Let Me Take You There
18 016.
Notas iniciais
É final de ano, estou desculpada pela demora né? E eu nem ia postar hoje, fiz uma das mágicas da titia Candy e cá estou eu, pra finalizar o ano. Conversamos nas notas finais.
Espero que gostem. s2
SEXTA-FEIRA.
Ela dormia como um anjo em seus braços. Jesus, como amava tê-la em seus braços. Dormir sozinho era muito superestimado – ou vai ver era dormir com a pessoa certa, a pessoa especial, porque nada se comparava a sensação de ter Bella em seu abraço. Jesus, estava ficando tão cafona.
Bella lhe prendia com seu corpo, parecia subconscientemente possessiva, como se marcasse seu território ou não quisesse que ele escapasse. Não que ele pretendesse escapar, estava exatamente onde desejava. A perna dela estava sobre a sua, flexionada fazendo a pele suave da coxa dela roçasse contra a peluda dele; o braço sobre seu estômago, abraçando-o; seus seios apertados contra a lateral de seu corpo; o rosto em seu peito.
Estava se deleitando com a mistura de sensações dela – o calor de seu corpo, sua respiração, a batidas de seu coração, seus resmungos e falatório enquanto dormia. Edward sorriu com a lembrança. Estava acordado há menos de cinco minutos, dormiu tão bem e pesadamente que nada lhe acordou, mas ainda assim conseguiu escutar algumas coisas.
E se estava feliz antes, agora estava exultante.
E mais do que isso, estava duro. Acordava duro quando dormia sozinho, quem dirá quando tinha Bella em seus braços. E não ajudava que Bella se aproximasse ainda mais e que quando mexia o braço, acabava roçando os dedos sobre a cabeça de sua ereção. Tudo que queria era sair de seus braços e então mergulhar em seu calor, acordando-a no meio disso, mas sabia que tinha sido exigente no dia anterior – não que se arrependesse, claro que não, mas ainda assim – não queria machucá-la, além da pena de acordá-la quando estava tão bonita e angelical adormecida. E claro que tinha a parte egoísta que não queria acabar ainda com aquele momento, não queria deixá-la sair de seus braços... Nunca mais.
Seus dedos faziam um cafuné preguiçoso nos cabelos dela, enquanto não conseguia parar de olhá-la ou tirar o sorriso idiota no rosto. Então Bella começou a acordar, lenta e preguiçosamente.
Pensou que a primeira coisa que faria era se afastar, mas ao invés disso, se aconchegou. Edward sorriu ainda mais.
Bella lhe abraçou e suspirou. Sua mão subiu por seu estômago até seu peito, suavemente sobre os pelos e seu mamilo, então voltou a descer, roçando novamente sua ereção; Edward apertou os lábios para abafar um gemido. Bella inspirou fundo e foi expirando lentamente, erguendo o canto da boca – um esboço de sorriso – no final. Edward sorriu.
— Bom dia, bebê. — sussurrou tentando controlar a animação.
Mantendo os olhos fechados, Bella sorriu.
— Então não foi um sonho, huh? Você está na minha cama.
— Não lembra o que eu disse? Você nunca seria tão criativa. — brincou, fazendo-a rir. — Mas sim, eu estou em sua cama. E você me convidou. Arrependida?
— Bem que eu gostaria. — suspirou. — Mas não, não estou.
Gostaria de estar?, Edward franziu o cenho. Bem, ao menos não estava.
Bella abriu os olhos e ergueu o rosto para ele. Quando ele relaxou o rosto, se encararam em silêncio.
— Bom dia, Cullen. — sussurrou de volta.
Edward sorriu e inclinou o rosto para ela, e beijou seus lábios.
— Mmm, mau hálito matinal. — Bella murmurou, enquanto a língua dele acariciava em busca da permissão para entrar em sua boca.
— Relaxa, não dormimos suficiente para ter isso e eu quero te beijar. Eu realmente quero te beijar para começar o dia bem.
— Doce falador. — ela riu, então aceitou seu beijo.
A boca dele era macia e carinhosa na sua. Um beijo tão doce que realmente dizia que seu dia estava começando muito bem. Bella adorou a sensação. E se perguntou por que tinha fugido antes; qualquer autopreservação parecia idiota se comparado a tudo aquilo que tinha a sua disposição naquele momento.
