Let Me Take You There
5 005.
Notas iniciais
Edward não sabia como, supostamente, devia agir agora. Santa merda.
Devia dar um tempo a ela, era o certo. Tudo bem podia fazer isso. Por mais que estivesse se doendo pra invadir o quarto dela e lhe fazer sua definitivamente, devia a ela aquele momento.
Arrumou as calças, vestiu a blusa que estava no sofá e pegou na mesinha de centro as chaves do carro alugado, o celular e a carteira, guardou tudo no bolso (ficando apenas com as chaves na mão), pegando também suas sandálias de dedo marrom que ficavam perto da porta lateral, saiu.
O Jeep alugado estava no acostamento perto, tinha uma porção de areia até lá, limparia os pés na grama e iria ao mercado. No máximo dez minutos até lá, e era muito, porque podia fazer o percurso mais rápido se as ruas estivessem tranquilas, o que geralmente acontecia.
E dirigindo sua mente só pensava em uma coisa... Uma pessoa... Bella.
Não era assim que tinha planejado fazer as coisas. Devia ter sido mais cuidadoso; levar as coisas lentamente e apertar o botão exato, não sair apertando tudo, enquanto torcia pra que um deles fosse o certo, como tinha feito.
Merda, sempre fora malditamente bom em controlar os próprios desejos, controlar os hormônios que gritavam cada vez que Bella estava ao seu redor. E agora simplesmente saltou para dentro das calças dela sem pensar duas vezes.
Inferno, não era como se estivesse realmente arrependido. Não estava nenhum pouco arrependido, mas era pra ter sido só um beijo. Ele prometeu, ela disse Cullen e ele a beijou, fim. Era somente isso que devia ter acontecido naquele momento, mas subestimou demais os efeitos de Bella em seu corpo.
Nunca pensou que um beijo simplesmente desligaria todo seu cérebro e o faria pensar apenas com a cabeça de baixo. Não era uma desculpa, não justificava, mas ficar quase dois anos sem tocar uma mulher ajudara no desligamento de seu cérebro. Ainda mais quando depois de dois anos a mulher que tem em mãos é a unica mulher no mundo que queira realmente em seus braços, mas ainda assim... Malditos hormônios, maldita abstinência sexual.
Porque por causa disso tudo Bella tinha corrido dele. Devia pensar que tudo que ele fez foi uma chupada na maldita cozinha. E depois, colocando a cereja no seu bolo de estupidez e gestos não pensados, ainda tinha que dizer "férias acabaram de ficar mais... Interessante" com um estúpido sorriso no rosto e enquanto guardava o pau nas calças.
Porra Edward, rosnou mentalmente irritado com si mesmo.
Agora ela devia pensar que ele tratava toda a situação como uma aventura de férias, usando-a pra nada mais do que sexo. E não podia pensar algo mais errado, porque ele queria mais.
Porra, ele queria muito mais do que só sexo; sem deixá-lo de lado, claro. Queria absolutamente tudo. E ele tinha visto como ela reagira a seu toque, não era arrogância, apenas a realidade. Sua Bella tinha acendido em seus braços. Cada centímetro de seu corpo, desde seus deliciosos seios intumescidos ao seu tão delicioso sexo molhado e quente, pelos céus, não eram coisas que alguém pudesse fingir tão bem. Nem a melhor atriz podia fazê-lo. Não existia maneira de que ela quisesse aquilo menos do que ele e iria fazê-la enxergar aquilo.
Não sabia por que Bella tinha fugido ou que estava pensando, mas Edward iria usar e fazer tudo que pudesse para mostrar a Bella que ela era a mulher de sua vida e nenhum outro podia fazê-la feliz como ele. E tinha uma semana pra isso.
Oh menina covarde... Seu reflexo no espelho dizia e zombava.
O reflexo que gritava sexo – cabelos desgrenhados, rosto corado, biquíni torto e nua cintura abaixo –, também gritava covardia. Covarde, era ao que tinha se resumido.
