Let Me Take You There
11 010.
Notas iniciais
Como eu disse, sempre será meio intercalada as postagens: um capítulo comédia romântica e outro com cena hot pra não deixar a fic apenas 'sexo, sexo, sexo', nada contra, mas é legal variar né?
Capítulo é continuação do anterior e hoje tem cena quente. Não é nada muito hard, mas ao mesmo tempo é diferente. Mantenham suas mentes abertas, toda a forma de amor e prazer são aceitas. Lembrem que tudo tudo feito entre um casal consensualmente visando o prazer dos dois é aceito.
Espero que gostem.
O dia passou rápido entre mais lembranças da amizade entre o irmão e o melhor amigo, o almoço, bolo, risadas, soneca e alguns amassos. E à noite, depois de jantarem o resto da lasanha com arroz e vinho, Bella buscou o notebook no quarto e pediu para que Edward conectasse a televisão da sala de vídeo da casa.
A sala de vídeo tinha basicamente a mesma decoração da sala principal, era apenas um cômodo com uma grande televisão de LCD, um grande e confortável sofá à frente, mesa de centro e poltronas. Edward não discutiu – foi arrumar enquanto ela limpava e arrumava a cozinha rapidamente. Quando ele terminou, voltou à cozinha, secou e guardou a louça para que ela preparasse um pacote de pipoca no microondas. Colocou a pipoca em um pote, ele pegou uma garrafa de cerveja, ela o resto da garrafa de vinho e uma taça, então foram à sala de vídeo.
Bella não brincou quando disse que iam ver Grey's Anatomy.
Edward gostava de séries, de todos os gêneros e estilos, mas essa não estava na sua lista de favoritas ou das que via, simplesmente era... Drama demais. Tinha assistido até a segunda –ou terceira? –temporada e parado, agora teria que ver o penúltimo e o último episódio da oitava com ela. Disse a Bella que estivesse pronta, pois não entenderia nada e, provavelmente, teria um monte de perguntas a respeito. Bella riu e disse que era melhor que mantivesse a boca calada o tempo inteiro. Edward riu. Claro, claro.
Edward apagou a luz e Bella deixou o notebook perto para que pudessem controlar a televisão, então deixaram pausados para que se ajeitassem no sofá.
E o melhor pra ele foi a maneira que sentaram no sofá, tê-la em seus braços finalmente. Sentou-se com as costas no braço do sofá, com uma almofada atrás, esticando uma perna e com a outra tocando o chão para que ela se ajeitasse; então Bella deitou-se entre suas pernas, e ele subiu a outra. O pote de pipoca estava sobre a barriga dela e a taça com vinho e a cerveja no chão, tudo ao alcance de suas mãos.
E então Bella deu play.
E nos primeiros cinco minutos, Edward já estava perdido.
Bella assistia piscando o mínimo possível, mexendo-se apenas para pegar um pouco de pipoca, levar a boca e mastigar lentamente para que o seu mastigar não atrapalhasse o áudio, e depois a taça de vinho. Edward ficou apenas na cerveja, tentando entender. Mas...
— Quem é ele? Esse ruivo? — perguntou confuso.
— Owen. — Bella respondeu rapidamente.
— Por que todos esperam que ele fale com a Cristina?
— Porque ele é o marido dela, apesar de estarem separados agora. Cala a boca.
— Marido? Mas e o Burke?
— Fugiu, abandonou-a no dia do casamento.
— Que? Como assim?
— Simplesmente foi. O ator foi demitido, então tiveram que dar um fim e colocar outro. E o Owen é muito melhor. Agora, cale a boca.
— Tudo bem. — deu um gole em sua cerveja.
E assim o episódio continuou.
E assim Edward continuou perdido em muitas cenas, sem conhecer muitos dos personagens.
— Quem é essa loira? — acenou com a cerveja.
— Arizona. — bufou. — Por que você ainda está falando?
— Eu estou confuso. Ela é a chefe do Karev, por isso querem que ela fale com ele?
— Sim.
— E o que ela é da Callie?
— Esposa.
— Calliope é lésbica?! — Edward gritou.
Bella gargalhou e virou um pouco a cabeça para olhar em seu rosto.
— Como você sabe o nome dela? — ironizou.
— Eu assisti a primeira e segunda temporada, eu acho. Mas sério, a Callie virou lésbica? Ela é quente... — disse agitando a cabeça, resignado. Então parou, acrescentando com uma voz maliciosa, ao pensar nas novas possibilidades: — E lésbica.
— Sim, eu sei. E ela ser lésbica é muito bom pra mim, né. — rindo, voltou a olhar para a televisão. Edward riu.
— Fantasias lésbicas, bebê?
— Com a Callie? Sim, ela é quente. Agora, por favor, cala a boca.
— Tá.
Silêncio.
— Mas ela não era casada com o George? Falando nele, cadê o George?
Bella gargalhou.
— Porra. George traiu a Callie com a Izzy, eles se separaram há tempos. E o George morreu, ele salvou uma mulher de ser atropelada, ficou deformado e então morreu.
— Nossa, que horror. E cadê a Izzy?
— Ela teve câncer, casou com o Karev e sumiu.
— E a Addison?
— Saiu, agora tem uma série própria, Privete Practice.
— Hum, bom. E o Mark? E quem essa?
— Essa é a Little Grey, Lexi, irmã da Meredith, a que disse eu te amo e ele não respondeu, qual é Cullen, ele acabou de falar com o Derek sobre isso. E antes que você pergunte, ele e a Callie são melhores amigos, ela engravidou dele e agora tem uma filha com a Callie e a Arizona. Agora, por favor, cala a boca. Você não está sentindo o drama?
— Sim. A autora dessa série é quase um serial killer, por que ela fica matando os personagens?
— Deus, cala a sua maldita boca Cullen. — lhe deu uma cotovelada nas costelas, Edward gemeu de dor e riu.