E antes que qualquer voz invadisse seus pensamentos para dizer que aquilo podia acabar ruim, principalmente para ela, Bella parou de pensar. Estava cansada de medir cada um de seus passos, palavras ou ações. Cansada de não ter "um osso espontâneo em seu corpo", como Rosalie vivia lhe dizendo. Era um dia diferente, mas manteria sua atitude de "fazer as coisas diferentes".
Ainda mais quando "fazer as coisas diferentes" envolvia todo aquele prazer; o da noite anterior, e o de agora no mais simples beijo. Ainda podia sentir a deliciosa dor da dura foda da noite anterior, mas ainda assim, sua vagina se contraia querendo por mais. Oh foda-se, sim.
A mão de Edward subiu lentamente por seu estômago até alcançar seu seio, acariciando e a fazendo gemer em sua boca.
— Quer muito tomar café? — Bella perguntou contra sua boca.
— Não, quero você. — respondeu categoricamente e girou na cama rapidamente, ficando sobre ela e lhe beijando novamente.
Um bom e delicioso sexo para acordar, bom dia!
Quase uma hora depois, os dois desceram para prepararem o café da manhã.
Era difícil manter a mão longe um do outro, ainda mais quando estavam nus e molhados em um banheiro cheio de lembranças quentes. Quando acabou o "sexo de bom dia", como chamaram rindo quando fizeram, Bella foi para o banheiro tomar banho e Edward para seu quarto pegar alguma roupa; ele nem cogitou tomar banho sozinho quando a tinha esperando nua no chuveiro, voltou correndo para lá e tomaram banho juntos. Era tão bom sentir a mão dela lhe esfregando com o sabonete suavemente, esfregou seu peito e braços, depois suas coxas e seu pênis – acho que ele precisar ser lavado direito, Bella disse, eu acho que minha língua pode fazer isso. Como se ele pudesse recusar um boquete matinal. Ela o lavou direitinho com sua língua até que o endurecesse completamente, mas tanto quanto gostava de se derramar em sua boca, amava se derramar dentro dela, ergueu e lhe fodeu ali mesmo, levando ambos ao orgasmo em baixo do chuveiro.
Terminaram o banho, secaram-se juntos – brincando, se beijando e aproveitando para se esfregar mais. Edward podia sentir seu pênis lutando para endurecer novamente, mas se não comesse algo para recuperar as energias acabaria desmaiando – de pau duro. Colocaram roupas leves, então desceram juntos.
Ou melhor, Edward desceu carregando-a no colo, enquanto se beijavam. Era tão bom se sentir em lua de mel.
Colocou-a em pé junto a mesa, puxando uma cadeira para que ela sentasse e se prontificou para fazer o café da manhã.
— O que quer comer, mademoiselle Swan? — perguntou forçando um sotaque francês.
Bella riu, mas entrou no jogo, fazendo sua melhor cara de cliente refinada em um restaurante francês.
— Oh, o que monsieur me sugere?
— As especialidades da casa são deliciosas omeletes recheadas.
— Oui? — fingiu surpresa segurando o riso. — Conheço uma amiga que comeu por aqui que disse que as omeletes desse estabelecimento parecem mais ovos mexidos.
— Oh, mas quem disse uma blasfêmia? — disse com falsa fúria, mantendo o sotaque francês. — Omeletes, mademoiselle. Omeletes.
Bella gargalhou.
— Seu bobão. Eram ovos mexidos. — disse firme.
— Quer saber? Vou recuperar meu orgulho ferido. — deu as costas a dela, caminhando para a geladeira.
— O que você vai fazer? — perguntou rindo.
— Eu vou fazer a melhor omelete da sua vida, é isso.
— Cullen-
— Não diga nada, estou no meio do processo de criação.
— Você está apenas pegando ovos na geladeira.
— Como eu disse, processo de criação.
Edward colocou os ovos na pia e pegou outros ingredientes na geladeira, colocou ao lado e foi pegar uma tigela e o fuê para bater os ovos.
— Processo de criação dos ovos é uma galinha colocá-los, não você pegá-los na geladeira. Agora pare com isso e me faça algo diferente, talvez ovos Benedict?
— Não, omeletes! — disse firme.
