um grande sorriso iluminou o rosto dele.
— Porra, você fala meu nome tão lindamente, Bella. — suspirou com um leve riso e beijou sua boca rapidamente. — Agora, olha pra frente. — quando ela o fez, Edward aproximou o queixo de seu ombro e sussurrou: — Incline-se na cama, bebê. Ponha suas mãos no colchão e seu lindo traseiro para o ar, quero amá-lo um pouco.
Engolindo seco, Bella se inclinou na cama e apoiou as mãos no colchão.
— Afaste um pouco as pernas pra que fique mais confortável pra você. — comandou, enquanto ela se ajeitava.
E puta que pariu... Edward passou a mão pelo cabelo, quase gozou ali mesmo, como um maldito adolescente. Ofegou um uau cheio de admiração e excitação. Ao menos, durante os anos e tanto tempo de celibatário, tão perto de sua maior tentação, tinha lhe dado algum controle básico sobre os próprios orgasmos e gozadas precoces. Então apertou a base de sua ereção e respirou fundo, tentando retomar o controle.
As pernas afastadas e com o traseiro empoleirado no ar, as bochechas de seu traseiro separadas e a base do plug ali, apenas esticando e esperando. Era estranho que quisesse dar alguns tapas apenas para deixar sua marca na delicada pele tão branca de seu bumbum? Bem, foda-se, porque já era estranho mesmo.
Quando deu o primeiro tapa – comedindo sua força apenas para que marcasse, mas não lhe machucasse –, sorriu o gemido dela. Ela vacilou para frente e seus joelhos tremeram, mas logo voltou a se estabelecer em sua posição.
— Mais. — ela sussurrou.
— Adoro a maneira que você responde ao meu toque e a cada coisa que fazemos ou experimentamos juntos, bebê. Me faz louco. — e confirmou com um novo tapa, na outra banda.
— E eu mais louca ainda. Por favor, Edward. — choramingou.
— O quanto você quer isso, bebê? — Edward provocou, acariciando a pele quente e avermelhada onde tinha estapeado.
— Muito. — antes que continuasse a choramingar, Bella engoliu seco e chamou a Gueixa para falar em seu lugar, usando a voz mais sensual e maliciosa que seu corpo podia produzir: — Se lembra do que você tinha me dito antes, que meu traseiro precisava ser preenchido com um pouco do seu pau? Bem, ele precisa ser preenchido agora, Cullen. Por favor, me preencha com seu pau... Foda-me, Edward.
— Porra, Bella, você não pode sair dizendo uma coisa dessas sem um aviso antes. — ofegou. — Jesus Cristo, mulher, você faz meu pau parecer rocha e meu cérebro mingau.
Bella sorriu, enquanto a Gueixa ria vitoriosa.
— Vou fazer ser bom pra você, bebê.
— Eu sei. — disse sinceramente. — Eu confio em você, Edward.
— Jesus, Bella, para de tentar me fazer gozar tão rápido.
Ela riu suavemente, então sentiu um novo tapa aquecer seu bumbum.
A pele formigava quente pelos tapas e também pelo plug que apertava instintivamente a cada movimento, fazendo o calor e queimação irradiar por todo seu corpo. Atingindo principalmente seus seios – que sentiam mais cheios e pesados –, assim como sua vagina – que se contraia no vazio, quase pingando de tão cremosamente molhada.
— Tanto quanto quero gozar em você, vou usar preservativo agora, bebê.
— O que, por quê? — perguntou surpresa.
— Vou fazer tudo para tornar isso mais fácil pra você e acho que o preservativo pode ajudar um pouco com isso, ao menos agora no começo. Mas fico feliz que você se surpreenda com isso, pois posso tirá-lo no meio e simplesmente gozar em seu buraco, vendo minha semente depois escorrer dele e descer por suas pernas.
Bella se contraiu de antecipação por suas palavras, pintando o quadro quente em sua mente.
— E vejo que você gostou isso, não é, coisa quente?
— Quinta emenda aqui, por favor. — disse, corando completamente.
Edward riu suavemente e passou a mexer no plug em seu buraco apertado. Puxou-o lentamente e empurrou novamente. Ainda tinha lubrificante nele, apesar de pouco. Bella passou a mastigar o lábio inferior, enquanto ofegava e soltava gemidos involuntários; estava completamente sensível naquela área, mas sentia-se tão bom.
— Vou usar o lubrificante que tira a dor, está bem?
— Não muito! — Bella disse sobressaltada. E logo que viu suas palavras, mordeu o lábio novamente e corou. — Quero dizer...
— Ei, está tudo bem. Nada que nós façamos na cama, seja para o prazer de um ou do outro, mas sendo consensual para os dois, estará aberto a julgamento. Se um quiser, mas o outro não, vamos conversar e entrar em um consenso, mas nunca julgar.
— Simples assim?
— Simples assim. Não sei o que isso faz de mim, mas apesar de gostar de deixar as marcas de meu tapa em seu bumbum e ir um pouco mais duro, não me sinto confortável com a ideia de te causar dor. Por isso vou te alargar mais um pouco com o lubrificante contra a dor, depois uso o normal.
Bella virou um pouco a cabeça, tentando encontrar seu olhar.
— Obrigado. — sussurrou.
Edward apenas sorriu, aquecendo-se com toda a gratidão que brilhava nos olhos dela.
Quando ela olhou pra frente, Edward pegou o lubrificante com conforto anestésico. Colocou um pouco sobre seus dedos juntos, o indicador e o médio, depois o frasco na cama e voltou à atenção ao plug. Mexeu nele com a mão livre, puxando um pouco para ter espaço de manobra e girou suavemente, antes de tirá-lo completamente.
O anel de músculos de seu buraco estava um pouco mais largo e avermelhado – e muito convidativo. Edward passou o gel lubrificante sobre ele, girando ao redor, vendo-a contraí-lo e um arrepio percorrer suas costas pela temperatura fria.
