Notas iniciais
oooooi gatitas, capítulo novo *-* (quem tá feliz comenta, we! KKKK)
É o final da quinta-feira tão amada por vocês e está.. Quente.
A Bella tanto pediu e foi presenteada com uma versão mais selvagem e dominante de Edward Cullen. Bem dominante. Vou dedicar a todas as pervas de plantão; vc que é perva e já se sentiu afetada por alguma cena minha, prepare-se pq esse capítulo pode causar efeitos liguem ventiladores e prepare uma troca de calcinha KKKKKKKKKK
Espero que gostem e aproveitem um capítulo recheado de Edward quente-como-o-inferno Cullen!
P.S: Quem não gosta e lê a fic pulando essas cenas; sinto muito, mas o capítulo é basicamente isso, como tinha dito antes, então pule apenas para o final e diverta-se com mais um momento 'awn'.

(Pt2.)


Edward entrou na casa a carregando no colo novamente, por causa do salto e da areia. O que era apenas uma desculpa para tê-la em seus braços, adorava aquilo. Colocou-a no chão lentamente, com os corpos próximos e não a deixou ir, segurou seu rosto entre as mãos e lhe beijou.

Uma noite inteira com pouco menos de alguns rápidos beijos e carícias superficiais estavam lhe enlouquecendo. E com a vontade que ela retribuiu seu beijo, era óbvio que se sentia da mesma maneira.

Desceu as mãos lentamente pelas costas dela, pronto para pegá-la em seu colo e lhe levar para o quarto, mas ela interrompeu o beijo.

Bella estava decida a terminar aquele dia de "fazer as coisas diferentes" de maneira espetacular – para os dois. Fazer com que ele nunca esquecesse aquele dia, porque ela nunca esqueceria aquele dia.

E então deixou que a Gueixa, a mais apropriada para aquele tipo de momento, lhe dominasse.

Desceu a boca para o pescoço dele, beijando e adorando sentir sua pele em seus lábios. Era incrível como a barba dele crescia rápido, apesar de não estar grande, naquele momento ela podia sentir a leve sensação áspera contra sua boca. Os relevos das veias, o tão exótico e estranhamente excitante pomo de adão, que ela finalmente conseguiu passar a língua e sentiu se movimentar quando Edward engoliu seco.

— Está pronto para me dar o seu pior, Cullen? — ela praticamente ronronou.

Edward gemeu. Oh foda-se. Ela apenas beijava e lambia seu pescoço, mas era como se conseguisse lamber em cima do nervo que ligava seu pescoço ao seu pênis – quer dizer, havia essa ligação? – mas sentia cada movimento de sua língua abaixo, imaginando-a lhe lamber e chupar, o endurecendo. A mão dela era ágil abrindo os botões de sua blusa, enquanto descia beijo a cada centímetro de pele exposta. Então ela parou e ergueu a cabeça.

— Então conte até dez e venha me buscar. — Bella sussurrou, beijou-o ligeiramente; ou melhor, bateu a boca contra a sua e correu para a escada.

Ele ficou parado ali na sala, enquanto ela subia risonha para o quarto. Nem sabia para que quarto ela estivesse indo, mas contou mentalmente até dez.

Toda essa provocação e expectativa estavam lhe levando a loucura, mas não era como se fosse reclamar, porra estava adorando aquele momento.

Subiu as escadas de dois em dois degraus – ansioso? Que nada. E passou primeiro pelo próprio quarto, mas estava vazio, então foi para o quarto dela, que a porta estava entreaberta.

Bella estava em pé e agora descalça, então entendeu que aqueles segundos foram para que tirasse o salto. Ela o encarava de uma maneira diferente; meio divertida, meio maliciosa e devassa.

Ela foi erguendo a barra do vestido, enquanto dançava agitando o quadril suavemente. Edward lambeu os lábios com a imagem de suas coxas nuas sendo expostas suavemente, então ela subiu mais até que mostrasse sua calcinha e virou-se de costas. A calcinha de renda preta era realmente pequena, mostrava as bochechas de seu bumbum completamente.

— E então... — ela disse olhando por cima do próprio ombro. — Vai me dar minhas tão comentadas e esperadas palmas ou não?

— Porra Bella, você está me provocando. — agitou a cabeça rindo.

Ela soltou o vestido, deixando que ele voltasse a lhe cobrir e se virou para ele novamente.

— Então pare de ser mole e aceite minha provocação, eu quero você, Cullen.

Edward puxou a própria blusa de dentro das calças e começou abrir os botões.

— Então você me quer bebê? Você tem certeza?

— Sim, e como eu disse, quero o seu pior. Sem se conter ou me tratar como se eu fosse quebrar, quero tudo.

Agora com a blusa aberta, Edward tirou os sapatos rapidamente com a ajuda dos pés e depois as meias. Aproximou-se dela descalço, terminou de tirar a blusa e jogou-a para trás.

— Então terá o meu pior. Tomarei tudo que eu quiser Swan. É isso que você quer? Ser minha puta de luxo hoje?

Bella assentiu, sorrindo vitoriosa e arfante.

Edward agarrou um punhado de seu cabelo, fazendo-a gemer e puxou sua cabeça mais para perto, aproximando seus rostos.

