Let Me Take You There
4 004.
Notas iniciais
E não abandonei a LMTYT, yeaaaaaaaa.
Nem vcs, nem minha outra fic, nem o mundo das fics. Yeaaaaaa.
Peço desculpas pela demora mas levando em consideração que tem autora (sem querer me comprar, até pq odeio ser comparada, é) que fica meses sem postar, mereço um desconto né? bubu/ N vão ficar me prolongando ou dando milhares de explicações, coloquei um aviso no meu perfil, só ler. Só digo uma coisa: terceiro ano do colegial é um saco KKKKKK
Tá, espero que alguém ainda lendo e comigo.
ps: capítulo quente.. ou tentativa de esquentar. Espero que gostem. =]
p.s.s: Cheli, não me mate gaúcha linda, você sabe que eu te amo ♥33 KKK
— Oh sim. — Bella bufou e ironizou: — Que tal você ficar por lá, Cullen?
Edward parou no mesmo instante junto à porta.
Cullen. Ela tinha dito Cullen. Oh sim.
Bella então percebeu o que tinha feito, ou melhor, dito quando ele se virou com os olhos queimando com um brilho diferente, quase selvagem, e o canto da boca erguido em um sorriso tão malicioso que a deixara molhada. Eram o mesmo olhar e sorriso de seu sonho. Oh, puta merda.
— Eu te avisei bebê.
Não sabia se queria desesperadamente aquilo ou se queria que ele parasse, Edward se aproximou tão rápido que ela não teve tempo de pensar, pesar as opções e falar alguma coisa; seja sim, seja não.
Então ele tomou a decisão por ela, ou melhor, cumpriu sua palavra.
Um piscar de olhos, quando percebeu, Edward estava a sua frente. Passou o braço firmemente por trás de seu corpo, enlaçou sua cintura, e a puxou para seu peito, ergueu-a do chão e fez a pequena volta – segurando-a no ar com a facilidade de quem carregava uma criança de poucos quilos –, então a colocou contra a parede, deixando que apenas as pontas de seus dedos do pé roçassem o chão. Pressionando-a com seu corpo contra a parede, então fechou a distância entre eles e apertou seus lábios duramente contra os dela.
E a dureza estranha e confusamente maciez dos lábios dele nos seus fizeram todos seus sentidos gritar, podia sentir cada maldita parte de seu corpo acordar pra ele.
Edward separou seus lábios e afastou-se um pouco, apenas para poder encontrar os olhos dela, deixando suas testas coladas, sentindo a respiração suave sob seus lábios.
— Foi um aviso justo.
— Eu não... — Bella tentou falar, mas não conseguia. Não daquele jeito, na posição que estavam e na névoa erótica que lhe envolvia. — Cullen...
E seus protestos foram interrompidos quando Edward tomou sua boca novamente, fazendo-a simplesmente parar.
Com a cintura envolvida no braço forte dele, a outra mão firme em sua nuca, prensada entre seu corpo duro e a parede, e uma ereção lhe roçando, oh Deus, não podia pará-lo. Queria aquilo por tanto tempo que não conseguia simplesmente pará-lo.
Inferno. Podia ser simplesmente a patética garota da paixonite mal curada e de calcinha molhada, porque naquele momento ela não se importava ou pretendia recuar, iria mendigar qualquer migalha que ele lhe oferecesse e... Merda, não iria pará-lo.
Mas Edward não era simplesmente de tomar a força, queria que ela quisesse tão duro quanto ele, podia ser arrogância, geralmente era considerado meio arrogante (principalmente pela própria Bella), mas precisava disso. Não invadiu sua boca, foi persuadindo-a a abrir lentamente, beijando seu lábio inferior, lambiscando ao redor.