Em um momento estava caindo de joelhos e engolindo toda a semente de Edward, no outro estava correndo de volta pro quarto, quase chorando. Quase gritando "patética e covarde, prazer, Bella!".
E além de covarde, ainda estava quente. Seu corpo ainda pedia, implorava, por mais Edward. Mas era covarde demais pra pedir ou continuar ali pra ver no que toda a situação daria.
Simplesmente não podia evitar. Se tivesse permanecido no mesmo cômodo que ele mais um segundo, tudo o que lutara para esconder acabaria revelado; acabaria deixando mais do que claro que se encantara com ele desde o primeiro encontro ainda na infância e que era perdidamente apaixonada pelo idiota que nunca a tinha enxergado como uma mulher. Que a via apenas como a irmãzinha irritante do melhor amigo.
Mas então Bella agitou a cabeça. No momento em que estavam na cozinha ele não parecia nenhum pouco fraternal, ele respondeu aos seus toques tanto quanto ela. Podia não ser a melhor leitora de pessoas, principalmente quando tratando de Edward Cullen, mas nem fodendo aquela situação na cozinha tinha sido unilateral. Ele queria fazer aquilo, estava duro por ela.
Enquanto caminhava para o banheiro, seus pensamentos estavam mais confusos do que nunca. Não tinha ideia do que aquilo devia significar ou de como seria os outros dias, era óbvio que não teria como evitá-lo pra sempre, nem sabia se era o que queria. E tudo tinha ficado ainda mais complicado.
Como se sua vida e sentimentos não fossem complicados suficientes. Confusa e excitada, oh porra, uma bela mistura. Pode não ter concordado com ele no começo, mas realmente, as coisas iriam ficar no mínimo... Interessantes.
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Edward chegou em casa pouco mais de uma hora depois, desceu com o carro pela praia e o parou junto a porta lateral pra descarregar as compras. Fez três viagens de ida e volta pra colocar tudo na cozinha, então voltou com o carro para o acostamento e andou pela areia morna e macia para casa, arrumando em seguida todas as coisas na dispensa, armários e geladeira.
Queria invadir o quarto dela e arrancá-la da cama, ou melhor, tomá-la na cama e fazê-la sua definitivamente, mas não podia fazê-lo. Pelo menos não agora. Mas em breve, bebê.
Para passar o tempo então começou a separar as coisas para preparar o almoço. Era o que precisava para se distrair, manter as mãos ocupadas cortando e picando alimentos, então os cozinhando.
Aquele sábado não estava sendo exatamente como planejara – e nem tinha planejado algo no sentido exato da palavra, apenas tinha desejado poder passá-lo todo ao lado de Bella –, então deixaria os bifes na grelha para o dia seguinte, com ela. Faria algo mais simples e que ela gostava – macarrão ao molho branco com atum, que era um de seus pratos favoritos. E também faria brownies de chocolate, sem batizá-los com erva ou qualquer coisa, ela amava chocolate e definitivamente adoçaria a boca de seu bebê.
Ele tinha visto a surpresa de Bella ao vê-lo cozinhar. Pronto, iria surpreendê-la de vez, mostrar que era mais do que um ótimo advogado em seus ternos e sapatos importados. E não apenas para agradá-la, mas pra salvar o próprio orgulho e mostrar depois do que fiasco 'omelete x ovos mexidos' que era bom na cozinha. Sim, Bella, eu sei cozinhar malditamente bem. E sei a diferença entre omelete e ovos mexidos.
Cozinhar era um de seus hobbies, algo que tinha começado a fazer em uma noite solitária no apartamento após um dia cansativo no escritório e percebeu que gostava de fazê-lo, então começou a treinar quando estava sozinho com receitas da internet. E tinha ficado realmente bom nisso, mas não era tão agradável cozinhar e comer sozinho com uma taça de vinho. E um de seus sonhos secretos, e até meio patéticos, era poder cozinhar uma refeição e fazê-la com Bella. Pronto, lá estava sua oportunidade e iria caprichar.