— É isso que você quer? Que eu lhe foda duro, sem contenção, até que você implore para gozar e me sinta amanhã? Porque é o que eu vou fazer, bebê. Vou deslizar meu pau dentro da sua boca e então fodê-la até que esteja com lábios vermelhos e inchados, então vou derramar minha semente e não vou sair de sua boca até que engula cada gota do meu prazer. Então vou te jogar na cama e vou chupar você, te foder com os meus dedos até que você implore para que eu lhe deixe gozar, e você vai fazê-lo, vai gozar duro. Seus joelhos estarão tremendo, mas eu não te soltar; vou te colocar de quatro nessa cama e deslizar para dentro de você, fodê-la duro, esticar e preencher cada centímetro da sua boceta apertada, puxando seu cabelo e batendo em seu traseiro, vendo a marca da minha mão em sua pele, enquanto sua boceta engole meu pênis, vou foder até que goze e caia mole nessa cama, não vou parar até estar satisfeito, não vou parar até conseguir todo o meu prazer, então decida se quer ou não o que posso lhe oferecer. Será minha essa noite, para fazer o que quiser?

Bella ofegou. Como devia dizer algo se seu cérebro tinha virado uma massa mole e derretida com suas palavras? Porra. Podia sentir a umidade se acumular entre suas pernas e parar em sua calcinha, enquanto pulsava e se contraia de desejo, necessidade. Mas que diabos, teria que gritar "foda-me" para ele fazer?

Sua. — arfou. — Sua.

Edward abriu um sorriso tão malicioso e satisfeito que se não estivesse com a calcinha molhada, teria molhado naquele momento. E se não estivesse de calcinha, estaria escorrendo por suas coxas.

Sem delicadeza ou pedido de permissão, ele cobriu sua boca com a dele e afundou a língua nela.

Sem piedade, seu beijo foi devastador e voraz, cheio de fome e luxúria. A mão dele segurava um punhado de seu cabelo com tanta firmeza que chegava a doer um pouco, principalmente se ela tentasse mexer a cabeça, mas ela não reclamava, era uma dor tão excitante que a apreciava. Ainda mais quando a dor vinha mesclada ao prazer e sensação de seu beijo. E que beijo! Era de longe o melhor dele, tão dominador, que a Bella só coube movimentar a boca no ritmo dele e deixar que a levasse aonde quisesse. Tomasse o quanto quisesse.

Não tinha mentido, ele podia tomar o quanto quisesse porque naquela noite era completamente dele. E não apenas naquela noite, ela sabia.

Edward soltou seus cabelos, mas não seus lábios. Enquanto ela o agarrava pelos cabelos, ele desceu as mãos por suas costas. Seus dedos examinavam como abriria aquele maldito vestido. Era sem alças e podia abaixá-lo, mas ela queria o pior e ele podia ser bem teatral, então feria algo mais rude e selvagem. Pode sentir os botões sob seus dedos; ótimo.

Deu um puxão forte no topo, uma mão para cada lado, estourando os botões e rasgando o vestido. Abriu até o final em sua cintura onde os botões terminavam, Bella gemeu.

— Ei — separou suas bocas, ofegante. — Eu gostava desse vestido.

— E eu gosto de você nua, bebê Se quiser eu te dou outros três para compensar. E lembre-se, você pediu o meu pior. E o meu pior é selvagem, adora rasgar roupas.

Bella riu e voltou a beijá-lo. Pensou que ele abaixaria o resto do vestido, mas ele não fez. Edward continuou lhe beijando, mas empurrando-a para trás com o corpo até que ela sentiu a madeira da cama tocar a parte traseira de seu joelho. Ele mordeu duro seu lábio inferior, fazendo-a gemer, lambeu e quebrou o beijou, olhando-a nos olhos.

Seus olhos verdes estavam escuros da excitação, pareciam queimá-la, havia a selvageria do desejo nele. Porra, ela mal podia esperar pelo que aquele lado selvagem faria – agora que estava solto e faminto.

Edward segurou suas coxas e puxou lhe surpreendendo para que caísse de bunda na cama. Ofegou, sorriu maliciosa. Ele se inclinou sobre seu corpo e agarrou seu vestido, então puxou com violência.

Bella quase foi puxada junto, mas ergueu o corpo para ajudá-lo tirar e foi para trás apenas de calcinha, a tão molhada calcinha. Flexionou os joelhos, colocando as solas do pé no colchão.

— Viu? Você fica bem melhor nua. — ele disse observando seu corpo.

Edward se inclinou sobre seu corpo e segurou a lateral de sua calcinha, uma renda fina e delicada que não lhe deu trabalho algum para rasgar com um puxão. Então puxou o pedaço de tecido, agora imprestável, por sua perna.

Bella começou a ficar envergonhada com a situação de sua calcinha, tão melada com a sua excitação.

E Edward deve ter percebido isso em sua expressão, pois disse como se lesse sua mente:

— Não ouse sentir vergonha disso, bebê. Isso... — ergueu o tecido ao nariz e inspirou profundamente. — Eu amo isso. Amo como você e seu corpo respondem a mim, ao meu toque, a expectativa do que pretendo fazer com você. É meu e pra mim, e eu amo isso.

Bella sorriu lentamente.

Edward apoiou um joelho na cama, ficando entre as pernas dela, se inclinou sobre ela. Beijou a parte interna da coxa dela. Desceu beijos até alcançar seu monte de Vênus perfeitamente depilado e suave ao seu toque, o beijou. E Bella gemeu.