Bella soltou um gemido, no seu suspiro sua boca se abriu, eles dividiram a respiração naquele instante; o coração de Edward se acelerou satisfeito quando pode invadir aquela doce boca com sua língua, fundindo-as em um beijo mais profundo, íntimo. Seu gosto era ainda melhor do que ele esperava – tão doce, macia e quente –, ele podia beijá-la pelo resto de suas vidas e nunca seria suficiente.
Bella não podia pensar em nada a não ser “puta merda, estou beijando Edward Cullen... E não é um maldito sonho!”, podia ser um pensamento infantil, mas não havia nada que podia fazer, seu cérebro, assim como todo o resto de seu corpo, estava derretendo.
Aquela boca na sua em um beijo duro e profundo, com a língua sensualmente lutando contra a sua pelo território, a deixava fraca e indefesa, apenas desejando que ele a tomasse completamente.
Sendo ainda mais pressionada contra a parede, Bella o sentia em cada centímetro de seu corpo – seu peitoral duro em seus seios, fazendo seus mamilos endurecerem e empurrarem contra o biquíni, o abdômen em sua barriga, a ereção cada vez mais dura e inchada em cima de seu sexo, cada vez mais molhado... Era melhor do que qualquer um de seus sonhos e masturbação.
Bella se derretia como gelo no asfalto quente. E ele era quente, estava sem camisa, fazendo-a sentir o calor que emanava de seu corpo e fazendo-a querer apenas tirar a própria blusa, senti-lo contra sua pele. Tinha as mãos pousadas em seus braços, mas não era suficiente. A mão do Cullen desceu lentamente de sua cintura até seu traseiro, dando um aperto firme em uma das bandas, fazendo-a gemer em sua boca.
— Deus... — Edward suspirou em sua boca, ao separar seus lábios para que pudessem tomar fôlego, segurando-a pela nuca.
Bella manteve os olhos fechados, estava ofegante, com a testa dele na sua e sentindo sua respiração pesada contra sua boca. Aquilo era realmente melhor do que qualquer sonho ou qualquer quadro que tenha pintado mentalmente para escrever um de seus livros, era a realidade.
Mas então sentiu as lágrimas arderem atrás de suas pálpebras, porque era uma realidade forçada... Apenas cumprindo uma promessa para intimidá-la e provocá-la. Estúpida. Engoliu seco e umedeceu os lábios com a ponta da língua.
— Você... Você pode me soltar agora. — sussurrou. Merda, se amaldiçoou por soar tão ridiculamente patética. — Já cumpriu sua promessa e realizou sua ameaça, pode me soltar agora.
— Você acha que te beijei apenas por uma promessa? — perguntou incrédulo.
Bella assentiu. E escutou-o respirar fundo, apertando sua nuca.
— Você realmente acha que eu faria isso apenas por uma promessa? Você tem alguma ideia do que faz comigo? Abre os olhos e olhe pra mim, bebê.
Bella se permitiu abrir os olhos pela primeira vez. Edward estava tão perto, com a testa na sua, ela ergueu os olhos e encontrou os dele – seus olhos verdes estavam escurecidos, como se mergulhasse em sua alma naquele instante, queimando-a com... Luxúria e desejo? E Deus, apenas aquele olhar podia fazê-la querer gemer.
— Eu... — Bella engoliu seco, lambendo os lábios. — Te irrito como uma dor na bunda...?
Edward deu uma risada rouca, capturou o lábio inferior dela, mordendo-o. E o soltou com um sorriso divertido nos lábios.
— Sim, você sabe como me irritar, mas vai muito além de me irritar, bebê.
— Você nunca... — demonstrou qualquer interesse em mim, apenas nas suas loiras e ruivas peitudas, completou mentalmente. Mas se cortou antes que parecesse ainda mais patética. Mentalmente podia até ser, mas não exporia isso sem alguma luta.
— Sempre foi muito mais de irritação, bebê. Eu te beijei porque eu quis, apenas arranjei um motivo para fazê-lo. Mas Isabella Swan, eu te beijei simplesmente porque eu queria fazê-lo como o inferno, porque você me faz louco.