Bella gargalhou. Tentou fazer com que ele parasse, mas sempre que começava a falar, Edward começava a assobiar e isso a fazia gargalhar. E gostava disso; ele continuava o mesmo marrento que gostava de lhe provocar e de provar que estava certo, o sexo não o tinha feito mais suave – algo que ela apreciava porque adorava provocá-lo e receber suas provocações, mesmo as que não envolviam cunho sexual.
Ele pegou a tábua de plástico para cortar as coisas, colocou sobre a ilha da cozinha e então uma grande faca profissional. Ele cortou tudo que precisava rapidamente e sempre lhe lançando olhares arrogantes, o que a fazia rir ainda mais. Depois colocou tudo na bacia e bateu rapidamente com os ovos.
Enquanto isso, Bella arrumou a mesa para os dois e fez suco de laranja natural.
— Como está saindo sua omelete, chefe? — perguntou com humor, após terminar de arrumar a mesa e sentar novamente.
— Shhh. Guarde sua negatividade pra você, por favor.
— Você é tão exagerado.
— É do orgulho de um homem que estamos falando aqui, bebê.
— Você é pior do que a porra de uma garota, Cullen! — disse entre risos.
— Bem... — ele virou a cabeça, olhando para trás sobre o próprio ombro com um sorriso malicioso. — Não era isso que você dizia ontem à noite e hoje de manhã.
— Usando o sexo contra mim, Cullen? Que grosseiro.
Edward riu, voltando sua atenção a panela sobre o fogão.
— Você também não reclamou da minha grossura, bebê.
Bella gargalhou.
— Vai se foder, Cullen.
— Você dizia a mesma coisa ontem e hoje de manhã, mas com a parte da foda direcionada a outra pessoa, lembra? — Edward lhe provocou, fazendo-a rir ainda mais.
— Estúpido.
— Voilà! Perfeição em forma de omelete! — Edward gritou. — É disso que estamos falando, bebê!
— O que foi?
Segurando a frigideira pelo cabo, Edward foi até ela na mesa e colocou com a espátula, cuidadosamente, a omelete em seu prato.
Confessaria somente a si mesma que estava melhor do que a omelete do primeiro dia, bonita e cheinha com os pequenos cubos do recheio saindo pela camada amarela fofinha e brilhante do ovo, estava cheirando maravilhosamente bem e parecia apetitosa, Bella estava morrendo de fome e queria comê-la logo, mas não podia deixar de provocá-lo.
— Isso, definitivamente, não é ovo mexido, mas também não é omelete, vai, está aberta demais.
— Oh, por favor, pare de ser tão cruel! — ele lhe deu as costas, para colocar a panela na pia.
— Ok, ok, eu estou brincando — Bella riu. — Eu só gosto de te dar um tempo ruim e te provocar, mas estou brincando dessa vez.
— Não quero falar com você agora, estou cansado de você ferir minhas habilidades culinárias. — Edward bufou.
Bella riu e se levantou, caminhando até ele. Nem tinha visto que ele já tinha feito outra omelete, uma pra si mesmo, até que a viu sobre um prato sobre uma das bocas vazias do fogão. Ele tinha sido fofo suficiente para deixar a mais quentinha para ela, por que não podia ser agradável por alguns segundos, mesmo que fosse engolindo o próprio instinto?
Caminhou ele e passou os braços ao redor de sua cintura, apertou o abraço e deitou a bochecha em suas costas nuas.
— Eu estou brincando. Devo confessar que suas habilidades culinárias sempre me surpreendem, mas são surpresas boas. Você é espantosamente... Um bom cozinheiro, Cullen. Mas não fique arrogante e cheio de merda sobre isso. — disse rindo.
Edward segurou seus braços e os tirou de sua cintura; ela pensou que seria apenas para ir para longe, continuando com a birra, mas ele apenas se virou em seus braços e ficou de frente para ela, com um grande sorriso, um maldito sorriso arrogante – sabia que estava criando um monstro, mas pareceu valer a pena o risco por aquele sorriso.
— Então você assume que é uma omelete?
— Sim, Cullen, agora isso é uma omelete. — Bella disse o mais séria possível, mas parecia mais controlar o riso.
— Agora?
— Não força, vai.