— Amo que você responda, não apenas com as coisas que você não pode controlar como ficar tão quente e molhada, mas também com o que pode como esses seus gemidos que me fazem louco.

Subiu beijos por sua barriga, inclinando-se sobre ela, beijou entre seus seios e seus seios, ficou com o rosto a altura do dela.

— Amo que você poderia estar em qualquer lugar do mundo, mas está aqui comigo. Pronta pra mim.

Bella lambeu os lábios e respirou. O cara não era apenas molhador de calcinha, era um derretedor de coração profissional.

— Estou meloso demais, não é? Isso não é algo que o meu lado selvagem falaria, mas não posso me conter, você desperta o melhor e o pior de mim.

— Bom pra você que eu gosto das duas partes.

— Realmente bom. — e a beijou.

Enquanto era beijada, Bella sentiu a mão impertinente de Edward entre suas pernas. Rapidamente afastou os lábios e tocou seu clitóris inchado, fazendo-a gemer em sua boca. Fez círculos sobre o pequeno pedaço de carne hipersensível, círculos apertados e rápidos, Bella se arqueou contra ele, choramingando em sua boca por mais.

Edward libertou sua boca e desceu para seu pescoço, beijou e desceu lambendo até alcançar seu seio. Lambeu, então sugou com vontade mordendo o mamilo. Bella gemeu alto, mais frustrada quando ele parou de masturbá-la, mas então empurrou o volume sob suas calças no sexo dela.

E enquanto mamava famintamente em seu seio, Edward movimentava seu quadril, montando-a com força, sem se importar com o tecido que lhe separavam. Bella podia sentir o orgasmo se formar em seu baixo ventre e agarrou-se aquela sensação como pode. Abraçou-o com as pernas e os braços, cruzando os tornozelos em cintura e fincando as unhas em sua pele, adorando a fricção e seu clitóris sendo estimulado naquela transa-quase-seca.

Culleeeeen. — gemeu arrastadamente. — Por favor, eu preciso...

Edward sorriu em seu seio, soltou o mamilo e subiu, chupando bem acima e sabia que ele teria uma marca no dia seguinte. Subiu mais um pouco, lambendo até seu pescoço e chupou acima do osso de sua clavícula, então seu pescoço e voltou a olhá-la nos olhos.

— Ainda não. Você não vai gozar ainda, apenas quando eu quiser. Essa besta selvagem é egoísta.

E dito isso, se levantou. Bella ofegou frustrada e confusa.

Edward parecia satisfeito com isso. Em pé, abriu o cinto e depois o zíper de suas calças.

— De joelhos na cama, bebê. Quero sua linda boca em mim.

Bella se movimentou na cama rápida, mas meio desajeitada, e se ajoelhou perto da borda, se sentando sobre os próprios calcanhares para que ficasse a altura certa, ajeitou o cabelo – colocando para trás, mas ele voltou a cair em camadas para o lado – e esperou lambendo os lábios.

Edward abriu as calças e se livrou delas rapidamente, ficando apenas de boxer. Uma boxer cinza e que parecia apertada tentando controlar a ereção de Edward, também tinha a pequena mancha molhada do pré-sêmen que ele liberava.

— Você, tire-o para fora.

Bella assentiu, mordendo o lábio inferior, e agarrou a lateral de sua cueca. Porra, ela estava amando aquele momento e todo o tom dominante de Edward Cullen versão selvagem. Normalmente, a voz sexy dele era quente e doce como chocolate quente – e ela amava chocolate quente –, mas aquela era algo a mais, era quente, só que mais áspera, profunda e rouca, lhe lembrava de uísque – e ela que não bebia uísque estava pronta para pedir muitas doses daquilo, queria se embriagar com aquele uísque. Se embriagar de Edward Cullen.

Quando puxou a cueca para baixo, o pênis dele saltou para fora e quase acertou seu rosto. Edward sorriu. Estava inchado, duro, com as veias pulsantes saltando em toda sua extensão, assim como suas bolas estavam cheias e pesadas.

Edward agarrou seu cabelo novamente.

— Lamba-o. — mandou.

Com prazer, ela pensou ao sorrir.

Bella passou a língua lentamente sobre a grande cabeça, capturando a gota de pré-sêmen e espalhando ao redor. Erguendo seu eixo, desceu a língua e apreciou as diferentes sensações dos relevos. Apreciando também os ruídos de Edward. Apenas lambeu tudo e voltou à cabeça.

— Espere. — ele disse, apenas para se afastar um pouco e se livrar de vez da cueca. Quando ficou se ergueu novamente e se aproximou, segurou um novo punhado de seu cabelo. — Você é minha para fazer o que quiser, lembra? Quero sua boca, sua linda boca. Tome-o profundamente.

Bella certificou-se de encher bem a boca de saliva, lambeu novamente ao redor da cabeça e então tomou profundamente.

Ela o arrastou para fora de sua boca, mantendo a sucção, então desceu a cabeça e o levou até o fundo de sua garganta. E chupou-o.

Ohhh sim, caralho, isso bebê. Oh foda-se... Uh. Use seus dentes de leve, bebê... Porra, isso! Sua boca... Quente como o inferno e doce como o paraíso. — gemeu arfante. — Apenas chupe agora isso, foda-me.