Ele a puxou pela nuca e a beijou novamente.
Uma coisa era certa, nunca tinha experimentado um beijo daqueles. Tudo bem que ela não era a Srta. Voz Experiência, mas já tivera alguns beijos, mas ninguém a tinha beijado daquela maneira; com tanta vontade faminta e possessiva. Um beijo totalmente molhar de calcinha – espetacular e devastador. Ainda mais quando tinha o corpo fundindo-se ao dela, suas mãos pousaram em sua cintura no momento em que ela jogou os braços sobre seus ombros, ao redor de se pescoço, aproximando-o mais.
Edward a ergueu pela cintura até que ela enrolasse as pernas ao redor da dele, então a manteve com as costas na parede, enquanto a beijava.
Deus, seu pênis estava tão duro que doía, estava roçando-o no sexo dela sobre o short jeans que usava; e ela não fazia isso fácil rebolando e empurrando contra dele. Oh céus, que patético, pensou. Acabaria gozando precocemente nas calças como um maldito adolescente.
E ela também, era óbvio, porque gemia em sua boca a cada pequeno movimento. Devia estar inchada e totalmente molhada, precisando de pouco para gozar. E foda-se, aquele orgasmo seria dele.
Segurando-a firme pela cintura, carregou-a para a pequena mesa de ferro da cozinha. Já estava vazia e vazia, apenas a sentou, sem soltar sua boca e ficou entre suas pernas. E Bella manteve as pernas ao redor de sua cintura, puxando-o mais para perto, desejando sentir mais daquela protuberância montando seu sexo sob o tecido, não era suficiente, mas a fricção que aquilo causava a deixava louca.
Edward libertou seus lábios e desceu uma trilha de beijos de sua mandíbula até seu pescoço; eram macios e quentes, com leves lambidas e chupões até a curva de seu ombro. Suas mãos foram para bainha de sua blusa, levantou-a e a puxou por cima de sua cabeça, ela não pode fazer nada a não ser erguer os braços e deixar que a despisse e voltasse a lhe beijar furiosamente.
E ela sentiu sua gueixa interior, como ela chamava a sua parte devassa, a parte que imaginava cenários eróticos e a fazia transcrever para seus livros, gritou de felicidade com aquela sensação. Sim, sim, sim!
Sobre a mesa, com as pernas enroladas na cintura dele e a ereção lhe empurrando sobre os tecidos entre suas pernas, Edward colou seu peito ao dela; fazia sentir o calor cremoso de sua pele salpicada de finos pelos. Inferno, ela não sabia como tinha vivido sem aquela sensação por tanto tempo.
Ele afastou alguns centímetros apenas para empurrar o pequeno tecido do biquíni que cobria seu seio para o lado e o apertá-lo com a mão em concha, depois provocar seu mamilo entre os dedos.
Por um momento ela se sentiu estranha quando a maldita insegurança lhe banhou com aquela sensação de não ser suficiente, sabia que era pequena em comparação ao "tipo" de Edward Cullen, então se amaldiçoou e se negou a sentir-se envergonhada disso, ele a estava procurando, não o contrário; era o que tinha oferecer, goste ou caia fora.
E para seu total deleite, ele parecia estar gostando.
— Você me faz louco, perco todos os meus sentidos ao seu redor, bebê. — Edward disse em seus lábios, lambendo-o, desceu para seu pescoço novamente e respirou fundo em sua pele. — Sempre cheirando a morango...
Bella gemeu, mas mordeu o lábio para abafar outra reação. Ele desceu os lábios por sua clavícula, beijou seu colo até o seio.
— Tão linda...
— Em comparação a quem? — Bella murmurou ofegante. — Um garoto de doze anos?
Edward ergueu os olhos para ela, franzindo o cenho.
— Não sou seu tipo de mulher, Cullen... Seu tamanho de mulher. — mesmo naquele momento, por mais que quisesse, não conseguia controlar ao próprio temperamento, era tão forte quanto seu desejo.