— Tenta relaxar um pouco, bebê. Pode ser desconfortável no começo e talvez tenha um pouco de dor, mas juro que não vou te machucar e vou te fazer se sentir tão bem. — sussurrou e se inclinou, beijando uma das bochechas de seu traseiro. Pegou o lubrificante novamente, colocou mais um pouco em seus dedos e empurrou-os adentro, penetrando lentamente.
Bella fechou os olhos e soltou um gemido arrastado, enquanto sentia os dedos lhe encher. A diferença foi nítida quando Edward tirou o plug e a deixou estranha, como se faltasse algo e precisasse sentir algo mais. E ter algo novamente invadindo seu traseiro, apesar de menor e mais macio, ainda mais sem toda a estranheza e picada de dor da primeira vez, a enchia de expectativa e tesão. Tinha dito pra ele usar pouco lubrificante anestésico, não porque queria muito a dor do ato despreparado, mas sim porque queria sentir algo; tinha medo que o gel a anestesiasse demais e a fizesse perder alguma coisa, alguma sensação, mas aquilo era perfeito. Enquanto ele deslizava os dedos nela, sentia cada vez mais prazer, queria aquilo tão duro.
Edward aproveitou os movimentos e acrescentou um terceiro dedo. Um pouco mais apertado, mas Bella não reclamou de dor, apenas gemeu. Estocando mais alguns instantes, ele a soltou e pegou o pacote de preservativo na cama.
— Preciso do meu pau em você, Bella.
— Sim, por favor, sim!
Sorrindo de lado a lado, Edward rasgou o pacote e deslizou o látex ao redor de seu pênis. Odiava a ideia de ter que usar qualquer coisa que separasse de Bella, mas queria fazer aquilo fácil naquele primeiro momento. Ao terminar de colocá-lo até a base, pegou o lubrificante normal e colocou uma quantidade mais generosa na palma de sua mão, enrolou-a ao redor de sua ereção e fez o movimento de masturbação – sem apertar ou realmente gozaria com muito pouco –, apenas para espalhar o lubrificante por todo seu eixo. Ao ver a camisinha brilhando e ainda mais lubrificada, voltou a penetrá-la com três dedos e apertar a outra mão ao redor da base de seu pau, para se controlar mais um pouco.
— Apenas relaxa e sinta bebê. Tente não se contrair, apenas empurre contra mim e vou te fazer bem.
Puxou seus dedos e nem deu a ela algum tempo, logo guiou seu pênis até seu buraco. Posicionou bem a cabeça no anel mais esticado e lubrificando, esfregou-a ali e empurrou. Ainda era apertado, mas conseguiu passar apenas a cabeça. Segurou sua cintura com as duas mãos e empurrou o quadril, deslizando completamente dentro dela lentamente.
— Puta merda. — Bella ofegou, gemendo. — Tão cheia... Foda-se.
— Porra bebê, tão quente e apertada. Sinto você abraçar cada centímetro do meu pau tão lindamente, não sei se posso durar muito assim. Estou te machucando?
— Hã... Não, só... — ofegando. — Tão diferente... Estranho... Bom... Porra, Edward, apenas se mexa, me deixe senti-lo ai agora, foda-me.
— Com certeza, sim!
Edward puxou o quadril para trás, quase saindo completamente de seu corpo, mas então empurrou e bateu fundo novamente. Bella gemeu. Segurando-a firme pela cintura, começou a fodê-la lentamente. Deslizando a fora, então se empurrando, fazendo ecoar o barulho de suas peles se chocando, mas ainda medindo seus movimentos e força.
— Mais duro, Edward, por favor, eu não vou quebrar. Pare de se controlar e fazer isso tão metodicamente, apenas... Me foda como se estivesse apaixonado realmente, quero sentir isso e você, por favor. — Bella pediu ofegante.
Como se estivesse apaixonado? Um rosnado lhe escapou e então passou a bater seu quadril no traseiro dela duramente, enquanto seu pênis lhe preenchia o mais fundo que conseguia. Fodendo-a tão duro que era certeza que iria senti-lo ali e depois – e não precisava fingir que estava apaixonado para isso, ou melhor, não precisava fingir que estava apaixonado e ponto.
Bella enrolou as mãos no lençol, tentando se segurar e aguentar a explosões de sensações que lhe dominava. Edward ia duro e fundo em seu corpo, esticando e enchendo cada centímetro – centímetros que ela nem sabia que existia em seu corpo, sentia-se cheia ao limite, quase dolorosamente. Mas era tudo tão bom. Ele não estava medindo ou pensando, apenas fodendo sem sentido e apaixonadamente. Não queria pensar nisso ou em qualquer outra coisa, apenas sentir e sentir. Suas pernas pareciam prontas para ceder, mas ele a mantinha firme pela cintura.
— Oh, foda-se, isso! — não pode se impedir de gritar quando ele empurrou fundo, parou alguns instantes e pareceu girar um pouco os quadris, então deu um tapa em seu traseiro e voltou a fodê-la.
Já estava ofegante e querendo gozar, nem sabia que era malditamente possível alcançar algum tipo de orgasmo com sexo anal, mas já estava ela. Queria só algum toque em seu clitóris, então inchado e pulsante. Mas então resolveu se fixar apenas no que sentia naquele momento; cheia e tão duro. Algo de dor, mas tanto prazer. A linha tênue entre os dois estava embaçada demais e Bella se encontrava nessa névoa confusa, jamais podia imaginar que podia ser tão bom.
Uma mordida de dor e beijo de prazer. Mais, mais, mais!, era tudo que queria.
— Estou perto de gozar, bebê. Vou gozar duro e fundo dentro de você, que vai sentir agora e depois, quando estiver escorrendo em suas pernas, enquanto eu fodo novamente sua boceta. — Edward disse maliciosamente.