Ela ergueu os olhos, enquanto sua boca e mão masturbando a base fazia o trabalho, e gostou do que viu. Edward segurava seu cabelo, estava com a cabeça para trás, olhos fechados e rosto para o teto, gemendo e arfando de prazer a cada movimento, então baixou os olhos e ao encontrar os dela, sorriu.

— Segure-se em minhas coxas, bebê. Isso, as mãos na lateral. — quando ela segurou na lateral, quase em seu traseiro, Edward empurrou o quadril contra seu rosto e acomodou a cabeça de seu pênis bem em sua garganta, fazendo-a se engasgar e lutar contra a ânsia. — Olhe para mim, bebê. Abra sua boca, relaxe sua mandíbula e engula tudo. Sua boca é minha hoje e faço o que quiser, e eu quero fodê-la. Apenas sinta, respire pelo nariz e mantenha seus dentes fora, apenas sua boca.

Bella deu um leve aceno e Edward puxou o quadril para trás, então voltou a empurrar na boca dela. Então fez do boquete uma foda, exatamente como faria em sua vagina.

E depois a segurando pelo cabelo, puxou a cabeça dela para trás e empurrou em sua direção até o final, sem cuidado ou piedade, apenas para que chupasse e engolisse até a base, até que seu nariz roçasse seus pelos pubianos e suas bolas batesse em seu queixo, a puxava para trás e para frente novamente.

No começo foi desconfortável para ela, mas escutá-lo rosnar e gemer em apreciação tornava melhor, junto à sensação de ceder o controle e ser totalmente dele, era tão excitante quanto chupá-lo no próprio ritmo. E ainda mais quando a mão livre dele alcançou seu mamilo e começou a provocá-lo, girando entre os dedos e beliscando duro.

— Use uma mão em minhas bolas, bebê. Isso. Um pouco mais forte... Ohh, porra, isso, caralho... Desce um pouco a mão, bem... — pegou no ponto sensível da costura, Edward gemeu e empurrou a cabeça dela até o final, mantendo seu pênis em sua garganta. — Isso, porra, isso.

Ele puxou sua cabeça para trás pelos cabelos até que sua ereção estava fora de sua boca, conectado a sua língua apenas por um fio de saliva que se esticou entre eles, mas logo quebrou.

— Lamba minhas bolas, bebê, coloque-as em sua boca.

Manteve o controle de sua cabeça pelos cabelos, mas com a mão livre Edward ergueu seu eixo e deu acesso completo a suas bolas. Ela passou a língua, sentindo a sensação mais enrugada em sua língua, mas elas estavam tão cheias que deixava a pele mais esticada. Bella lambeu lentamente, lambeu-as completamente e deixou alguma saliva sobre elas, então as colocou em sua boca girando a língua ao redor.

— Isso, bem assim bebê, faça isso lento e... Oh, porra! — enquanto ela sugava suas bolas, Edward masturbou seu eixo para cima. — Volte para meu pau, estou perto e quero gozar em sua boca.

E ela assim o fez; voltou a se segurar na lateral de suas coxas e colocou-o completamente em sua boca até a base.

Edward fez o ritmo pelos seus cabelos, ainda puxando e empurrando sua cabeça, mas também movimentando o quadril; deslizando quase para fora de sua boca, então empurrando até bater a cabeça em sua garganta. Estava tão perto, que apertou a mão em punho no cabelo dela.

— Estou perto, bebê... Tão... Isso, porra bebê, ohhhh.

Edward soltou o que parecia um rugido, ou rosnado, do fundo de sua garganta ao gozar duro, gemendo e ofegando.

Quando o primeiro jato atingiu o fundo de sua garganta, Bella teve que respirar fundo pelo nariz e se esforçar para engolir, porque ele não recuou enquanto gozava. Mas quando conseguiu, o resto foi mais fácil. Ele puxou-se um pouco para fora, tornando mais fácil e gozando em sua língua, Bella engoliu tudo, cada gota de seu prazer exatamente como ele tinha dito que ela faria.

Ele saiu da sua boca, mas manteve a mão firme em seu cabelo. Masturbou seu pênis três vezes, se certificando de que tinha ido até o fim, então mandou que ela lambesse, e Bella o fez. Sentiu-o menos rijo e mais suave agora, lambeu sua cabeça e limpou-a completamente.

— Você foi perfeita. — Edward disse erguendo sua cabeça para ele. Passou os dedos suavemente por sua boca. — Está com os lábios avermelhados e meio inchados, exatamente como eu disse que estaria, com meu gosto em sua boca e molhada para mim, certo? Tão linda.

Edward puxou seu cabelo, fazendo-a se erguer de seus calcanhares e ficar de joelho, então a beijou tão duro quanto fodeu sua boca.

— Não acho que tive o suficiente de você, bebê. Você quer mais? — sussurrou em sua boca.

— S-sim. — Bella gemeu.

— O que você precisa bebê?

Bela hesitou, gemendo.

— Diga bebê. Ou terminamos aqui.

— Não, por favor, Cullen. — choramingou. — Gozar. Por favor, faça-me gozar para você.

— Você está molhada e querendo muito, gozar? — ela assentiu. — Deixe-me ver. Coloque a mão entre suas pernas, se toque e me mostre o quanto precisa gozar.