— Quando olho pra você, acredite, não penso em um garoto de doze anos. Isso seria doentio e nojento. — murmurou.
Ela não podia estar falando sério, Bella era a garota mais deliciosamente atraente que ele conhecia. E com certeza, infelizmente para sua paz e saúde mental, sabia que muitos outros caras pensavam o mesmo; ela sempre tinha olhares masculinos e repugnantes sobre ela, o que o fazia louco, porque não podia simplesmente passar o braço ao seu redor e rosnar "minha!".
E agora, vendo-a tão vulnerável e exposta – com os cabelos agitados, corada pela situação, segurando-o entre suas pernas com o biquíni empurrado para os lados, expondo seus seios, estava ainda mais óbvio... Deliciosamente atraente. Seus seios eram pequenos, ou melhor, do tamanho ideal para suas mãos e boca, eram arredondados e firmes com pequenos mamilos cor de pêssego, agora duros e torcidos na excitação – gritando por sua boca.
— Em que você pensa?
— Eu penso que sim, você é meu tipo e tamanho de mulher... Exatamente meu tipo.
— Eu não...
E novamente, protesto interrompido por Edward. Porra, ele era bom nisso.
— Porra... — arfou com um gemido. — É difícil concluir um pensamento e argumentar enquanto você faz isso.
— Talvez a questão seja — disse ao soltar seu seio, mas mantendo-se tão perto que podia sentir sua respiração quente sobre a pele úmida. —, você não deve pensar ou argumentar, apenas sentir e aproveitar.
Antes que ela respondesse, interrompeu-a novamente. E era uma maldita boa interrupção, iria chutá-lo na bunda se interrompesse aquilo. Edward circulava seu mamilo com a língua quente e a fez arfar, gemer e se arquear em sua direção – bom Deus, sim, ele era realmente bom –, mas não era suficiente, mesmo quando mordiscava a carne sensível.
E pode senti-lo em cada terminação nervosa de seu corpo, principalmente em seu clitóris; apertou suas pernas ao seu redor, contraindo-se nele... Por favor, queria implorar.
Sugava com força, lambendo e mordiscando o seio dela. Um após o outro, provocando e aproveitando. Não importava o tamanho, nunca lhe importou, mas na boca – na sua boca – eles eram perfeitos. Deliciosos. E ela era sensível com eles, porque gemia a cada pequeno movimento, estimulando-o ainda mais... O deixando mais duro. E para tentar se resolver empurrava seu quadril contra o dela, montando seu sexo, sentindo os tecidos esfregar contra sua ereção.
Precisava de mais, sentir o gosto de seu prazer... Precisava de... Tudo.
Com uma última e lenta lambida, subiu os lábios pelo mesmo caminho que descera até sua boca, mergulhando nela novamente. Definitivamente, nunca cansaria daquilo.
Explorando sua boca, baixou suas mãos para o cós de seu short e lentamente, talvez por esperar algum protesto, abriu o botão... Depois o zíper... E colocou a mão por dentro, tocando sobre sua tanga. O tecido liso, antes gelado, agora estava quente, e apesar de não poder sentir ainda, sabia que estava molhada. Mas quebrou o beijo; ofegante, parou onde estava olhando-a nos olhos.
Bella engoliu seco.
— Sua promessa não dizia nada a respeito de entrar em minhas calças, Cullen. — disse nervosa.
Tudo bem! Sabia que estava sendo ridícula, mas simplesmente estava vulnerável demais para não fazer qualquer comentário sarcástico, era sua melhor forma de defesa. E naquele momento, tendo a mão dele em suas calças (lugar onde ela o queria há muito tempo, apesar de qualquer coisa) parecia o momento exato para se defender.
— Deixe disso, pensei já ter deixado claro que nada tem a ver com minha promessa. Tem a ver com meus desejos... E o seu. — empurrou a mão mais a baixo, fazendo-a arfar, enquanto a massageava. — Deixe-me fazer isso.