Quando o episódio acabou, antes que Edward dissesse algo, Bella já colocou o último passar. E ameaçou cortar suas bolas se perguntasse ou disse algo durante o episódio.
Era dramático, muito dramático. O avião tinha caído, a Cristina reclamava sobre ter perdido o sapato, o que tinha feito Bella gargalhar, e a Meredith gritava pelo Derek. A tal de Lexi estava presa sob o avião e o Mark tentando ajudar. Arizona com a perna machucada e o piloto preso. Quanto drama, ele pensou.
— Lexi... — Bella suspirou, quando Lexi pediu para que o Mark segurasse sua mão e ele se negou dizendo que ela não ia morrer.
— Ela vai morrer. — Edward comentou virando um pouco a cabeça, analisando a situação. Era óbvio. Quer dizer, ela estava presa sob um avião, sangrando e muito ferida, com eles tentando levantar algo realmente pesado. — É óbvio.
— Cala a boca. — Bella rosnou com a voz trêmula. — Se ela morrer, como fica o Mark? Ele a ama. Só foi idiota e não disse antes, mas era óbvio, ele, ele... Ele a ama, Lexi não pode morrer.
Edward sentiu-se mal por ter falado aquilo e por Bella estar, aparentemente, chorando. Passou a mão por seus cabelos.
Quando o Mark caiu de joelhos e pegou a mão de Lexi, Edward escutou os ruídos de Bella. Era tão horrível sentir vontade de rir naquele momento, mas realmente queria.
— Calma, bebê, é só uma série. — sussurrou.
— Não, não é, são a Lexi e Mark — choramingou. — Como ele vai ficar sem ela? Deus.
Continuou mexendo em seus cabelos, deixando-a assistir em paz.
E eles acharam Derek, Arizona começou a rir e chorar com a perna quebrada ao lembrar que tinha uma esposa ortopedista, depois Lexi acabou morrendo enquanto Mark se declarava. Drama e lágrimas, principalmente por parte de Bella.
Poucas vezes tinha visto-a chorar e agora agradecia por isso, nunca tinha se sentido tão impotente. Mesmo que fosse por algo fictício, simplesmente apertava e cortava seu coração escutar os ruídos de seu choro, imaginando-a sofrer por algo real. Afagava seus cabelos, tentando consolá-la. Não podia julgar alguém por chorar por algo fictício, tinha chorando assistindo Armageddon junto com Emmett e quase chorou com Titanic, enquanto Emmett chorava e xingava James Cameron. Só não queria que ela chorasse, porque isso lhe partia o coração.
Em algum momento ele perdeu sua atenção na série, fixando-se apenas nos cabelos dela e em tê-la em seus braços. Não tinha malícia em seu gesto, claro que já sentia saudades de seu corpo, mas gostava daquela sensação. Conhecia Bella, ela jamais choraria por qualquer motivo e na frente de qualquer um, aquele era um gesto de confiança. Mesmo com seu gênio, provocações e jeito durão, Bella confiava nele. E ele gostava daquela sensação.
E pela segunda vez naquele dia imaginou como seria ter aquilo a longo prazo. Compartilharem refeições, assistirem séries juntos, conversarem sobre coisas pequenas e detalhes sobre seus dias, suas vidas. Aquela ideia inundava de novo seu coração com aquele mesmo sentimento doce e quente, gostava muito da ideia.
A ideia de finalmente ter algum motivo para trabalhar menos, chegar em casa no horário certo e jamais levar trabalho para casa. E ele não se via fazendo tudo isso com qualquer pessoa... A não ser Bella.
— Não, Mark está morrendo e agora a Arizona está ameaçada? Eles não podem matar a Arizona. — Bella soluçou colocando o pote de pipoca, agora vazio, no chão.
Edward piscou forte e viu que tinha acabado o episódio.
— Está tudo bem, bebê, eles não vão matar três personagens assim de uma vez.
— Eu juro, se eles matarem a Arizona eu nunca mais assisto Grey's Anatomy. — disse firme.
Bella ergueu-se e sentou entre suas pernas, virando-se para Edward, enquanto secava o rosto com as mãos. Pegou a taça de vinho e a garrafa, colocou o resto da bebida, que não dava nem três dedos, e bebeu. Colocou no chão, Edward bebeu sua cerveja e colocou a garrafa vazia no chão.
— Eles me fizeram chorar, você está vendo? Isso é cruel. Eu dei todo o meu coração e amor a essa série, olha como eles me retribuem. Todas as séries que eu acabo adorando, me fazem chorar. Tipo, eu chorei por causa da Juliet e Sawyer, Chuck e Blair, até Missing, que é uma mãe indo atrás de um filho me faz chorar, e agora chorando por causa de Delena, quer dizer, o Damon obviamente ama a Elena, ele faz tudo por ela, como ela pode ficar com o Stefan? É tão... — suspirou, colocando o cabelo para trás.
— Só pra me atualizar aqui, nós ainda estamos falando sobre Grey's Antomy? — Edward perguntou franzindo o rosto.
— O que? Não, claro não. — agitou a cabeça com o rosto franzido, como se tivesse dito a maior estupidez da vida.
— Ok, pode continuar então. — fez um gesto com a mão para que prosseguisse, tentando não sorrir.
— Não importa, se matarem a Arizona, eu nunca mais me apego a nenhum personagem. É uma promessa. — disse erguendo a mão direita.
Edward acabou rindo, na verdade, gargalhando.
— Por que você está rindo, seu idiota?
— Ai Bella, às vezes você beira as raias do absurdo. — disse dramaticamente.
— O que? — Bella franziu o rosto. E nem foi apenas isso que a confundiu, apenas... Aquela frase. Já tinha visto ou escutado aquela frase em algum lugar, mas onde?
Edward agitou a cabeça rindo.