Bella o obedeceu; passou os dedos lentamente por seu sexo, se surpreendendo com o quanto estava molhada e sensível, não teve controle sobre o próprio gemido ao simplesmente afagar seu clitóris, então ergueu a mão. Os dedos brilhando com sua nata. Separou os dedos e fios finos se formaram entre seus dedos, juntou-os novamente e Edward sorriu.

Ele abocanhou seus dedos. Raspando o dente e a língua, ele chupou-os até limpá-los, acabou mordendo a ponta de seu dedo e soltou.

— Deite-se e separe suas pernas, bebê. Deixe-me ver o que é meu para fazer o que quiser então ter seu gosto. — disse ao soltar seu cabelo.

Bella ofegou, mas arrastou seu traseiro um pouco para trás e então deitou, separando as pernas e flexionando os joelhos como fez antes, com as solas dos pés no colchão.

Edward sorriu como um predador ao vê-la completa e abertamente, tão vulnerável. Excitada. Sua. Sua carne avermelhada estava inchada e tão molhada que escorria para seu traseiro. Seu clitóris estava da mesma maneira, tão inchado e pulsando que não parecia necessitar muito trabalho para fazê-la gozar.

Ela tinha o cuidado tão bem, seria mais que seu prazer cuidar dela. Ia aproveitar de cada segundo, assim como ela.

Ajoelhou-se na cama e se arrastou para perto dela. Inclinando sobre ela, beijou suas coxas novamente e desceu lambendo. Sua pele era tão suave e macia em sua língua, chegou à sua virilha e então seu sexo. Lambeu longa e lentamente, saboreando quando o sabor de Bella explodiu em sua boca – era suave, com um leve gosto que parecia salgado, mas para ele parecia doce, o mais doce manjar.

Mas não pareceu suficiente, nunca seria suficiente. Inferno, era tão delicioso e viciante quanto qualquer droga; poderia viver e se deliciar entre suas coxas por horas, se alimentando de seu doce prazer e respirando seu limpo cheiro feminino. Tudo inundava seu sentido e o levava novamente a ereção, o que supostamente não devia acontecer tão rápido dado à força de seu último orgasmo. Mas não seria ele a reclamar.

Lambeu toda sua carne sensível até alcançar sua entrada, circulou com a língua rapidamente, fazendo-a gemer, então a penetrou com a língua. Sentindo os músculos dela se contraírem e ouvindo seu gemido. Definitivamente podia viver para aquelas momentos.

— Ohh, C-Culleeenn... — gemeu agoniada, tentando arquear-se contra ele e ter mais.

Edward segurou firme em suas coxas para que não escapasse e ele continuasse com sua diversão torturante. E deliciosa.

Parou de lhe penetrar com a língua, então a arrastou de volta para cima, lambendo todo o caminho até seu clitóris. Fez círculos firmes ao redor do broto duro, inchado e pulsante que o clitóris tinha se tornado em meio a sua excitação.

— Oh, Cullen, por favor, por favor. — Bella choramingou ofegante.

— O que você precisa bebê? — perguntou divertido e bateu a língua rapidamente sobre seu clitóris.

— Oh! — ela se arqueou, mas voltou a deitar as costas na cama. O orgasmo que tinha começado a se formar antes e sido refreado voltou a se formar em seu baixo ventre e torturava seu corpo, choramingando pela libertação: — Sua boca em mim e me faça gozar, por favor.

— Assim, bebê? — passou a língua lentamente sobre o clitóris.

Bella choramingou.

— Maldito seja, Cullen, mais duro!

Edward riu.

— Assim? — Edward lambeu, capturou o broto em sua boca e sugou duro.

Simmm!!! — Bella gritou. — Ohh Cullen, sim, foda-me, isso!

Edward sugou voraz e duramente, como ela tinha pedido – ou mandando.

Bella se agarrava ao lençol enquanto parecia ser chicoteada para a borda, gemendo e se contorcendo. Então resolveu dar um uso melhor as mãos, lambeu as pontas dos dedos e molhou seus mamilos com a saliva, passando a brincar com eles enquanto era chupada. Rolando entre os dedos e beliscando, amassando e massageando seus seios sensíveis no caminho.

Ele ergueu os olhos e pareceu sorrir com o que ela fazia, era quente. Ele mordeu o clitóris mais duro, fazendo-a puxar seu mamilo com mais força, para ter a picada de dor nos dois lugares, e gritar seu nome (ou sobrenome, exatamente). Lambeu sobre o lugar da mordida e voltou a sugar, e deu um tapa duro na coxa dela.

Suas tão esperadas palmadas, Bella pensou. Foda-se, tinha doído, mas era algo que podia lidar. Uma dor afiada, mas quando mesclada ao prazer tornava algo excitante. Agora o lugar do tapa estava quente, parecia pinicar e arder, acalmada enquanto ele acariciava suavemente.

Bella tentava manter a respiração, mas às vezes a prendia no meio de seus gemidos, enquanto ele lhe chupava. Gritou quando Edward penetrou três dedos rapidamente e começou a lhe foder com eles. Santa merda, ele estava fazendo exatamente como disse que faria – mas na prática era tão melhor.

— Tão perto... — ofegou. — Cullen!