E Bella se apertou ao redor dele, sentindo os efeitos de sua palavra.
— Foda-se. Você já é tão apertada que quando faz isso é quase como um punho.
— Isso o que? — ela provocou e contraiu-se novamente. — Isso?
Edward gemeu.
— Oh sim. E quem faz isso, ganha isso. — deu um novo tapa em seu traseiro. Bella gemeu e apertou-se novamente, ganhando outro tapa.
— Jesus, isso é tão bom, mova-se Edward. Bata, mas mova-se. — implorou ofegante. Podia parecer uma puta, uma vadia suja, foda-se, mas ela e a Gueixa estavam se divertindo no clubinho delas. E precisavam de mais.
— Quero gozar dentro de você, não nesse maldito plástico.
Edward puxou-se para fora dela, vendo seu ânus ainda mais esticado vermelho. Puxou o preservativo rapidamente, jogando-o sobre a cama; com velocidade, colocou um pouco de lubrificante normal na palma da mão e acariciou seu pênis, tão inchado quanto podia, fazendo suas bolas apertadas e duras, não faltava muito para gozar como um maldito gêiser.
Bella nem teve tempo de protestar ou se acostumar, ele parecia ter feito tudo rápido e logo voltou a empurrar o pênis em seu traseiro, com mais força e velocidade, se não estivesse segurando-se o máximo que podia nos lençóis, teria caído para frente. Ainda mais quando a mordida de dor atingiu o lugar. Gemendo e rosnando alguns palavrões sob sua respiração, ela quase foi levada a loucura. Tão malditamente bom. Não sabia explicar porque ou dar um nome para o que sentia, apenas sentia e gostava como o inferno. E ele voltou a fodê-la com força e ritmo.
— Edwaaaard... — gemeu choramingando.
— Isso bebê, vem pra mim, pois vou gozar tão duro. — ele ofegou, batendo-a fundo. Sentindo o corpo inteiro aquecer e o leve suor brotar em seu peito, sob os pelos, assim como suas pernas e braços. E ela também tinha um leve brilho nas costas.
Não podia existir nada mais quente e prazeroso do que fazer sexo com ela, era impossível. Da maneira que fosse, era o inferno de bom. E o que via agora era quente pra caralho. Porra. Sua bunda avermelhada, separada por seu pau, seu buraco vermelho e brilhando com o lubrificante, esticado ao limite ao redor da grossura de seu pau que sumia completamente dentro dele. Tão quente, apertada, mas sentia-se tão bem.
— Vou gozar, bebê, estou vindo. Quer vir comigo? Quer gozar comigo? — bateu o quadril na bunda dela, empurrando-se fundo.
— Oh, sim, me faça gozar com seu pau em meu traseiro, Edward, por favor.
Edward enrolou o braço ao redor da cintura dela e usou a outra para pegar o vibrador roxo da cama, então o colocar entre suas coxas. Ele não era egoísta ou idiota para ignorá-la, mas assumia que iria fazê-la gozar porque adorava quando gozavam juntos; quando o show de fogos de artifício explodia para os dois e iam ao céu juntos.
Bella estava tão molhada que quase pingou sua mão, esfregou o vibrador desligado por sua carne cremosa. Ela choramingou por mais. Sem dificuldade o ligou com o dedão e Bella quase derreteu em seus braços, gemendo alto ao sentir a vibração forte em seu clitóris.
E com isso, o apartou tão duro com o esfíncter que Edward gozou na hora com um rosnado. A explosão foi tão forte que pareceu doce, realmente, um grande alívio pousando em seu corpo, lhe dando uma maravilhosa sensação de estar completo e feliz. E um orgasmo tão duro que fez seu corpo inteiro tremer e seus joelhos quase fraquejarem.
Mas mesmo assim, Bella sempre seria sua prioridade, não queria machucá-la, só se manteve firme para não cair sobre ela ou deixá-la cair.
— Sim, bebê, vem pra mim, vem! — ele disse com a voz que parecia o resultado entre gemidos e rosnados.
Bella fechou os olhos, sentindo-o. Ele estava tão duro e inchado, separando quase dolorosamente seu bumbum, enquanto enchia seu buraco com toda a semente quente que tinha; podia senti-lo se derramar em jatos cheios, tendo como trilha sonora gemidos e ofegadas, e junto a vibração em seu clitóris. Gozou choramingando, enquanto sentia o corpo amolecer completamente e quase cair, enquanto pontinhos pretos brilhavam em seus olhos.
Ao senti-la gozar, Edward puxou o vibrador e o jogou na cama, segurando-a completamente pela cintura. Mas manteve-se dentro dela, era tão quente e gostoso, adorava a sensação. Ficou até que ambos se acalmassem e seus orgasmos fossem até o fim, então seu pênis foi ao ponto semiereto.
Quando saiu do traseiro dela, viu o sêmen vir junto e começou a escorrer em direção a sua coxa; o espesso líquido branco brilhava, marcando-a da maneira mais primitiva que um homem podia marcar uma mulher como sua. Bella olhou sobre seu ombro, abriu um sorriso meio cansado e caiu na cama, virando-se com a barriga para cima.
— Isso foi... — ela parou, ofegando.
— Espetacular? Surpreendente? Maravilhoso? Do caralho?
— Tudo isso. E muito mais. Eu nunca pensei que... Jesus.
— Acredite, eu também não. — riu. — Quer que eu te limpe agora?
— Não. — fez beicinho. — Eu vou querer mais daqui a... Pouquinho.
— Jesus, eu criei um monstro. — brincou.
— Não, é a Gueixa. Ela me dominou e não pretende largar até que a gente desmaie de tanto foder.
— Tsc, tsc, que linguagem mais vulgar, senhorita Swan. — disse com falso moralismo. Bella sorriu faceira.
— É tudo a Gueixa, ela é uma vadia suja.