— Nada. Mas tudo bem, você está sendo meio assustadoramente drama queen e isso é algo que eu esperaria da Rosalie, não de você, mas tudo bem.
— A Rosalie é até pior, acredite. Última vez que vi alguma série dramática com ela foi Lost, a cena final da penúltima temporada, quando a Juliet puxada para um buraco e só não cai porque o Sawyer lhe segura. Até ai ok, estávamos as duas chorando. E quando a Juliet caiu, mesmo com todos os esforços e declarações de amor do Sawyer, que estava chorando desesperado, Rosalie começou a gritar e xingar o Jack assim como o Sawyer. E então Juliet sobreviveu à queda, muito ferida e chorando, Rosalie engatinhou até a televisão e começou a implorar para que ela sobrevivesse, quando a Juliet começou a bater na máquina com a pedra implorando para que explodisse, então explodiu em uma luz branca e o episódio acabou a Rosalie gritou. Ficou apenas gritando e se virou gritando.
Edward gargalhou imaginando a cena.
— Ela gritou por uns cinco minutos em meio ao choro. Eu estava chorando também, mas era impossível não rir. Ela estava com o rosto do manchado de rímel, olhos vermelhos, cabelos despenteados de tanto que puxava e quando parou de chorar, começou a andar de um lado pro outro pensando em o que aconteceria depois. E eu tive que tirar o telefone da tomada, esconder o celular e ligar pro Emmett porque ela simplesmente pretendia ligar para os produtores de Lost pra perguntar o que aconteceria na última temporada, e como iriam trazer a Juliet de volta e então fazer o Sawyer feliz. E quando ela sossegou, simplesmente caiu deitada no chão, dizendo que não queria mais viver em um mundo onde Suliet não existisse.
— Oh, calma aí, foi naquele dia em que você ligou dizendo ser uma emergência, quando eu e o Emmett voltamos correndo no antigo apartamento deles e ela estava no chão cantando Let it Be? — perguntou incrédulo. Bella assentiu. Edward gargalhou. — Pensamos que ela estava ferida, por isso ele não disse nada a respeito e disse que eram coisas de mulheres.
Rindo, Bella explicou:
— É porque ela disse pra nós: "eu posso, talvez, possivelmente, ter exagerado um pouco na minha reação a respeito do futuro dos dois personagens fictícios de Lost, mas eu também sei muitos segredos sujos e escondidos dos dois, se isso um dia sair daqui, isso inclui o Edward, esse mesmo Edward saberá desses segredos".
— Oh, então quer dizer que agora vocês estão mantendo segredos de mim? Você e Emmett, inclusive?
— Todos nós temos alguns segredinhos, Cullen. E eu aposto que os de Emmett são de assuntos sexuais. — ela riu.
— Bem, quais são os seus, Swan?
Ela se inclinou em sua direção, como se realmente fosse dizer um segredo:
— Segredo. — sussurrou e riu.
— E por que você está me dizendo isso agora? Quer dizer, eu ainda posso contar a Rosalie que você me disse e ela me conta os seus segredos.
— Não sei, apenas saiu, — E também porque talvez, depois dessa semana, todos esses segredos já estejam bem óbvios, completou mentalmente. E sorriu sarcástica. — Mas se você disser a ela, eu acabo com você.
Edward riu, e se inclinou um pouco para frente também:
— Seu segredo está a salvo comigo. — sussurrou.
Bella riu e bateu em suas coxas.
— E você? Quais são os seus segredos, Cullen?
— Você é realmente uma incógnita, bebê. Às vezes tão durona, às vezes tão dramática, mas porra mulher, você me excita com muito pouco. — confessou passando a mão sobre a virilha, onde seu pênis se enrijecia em uma semiereção. — Esse é o meu segredo.
Corando, Bella baixou os olhos e então mordeu o lábio inferior, ergueu-os maliciosamente para Edward.
— É? E eu acho que posso cuidar disso, sabe. — sussurrou maliciosamente.
— Como?
— Deixando-o mais... — parou, prendendo o lábio entre os dentes. — Excitado.
Tinham tomado banho em momentos diferentes, separados, não tinham passado de caricias e agora usavam outras roupas, pijamas mais confortáveis – Edward apenas com uma samba canção, ela com um conjunto de pijamas de shortinho curto e blusa de alças –, então abaixou uma das alças de sua blusa por seu ombro e depois a outra, tudo lenta e sensualmente. Até seus seios ficaram expostos.
— E depois... — passou o dedo indicador sobre seu seio, depois ao redor de seu mamilo. — Cuidar disso.
Edward ofegou com a imagem de seus seios, seus deliciosos mamilos cor de pêssego se enrijecendo, perfeitos aos seus olhos e gritando por sua boca. Sentiu suas bolas se apertarem e sua ereção se endurecer ainda mais.
Bella sorriu faceira mordendo o canto do lábio.
— Está funcionando, Cullen?
— Funcionando? Porra, Bella — ofegou. — Você pode transformar meu cérebro em gelatina e meu pau em rocha só por respirar perto demais, imagina com lindos seus seios inclinados para mim.
Ele estava pronto para se levantar, quando ela pousou as duas mãos sobre suas coxas, agora expostas porque sua samba canção estava um pouco erguida amontoada na altura de seu membro.
— Fique exatamente como está Cullen, ontem foi o seu show, hoje é o meu. O show da durona dramática esta na cidade. — sorriu maliciosamente, então riu.
Sorrindo divertidamente maliciosa e sem tirar os olhos dos dele, Bella se inclinou em sua direção, esticou os braços e pegou os lados de sua samba canção, colocando os dedos sob o elástico puxou-a lentamente por suas coxas; Edward ajudou erguendo as pernas, até que estivesse totalmente nu com membro apontando para seu estômago.