E isso era algo que Edward admirava. Mesmo abrindo mão do controle de seu corpo, se contorcendo e gemendo com a boceta em sua boca, Bella ainda o chamava de Cullen. Gemia e gritava Cullen, não Edward, mas Cullen. E ele também não reclamaria, já estava duro por isso. Era por ele que ela estava chamando, não importa se fosse nome ou sobrenome, era por ele que ela estava gemendo.

Quando sentiu que ela estava perto, parou. Com os dedos enterrados nela e lambendo os lábios, saboreando o gosto em sua boca.

— O que?! — ela abriu os olhos, frustrada. — Por favor, não pare.

— Diga o que você quer bebê. Peça e implore por isso. — mexeu os dedos dentro dela, acariciando as paredes internas de sua vagina.

Bella choramingou.

— Seu maldito bastardo, arrogante bastardo de merda. — Bella rosnou.

— Isso não vai te levar a lugar nenhum bebê. — ele riu. Passou a língua rapidamente sobre seu clitóris. — Diga.

— Por favor, Cullen, me deixe gozar.

— Como?

— Oh, por favor. — choramingou. — Me foda duro com seus dedos e chupe meu clitóris até que eu goze Cullen.

— Claro bebê, o prazer será meu. — sorriu arrogante e fez o que ela pediu.

Seus dedos iam fundo e duro rapidamente, enquanto sua boca chupava seu pulsante pico de carne hipersensível.

Bella segurou o máximo que pode, contraindo o estômago e sentindo-se ser esticada em todas as direções até sentir explodir em um orgasmo duro que agitou todo seu corpo; fazendo-a gritar e se arquear na cama, deixando-o lamber toda a nata de seu prazer.

A sensação durou o que pareceu vários minutos, mas ainda durou pouco. Ofegante, murmurando algumas maldições e palavrões, Bella caiu na cama novamente. Tentando juntar seus pedaços e seus pensamentos.

— Isso foi lindo, e delicioso. — Edward disse lambendo os lábios.

Bella abriu os olhos, sorrindo preguiçosamente.

— Uau. — suspirou.

Edward riu, enquanto se levantava.

— Eu sei como você está se sentindo. Mas não tive suficiente de você, bebê. Sei que nunca vou ter, mas pegarei o máximo hoje. Ter seu gosto e seus gemidos me deixou excitado novamente, terá que lidar com isso.

Ela assentiu, ainda retomando o fôlego para falar algo.

— De joelhos de novo, e me chupe até que eu fique completamente duro novamente. — mandou. — Porque agora eu quero foder você.

Bella nem hesitou, só que um pouco lenta, porque ainda tinha os joelhos trêmulos pós-orgasmo, fez o que ele mandou.

Ela enrolou a mão ao redor de seu eixo e massageou lentamente. Sentiu a diferença. Estava a meio mastro, podia endurecer mais, apesar de quente e inchado. Bella acariciou-o com uma lambida lenta, o sentindo mais suave em sua língua.

— Faça isso lento e doce, bebê. Quero sentir e aproveitar cada instante disso. — Edward disse acariciando seu cabelo.

Carinhosamente, ela o obedeceu, chupou lentamente fazendo aquilo suave e doce. Tirou-o de sua boca para lambê-lo, enquanto a mão o masturbava, e voltava a tomá-lo completamente em sua boca. Sentindo como ele endurecia um pouco mais a cada segundo sob seu toque.

Edward gemia e arfava, elogiando sua boca e soltando alguns palavrões entre isso. Com a mão em seus cabelos, mas apenas acariciando.

Demorou um pouco mais, mas ela chupou e lambeu, persuadindo a ficar completamente duro e ereto novamente em sua mão e boca.

— Não quero gozar na sua boca, quero gozar dentro de você. Fique sobre suas mãos e joelhos, bebê. — ele esperou que ela se ajeitasse. — Um pouco mais para trás... Isso, agora afaste um pouco as pernas.

Edward acariciou a bochecha de seu traseiro lentamente. Na posição em que ela estava, tinha uma visão perfeita e delirante. De quatro, pronta para recebê-lo. Ele segurava o pênis na mão, acariciando-o suavemente, já soltando o pré-sêmen, chorando para mergulhar no doce calor dela.

Bella olhava para trás por cima do próprio ombro, respirando com dificuldade na expectativa. Será que foderia seu traseiro? Um arrepio percorreu todo seu corpo, nunca tinha feito aquilo e não esperava fazer sem toda uma preparação antes, mas tinha que assumir que a ideia lhe excitou. Ou apenas foderia sua boceta até que ambos caíssem moles na cama, como tinha prometido? Não que tivesse algo contra isso, foda-se, iria amar cada momento. Mas a expectativa e dúvida estavam lhe queimando viva.

A mão dele acariciava a bochecha de seu traseiro lentamente. Ele se inclinou e beijou uma depois a outra, afagou, então sentou um duro tapa que ecoou o estalo pelo quarto. Bella gemeu.

— Não era o que tanto queria bebê? Suas palmadas? — perguntou divertido e malicioso, como um verdadeiro sádico. E outro tapa, que fez Bella quase saltar sobre os próprios joelhos. — Devo dizer que agora entendo o prazer disso, bebê, é lindo ver minha marca em você. Alguém já bateu em seu doce traseiro antes, bebê?

— N-não. — engoliu seco. Outro tapa, outro gemido.

— Mas você gosta. — disse. E não foi uma pergunta, ela percebeu.