Preparou toda a refeição, que modéstia a parte, cheirava muito bem, cantando e fazendo toda uma performance do rei Elvis Presley, das agitadas as românticas. Montou a pequena mesa da cozinha com serviço para dois e, depois de limpar toda a cozinha e sentir o estômago roncar de fome, subiu para tomar banho e trocar de roupa.
Quando já estava limpo e cheiroso em seu jeans, camisa de flanela e chinelo de dedo brasileiro foi para o quarto de Bella.
Estava tudo tão silencioso e tranquilo. A porta estava destrancada, então apenas entrou. Bella estava espalhada na cama de casal. Tinha tomado banho, agora estava com short de algodão azul e uma bata florida, que ele tinha certeza já ter visto Rosalie usá-la. Sorriu. Eles sempre discutiam sobre uma pegar roupa da outra, mas ainda assim sempre o faziam.
Ela parecia tão delicada e frágil, feminina e suave no meio de toda a bagunça de lençóis e travesseiros, três livros, óculos e um netbook que era sua cama. Cabelos espalhados sobre o travesseiro, respiração calma e rosto sem expressão, desfrutando o mais suave dos sonhos. Ele desejou saber como seria dormir com ela ao seu lado. Era óbvio que se mexia muito, a bagunça deixava isso óbvio, mas será que se mexeria tanto mesmo em seu abraço? Ela estava tão linda que parecia até pecado acordá-la.
Resolveu deixá-la. Por mais que fosse uma pena não almoçar com ela, quando acordasse e sentisse fome, ela iria encontrar a comida e almoçaria. E depois não iria perder sua conversa com ela.
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Bella acordou preguiçosamente à tarde quando o estômago começou a protestar de fome. Bocejou, se espreguiçou e esfregou os olhos.
Por mais que tentasse, Edward não saiu de sua mente mesmo em seu sono. Não tivera um sonho erótico, algo que considerava um milagre dado o que tinha feito há poucas horas, mas pra ela fora ainda pior. Fora um sonho romântico. Um sonho doce suficiente para dar dor de dente, quase patrocinado pela Disney, pode até ouvir a musiquinha melosa atrás. Oh inferno, isso não era bom.
Ficou no quarto se escondendo. Mesmo que soubesse que ele estava no mercado, preferiu não arriscar. Tinha respondido alguns e-mails profissionais, principalmente de sua editora, então começara a escrever alguns rascunhos inspirados na cena passada na cozinha... Merda. E então parou, salvou e fechou o arquivo, e mando um e-mail bem malcriado todo trabalhado no caps lock, cheio de interrogações, exclamações e pontos finais para Rosalie. Como ela podia ser tão cadela? Então dormiu quando estava um pouco mais leve.
E agora precisava comer. Será que Edward tinha cozinhado algo para o almoço ou teria que fazer? E... Calma, quando diabos ele tinha começado a cozinha? Lembrava que ele mal podia fazer um ovo frito para sobreviver, agora estava cozinhando? Eles tinham realmente se perdido em algum momento de suas vidas, porque era como se existissem dois Edward. Aquele profissional engravatado sério e frio, e aquele todo fogo e paixão que tinha conhecido na cozinha. E apenas com um deles podia se envolver, e era aquele que não aparecia muitas vezes ao ano.
Vestiu o suéter sobre a bata muito leve e solta, e descalça desceu para a cozinha. Silêncio. Onde ele estava?
Sentiu o cheiro de... Atum? E... Talvez chocolate... Mmm... Brownie?
— Deus, eu virei um cão farejador. — zombou a si mesma ao perceber que realmente estava farejando o ar.