Bella queria provocá-lo mais, queria vê-lo totalmente ereto e no limite, deixando a gueixa lhe guiar, ela pousou as mãos sobre as coxas musculosas dele. Adorava coxas masculinas e as dele eram lindas – másculas e malhadas, além de com pouco pelo (e os pelos que tinha eram claros e finos) –, lhe dava vontade de beijar e lambê-las antes de ir ao seu ponto doce. E iria fazê-lo.
Ajeitou-se no sofá, ficando de joelhos entre suas pernas e foi subindo a mão, passando a unha lenta e sensualmente na sensível pele da parte interna de suas coxas, fazendo-o arfar ansiando por mais de seu toque. Inclinou-se na direção dele, dando-lhe uma doce visão, e beijou sua coxa.
Edward chupou uma respiração e lambeu os lábios, muito atordoado para falar qualquer coisa. Escutou o próprio gemido engasgado que saiu por seus lábios quando sentiu os macios lábios dela pousar em sua coxa; era torturante, era muito bom, mas não era suficiente.
Bella subiu uma trilha de beijos por sua coxa, colocando sua língua travessa em cada um deles, e chegou à altura de seu pênis.
Sim, por favor, sim. Queria apenas que ela lhe tocasse e o tomasse em sua doce boca, mas ela passou direto – longe, mas perto suficiente para que ele sentisse sua respiração na pele sensível. E o fez suspirar frustrado, pequena provocadora.
Ela se aproximou mais e beijou seu abdômen e foi subindo os beijos até seu peitoral e então seu pescoço. Ela beijou e lambeu seu pescoço, dando a volta para alcançar sua orelha.
Enquanto sua boca faceira lambia, mordiscava e chupava seu lóbulo, Edward podia sentir os seus seios esfregando-se ao seu peitoral. Podia sentir seus mamilos roçarem em sua pele e em seus pelos, mas de alguma forma, ela subiu mais. Apoiando-se no sofá, ela ergueu-se e se inclinou em sua direção, deixando os seios perto de seu rosto, fazendo-o salivar.
Incapaz de controlar, ele a segurou pela cintura e tentou capturar o seio com a boca, mas Bella percebeu seu movimento antes e se afastou com um sorrisinho zombeteiro.
— Tsc, tsc — fez o barulhinho com a língua. — Quanta impaciência, Cullen.
Edward riu, encarando toda sua provocação como um desafio, e a puxou abruptamente para seu colo, fazendo-a sentar sobre suas coxas, com a ereção em pé entre eles, pressionada entre seu sexo e o estômago dele.
Bella tentou forçar uma cara séria, fingindo estar brava por ele ter interrompido seu jogo. E ao preparar-se para dizer algo, foi surpreendida novamente por sua mão – a pegou pela nuca com firmeza e puxou sua cabeça, dominando sua boca em um profundo beijo possessivo.
Tinha estado decida a não ceder, a ditar o ritmo daquela noite, mas simplesmente não conseguia resistir quando ele a beijava.
Não podia deixar de se sentir como manteiga em panela quente ao ser puxada para seu peitoral e então beijada com tanta voracidade, como jamais tinha sido beijada em sua vida – derretia-se contra ele e se entregava ao beijo.
As mãos deles permaneceram em sua cintura, mas então começaram a se deslocar lentamente. Uma delas subiu pela lateral de seu corpo e alcançou seu seio, apertou com firmeza e então beliscou seu mamilo, fazendo-a gemer em sua boca; a outra mão deslizou para sua coxa, então a parte interna dela e então seu sexo sob os tecidos – ele apertou-o, foi impossível não se contorcer em suas mãos. Agarrou os cabelos dele e se empurrou sobre ele – sentindo-o endurecer cada vez mais e sentindo sua calcinha se encharcar a cada segundo, com o clitóris pulsando e a vagina apertando-se na necessidade.
Soltou seus cabelos e, sem quebrar o beijou, pegou suas mãos. Deu uma última chupada em sua língua, mordeu o lábio inferior do Cullen e quebrou o beijo ao mesmo tempo em que puxava seus braços para longe de seu corpo.
Suas respirações desregulares e ruidosas preenchiam o silêncio, Edward parecia frustrado e atordoado, como uma criança de quem foi tirado o brinquedo ou doce favorito.
Bella não pode evitar rir suavemente, e beijou rapidamente seus lábios.
— Não seja afobado e não estrague esse momento, é o meu show. — disse sorrindo maliciosamente e levantou-se rapidamente.
Sem tirar os olhos dos dele, em uma conexão e intimidade maior do que até a própria seminudez, Bella terminou de descer sua blusa até a cintura, colocou os dedões sob a lateral do elástico de seus shorts e calcinha e começou a descer tudo lentamente por suas coxas até os joelhos e terminou o trabalho usando os próprios pés.
Edward estava atordoado. Aquele devia ser um dos momentos mais excitantes de toda a sua vida; estava tão excitado e atordoado que chegava a ficar confuso, como se tivesse se chocado de cabeça em uma parede de tijolos. Ofegou.
Sentia-se tão torturado que desejava apenas incliná-la sobre aquele sofá e então fodê-la com total abandono, mas ao mesmo tempo queria apreciar todo aquele lento espetáculo. Estava sendo torturado, mas não desejaria estar em qualquer outro lugar no mundo – mesmo que estivesse dolorosamente excitado, quase rasgando as próprias costuras.
Agora nua, ela sentou no outro extremo, sobre o braço do sofá. Sorrindo, ela colocou o cabelo para trás, fazendo-o cair em uma cascata em camadas pela lateral de sua cabeça, então o colocou para trás de seus ombros, para que não cobrisse seus seios e manteve as coxas juntas.
Bella estava deixando sua gueixa dominar, enquanto a cética assistia tudo de camarote; ela estava atordoada e até excitada demais para falar sobre autopreservação, dignidade e blábláblá, até ela estava esperando pelo gran finale.