Edward riu, segurou seu rosto e lhe beijou. Era tão bom beijá-lo, mas estava com tanta fome que tentou encerrar o beijo, empurrou-o suavemente pelo peito, mas ele não soltava sua boca e quando tentou virar a cabeça, ele começou a beijar seu rosto repetidamente, fazendo cócegas com sua barba sem fazer e sua baba, os dois riram até que a fome venceu.
Tomaram o café da manhã entre as brincadeiras e comentários sobre a culinária. E Bella pode não ter elogiado, mas a omelete estava tão deliciosa quanto cheirava e aparentava.
— Quem decide o que vamos fazer hoje? — Bella perguntou e depois bebeu seu suco.
Ele mastigava, então apontou para si mesmo com o garfo.
— Por quê? Ontem você escolheu!
Edward deu ombros.
— Engole isso logo e fala comigo.
— Mmm. — engoliu, passou a língua nos dentes e bebeu suco. — Pare de ser resmungona, quero apenas fazer algo diferente, é sexta, vai. Prometo que você vai gostar.
— Envolve você nu? — ergueu uma sobrancelha, maliciosa.
Edward riu.
— Talvez, isso te ajudaria a aceitar?
— Com certeza.
— Então eu posso tirar a roupa.
— E sabe o que ajudaria também? — se inclinou para frente e sussurrou como se fosse um segredo: — Sexo.
— Eu posso colocar no pacote, então estamos combinados?
— Tá, mas você prepara o almoço e o jantar. — sorriu.
— Feito. Agora elogie minha comida, mulher. — ele mandou e levou uma garfada de omeletes a boca. Bella gargalhou jogando a cabeça para trás.
...
Os dois dividiram as tarefas da manhã para ficarem livres o resto do dia. Bella arrumou o quarto, enquanto Edward preparou o almoço – rosbife com purê. E os momentos em que se juntavam, eram para trocarem carícias e beijos entre típicas provocações. No meio da tarde, Edward deixou a comida pronta no forno e os dois foram de carro até o mercado na cidade.
Bella adorou o passeio, nunca tinha feito nada tão... Caseiro com ele. Como seria Edward quem cozinharia, ela foi empurrando o carrinho e ele ao seu lado, pegando os alimentos, bebidas e besteiras. Ainda tinham mais dois dias e meio na casa, por isso não exageraram. Dentro do mercado, foram parados por uma simpática senhora da região que os cumprimentou e começou a falar sobre a praia deles, o quanto tinham sorte de ficarem em um lugar tão distante, mas que deviam ter cuidado porque uma tempestade chegaria no sábado; Edward franziu o cenho tentando descobrir se era uma tempestade no sentido real da palavra ou uma metáfora, mas então ela disse que ao menos a chuva dava um clima de romance as coisas, ele sorriu aliviado. Ela se despediu dos dois, batendo na bochecha de Edward dizendo que ele era um rapazinho lindo e que tinha sorte de tê-la ao seu lado, eram um casal lindo e teriam filhos lindos. Bella corou forte, mas Edward sorriu e disse rindo: e não é?
A senhora riu e foi embora. Bella não disse nada. Eles deram uma última volta para ter certeza que tinham pegado tudo e Edward se lembrou de outra coisa, se era a última noite sem chuva deles, faria algo mais especial. Pegou um pacote de marshmallows e até toras de lenha. Sem dizer a ela o que fariam com aquilo.
Depois de pagar tudo, voltaram para casa e arrumaram as coisas. Subiram juntos para o quarto, um banho (e alguns amassos no chuveiro, como a vida era boa) depois, desceram para o almoço.
O rosbife estava divino, assim como o acompanhamento. E de sobremesa, uma torta holandesa que tinham comprado pronta no mercado.
Adoravam o ritmo preguiçoso que a vida tinha naqueles dias, sem trabalho ou nada mais importante do que eles mesmo. Depois da refeição, eles descansaram o estômago vendo um filme na televisão, então subiram para o quarto e dormiram abraçados. Edward adorava também que ela agora deixava dormir em sua cama, era uma das melhores coisas da semana. Se o sexo era bom, ele não teria problema em trocar tudo pelos momentos apenas abraçado a ela; em que Bella dormia lhe agarrando, respirando em seu pescoço e deixando-o respirar o cheiro doce de morango de seu cabelo.