Com habilidade tirou sua mão, pegou os tornozelos dela cruzados em suas costas e se livrou de seu enlace, deixando suas pernas pender trêmulas. Uma mão em cada lado de sua cintura, com os dedões sob seu jeans, puxou seu short deslizando-o por suas longas perna, deixando-a apenas de tanga.
Edward segurou seu rosto entre as mãos e se aproximou entre suas pernas, esfregando-se nela. Se com o jeans era bom, apenas contra a fina tanga era enlouquecedor; não era pele com pele, mas era próximo. O movimento estimulava seu clitóris, fazendo-a abafar um gemido mordendo o lábio inferior.
— Eu tive você em meus braços e sei que estava se contorcendo em busca de mais, porque precisa gozar. — beijou-a duramente, agitando seu quadril. — Sem brigas, sem sarcasmo, sem julgamentos ou recriminações depois, de nenhum de nós... Apenas o agora. Dê-me isso, bebê. Deixe-me fazer isso porque eu quero... E porque você precisa e quer tão duro quanto eu.
Bella esticou a cabeça na sua direção e chocou seus lábios. Algo na sua mente gritava que estava comentando um erro... E sua gueixa interior gritava que estava tudo bem, algo tão delicioso não devia ser tão errado e mesmo que fosse errar faz parte da vida.
Edward entendeu seu gesto com um óbvio sim e com dois puxões desfez os laços laterais de seu biquíni e logo a deixou exposta.
Não sabia o que estava acontecendo com ele, quer dizer, ele era o cara que nunca a achou suficiente e sempre teve as melhores em sua cama, mas não estava disposta a tentar entender ou perguntar. Estava cansada da transa seca, queria aproveitar cada pedaço do que tinha no momento. Tinha abandonado qualquer senso, não pensava apenas se deixava levar pelo furacão Edward Cullen.
Enquanto a boca devorava a sua, como se nunca fosse suficiente e precisasse de mais em um beijo faminto e profundo, duro – e por todos os céus, ele sabia como beijar – sua mão encontrou seu sexo. Acariciou por cima de suas dobras úmidas, então ultrapassou e esfregou por cima de seu clitóris, estava tão molhada que o sentia deslizar facilmente até sua entrada e lhe penetrar um dedo. Gemeu em sua boca. Não era suficiente, mas era um ótimo prólogo do que estava por vim, sim!
— Coloque os pés sobre a mesa e se abre pra mim. Quero ver você e então prová-la, bebê. — mandou tirando suas mãos dela.
Bella lambeu os lábios e colocou os braços para trás, apoiando as palmas da mão na mesa pra que não caísse para trás mole do jeito que estava. Antão subiu as pernas, flexionando os joelhos até que as solas dos pés estivessem na mesa.
Lentamente Edward sorriu. Fodida e deliciosamente atraente.
— Isso sim é algo a ser visto... — e realmente era. Lisinha e sua carne rosada tão molhada que brilhava, com o clitóris inchado se projetando para fora de seu capuz de proteção, lambeu os lábios. — Tão linda.
Observando-a, ele mexeu no próprio pau, arrumando-o mais confortavelmente dentro das calças. Confortável? Puf. Duro e dolorido do jeito que estava confortável não era a palavra certa, no máximo ‘de um jeito aceitável’. Mas ainda assim valia muito a pena.
Os dedos dele alcançaram seu clitóris tão suavemente que ela queria gritar.
Edward adorava aquele momento. Usando dois dedos firmes, aumentou a pressão, esfregando o pequeno pedaço de carne duro e hipersensível pra baixo e pra cima. Ergueu o rosto para fitá-la enquanto o fazia. Seu lindo rosto estava ainda mais corado e franzindo, mordendo o lábio inferior tão duro que em breve, possivelmente, abriria um corte. Ela quase saltou da mesa quando a penetrou com dois dedos, empurrando lentamente, sentindo seus tecidos aveludados ao redor de seu dedo, apertada e quente, tão molhada que deslizava sem dificuldade alguma.