E então, com seu melhor ar de safada, colocou dois dedos na boca. Agitou a língua ao redor deles e os tirou da boca, vendo-os bem brilhantes com sua saliva e passou sobre um de seus pequenos mamilos; deixando-os bem úmidos, pronto para brincar.
— Pequena provocadora. — Edward rosnou rouco.
Ela riu, mas ainda com todo seu ar de menina travessa e safada.
Puta que pariu, ela o faria gozar sem nem ao menos tocá-lo. Assistia com toda a atenção. Bella girou os dois dedos ao redor do mamilo, deixando-o molhado, então puxou e apertou o seio. Desceu a outra mão até a coxa e afastou-as, dando ampla visão de sua intimidade. Brilhava de tão molhada e rosada, ansiando por seu toque tanto quanto ele queria tocá-la.
— Gosta do que vê Cullen? — perguntou faceira.
— Merda, mulher, você vai ser a minha morte. — ofegou. — E vou morrer gozando precocemente, como um maldito adolescente.
Bella riu.
— Bem, isso vai me dar o trabalho de começar tudo de novo. — sorriu triunfante. — O que você quer que eu faça agora, Cullen? Gostaria de ver como eu me dou prazer quando estou sozinha? Como eu começo bem devagarzinho, apenas para ficar bem molhada... — ela dizia passando dois dedos sobre o próprio clitóris. — Então eu penetro um dedo e espalho toda minha nata ao redor... — ela fez; penetrou, então subiu o dedo molhado, espalhado ao redor de seu clitóris, não que precisasse, mas ficou ainda molhada. — Então começo a me masturbar assim...
Na posição em que estava sentada, seu clitóris se empurrava para frente em seu capuz de proteção, duro e inchado, então não demorou a achar o seu ponto de tensão. Começou fazendo círculos lentos, amassando e provocando o seio com a outra mão, então aumentou a velocidade.
Edward lambeu os lábios e colocou a mão sobre o pênis, duro demais para evitar, apertando a base para se aliviar um pouco e controlar o próprio gozo. Porra, não devia existir uma maldita cena mais quente do que aquela. Bella se masturbando na sua frente. Caralho, nada como uma doce mulher dando prazer a si mesma.
A mão em sua vagina girava em ritmos determinados com os dedos sobre seu clitóris. E podia ver os efeitos que causava no resto de corpo – sua respiração ficou desregular, seu ombro se encolhia enquanto o prazer lhe chicoteava, seu rosto se franzia e então relaxava na mistura de agonia e prazer, seus dentes capturam e soltavam seu lábio inferior em meio aquilo tudo mesclado a alguns gemidos e arfadas dela.
— Deixe-me te ver gozar, bebê. — Edward disse.
Cerrando os dentes, Bella sorriu e continuou a se tocar para ele. Nunca tinha feito nada tão devasso. Parecia ser algo errado, proibido, mas ainda assim não conseguia parar. Sua gueixa aproveitava tudo, provavelmente era a mão dela lhe masturbado, mas ela não podia resistir e não iria parar.
— Que inveja dos seus dedos nesse momento.
— Está? Acha que seu pênis pode sentir o mesmo agora? — penetrou-se com dois dedos, imitando o movimento de estocadas com eles.
— Qualquer um sentiria inveja desse momento. — disse sem tirar os olhos do espetáculo, hipnotizado. — Deixe-me fazer isso por você.
— Meu show, Cullen. — sorriu faceira e parou de se tocar, mesmo que estivesse desesperada para gozar. — Você está no limite? Quer gozar?
— Inferno, sim!
Ela riu novamente. A maldita provocadora estava se divertindo de todo seu sofrimento. Porra, por isso aquela era a sua garota.
Como uma gatinha, ela deslizou para ficar sobre os joelhos e apoiou as mãos; de quatro, engatinhou em sua direção.
Bella se ajeitou entre suas pernas, apoiou-se em suas coxas e se aproximou mais. Bateu na perna dele, um comando para que ele a abaixasse, e ele o fez – abaixou a perna na lateral de sofá e pousou o pé no chão e a outra ele flexionou, deixando a sola do pé apoiada no sofá.
A posição dava a ela uma visão perfeita de tudo que teria a trabalhar; seu pênis tão duro quanto pedra, suas bolas inchadas e até a fenda de seu traseiro, que lhe dava boas ideias para novas formas de prazer que mesmo já tendo escutado Rose falar, lido e até escrito a respeito, jamais tinha tido coragem (ou vontade suficiente) de experimentar com alguém, não tanta vontade quanto sentia com Edward.
Enrolou a mão ao redor de seu eixo com firmeza e deu um leve aperto, fazendo-o gemer. Sorrindo com o seu incentivo, Bella se inclinou em sua direção. Pela grande cabeça vazava seu pré-sêmen, então espalhou com o dedão ao redor para ajudar na lubrificação e deu um beijinho faceiro ao lado da fenda.
Edward gemeu e rosnou um palavrão, quanto mais ela iria lhe torturar e quanto mais ele aguentava? Porra.
Bella riu e passou a língua lentamente por cima da cabeça, então desceu passando na divisão entre ela e todo o seu comprimento. Desceu a mão que estava ao redor até suas bolas, massageando-as levemente, enquanto a língua provocava a fenda e espalhava todo seu pré-sêmen.
Escutava as reações dele com prazer – cada arfada, mudança em sua respiração, gemido, ofegada. Aquele era seu momento e ela amava cada segundo; olá Edward, esse é um lado meu que você ainda não conhecia, muito prazer.
Colocou toda a cabeça em sua boca, sugando e rodando a língua ao redor, enquanto apertava suas bolas com um pouco mais de pressão.
— Porra Bella! — ele rosnou, arqueando as costas do sofá. — Faça isso bebê, pare de me provocar e torturar.