Só eu, né?, a Gueixa ironizou. Bella ignorou.
— Então me deixe respirar e meu pau tomar um fôlego, então vamos foder mais um pouco. — esfregou as mãos, como se fosse algum tipo de plano maléfico, Bella riu.
Deixando as coisas usadas na beirada da cama, os dois se ajeitaram na cama novamente, se abraçando nus.
Bella suspirou e deitou a cabeça em seu peito, fazendo padrões circulares com o dedo nos pelos salpicados pela extensão.
Edward beijou sua cabeça, seus cabelos, antes de voltar a falar:
— Sabe o que estivesse pensando?
— Sexo anal? — ela brincou. Edward riu.
— Sim, claro, mas eu posso pensar em mais de uma coisa ao mesmo tempo, bebê. Pois é, eu sou bem mais do que simplesmente bem dotado e com talentos culinários.
Bella gargalhou e bateu na perna dele com o pé, Edward sorriu e jogou a perna sobre a dela. Descobertos como estavam, ela adorou a sensação e o contraste. Sua perna – se comparada à dele – fina, branca e depilada, contra a dele, grande, deliciosamente máscula e suavemente peluda.
— Tudo bem. E o que você estava pensando, Cullen?
— Você escreve livros eróticos, certo?
— Romances eróticos, mas tudo bem, sim.
— Estamos uma semana bem romanticamente erótica, certo?
— Hum... Acho que sim. — franziu o cenho. Quer dizer, a parte erótica ela tinha certeza, mas o romanticamente? Dependia muito do sentido da palavra; mas preferiu manter seus pensamentos para si.
— Então — ele começou, com seu tom arrogante, divertido e malicioso que ela conhecia bem. — quais as chances disso virar o enredo do seu próximo livro? Já pensou nisso?
Bella corou. Claro que já tinha pensando, que tipo de escritora erótica seria se não pensasse em transformar a semana mais erótica da sua vida em um de seus livros? Mas também já tinha colocado esse livro na gaveta dos "acho melhor não", porque jamais conseguiria escrever um livro sobre a semana sem colocar toda a parte 'romance' junto com todo o 'erótico', afinal, seria um romance erótico. E isso podia ser muito mais constrangedor do que todo o sexo que compartilharam naqueles dias, afinal, revelaria muito mais do já fora revelado no decorrer daquela semana. E olha que não tinha sido pouco. Se fosse escrever um livro daquela semana seria um presente para si, algo exclusivo e que ninguém jamais leria, apenas para os momentos em que quisesse se lembrar dos momentos maravilhosos que estava vivendo, do quanto estava sendo feliz, o quanto as coisas boas duram pouco, ou seja, para os momentos que quisesse se torturar.
Escondendo o rosto no peito dele, tipicamente, ela respondeu com sua melhor defesa pessoal, uma provocação cheia de ironia e sarcasmo:
— Você é tão cheio de merda, Cullen, acha que chegaria aos pés de alguns dos meus mocinhos sexys e personificação dos desejos e fantasias de qualquer mulher?
Gueixa e Cética riram em sua mente; Sério? Sério mesmo, Isabella? Essa pergunta deveria ganhar o prêmio 'ironia da eternidade', disseram juntas, então caíram na gargalhada.
— Não acho que estou deixando a desejar, nem fazendo um trabalho mais ou menos. — ele se defendeu, parecendo ofendido. — E bem, não vejo você reclamando também.
— Quinta emenda novamente, Cullen-cheio-de-merda.
Edward riu.
— Você usa demais essa quinta emenda.
— É um direito de todo cidadão americano, então, quinta emenda, reclama com quem a fez. — bufou. Ele riu novamente.
— Tudo bem, então, vamos falar disso; meu personagem, hum, eu quero que se chame Anthony Cole e sua personagem, a neném, hum... — fingiu pensar. — Você pode se chamá-la de... Isabelle. Isso. Isabelle Duck.
— Anthony Cole e Isabelle Duck? Duck, Swan*? Neném? Sério? — Bella gargalhou.
[*N/A: Traduzidos, Duck=Pato, Swan=Cisne]
— O que? É bom, vai pegar, com certeza. A Isabelle prefere ser chamada de... Izzy, isso, mas Anthony só a chama de neném, assim, ela o chama de Cole, pra provocar. Ela o chama de Cole até ceder e chamá-lo de Anthony, gemer Anthony, gritar Anthony, "Anthony, ohhhh" — forçou um gemido sexual num tom feminino, mas saiu tão falso que soou mais como algo afetado que feminino, fazendo-a gargalhar ainda mais até que seus olhos lacrimejassem.
Edward riu, adorando principalmente a risada dela.
— E não podemos nos esquecer da junção dos nomes deles né? Todo bom casal que se preze tem uma boa junção de nome, tipo Brangelina. Tem que ser algo fácil, mas bonito e sonoro. O dos nossos personagens pode ser, hum... Cole e Duck, deixe-me ver, Cock?
— Oh sim, posso ver as pessoas dizendo "eu amo Cock*", sim, claro, vai pegar completamente. — ironizou.
[*N/A: Cock, em inglês, é outro nome para pênis].
— Sendo um romance erótico, faria até sentido, vai. — riu. — Tudo bem, esse foi horrível, que tal... Izony? Anthonelle? Dule? Isabella Swan e Edward Cullen é fácil, Isabelle Duck e Anthony Cole é difícil. Acho que podemos contratar algumas fangirls adolescentes para fazer a junção desse nome, deve ser mais fácil para elas. Se bem que parece ser errado deixar adolescentes ler esse tipo de coisa, mas não é como se elas não lessem de qualquer maneira, quer dizer, algumas até que escrevem — ele divagava em voz alta, Bella achou estranho, mas engraçado e até fofo, então ele pareceu ter visto uma lâmpada se acender sobre a própria cabeça e estalou os dedos. — Por que não pensei nisso antes? Podemos chamar a Rose, ela é boa nisso, ela quem fez o nosso, e você nem precisará pagar pelos direitos autorais.