Como infernos ela podia achar que não era seu tipo de mulher? Porra, aquela era sua mulher.
— Aqui... Erga suas pernas em meu ombro. — disse, abaixando-se.
Deu ordem, mas ajudou a cumpri-la. Colocou uma perna em cada ombro, deixando-a mais erguida e mais para trás, quase deitada.
— Oh Deus! — Bella gritou quando ele colocou o rosto entre suas pernas e abocanhou seu clitóris, chupando-o duro ainda com dois dedos dentro dela. — Hãã... Sim!
Santa merda... Estava realmente sendo chupada na mesa da cozinha por Edward Cullen? Era quase irreal, nunca tinha estado com um homem tão disposto a cuidar das necessidades dela primeiro, que não quisesse partir pra foda e cuidar da própria coceira. E agora lá estava ele, preocupado com ela, chupando-a tão deliciosamente que parecia um sonho.
Oh cara, por favor, não seja um sonho, por favor, não seja um sonho, choramingou mentalmente. Porque se fosse, porra, acordaria encharcada e mais frustrada do que um brasileiro ao perder a copa do mundo de futebol nos acréscimos com um gol impedido pra Argentina... Puta merda.
— Deus, você tem um gosto tão bom... — Edward murmurou contra seu sexo e percorreu toda sua carne com a língua.
Afundou seus dedos, retirou-os e acrescentou mais um.
— Porra, você é tão deliciosamente apertada que posso até imaginar como seria ter esse aperto e calor no meu pau.
Bella gemeu com a leve picada de dor ao sentir-se tão esticada ao redor daqueles dedos, ainda mais quando a boca dele cuidava tão perfeitamente bem de seu clitóris, lambendo e chupando famintamente.
Chupou-a e empurrou os dedos profundamente, Bella arfou e gemeu arrastadamente, alto suficiente para que ele escutasse e mordiscasse seu clitóris entre os dentes.
— Ohhhh... Cullen...
Nunca tinha reagido de tal maneira a uma mulher; seu pau estava tão duro, empurrando contra a braguilha de seu jeans que em chegava a machucar, sorte que a boxer o apertava e protegia, ou teria uma marca do zíper em seu amigão permanentemente.
Bella seria sua morte, sua loucura, sua gozada precoce nas calças... E ele não lamentava um segundo se quer daquela tortura.
Como lendo seus pensamentos, ela apertou seus dedos com seus músculos. E o fez imaginar ainda mais como seria tê-la fazendo aquilo em seu pênis, ordenhando seu prazer. Merda, ele queria aquilo mais do que queria respirar com todo o exagero que aquilo pudesse parecer.
— Goza pra mim, bebê, deixe-me ter o gosto de seu prazer na minha boca e minha mão, goza pra mim. — disse com uma voz suave, aveludada.
Voz atravessou o corpo de Bella rapidamente, como um pavio queimando. Só mais um pouquinho, por favor... Mesmo sem perceber, ela choramingou em voz alta. E ele o fez. Aumentou velocidade das estocadas com o dedo e permaneceu chupando e provocando-a com a língua.
E o pavio queimando levou a explosão de fogos de artifício. E um grito esganiçado rasgou por seus lábios quando gozou.
Ela queria fechar as pernas e pedir que ele parasse, não aguentava mais, estava tão sensível e gozando duro, mas ele permaneceu entre suas pernas. Fazendo-a se contorcer, sentindo cada espasmo de sua vagina ao redor de seu dedo e seu prazer escorrer em seus dedos.
— Isso foi tão incrível, bebê. Eu nunca tive alguém como você comigo... Você é todo um espetáculo ao gozar, Deus, poderia viver pra isso. — Edward disse beijando a parte interna de sua coxa sensualmente.