Ela ergueu os olhos para ele, inundados de malicia e diversão. Então o tirou de sua boca, lambendo os lábios.
— Que tal você implorar? Acho que nunca tive um homem implorando pelo meu boquete. — brincou.
— É porque, eu suponho e espero que seja assim, você nunca fez tudo isso com homem algum. Porque se tivesse, porra, todos estariam de joelhos aos seus pés com os paus na mão implorando por sua boca. Eu mesmo estaria de joelho se pudesse me mover.
Bella riu jogando a cabeça pra trás.
— Você é tããão exagerado, mas também é tão bom pro meu ego que não pretendo reclamar. E sim, acho que nunca fiz algo tão ousado com ninguém, então aprecie meu presente. — sorriu.
— Claro que eu... Poooorra... — foi tudo que conseguiu gemer quando ela colocou a boca ao redor de seu pênis novamente, salivando bem para ajudar, e desceu até o fim.
Caralho, a boca da mulher era letal, simples assim. Tão quente e molhada com a língua macia e aveludada dançando ao redor... Merda.
Sua gueixa sorriu mais do que vitoriosa ao ouvir os gemidos dele, bom trabalho, minha doce Bella.
E Bella ignorou, não entraria em qualquer discussão mental enquanto tinha o pau dele em sua boca, apreciava muito aquela sensação para fazê-lo. Ele se sentia tão bem em sua boca. Era grosso e grande, relaxou a mandíbula e abriu a boca o máximo que pode não raspar os dentes e manteve a respiração pelo nariz. Adorava poder sentir seu cheiro e gosto masculino, sentir a dureza em seus lábios, mas a maciez em sua língua. Adorava sentir cada relevo e suas veias pulsantes em sua língua e escutá-lo ser tão sensível ao seu toque, respondendo sonoramente a cada movimento.
Massageando a base com a mão, estabeleceu um ritmo – subindo e descendo sua cabeça com a boca ao seu redor, sugando duramente a cada movimento.
Seu cabelo começou a escorrer por seu ombro, lhe atrapalhando. Bella manteve a boca apenas na cabeça, sugando e provocando com a língua, enquanto juntava todo o cabelo em um rabo de cavalo, enrolou-o duas vezes e o deixou em seu pescoço, então voltou com a mão na base.
— Porra bebê, isso é... Santa foda. — ofegou. — Não posso durar muito.
Bella sorriu, puxou-o de sua boca, lambeu lentamente do começo ao fim, como se fosse a melhor sobremesa, e desceu a língua para a suas bolas. A pele mais sensível, inchadas perto do orgasmo, ela lambeu e sugou com cuidado.
— Porra, desceu um pouco mais a mão, bebê. — ele pediu. Bella desceu a mão, pegando na costura entre o escroto e massageou ali. — Porra, sim, isso, caralho. Tua boca é o paraíso, bebê, ou o inferno, eu não sei, mas porra isso é bom demais.
Se sentindo atrevida, Bella desceu a mão e passou os dedos sobre a fenda do traseiro de Edward. Ele se assustou com o movimento.
— Foda-se, bebê, o que você... — foi interrompido quando Bella voltou a lambê-lo para cima e então engoliu todo seu eixo rapidamente, fazendo-o sua cabeça se acomodar em sua garganta. Sua boca podia transformar seu cérebro em mingau com tão pouco.
Bella respirou profundamente para não engasgar, as coisas que fazia para calá-lo no meio de toda sua diversão.
Continuou chupando-o com a mão direita ao redor de sua base, enquanto levou a mão esquerda até o próprio sexo encharcado. Não para se masturbar, mas para lubrificar os dedos. Deslizou por toda a extensão seus dedos, deixando-os bem molhados e então voltou com eles para Edward.
Edward engasgou quando Bella tocou e empurrou suavemente contra o buraco que ela tocara antes. Seus olhos se arregalaram e seu canal se apertou contra a invasão, não sabia como se sentia a respeito daquele tipo de nova experiência.
Aquilo era um tabu, mas ele não tinha preconceito algum contra isso, mas também nunca tivera fantasias com alguém lhe invadindo dessa maneira – seja o pênis de outro homem, brinquedos ou até mesmo dedos –, nem mesmo com Bella, e olha que tivera todos os tipos de fantasias com ela.
Já tinha lido a respeito em artigos e até livros, sabia que diziam dar prazer e ser uma zona erógena forte do homem sendo bem feito, mas apesar da curiosidade, nunca tinha tido muita vontade ou coragem de fazê-lo; algumas de suas antigas parceiras sexuais tinham pedido para experimentar isso, mas nunca tinha se sentindo confortável ou com vontade suficiente de deixar e experimentar tal coisa. Mas agora, pensar na ideia de Bella lhe dando alguma forma de prazer diferente lhe parecia atraente, quente.
Ela ergueu os olhos e ele viu como estavam escurecidos de tesão, prazer e vontade, ela queria fazer aquilo. E seria um maldito se aquele simples olhar não o deixara fodidamente excitado com a ideia. Puta merda, ele era tão fácil. O simples deslumbre de perceber que ela queria fazer, que teria prazer em fazer, o fazia desejar aquilo também.
Sem tirar a boca de seu pênis, ela continuou pressionando seu anel enrugado. Bella chupou até o começo e o tirou da boca.
— Posso? — Bella finalmente perguntou, lambendo os lábios. Com uma mão segurando o seu pênis e a outra provocando seu traseiro.
— Isso te daria prazer?
— Eu nunca fiz, mas a ideia me excita pra caralho — confessou com um sorriso. —, mas isso é sobre você, Cullen. Você já fez ou pensou a respeito disso?
— Eu nunca fiz, mas acho que praticamente todo o homem já pensou a respeito disso, bebê. Já li a respeito, claro que tenho curiosidade, mas nunca achei alguém que me excitasse a respeito disso, alguém que eu me sentisse confortável ou com vontade suficiente pra experimentar.