— Eu tô meio em dúvida sobre o que estamos falando, mas tudo bem. Sério? — ergueu uma sobrancelha, incrédula. — E qual seria? Isaward? Edella?
Edward gargalhou.
— Credo, bebê, você é pior que eu nisso. O nosso é Beward. Viu? Fácil, bonito e sonoro. Ela vive dizendo sorte por termos nomes tão bons quanto Brangelina e reclamando que ela e seu irmão têm nomes muito diferentes e ruins para esse tipo de junção, então ora usa Rosmett, ora Emmelie, mas também pensa em usar Ursão e Ursinha, pelos apelidos.
E foi a vez de Bella gargalhar. Sabia da parte do Ursão e Ursinha, pois eram os apelidos ridículos e cafonas que eles usavam, mas tudo bem, como eram loucamente apaixonados um pelo outro tinham o alvará para serem ridículos e cafonas. Só não sabia da parte do Rosmett, Emmelie e muito menos o... Beward. O que? Sentiu um estranho reboliço em se estômago. Inferno, se não ficou ainda mais confusa, assim como as outras duas, que nem comentaram qualquer coisa.
— Do que você está rindo? É sério. — ele a repreendeu, apesar de estar rindo também.
— Claro que está... Cole. — ironizou.
Edward puxou seu braço e girou na cama rapidamente, indo pra cima dela.
— Claro que estou... Neném.
Bella riu. Olhando em seus olhos, ela suspirou, como podia ser tão absurdamente lindo? E lindo em todos os malditos aspectos necessários, não apenas aparência, para formar o homem perfeito? Porra. Suspirou.
— Por que tantos suspiros, senhorita?
Ela agitou a cabeça, com um quase sorriso.
— Me beija.
— Te beijo. — e a beijou.
Suas bocas se encaixam tão perfeitamente quanto seus corpos, então eles apenas se beijaram. Era tão natural quanto respirar. Um ritmo lento e doce para que pudesse fazer aquilo pelo tempo que quisessem sem precisar de pausas para estabilizar suas respirações. Línguas se entrelaçando e se acariciando, lábios sugando e dentes mordiscando.
A névoa de excitação que tinha se dissipado um pouco, naquela pausa para que retomassem o fôlego, voltou a ficar densa.
Bella o empurrou pelo peito e girou rapidamente, ficando escarranchada sobre ele. Claro que Edward tinha permitido o movimento, uma coisinha pequena como ela jamais o moveria se ele estivesse realmente determinado a tê-la sob ele, mas também poderia ficar satisfeito com ela por cima. Sendo ela, foda-se o resto.
Ela voltou a beijá-lo, com um pouco mais necessidade, esfregando seu sexo contra seu estômago. Soltou apenas para morder seu lábio inferior, puxar e soltar.
— Te chupo? — ela ergueu uma sobrancelha, divertida e maliciosa. Edward entendeu o jogo.
— Me chupa.
— Ótima resposta, Cullen.
Arrastando-se para baixo, ela desceu beijando seu peitoral. O suor tinha secado, deixando sua pele mais salgada, mas ainda assim deliciosa. Adorava sentir a maciez de seus pelos e a maneira que faziam cócegas em seu nariz ao ir descendo. Surpreendendo-o, foi para seu peitoral e girou a língua ao redor do pequeno mamilo marrom.
Edward nunca tinha sentindo uma boca no próprio peito e nunca pensou que fosse algo que daria prazer; mas qual era a novidade até então, estava experimentando tantas formas surpreendentes de prazer naqueles dias, que nem sabia por que ainda se surpreendia com qualquer coisa, porque estava realmente gostando de todas – e não era diferente naquele momento, estava apreciando sensação da língua macia e quente girando ao redor do broto e então tê-la o chupando.
— Você é uma caixinha de surpresas, não é, bebê? — perguntou retoricamente, passando a mão em seu cabelo. Bella ergueu os olhos, mas não tirou a boca de seu mamilo, apenas o prendeu entre os dentes antes de sorrir, sem soltá-lo de sua mordida. Edward gemeu. — Porra, eu nunca pensei gostar tanto de surpresas.
Bella riu e o soltou, beijando por cima e continuou a descer, beijando e lambendo o caminho entre seu abdômen até seu pênis, semiereto apontando para cima. Ela apenas sorriu maliciosamente, pousou as mãos em suas coxas e passou uma lambida por toda a carne cheia de veias.
— Porra, maldição, bebê. — amaldiçoou sob sua respiração. Apesar de um bom carinho, não era suficiente.
— Sabe o que estou sentindo agora... Edward?
— Espero como um inferno que seja uma vontade desesperada de colocar meu pau em sua boca. Acertei?
— Bem, sim — ela riu. — Mas eu também sou multiuso e posso pensar em mais de uma coisa ao mesmo tempo, Cullen.
— Graças a Deus! — disse dramaticamente, então riu.
— Eu estou sentindo seu sêmen ainda em meu traseiro e um pouco escorrer para fora. Estou pensando... Isso devia me excitar tanto quanto excita?
— Bem, eu não tenho ideia, mas foda-se, porque também me excita pra caralho. E é meio óbvio, olha como estou ficando duro.
— Eu sei, é tão lindo. — lambeu novamente, sem tocá-lo com as mãos ou por muita pressão na língua.
— Não acho a palavra 'lindo' seja boa para descrever um pau, bebê, não é muito máscula e ofende meu garanhão.
— Seu garanhão? — Bella gargalhou. — Tudo bem. Mas, se você é confiante suficiente da sua masculinidade e sexualidade para dizer que ama meu irmão, meu pai e até ser tão próximo do meu irmão como é, tenho certeza que deve ser confiante para ter um pau chamado de lindo. Ainda mais quando tem uma mulher aos seus pés, lambendo o seu garanhão, Cullen. Você não precisa se preocupar com a sua masculinidade, no todo.