Pela porta lateral da casa viu Edward de longe. Caminhou até ela para ver melhor, e lá estava o Edward engravatado – sem a gravata – sério e frio novamente. Ele estava falando ao celular, gesticulando e mexendo em seu Ipad. Definitivamente era algo do trabalho. E aquele era o motivo que nunca dariam certo juntos... Para algo mais do que sexo, devia acrescentar, já que era óbvio também que no sexo eles eram muito bons juntos.
São diferentes demais, ou opostos demais. Dia e noite. Arte clássica e uma abstrata. Ele não podia se afastar de seu trabalho por alguns dias, enquanto ela podia criar os próprios horários e rotinas fora de um escritório. Esquece Bella.
Mas na cozinha teve uma grande surpresa. Um lado da mesa ainda estava posto completamente e ao lado de seu prato um bilhete.
'Fiz nosso almoço. Fui ao seu quarto, mas você estava dormindo tão linda que tive pena de te acordar. Iria te esperar, mas... Meu estômago venceu (comprar cerveja e carne pra te adentrar no mundo dos bárbaros e te ensinar a relaxar de verdade cansa). Mas então, tem macarrão na panela, vinho e a sobremesa na geladeira, espero que goste bebê. Edward.'
Inconscientemente, estava sorrindo ao ler o bilhete. Deus, quem é você Edward Cullen? Como posso me surpreender com você a cada segundo?
E seus olhos estavam em: Tão linda... Bebê... Edward. Como sou patética, disse a si mesma e foi almoçar.
Tinha que confessar que o macarrão com molho branco e atum estava delicioso. Oh Deus, o bastardo além de tudo sabia cozinhar. Merda. Era um maldito pacote completo pra fazer qualquer mulher se apaixonar. Mil vezes merda.
E então os brownies de chocolate. Ela amava chocolate. Quem em sã consciência não ama chocolate? Atingiu seu calcanhar de Aquiles completamente. Chocolate. Fofinho, molhadinho e cremoso. Chocolate estava em seu top 10 de coisas favoritas, na lista também tinha ler e escrever, séries e filmes, dormir, comer, música... Edward Cullen. Não que fosse confessar isso em voz alta. Não agora. É.
Comeu três brownies, colocou a louça na pia e lavaria mais tarde, então foi para sala comendo mais um. Olá gordura e celulite, bem vindo ao corpo da Bella.
— Oi bebê.
Bella saltou de susto, quase pensou ser a gordura e celulite respondendo e lhe chamando da maneira que apenas Edward lhe chamava, mas então o viu sentado no sofá. Seu celular (um Iphone) e Ipad estavam na mesinha de centro, e ele lhe encarava com um sorriso divertido.
— Fã da Apple, ein? Ficou dias na fila no dia de lançamento dos brinquedinhos, Cullen? — perguntou divertida e deu mais uma mordida no brownie.
Edward riu. Sarcasmo e ironia, sempre Bella.
— Na verdade não. — sorriu. — Eu tenho um funcionário nerd que faz esse serviço pra mim.
— Típico. — riu e colocou o último pedaço na boca.
Edward riu também, mas seus lábios logo se tornaram um sorriso de lado arrogante e convencido.
— E então, como estava o almoço? E o brownie?
— Bom.
— Bom? Vamos lá, bebê, você pode fazer melhor.
— Seu ego já é inflado demais pra mais um carinho nele.
Ele se levantou. Merda. Vê-la lamber o chocolate dos dedos era mais sensual e quente do que ele esperava (e do que ela achava), mas o levava de volta a hora que ela caiu de joelhos aos seus pés e chupou seu pau até sua última gota. Fazia suas bolas se apertarem nas calças e seu pau começar a endurecer lentamente. Precisava tê-la, fodê-la direito... Fazê-la sua.
Bella terminou de lamber os dedos ao vê-lo se aproximar com olhos preso em sua boca. Não estava brincando de ser sensual ou qualquer coisa, mas parecia tê-lo afetado. Sua gueixa interna sorriu, era muito bom saber que podia seduzi-lo com tão pouco.