— E comigo, como você se sente a respeito?
— Isso me assusta pra caralho. — confessou com uma risadinha. — Mas ao mesmo tempo me excita, acho que isso também me assusta, mas eu confio em você e tudo que você faz me excita. Faça isso, bebê. Me tome dessa maneira, eu sou seu, apenas... Faça.
— Acho que vou tirar sua virgindade de alguma maneira. — sorriu divertida. — Apenas me diga quando eu tiver que parar.
— Não é como se eu fosse durar muito, apenas... Estou dolorosamente duro pra gozar.
— Posso cuidar disso. — sorriu divertida.
E voltou com a boca para seu pênis, lambendo e sugando ao redor de sua cabeça, então usou um de seus dedos molhados lá, aplicando um pouco de pressão e empurrando contra resistência natural. O canal de Edward se fechou, mas ela não desistiu, então com um estranho desconforto, o pequeno dedo dela deslizou para dentro.
Edward gemeu, respirando pesadamente e fechou os olhos. Sentia o prazer de sua boca quente deslizar por seu pau, então seu canal se contraindo ao redor do dedo dela, tentando se acostumar com a sensação de ser invadido e sentindo cada centímetro em suas terminações nervosas, era tão pouco e sentia ser suficiente. Era estranho, diferente, queimava ligeiramente, mas lhe trazia uma bizarra sensação de prazer. Algo que nunca tinha imaginado sentir dessa maneira. As duas sensações se misturavam confusamente, mas ele não estava nem perto de fazê-la parar.
Bella puxou seu dedo, sugou durou seu pênis, e empurrou novamente um pouco mais confundo, girando e sentindo tocar algo. Edward gemeu alto.
— Caralho, sim, porra bebê, faça isso de novo, bem ai.
Não sabia o que ela tinha feito, não sabia se tinha atingindo sua próstata ou o inferno que fosse, mas aquele era seu ponto e tinha sido um inferno de sensação que o empurrava para fora de sua própria mente. Seus joelhos tremiam e suas bolas se apertavam
— Oh porra, sim, caralho bebê, ai! — arfou.
Incentivada, Bella continuou. Sua boca, seus dedos empurrando e cutucando seu ponto doce, manteve o ritmo e o levou ao limite.
— Oh foda-se, sim!
Os gemidos dele excitavam-na tanto que precisava gozar com a mesma dureza que ele. Será que conseguia chupá-lo sem as mãos? Foi o que se perguntou, então resolveu experimentar. Estava se tornando a porra de uma devassa multiuso, sua gueixa estava lhe dominando mais do que podia imaginar. Manteve sua boca apenas no começo, sugando e lambendo ao redor de sua cabeça, levando-o profundamente algumas vezes, usando seu dedo em seu traseiro, com a mão livre começou a se masturbar ali mesmo, desajeitadamente.
Edward segurou-se no sofá quando percebeu o que ela estava fazendo. Não era de ferro, já tinha durado e prolongando aquela sensação tempo suficiente, vê-la fazer todas aquelas coisas com ele e ainda se masturbar, o levou ao limite.
— Porra bebê, eu não posso... Eu vou... — ela empurrou o dedo duramente, dizendo que estava tudo bem. — Foda-se.
Suas palavras deram lugar à explosão de seu orgasmo, jogando um jato quente em sua garganta.
Bella engoliu ao redor dele, tragando todos os jatos. Puxou o dedo de seu traseiro e voltou a segurá-lo na base, ordenhando cada gota de seu prazer, enquanto dava prazer a si mesmo.
Estava tão perto que não precisou de muito, aumentou a velocidade e pressão dos círculos ao redor de seu clitóris sob o dedo médio e o maior de todos. Gemendo contra seu membro, engolindo tudo que podia e então o tirou de sua boca, jogando a cabeça para trás com um grito ao gozar, ofegante.
Edward não conseguiu dizer nada, seu cérebro ainda estava derretido, juntando os pedaços de seu corpo na explosão de seu duro orgasmo. Caralho, merda, foda-se, aquilo tinha sido... Puta merda. Ajeitou-se no sofá, enquanto ela largava seu pênis, ficando um pouco mais flácido sobre seu estômago, e ajeitava os cabelos lambendo os lábios.
— Seu show... — ele disse divertido. — Assistir Grey's Anatomy contigo foi tipo o ingresso, e porra, valeu muita a pena pra esse show.
Bella engatinhou em sua direção novamente, deitando-se sobre ele, sobre seu peito.
— Viu? Você sempre pode ser bem recompensado quando me agrada. — sorriu faceira.
— Essa é minha recompensa? Caralho, não quer rever todas as temporadas comigo não?
Bella gargalhou e bateu em seu braço.
— Idiota. É que eu sou uma puta de luxo, lembra? Troco coisas por sexo.
— Tô percebendo. Eu cozinho pra você e ganho um momento no deck. Eu assisto Grey's Antomy e ganho esse boquete sensacional. Caralho, meu cérebro ainda está em forma de mingau, eu realmente gosto da sua forma de me recompensar, não vejo a hora de fazer mais coisas por você. E acho bom que seja minha puta de luxo, exclusiva hein?
— Você quer exclusividade? Lembre-se que eu não sou uma puta barata, posso lhe custar bem caro.
— O que é custar caro pra você? — provocou. — Novas brincadeiras com o meu traseiro?
— Não sei, seu traseiro está em jogo? — rebateu.
— Depende, se o seu estiver. — sorriu malicioso.
Bella engoliu seco; nunca tinha feito sexo anal, não pensou que experimentar algo diferente com ele lhe daria novos pensamentos, mas porra, a ideia lhe acendeu.