— Tudo bem. Ponto feito e anotado.
— Bom. E sabe o que eu estou pensando também?
— Não, mas estou realmente louco pra saber.
— Estou pensando ter minha boca nesse lindo pau... — deu ênfase no elogio, sorrindo divertida; finalmente pegou seu membro e o ergueu, abrindo um sorriso malicioso. — Agora.
— Amém a isso!
Edward riu suavemente. Bella se inclinou e lambeu ao redor da grande cabeça de cogumelo, sentindo o gosto pré-sêmen explodir em seu paladar e endurecer ainda mais em sua mão. Girou bem ao redor, antes de tomá-lo profundamente em sua boca, fazendo-o rosnar um palavrão.
— Porra bebê, sua boca é... — engasgou, sentindo-a subir a boca enquanto sugava. — Uma maldita tortura.
Bella tirou-o de sua boca com um ruído molhado e lambeu os lábios.
— Você está reclamando, Cullen?
— Inferno, não! Definitivamente, não! Eu mereço, pode me torturar, eu realmente mereço!
Rindo suavemente, ela passou a masturbá-lo com a mão que segurava.
— Que tal eu plugar seu traseiro também, Cullen? Ainda estou sentindo o uma dorzinha latejante no meu, que tal se nós igualássemos as coisas?
— Se lembra da coisa do não julgar, mas conversar até entrar em um consenso? Bem, aqui está nosso consenso nisso, não. Eu juro que faria o inferno pra te dar prazer e te fazer feliz, mas vamos limitar o acesso ao meu traseiro a no máximo seu doce dedinho.
Sorrindo divertida, ela esticou o braço e alcançou o tubo de lubrificante comum. Edward nem teve tempo de falar algo ou pensar a respeito, logo o calor úmido de sua boca desceu ao redor de seu pau e transformou seu cérebro em mingau de novo.
A Gueixa se sentia bem ousada e atrevida, então relaxando a garganta, lhe tomou até o final, sugando e lambendo ao redor; colocou um ritmo em sua boca e ergueu os olhos pra ele. Edward estava com a cabeça jogada para trás, olhos fechados e completamente tomado pelo êxtase do momento. Bella sentiu aquilo acariciar seu ego, era bom fazê-lo se sentir tão bem; e iria fazer mais.
Com a mão livre, abriu o lubrificante e colocou um pouco sobre o colchão, sem se preocupar em sujar os lençóis. Deixou o frasco ali e passou o dedo no gel. Enquanto chupava, levou o dedo lubrificando a fenda de seu traseiro e acariciou ali. Sentiu Edward se enrijecer e ao olhar pra cima, viu que ele abrira os olhos e agora olhava meio hesitante. Chupou mais duro para que ele relaxasse e esquecesse um pouco. E inferno se não tinha funcionado, ele rosnou e gemeu alguns palavrões.
Sem medo, empurrou o dedo indicador dentro dele, girando e sugando com a boca. Subiu a boca e o tirou completamente, apenas para lamber e voltar a engoli-lo. Empurrou o dedo ao limite e sentiu tocar a glândula que queria, sua próstata, seu ponto doce.
— Oh porra! — Edward quase saltou na cama, arqueando seu quadril e empurrando-se ainda mais fundo em sua garganta. O que a fez se engasgar e recuar um pouco. Ao perceber o errado, Edward esticou o braço para puxá-la. — Deus, bebê, eu sinto muito, se te machuquei, eu...
Bella bateu o dedo em seu ponto doce novamente – tanto avisá-lo que estava bem – e ele teve que parar de falar, apenas sentindo.
— Oh foda-se, bebê. — passou a gemer arfante. — Santa merda.
Ela tirou a boca de seu eixo e o ergueu, passando a lamber suas bolas, agora duras e apertadas, tão perto de explodir, empurrando a pele de sensação enrugada na língua com a força necessária para enlouquecê-lo. Bella lambeu, lambeu e então as sugou, sem parar de masturbá-lo ou bater o dedo em seu traseiro.
Soltou e voltou ao seu eixo, agora estava completamente duro e inchado em sua boca, parecendo até maior, apesar de macio. Ele estava se segurando, prolongando o próprio prazer e ela não podia se importar menos, adorava a sensação de desafio e de saber que estava o enlouquecendo.
Vamos, Edward, goza para mim. Sem as mãos, aumentou a força e velocidade de sua chupada, mamando ao máximo, e usou a mão livre para massagear suas bolas suavemente. Bateu o dedo mais duas vezes e chupou duro, então ele gritou e banhou o fundo de sua garganta com os jatos de sua semente. Que Bella engoliu cada gota, com prazer.
Sentindo o corpo relaxar, seu pau se tornar mais terno e parar de jorrar, ela o libertou completamente, lambeu ao redor e caiu ao seu lado, respirando fundo para retomar o fôlego.
— Puta merda — ele ainda estava ofegante. — Jesus Cristo, você é incrível, bebê. Porra, incrível pra caralho e será a minha morte.
Bella riu, esparramada na cama, aos seus pés.
— Obrigada, Cullen.
— Onde você aprende essas merdas? — Edward perguntou incrédulo, lutando para se recompor. — Foda.
— Eu, eu... — ela mordeu o lábio inferior, com medo que ele a estivesse julgado errado, julgando-a como uma prostituta que sai chupando qualquer um, quando na verdade só gostava de chupar ele, os outros parceiros que tivera jamais recebera metade do que ela estava lhe dando.
— Sem julgamentos, bebê, apenas surpreso. E não é como se eu fosse mudar alguma coisa. Quer dizer, só me faz um pouco... Ciumento que você saia por ai distribuindo chupadas e orgasmos explosivos como esses por ai. — disse hesitante, parecendo meio inseguro.