— Mas meu ego agradeceria um carinho seu. — Edward disse com voz baixa, rouca... Sexy.
Maldito molhador de calcinha, rosnou mentalmente limpando os dedos nervosamente no short.
— E não apenas meu ego, bebê.
— Isso... Não vai acontecer, Cullen. — deu um passo pra trás.
— Por que você está lutando contra isso quando é obviamente o que nós dois queremos?
— Por que... Talvez... Apesar de uma coisa em comum, queremos coisas diferentes.
— Diferentes porque você me quer e eu quero você. Em resumo, queremos o 'nós' e isso é a mesma coisa.
— As coisas não são tão simples, Cullen.
'Perto demais, perto demais' o aviso gritava em néon em sua mente.
Edward estava a poucos centímetros de distância, então a segurou na altura da nuca e aproximou seu rosto.
— As coisas são simples, bebê. Nós que somos estupidamente programados para complicar tudo. — e a beijou.
E o aviso de perto demais foi trocado para 'cérebro derretendo'. E estava realmente. Quente, estava quente.
— Isso é simples, eu e você, só. — Cullen murmurou em sua boca.
A boca dele devorava a sua em um beijo profundo novamente. Porra, ele era bom demais para sua própria segurança. E segurança de suas calcinhas, merda.
Do que adiantava lutar? É como tentar dar uma salada a um urso faminto pronto para te devorar, batalha perdida, então se rendeu.
Ergueu os braços lentamente, subindo a mão por sua nuca até alcançar seus cabelos, enterrando os dedos na maciez de seus fios cor de bronze; fechou a mão em punho, agarrando um punhado dele, e puxou sua cabeça mais para si, mergulhando todos seus sentidos dormentes no mar fervente que era Edward Cullen.
Finalmente, Edward comemorou ao finalmente beijá-la. Nunca se acostumaria à suavidade e doçura de seus beijos, eram tão viciantes. Soltou um leve gemido em sua boca ao senti-la puxar seus cabelos, e sentiu aquele puxão em sua virilha enquanto endurecia. Desceu as mãos para a cintura dela e colou ainda mais seus corpos, com certeza fazia-a sentir seu membro latejando contra ela. Podia sentir o quanto a desejava.
E suas reações, a maneira que estava se entregando ao beijo e derretendo em seus braços era a resposta clara, ela o desejava também.
— Porra, eu quero você bebê, preciso estar dentro de você. — rosnou em sua boca, descendo os lábios para seu pescoço.
Bella gemeu.
— Mmm... Sim, por favor, sim.
— Você quer me quer bebê? Posso fodê-la?
— Sim, sim! Me leve por quarto, Cullen, e me foda.
Porra! Grunhiu e voltou a beijá-la duramente, enquanto aquele seu pedido ecoava em sua cabeça... De baixo. Desceu as mãos para a parte de trás de suas coxas, e a ergueu em seu colo.
Bella fechou as pernas na cintura dele e, sentindo as grandes mãos em seu traseiro, se deixou ser levada para o quarto.
Quando ele a colocou no chão novamente, estavam em seu quarto branco.
Soltou seu rosto e sua boca, ao mordiscar seu lábio inferior, e agarrou a barra de seu suéter. Bella apenas ergueu o braço pra que ele tirasse seu suéter, depois sua bata; suas mãos eram rápidas com gestos afobados de alguém desesperado no desejo duro e ardente. Soltou o laço de seu short e a o abaixou por sua coxa, acariciando-a por todo o caminho; na altura dos joelhos, ela terminou o serviço com os próprios pés.
Edward ofegou com a visão.
— Você é linda demais, acho que nunca vou me acostumar com isso.
— Sabe que você falando assim — engoliu seco. — eu te chego acreditar que é o que você está pensando, Cullen.