Mole e ofegante, ela tentava respirar fundo e reunir todos os pedaços em que tinha se partido ao gozar pra ele. Porra, nunca tinha sentindo algo tão... Forte.
Estou tão fodida, pensou. E foda-se, nenhum pouco arrependida.
Com todo o carinho e cuidado, Edward segurou suas pernas e baixou de seu ombro, deixando-as pender moles. Pousou as mãos em suas coxas nuas e se inclinou em sua direção, voltou a beijar seus lábios.
Bella estava tão mole que não lutou ou argumentou apenas se deixou levar. Um beijo lento e suave.
— Cullen... — gemeu em sua boca com os olhos fechados.
E agradeceu por ter sido o sobrenome dele, seria apenas humilhante realizar a maior vontade dele daquela maneira, nua sobre a mesa da cozinha.
Edward riu roucamente, escutar após tudo o que tinham feito um ‘Cullen’ era uma maldita provocação.
— Céus, bebê, você me faz louco... — suspirou, beijando seu lábio inferior.
Faça alguma coisa, uma parte de seu cérebro, os poucos centímetros que não estavam derretidos pelo forte orgasmo, gritou em sua mente. Devolva, dê o troco, você quer, ele quer, apenas faça agora!
— Sua vez, Cullen.
Edward não entendeu suas palavras, apenas a viu se arrastar da mesa e ficar em pé meio hesitante, pra então cair de joelhos aos seus pés. Seus olhos se arregalaram ao entender o óbvio. Bella abriu o botão de sua calça, então o zíper.
Boxer cinza, ela adorava homens de boxer e samba canção, e lá estava ele com uma sexy boxer cinza quase rasgando estufada sobre seu pênis em uma ereção tão dura que podia imaginar que lhe doía. Abaixou a calça e boxer apenas suficiente para puxar o membro pra fora. Ofegou.
Ele sim era um espécime lindo, melhor que seus sonhos e imaginação. Se aquilo fosse apenas uma chupada e retribuição na cozinha, ao menos quando acabasse teria algo bom pra se apegar e lembrar. Bonito, grande, grosso, o sonho de qualquer mulher. Oh porra. Pelo menos bons livros serão inspirados naquele pau lindo.
— Bebê, você não tem que...
Ela o interrompeu passando a língua sobre a grande cabeça de seu pênis, capturando a gota de pré-sêmen que escorria pela fenda, então a tomou toda na boca, girando a língua ao redor dela.
— Ahhh... Porra, foda-se, sim. — ele gemeu.
Bella ergueu os olhos, se não estivesse com a boca muito ocupada, estaria sorrindo vitoriosa. Sim, meu querido, eu também posso interromper seus protestos com minha boca.
— Bom Cristo... Sua boca... Santa foda!
Enrolando a mão redor da base do pênis dele, tão duro e latejante quando poderia, abriu sua boca ao máximo e desceu em todo seu eixo, cuidando para não raspar seu dente. Respirando pelo nariz, tomou até que a cabeça tocasse ao fundo de sua garganta.
A carne macia, tão duro, com as veias fazendo um relevo agradável em sua língua, um gosto próximo ao salgado... A melhor coisa que já tinha saboreado. Deixando os olhos erguidos, impulsionando sua cabeça pra baixo e pra cima, com golpes fortes, chupou-o duro.
Edward esteve duro desde o momento que a tocou pela primeira vez naquele dia. Seu pênis não o conhecia o toque de nada além da sua própria mão direita há muito tempo, muito tempo sem o calor de uma mulher – e sem nunca ter conhecido o calor da mulher que tanto quis sua Bella – que naquele momento dificilmente conseguiria se controlar o óbvio, seu gozo.
Estava tão sensível e duro que aqueles pequenos impulsos, a boca quente, úmida e macia chupando duro ao redor de seu pau era o doce calor que tanto queria, gozaria em pouco tempo. Não importava o quão humilhante e rápido fosse, não conseguiria prolongar aquela agonia, com certeza conseguia fazer melhor (e pretendia fazer em um futuro próximo), mas não naquele momento.