Bella franziu o cenho. Ciumento? Mas sorriu de lado, ficando de quatro na cama e engatinhou para ele.
— Se você quer saber e se te faz sentir melhor, nunca fiz a maioria das coisas que fazemos juntos com nenhum outro. Eu só... Leio muito, escrevo e deixo minha imaginação me levar, você é minha... Cobaia. — riu faceira.
— Use-me a vontade, senhorita. — abriu os braços, com um sorriso de lado. — Se é para o bem de todos e felicidade geral dos seus leitores, use-me como cobaia de testes quando e como quiser, meu corpo está a sua disposição.
Bella gargalhou.
— Idiota.
— E sabe, acho que isso precisa de algum tipo de retribuição.
— Interessante sugestão. E o que pretendes fazer, senhor Cullen?
Edward sorriu malicioso e girou para cima dela novamente, beijando-a fervorosamente.
E ele retribuiu perfeitamente; deslizou para entre suas pernas e a chupou lentamente, lambendo e provocando, usando os dedos em sua entrada negligenciada antes. E só aumentou a velocidade e força quando teve certeza que ela estava quase enlouquecida, então a levou ao orgasmo.
Ficaram deitados por mais algum tempo, conversando até seus estômagos reclamar de fome. Depois de alguns beijos, Edward a deixou na cama e foi nu a cozinha preparar alguns lanches.
Bella ficou espalhada na cama, sentindo-se mole e cansada, quase sonolenta, talvez até um pouco dolorida, mas estava adorando aquele momento. Apesar de estar confusa, resolveu se fixar apenas no agora.
Alguns minutos depois, ele voltou com uma bandeja na mão, uma garrafa de vinho e duas taças na outra. A nudez não era problema para nenhum deles – seria até idiotice se preocupar com isso depois de tudo que tinham feito nas últimas horas –, então apenas sentaram e comeram bebendo o vinho. Ele trouxera alguns pedaços de pão, queijos e frutas, também um pote com iogurte e mel para Bella com a colher do lado.
Ela logo pegou iogurte e a colher, comendo alguns morangos no caminho. Enquanto Edward fez alguns pequenos sanduíches de pão com queijo, servindo vinho aos dois.
— Está realmente com fome, hein? Quer que eu pegue algo pesado?
— Mmm... Não. — disse com a boca cheia de iogurte, engoliu. — E para de olhar meu iogurte, porque não estou te dando nenhum pouco.
— Sua coisinha egoísta.
— Mas uma coisinha egoísta com muito iogurte. — encheu uma colher e levou a boca, gemendo exageradamente. — Mmmmmm.
Edward riu, comendo mais um pouco de pão e queijo. Bella finalmente cedeu e lhe deu uma colherada de iogurte, então comeu pão e queijo de seus dedos.
— Um brinde? — Edward propôs, ao pegar e erguer sua taça de vinho.
— A que? — ela também pegou e ergueu a sua.
— Nossa noite, nosso sexo fenomenal... Novamente, a nós.
Bella lentamente abriu um sorriso, concordando suavemente com a cabeça.
— A nós. — bateu suas taças suavemente e beberam seus vinhos, sem tirar os olhos um do outro.
— Mmm. Você tá me olhando demais, Isabella Swan, está me deixando excitado novamente.
Bebendo, Bella engasgou com o vinho e demorou alguns segundos para Edward perceber que ela estava rindo.
— No seu caso Deus deu asa à cobra né? Já é pervertido, imagina com esse fôlego peniano todo.
Edward gargalhou.
— E a culpa é toda sua, olha o que você faz comigo.
Bella lhe mandou um beijo no ar e comeu um morango. E os dois terminaram de comer, assim como beber mais algumas taças de vinho, que era muito agradável por não ser muito alcoólico apenas docinho.
Ao terminarem de comer e estarem satisfeitos com o vinho, Edward juntou tudo sobre a bandeja e colocou no chão. Bella aproveitou para juntar os brinquedos, lubrificante e preservativo usados na mesinha de cabeceira.
Enquanto ela estava em pé, ele sentou mais no centro da cama, com as costas na cabeceira, as pernas esticadas e o membro rijo novamente – inclusive para a própria surpresa. Bella olhou maliciosa para ele, apesar de sensível e meio dolorida, se animou com a visão – e claro, colocou a culpa na Gueixa, que nem se importou, ia apenas se divertir –, voltou para a cama rapidamente e foi para cima dele, se escarranchando em suas coxas e segurou seu rosto entre as mãos antes de colar suas bocas.
Misturando os gostos próprios com o gosto de vinho, o beijo se aprofundou lentamente; as mãos dele pousaram em sua cintura, puxando-a mais para perto. Bella gemeu, sentindo o membro dele entre os dois, em seus estômagos.
— Edward... — gemeu em sua boca, descendo para beijar sua mandíbula.
— Quero fazer amor com você de novo, bebê. — Edward sussurrou. — Não sei como diabos você faz isso comigo, mas estou duro de novo e quero desesperadamente fazer amor com você.
Bella o beijou novamente, descendo as mãos para seus ombros e firmou os pés no colchão para se erguer. Edward entendeu e puxou seu membro, guiando até sua vagina e esfregando a cabeça por ali, antes de encaixá-lo e voltar pousar as mãos na cintura dela, baixando-a lentamente até que o tomasse completamente.
Um gemeu na boca do outro com a sensação. Edward, adorando poder se enterrar no calor úmido dela, sentindo os tecidos inchados lhe abraçando, ainda mais apertada que o normal; Bella, adorando o sentir lhe penetrar novamente, mesmo que em outro lugar, esticando e enchendo seu corpo. Fazendo parte um do outro; se encaixando e se completando.