— S-sim. Quando você faz, eu gosto.

— E só eu irei fazer, bebê, pode ter certeza. — um novo tapa.

E então ele lambeu o lugar do tapa. A pele quente e formigante, agora acariciada pela língua macia e molhada.

Oh Céus. — Bella gemeu, era quase demais para seus sentidos.

Edward apertou e massageou as bochechas de seu traseiro, então as afastou. Abrindo e revelando ao seu olhar a fenda enrugada e rosada de seu traseiro.

— E fodê-lo, bebê, alguém já fodeu seu traseiro antes?

— N-não. — e novamente um arrepio percorreu seu corpo. Edward viu quando o anel de músculos se contraiu e soltou, excitação.

— Mas a ideia te excita, não excita? Você conseguiu um dedo dentro do meu, mas aposto que pensou como seria ter os meus dedos em você, esticando esse anel apertado e depois meu pau, não é? Olha como você se contrai com minhas palavras, está imaginando como seria? — ainda segundo as bochechas separadas, ele passou o dedão sobre a fenda. — Eu sou maior e mais grosso que alguns dedos, e você deve ser malditamente apertada, não seria fácil. Provavelmente iria doer, mas também te daria um prazer indescritível, aquele prazer com gosto e ar de proibido, você gostaria disso, bebê?

— Inferno, sim, faça Cullen, apenas foda! — rosnou impaciente.

— Menininha impaciente. — soltou seu traseiro e então um tapa do outro lado. — Eu farei, mas não é essa noite. Eu precisaria te preparar e te deixar bem esticada ou te machucaria, e eu prefiro perder um braço a te machucar, então faremos outro dia, lento e fácil. Hoje eu quero tudo duro, então vou aceitar sua doce boceta. Quer isso?

— Sim, sim!

— Então diga bebê, peça.

Me foda, Cullen!

Edward a agarrou pela cintura e puxou-a para trás, colidindo a cabeça de seu pênis contra sua pequena entrada – arrancando-lhe um grito – e então deslizou para dentro, fazendo-a gemer. Adorou a visão de seu pênis desaparecendo dentro dela, sentir o corpo dela recebê-lo com um quente abraço apertado ao seu redor de sua ereção.

E então investiu duro contra ela, impiedosamente. Puxando-a para trás até que seu traseiro chocasse em seu quadril e empurrando contra ela ao mesmo tempo, indo fundo em estocadas duras e curtas.

Bella enrolava os dedos no lençol da cama, mantendo a cabeça baixa e gemendo com a deliciosa dor de cada investida.

Isso, bebê — ele rugiu arfante. — Tão apertada no meu pau, porra, isso!

Em meio às bombeadas com força dentro dela, Edward ainda dava alguns tapas, montando-a duro e com abandono total. Levando os dois aos limites do prazer selvagem. Os deixando selvagens.

Na mescla de gemidos, gritos, palavrões, arfadas, o cheiro do sexo e do suor que deixava seus corpos quentes e brilhantes.

Edward se inclinou e soltou uma das mãos de seu quadril, pegando um punhado do cabelo dela e puxou a cabeça para trás. Abaixou-se sobre ela e grudou seu peitoral em suas costas, grudando seus corpos quase á vácuo no suor. Mantendo o movimento de seu quadril.

— Olhe para mim, bebê.

Continuou estocando-a duro e rápido, olhando em seus olhos. Conectados no prazer. O rosto dela estava franzindo, prazer agonizante. E o dele não estava muito longe, mas com o prazer faminto.

Não aguentava olhar nos olhos dela e não perceber o quanto a queria em todos os sentidos possíveis. O quanto apreciava aquele momento, ela se entregando totalmente a ele, sendo totalmente dele. Foda-se.

Você é minha, Bella. Minha bebê. Minha. — rosnou. E não deixou que falasse nada, apenas a beijou, tão duro quanto seu pênis em sua vagina.

Estavam indo à borda do clímax juntos, sem parar o faminto beijo ofegante ou a força das estocadas. Bella ergueu um pouco o quadril, fazendo-o empurrar-se ainda mais fundo e ao apertou com toda a força que pode com os músculos internos, escutando o gemido dele em sua boca.

— Diga que está perto, não posso durar muito. — Edward ofegou em sua boca.

— Perto... Perto... Oh Deus! — gritou e foi calada por um novo beijo.

Seus movimentos se tornaram mais selvagens e descontrolados, úmidos e quentes em meio aos gemidos e ruídos molhados ou do bater seu traseiro nele.

O clímax explodiu sobre eles como um show de fogos de artifícios, faíscas para todos os lados.

Ela soltou a boca dele quando a respiração lhe faltou e um gemido alto e arrastado escapou de sua garganta, arqueando o corpo aturdida, sentindo-se livre da agonia, com o mais doce prazer banhando seu corpo e levando a voar em êxtase.

Edward se ergueu, segurando-a pelo quadril e ficou rígido, gritando por ela – seu nome ou uma maldição misturado a vários outros gemidos –, enquanto se derramava dentro dela novamente. A dura ejaculação o sacudiu completamente, deixando suas pernas bambas. E dessa vez ele sabia que podia demorar mais a se recuperar, mas estava satisfeito. Leve. Feliz.

— Foda-se. — ele ofegava, enquanto ela caiu mole na cama. Exatamente como ele disse.