Horas depois, Bella acordou sozinha, letárgica e confusa. Bocejou, coçou os olhos e sentou na cama. Passou a mão no cabelo, procurando Edward ao redor. Saiu da cama e foi procurá-lo pela casa. Já estava indo para a cozinha, quando ele entrou na casa pela porta lateral.
— Você acordou bebê. — disse sorrindo e foi em sua direção. Segurou seu rosto entre as mãos e beijou seus lábios, suavemente. — Você fica tão adorável descabelada e com o rosto amassado.
— Isso foi um elogio?
— Completamente. — sorriu novamente, outro beijo.
— Mmm. — lambeu os lábios. — Onde você estava?
— Preparando nossa noite.
— E o que vamos fazer?
— Surpresa.
— Que seja, estou com fome. — fez beicinho.
— Quer que eu te prepare algo para jantar?
— Que tal jantarmos um sanduíche com as sobras do almoço?
— Meu tipo de mulher. — outro beijo.
...
Bella esperava sentada na sala, impacientemente. Eram as regras de Edward: esperar na sala sem espiar. Foi o que ele disse há, no mínimo, cinco minutos antes de sair da casa.
Após o jantar improvisado com chá gelado, eles subiram para tomar outro banho rápido, ele não deixou que lavasse o cabelo e Edward escolheu sua roupa. Um vestido azul marinho de frente unica com uma calcinha de renda azul bebê; mas não antes de ver sua calcinha vermelha e gracejar: que sexy, vou querer uma dancinha particular com essa belezinha. Bella riu corando. Antes de vesti-la, ele a deixou de calcinha no quarto e saiu, voltando minutos depois com um frasco de repelente. Passou o repelente em seu corpo, ele não era oleoso ou cremoso demais, rapidamente se espalhou e aderiu a sua pele; e era tão boa a massagem bônus que veio com isso. Então a vestiu, deixando que ela penteasse o cabelo, mas sem passar maquiagem. Edward foi ao próprio quarto, passou o repelente também, vestindo uma bermuda cáqui e uma blusa de botões. Deixou-a na sala, então desceram para a sala.
E lá estava ela, esperando, esperando, esperando. E o pior, e que no meio daquela espera, não escutava nada. E não dizia simplesmente sobre Edward, dizia sobre certa Gueixa e certa Cética. Nada, nenhuma palavra ou sussurro. Bella esperava Edward, confiando no que ele podia estar aprontando, não insegura ou com medo, apenas curiosa, e não tinha nenhum palpite das suas atormentadoras profissionais e histéricas.
Quando Edward voltou, ela se levantou impaciente.
— Finalmente, hein.
— Não seja reclamona, vamos?
— O que você está aprontando? Onde estamos indo? O que vamos fazer?
— Paciência, gafanhoto. Tudo ao seu tempo.
Bella riu.
— Está bem. Agora para a minha surpresa, você precisa vim no meu colo e com os olhos fechados. — Edward disse.
— Por quê?
— Você tem a necessidade de discutir cada mísero detalhe do que eu faço ou falo né?
— Sim, torna minha vida mais divertida.
— E a minha mais difícil. Inferno, se eu não gostasse tanto. — bufou, então riu revirando os olhos. — E então, vamos? Tenha um pouco de fé em mim, você vai gostar.
— Tudo bem, tudo bem, vamos.
Notas finais
Queria agradecer a todas que estiveram comigo em 2012, seja aqui na LMTYT ou em outra fic, sendo tão fofas e aceitando minhas fics mais ou menos, obrigada! E que continuem em 2013, claro.
Que o ano que vem seja espetacular para todos nós, cheio de conquistas e realizações. A Gueixa deseja a todas muito dinheiro, que encontrem homens como Edward Cullen ou versões femininas do Edward Cullen, pra quem preferir, toda forma de amor é aceita, muito sexo com responsabilidade, amor e felicidade. A nossa séria Cética deseja a todos muita saúde, amor, realizações profissionais e pessoais, também dinheiro (pq nunca é demais né KKK). Mas no geral, que 2013 humilhe 2012.
Feliz ano novo para todas! Até o ano que vem! s222
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P.S: Postei uma short fic de natal, são bem vindos a dar uma passada por lá. fanfiction.com.br/historia/307818/Christmas_With_You/
P.S²: Queria agradecer especialmente a Isabelle m. Meu anjo, muito obrigada por sua linda recomendação, obrigada! ♥3
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