Foram lentos e juntos, não soltando suas bocas nenhum segundo. Bella erguia os quadris suavemente, rebolando e montando seu pênis com a velocidade de quem queria memorizar cada sensação produzida pelo momento, seu clitóris estava sendo friccionado a cada movimento e se sentia tão bem, então não tinha pressa, queria sentir cada mínima sensação de prazer do fazer amor; e Edward deixou que ela os levasse até o céu fazendo amor.
Quando quebraram o beijo, seus olhos se conectaram com as respirações ruidosas se encontrando entre eles. E ele se inclinou, beijando seu pescoço descendo para alcançar seu seio, beijando e lambendo, se perdendo na sensação de ter o pequeno mamilo em sua boca, chupou com tanta adoração que Bella parecia estar perto de chorar.
O prazer era grande, mas não avassalador quanto nos outros momentos, era lento e doce, era... Como fazer amor devia se sentir. Sentia como amor... Se sentia adorada... E amada.
Ergueu o rosto para o teto, fechou os olhos e mordeu o lábio inferior, apenas se movimentando e sentindo, tentando controlar o choro e deixar-se ser levada aonde o momento a quisesse levar.
E eles foram ao doce paraíso juntos, beijando-se novamente.
Edward abraçou sua cintura e lhe puxou para seu peito, abraçando-a firmemente, mas com o carinho de quem segurava uma porcelana preciosa. Retribuindo o gesto, jogou os braços ao redor de seu pescoço e enterrou o rosto em seu pescoço, sentindo as lágrimas sorrateiras escorrendo por seu rosto.
— Ei, você está bem? Eu te machuquei, bebê? — perguntou preocupado, acariciando suas costas.
— Não. — sussurrou. — Apenas gosto da sensação de estar assim.
— Eu também.
Mesmo sem ver seu rosto, ela sentiu o sorriso em sua voz.
— Eu vou pegar uma toalha molhada pra te limpar, então podemos dormir.
— Já acabou seu fôlego peniano, Cullen? — tentou brincar.
— O que, você quer mais? Mulher, depois de tanto sexo, eu acho que estou com as bolas tão secas que precisarei de 48 horas de sono antes de qualquer atividade aqui em baixo.
Bella riu com o rosto no pescoço dele.
— Tudo bem, me dê só mais alguns minutinhos aqui e podemos dormir, estou realmente cansada agora. — disse e seu bocejo confirmou isso.
Minutos depois, Bella saiu de cima dele e caiu mole na cama; Edward respirou fundo, obrigando suas pernas moles a saírem da cama – realmente tinha gozado demais para o próprio bem naquele dia, mas não podia se arrepender menos – e com um sorriso enorme, foi ao banheiro.
Bella se arrumou na cama, subindo mais um pouco para deitar cabeça no travesseiro e fechou os olhos, com um novo bocejo. Estava realmente sonolenta, mas tão feliz e satisfeita. Escutou o barulho do chuveiro por alguns minutos, então ele voltou com uma toalha branca molhada em água morna.
Edward a limpou o máximo que podia, com cuidado e carinho. Era uma merda não ter uma banheira naquela casa – e iria realmente cuidar disso ao voltar pra casa e falar com Emmett. Sorriu, vendo o sorriso preguiçoso no rosto dela, ainda de olhos fechados e quase adormecendo. Guardou tudo, apagou as luzes do quarto, deitou ao seu lado e a puxou novamente para o seus braços, puxando depois o fino lençol branco sobre os dois.
Bella suspirou com o rosto em seu peito, tão doce, parecia uma gatinha satisfeita e feliz enrolada em seu abraço.
— Boa noite, Edward. — Bella sussurrou.
Edward sorriu e beijou seus cabelos.
— Tenta não se esquecer de tudo que fizemos hoje, hein? Isso dará um enredo fantástico pro nosso livro.
Bella riu preguiçosamente.
— Claro, vou falar com a Leah a respeito de um livro sobre isso. — tentou deixar sua voz o mais sarcástica possível, apesar de muito sonolenta.
— Olha que eu vou te cobrar.
— Pensa bem nisso, você está pronto pra... — parou, bocejando. — Deixar meu irmão saber o que estávamos fazendo nessa semana, Edward?
— Com certeza, na verdade, eu estou pronto pra deixar o mundo saber, Bella. Agora cala a boca e dorme. — sussurrou, fazendo-a rir baixinho. Beijou os cabelos dela novamente. — Boa noite, minha bebê.
Notas finais
Tá, mas entããããão, o que acharam? *-* Bem... Eu disse que podia ou não ter exagerado. Todas vivas? Vão lá, tomem um banho frio, se masturbem ou vão atrás de seus homens, então voltem para comentar u.u KKKKK
Depois dessa noite fantástica que eles tiveram, eles vão para o domingo, o último dia deles na casa mágica. (explicando então: faltam 2 capítulos + epílogo).
A Bella antes pensava ser vista apenas como a "irmãzinha do melhor amigo" e que a atração (e todos os outros sentimentos) eram completamente unilaterais, mas então Edward chega e bagunça todos os pré-conceitos que ela tinha, a enche de dúvidas, medos e esperanças; a cabeça dela estará prestes a explodir e vai acontecer essa explosão. Porque simmmm, vai rolar o que vocês tanto querem ~e os anjos cantam amém!~, as tais revelações e conversa direta. É o último dia, eles terão que lidar com as dúvidas de se o que compartilharam nessa semana é apenas um caso rápido por estarem sozinhos ou algo que eles podem lidar em levar para o "mundo real", mesmo com todas as diferenças entre eles. E o que vocês acham, hein? Spoiler do que vai acontecer no próximo capítulo? "Eu te amo!".
E chega de falar. Não eram o que tanto queriam? Bem, e ai, funcionou para deixá-las ansiosas? :x KKKKK Bem, comentem o que acharam desse capítulo e nos vemos no próximo. Obrigaaada e até, bjsbjs s22
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