Puxou seu pênis meio mole para fora de seu corpo, arrastando consigo seu sêmen quente, então a virou na cama, lutando para se manter em pé. Bella lhe encarava com um sorriso preguiçoso, obviamente cansada.

Com cuidado para distribuir o peso igualmente, se deitou sobre ela e lhe beijou. Um beijo e suave, quase como um agradecimento. Ou uma declaração de amor.

Quando quebraram o beijo, eles ficaram daquele jeito. Deitados um sobre o outro grudado no suor e prazer. Em silêncio, escutando apenas suas respirações se acalmarem. Edward deixou o rosto no pescoço dela, enquanto sentia os dedos dela mexerem delicadamente em seus cabelos.

— Quer um banho? — Edward sussurrou, quebrando o silêncio.

— Estou cansada, não podemos apenas dormir? — ela sussurrou de volta.

Edward pensou entender o recado, cada um pro seu quarto.

— Tá, mas me deixe cuidar de algo antes. — disse.

Bella esperou na cama, estava mole e cansada demais para perguntar onde ele estava indo ou o que ia fazer no banheiro de seu quarto. Enquanto ele estava fora, jogou os travesseiros extras para o chão e afastou as cobertas, era só entrar. Subiu até ficar perto da cabeceira. Escutou-o mexer em algo, então o barulho do chuveiro. E ele voltou alguns instantes depois.

— Pronto bebê. Deixe-me te limpar um pouco. — com cuidado, ele passou uma toalha molhada com água morna em suas pernas e entre elas, limpando o sêmen e os próprios fluídos antes que secasse.

— Obrigada, Cullen. — agradeceu com um sorriso preguiçoso.

Ele beijou seus lábios rapidamente e voltou ao banheiro, se limpou rapidamente também e voltou.

— Pronto. Agora, boa noite bebê. — estava se inclinando em sua direção, para lhe dar um beijo na testa.

— O que... — Bella franziu o cenho, confusa e cansada. — Cullen, aonde você vai?

— Pro meu quarto. Tudo bem bebê, eu sei.

— Você... — lambeu os lábios. — Você não precisa ir.

Ele ergueu uma sobrancelha.

Fica aqui comigo hoje.

— Bebê-

— Fica aqui hoje noite. — interrompeu-o. — Dorme aqui... Comigo.

Edward engoliu seco. Ela parecia tão doce e vulnerável ao dizer aquelas palavras, fazer aquele pedido. Não podia imaginar o quanto podia ser difícil para a sua bebê, orgulhosa como era, voltar atrás e pedir algo que ela mesma negou antes, mas ele gostou.

O seu coração se encheu com uma doce esperança e a mais genuína felicidade.

— Claro. — disse sorrindo.

Edward subiu na cama com ela. Como na primeira em que tinham feito sexo. Ou amor. Para ambos, era a mesma coisa.

Mas parecia uma situação desconfortável, ele não sabia como ficar ou se ela queria apenas que ele dormisse ao seu lado, como estavam naquele momento.

Silêncio.

— Hum... Posso te abraçar? — Bella perguntou baixinho.

Edward ficou surpreso com sua pergunta, mas se lembrou de que tinha feito àquela mesma pergunta na primeira noite e quase riu. Por isso gostava do senso de humor dela.

Sorriu sinceramente e repetiu as palavras dela:

— Não acha que isso é intimidade demais?

Bella riu.

— Acho, mas essa noite eu sou sua, lembra? Não quer me abraçar?

— Não desejaria outra coisa.

— Bom. — ela suspirou enquanto sonolenta ia para seus braços.

Muito mais que bom, Edward pensou. Ela se ajeitou em seu peito e colocou o braço sobre seu corpo e a perna sobre a dele, um gesto quase possessivo, enquanto era abraçada. A posição o fez sorrir ainda mais largo, com o coração batendo forte de tanta felicidade; já tinha sido tão feliz em algum outro momento de sua vida? Era difícil lembrar. Abraçou-a firme contra seu corpo e beijou seus cabelos. Era perfeito.

Notas finais
E entããão, o que acharam? :$$$$
Alguém mais está em um momento "Eu quero um Culleeeeen ):"? KKKKKKK Eu estava com saudades de escrever um Cullen dominante, então como isso aqui é 'minha fics, minhas regras' (adoro copiar a frase do tio Jeb, ai ai kkk) acabei me empolgando um pouco (ou muito, sl). Espero que tenham gostado, pq eu adoro um macho alfa, dominante, possessivo, mas que não perde o respeito, educação e carinho; espero que tenha passado isso. E para futuras perguntas: não, não terá bdsm e afins. Só acho divertido incrementar as coisas um pouco.
E a Bella no final realmente mostrou sua evolução ein claro que ela ainda tem as inseguranças, mas ela está tentando né. E Edward todo fofo feliz, awn. E o próximo capítulo ele vai mostrar o quanto está feliz, será bem romântico. Não queriam romance? Preparem-se para muita doçura *-*' KKKK
Comentem, qualquer coisa já incentiva tá? O que acharam, melhor quote, opinião... Apenas façam essa autora que se esforça tanto para fazê-las felizes, feliz (awn, mereço review só pela fofice? :3 KKKKKK).
E nos vemos no próximo, gatitas da Candy. Até, bjsbjs s22