— Posso pensar no seu caso. Ou posso simplesmente te amarrar na minha cama e colocar seu traseiro em jogo, que tal um vibrador? — disse rindo.
— Oh não bebê, nem comece a sonhar com isso. Você sabe o quanto a Rose gosta da mobília da casa, mas eu realmente teria que quebrar a cama pra me soltar se você ousasse pensar em enfiar algo em mim que não fosse seu lindo dedinho. — disse sorrindo.
— Mas você gostou do que fizemos? Quer dizer, não me diz que eu fiz algo que você não...
— Ei, ei — interrompeu-a, segurando seu rosto entre as mãos. — Acredite, eu não faço nada que não quero. E eu jamais tentaria algo desse tipo se realmente não estivesse com vontade, você me desperta de maneiras que eu nunca pensei, realmente gostei do que fizemos e espero experimentar várias outras coisas com você, apenas você. — sorriu. — Mas acredite também, nenhuma dessas coisas envolve algo maior do que seu dedo entrando em meu traseiro.
Bella gargalhou e lhe beijou. Seu beijo agora era mais calmo, o beijo de dois amantes saciados depois de uma grande aventura sexual. Mas ainda assim era quente e viciante.
— Mmm... — ele quebrou o beijou, encarando-a com o cenho franzido. — Isso quer dizer que você tem um vibrador com você no seu quarto?
— Eu... — Bella não pode evitar corar violentamente, mas também não pode evitar gargalhar. — Uma puta de luxo cheia de surpresas, você não pode lidar comigo, Cullen.
— Oh sim, eu te garanto que posso lidar com você, bebê. Mesmo que eu me surpreenda a cada maldito segundo, estarei apreciando a cada segundo.
— Acho bom mesmo — Bella disse e voltou a lhe beijar.
— Mas e sobre o vibrador?
Bella gargalhou em sua boca e aprofundou o beijo.
Antes que voltassem a se excitar, ela saltou de seu colo, recolheu sua roupa do chão e sorriu faceira.
— Mas o que...
— Boa noite, Cullen. Tenha bons sonhos. — acenou com os dedos e caminhou para a porta.
— Bebê?
— Sim? — virou-se para ele.
— Amanhã eu escolho o que vamos fazer. E acho bom estar com esse tal vibrador bem carregado. — sorriu malicioso. — Boa noite, Bunda-Bonita.
Bella arregalou os olhos com a surpresa, mas acabou rindo, então saiu da sala carregando suas roupas.
E que bunda bonita, ele pensou observando-a. Edward respirou fundo e soltou o ar com força. Aquela mulher acabaria com toda sua sanidade em pouco tempo, podia sentir isso.
Mas aquele era o melhor momento de sua vida, e repetindo, não desejaria estar em qualquer outro lugar no mundo.
Notas finais
Começando com um aviso: todas as reações colocadas sobre séries são dessas autoras que vos fala. Sim, eu sou surtada por séries, livros e filmes, choro e me descabelo, sou dessas KKKKK Segundo: Enem, vestibulares, semana de provão e trabalhos são uma merda.
Terceiro: Tá, sobre a cena deles, eu tenho uma coisinha a dizer.
Várias pessoas já comentaram as cenas que escrevo nesse estilo (erótico, o que eu gosto de escrever, o que cês acham, já posso escrever romances eróticos? kkkk só que não) não são vulgares, algo que me agrada pq sempre foi meu objetivo, quero manter isso, mas também quis experimentar e apimentar um pouco as coisas. Espero não ter vulgarizado, desculpa se o fiz :X A cena foi baseada em história real; não minha, é claro (sou frustrada, lembra? chora/), mas de uma amiga minha que dá um auxílio na parte hot (Holly, e não, esse não é o nome dela, mas ela disse que queria um nome artístico como o meu, Candy KKKKKK, obrigada!) e antes de escrever eu dei uma pesquisada na internet (opiniões femininas e masculinas de pessoas maduras, o que aconselho-os a fazer também) para não escrever bobagem a respeito do prazer e blábláblá. Então não querendo fazer a terapeuta sexual ou dar lição de moral, mas não gostar é uma coisa, mas se você se sentiu muito escandalizada com esse tipo de cena, mas lê BDSM e todos os afins, reveja os conceitos e lembrem de que curiosidades sobre novas experiências sexuais são uma via de mão dupla, assim como mulheres as tem (resultado de fics, romances eróticos, 50TDC e tudo mais) homens também pode tê-las. Manter a mente aberta é sempre bom, conversar sobre sexo, curiosidades e desejos, jamais reprimir o outro independentemente das suas vontades, sempre estar aberto a negociar para que ambos saiam satisfeitos durante o sexo e na realização de fantasias mantém a qualidade de todos os aspectos da vida de um casal né... Eu acho. E acho tbm que tudo feito entre um casal consensualmente visando o prazer dos dois é aceito, lembrem-se disso.
Credo, como eu falo ein o.o É impressão minha ou eu acabei de me defender de possíveis críticas que nem recebi ainda? Sim, eu sou dessas. Eu sou fácil demais de derrubar na insegurança, por isso já me defendo antes KKKKKKKKKKK
Mas no geral, a cena quente deu pra dar uma aquecida básica? Bella dominada pela gueixa. E isso é meio que uma introdução para a próxima diversão sexual deles, alguns segredos serão revelados na base do bom e velho verdade ou desafio com álcool e provocação sexual, e o vibrador de brinde KKKKKKKK Instiga a curiosidade de vcs?
Tá, agora acabei (e credo, eu falo muito mesmo, que nota gigante, vcs não se importam né? *-*)
Já sabem o esquema de sempre: Leu, gostou, foi seduzida pela caixinha de review, comenta. É importante, incentiva e me sorrir. Que tal dar um sorriso a essa autora que está enlouquecendo com as obrigatoriedades do terceiro ano ein? pisk/ Até o próximo, bjsbjs s22
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