— Caralho, sua boca é o paraíso bebê, isso... Oh foda-se, chupa mais duro... — gritou quando ela começou a massagear suas bolas. — Porra, sim! Vou gozar bebê... Não consigo... Oh foda-se... Apenas me deixe sair ou vou... Porra.
Bella não o soltou, apenas continuou a massagear suas bolas e chupá-lo, sugando sua carne sensível em sua boca. Assim como ele tinha feito com ela, precisava que ele lhe desse tudo, queria sentir o prazer dele em sua língua. Cada gota dele.
Era mais do que orgulho – claro, tinha seu orgulho envolvido, mostrar a ele que era mais do que ele jamais tinha esperado e que podia lhe tanto ou mais prazer –, mas também tinha seu prazer, vê-lo ter prazer com ela; saber que era o motivo de seu prazer... É, gostava disso.
Com um gemido e palavrões, Edward gozou.
Sentiu os dedos dele se enterrarem em seu cabelo, puxando-o bem junto ao couro cabeludo, enquanto os jatos quentes atingiam sua garganta e língua, foi engolindo ao redor dele e recebendo mais, cada gota.
— Oh. — Edward suspirou ofegante quando acabou.
Ela passou uma última lambida, limpando-o, então o soltou e se levantou enquanto lambia os próprios lábios. Ainda o sentindo presente em sua boca.
Os lábios dela estavam avermelhados, levemente inchados. Seus cabelos desgrenhados e rosto corado. E ainda estava com o biquíni empurrado de lado, mostrando seus seios, e nua abaixo.
E então a realidade atingiu Bella como um tijolo na cara. Porra, o que inferno tinha acabado de fazer?
Além de permitir que Cullen lhe chupasse, tinha o chupado na cozinha e engolido cada gota. Não sabia o que as outras pessoas faziam, quer dizer, na teoria era algo fácil de fazer, mas na prática engolir nem sempre dava tanto prazer a todas e ela mesma não o fazia com todos, mas com Edward simplesmente não viu outra opção, precisava de tudo dele. O que ele pensaria dela?
Antes era fácil de enfrentar e continuar a fazer, estava envolvido na névoa sexual, apenas os dois, – ela guiada por seu clitóris e ele por suas bolas. Mas agora, com a mente limpa, o orgasmo alcançado e a realidade puxando-os pra terra, oh merda, definitivamente não era tão simples e fácil.
E ainda estava nua, com a própria umidade escorrendo na parte interna das coxas e o gosto da semente dele em sua boca. Porra, Cullen!
Sentiu as lágrimas arderem atrás de seus olhos. E a gueixa, a devassa que se levava fácil, tinha ido embora e lá estava à menininha com a paixonite mal curada, sonhos eróticos e calcinha molhada. Merda, onde estava seu orgulho quando precisava dele?
E a leve sugestão de sorriso dele, enquanto guardava novamente o pênis nas calças, humilhou-a ainda mais.
— Você não tem que ir ao mercado comprar qualquer coisa? Vá. — disse ríspida, virando-se e pegando suas roupas jogadas no chão.
— Bebê...
— Não. — disse firme, tentando não chorar, caminhando pra fora da cozinha.
— Bem, digo que temos que conversar. E que essas férias acabaram de ficar mais... Interessante.
Bella ergueu-se em sua pouca altura, tentando raspar seu tacho de orgulho e utilizá-lo o máximo que conseguisse.
— Não, Cullen, não ficou. — e saiu da cozinha antes que desabasse ali mesmo assumindo toda a merda que tinha guardado durante anos sobre Edward Cullen.
Notas finais
Como diria Georgina de Gossip Girl: Well, you can tell Jesus that the bitch is back! KKKKKKK Até o próximo, bjsbjs s22
Fale com o autor