— Porra, você testa minha paciência, bebê. Minha vontade é te colocar sobre meus joelhos e bater no seu lindo traseiro até que você pare de colocar em dúvida cada maldita palavra que eu falo sobre você. — Edward disse com um olhar selvagem.
Bella corou, enquanto sua intimidade se contraiu com a simples ideia. Oh porra, tudo o que faltava, agora tinha virado uma adepta ao sadomasoquismo?
Edward virou um pouco a cabeça para o lado e abriu um sorriso malicioso.
— É bebê, você nunca para de me surpreender. — disse divertido.
Acariciou a barriga nua dela e desceu a mão sobre sua pequena calcinha branca de algodão. Era homem, um lingerie de renda sempre afetaria sua libido, mas até uma maldita calcinha de algodão Bella conseguia fazer quente, ou melhor, o fazia responder ainda mais duro por uma calcinha branca de algodão. Aquela era sua mulher, feita totalmente pra ele.
Com uma mão segurando-a pela nuca, com a outra afastou a calcinha com o dedão, então separou as dobras de sua feminilidade e tocou sua quente umidade com a ponta dos dedos, esfregou seu clitóris fazendo-a gemer.
— Toda molhada e quente, pronta pra mim. Você gostou da ideia né? De sentir minha mão espalmando seu traseiro? Eu gosto da ideia também, temos tempo para experimentar.
— Você fala demais... Mmmm — gemeu. E ela não conseguia falar enquanto ele a dedilhava tão bem. — E está vestido demais. Vai me levar pra cama ou terminarei isso sozinha... Cullen?
Edward a observou incrédulo e riu. E penetrou-a com um dedo, deslizou a fora e empurrou-o novamente. Bella gemeu.
— Prove seu prazer, porque quero senti-lo na sua boca. — Edward disse.
Tirou a mão do meio de suas pernas e colocou o dedo indicador brilhando na frente de seus lábios. Bella lambeu a pontinha de seu dedo, sentindo o próprio sabor levemente salgado, então tomou seu dedo na boca. Chupando-o como faria com um pênis, rodando a língua ao redor dele, raspando os dentes levemente e sugando.
E Edward sentia aquela língua em seu dedo e em seu pênis. Ela seria sua morte, definitivamente. Aproveitando, Edward soltou os laços do top de seu biquíni e expôs seus lindos seios novamente. Deixou o tecido cair no chão e apertou um deles, beliscando o mamilo entre os dedos até torná-lo um ponto duro e enrugado na excitação.
Puxou o dedo da boca dela e com os dedos úmidos provocou o outro mamilo, deixando da mesma maneira e abaixou a boca nele rapidamente, girou a língua ao redor e sugou duramente, fazendo-a gemer por mais.
— Preciso de você em mim, agora, Cullen. — Bella choramingou impaciente.
— Bebê impaciente. Se eu não estivesse dolorosamente duro, desesperado para estar você, usaria isso ao meu favor.
— Use. E eu te faço pagar depois. — disse enquanto abria os botões de sua blusa habilidosamente, tinha várias blusas daquela, era boa em tirá-los.
— Impaciente, sarcástica, vingativa, quente. Meu tipo de mulher.
Bella gargalhou aliviada ao terminar de abrir a blusa dele, expondo seu delicioso peitoral, e descer as mãos para o cós de sua calça, enquanto ele se livrava dela.
Se tinha colocado de lado todo seu bom senso e orgulho, chutando o pé da barraca da autopreservação, então iria fazer aquilo direito. Sem nenhum recato ou esperando que ele tomasse a iniciativa, deixaria sua gueixa devasse lhe tomar e agir como se estivesse escrevendo um de seus livros... Corporalmente.
Ela e Edward os protagonistas, nenhuma novidade já que era assim como ela sempre imaginava, mas agora era real. Sua fantasia real. Sim!
Abriu as calças dele e a abaixou, abaixando-se junto. Sentindo os olhos dele lhe seguindo cheio de luxúria a cada movimento.
Ela era todo um espetáculo torturante para Edward. Observá-la abaixar de cócoras trazia lembranças bem quentes e nítidas a sua mente que só o deixava ainda mais quente. Bella abaixou sua calça até seus pés, fazendo uma massa com o tecido em seus pés, e ele levantou os pés para ajudá-la. E a deixou com o rosto bem em frente a sua ereção sob a samba canção. A sorte é que estava em uma época de usar samba canção, porque uma de suas boxer estaria dolorosamente apertada no volume crescente de seu membro.
Bella o apertou sobre o tecido e, ao escutar o seu gemido, ergueu o rosto com um sorriso maliciosamente divertido nos lábios. E abaixou a samba canção com um puxão só, sorrindo ver sua grossa ereção saltar em sua direção.
Pronta para provocar, passou a língua lentamente sobre a grande cabeça, capturando a gotinha perolada de pré-sêmen que vazava na fenda.
— Provocadora. — Edward grunhiu, enquanto ela se levantava lentamente lambendo os lábios.
Puxou para seus braços pela cintura e a beijou com voracidade. Segurando-a pela nuca, com a mão livre ergueu-a em seu colo novamente e a carregou para a cama.
Liberou seus lábios por apenas alguns instantes, deitou-a na cama e tirou sua calcinha, a jogando para trás, então voltou para cima dela ficando de joelhos entre suas pernas. Beijou seu pescoço, lambeu o caminho até seu seio e o abocanhou, enquanto uma de suas mãos foi entretê-la entre as pernas.
Bella gemeu. Ele sugava e lambia seu mamilo, enquanto o dedo estimulava seu clitóris, inchado e hipersensível. Então a penetrou com dois dedos.
— Quero fodê-la, Bella. Você está tão quente e molhada, e é tão fodidamente apertada — disse soltando o hálito quente sobre sua pele molhada, causando-lhe arrepios. —, posso imaginá-la assim ao redor do meu pau. — empurrou os dedos fundos, enquanto lhe esfregava com o dedão.
— Sim, por favor. — choramingou.
— Não quero te machucar, então me diga que você está pronta pra mim, bebê.
— Estou, vamos Cullen, foda-me!
— Nem quando implora para que eu te foda vai dizer meu nome, bebê? — ergueu a cabeça sorrindo divertido.
— Jamais, Cullen.
Edward beliscou mais duro o mamilo entre os dentes e afundou os dedos. Bella arfou empurrando o quadril em sua direção, querendo mais.
— Você tem camisinha aqui?
— Eu não esperava ter alguém com quem fazer sexo nessa semana, Cullen, e vibradores não passam doença. — respondeu sarcástica, fazendo-o rir. — Óbvio que não trouxe camisinha.
— Tenho no meu quarto, posso buscá-la...
— Então você já esperava me foder, Cullen?
— Era uma possibilidade. Mas mesmo sem a intenção de foder alguém, seu pai ensinou eu e Emmett, desde cedo, a sempre ser prevenidos.
— Charlie ensinou você e Emmett a andarem com camisinha? — franziu o cenho.
— Sim. Ele me deu minha primeira camisinha, mas disse que se eu pensasse em usar contigo, cortaria minhas bolas e colocaria dentro dela, depois iria queimar e mijar em cima.
— Isso soa como Charlie. — riu. — Você está com os dedos na minha boceta e a boca no meu peito, mas está profanando a memória do meu pai? Sou realmente tão sexualmente entediante assim, Cullen?
— Oh porra, longe disso, posso sentir minhas bolas ficando azuis nesse exato momento, gritando para que eu te foda, estou limpo e...
— Então vamos, mostre que sabe como usar esse grande pau que você tem e me foda agora. Eu estou limpa e tomo pílula.
— E você confia em mim?
— Sim, Cullen. Apesar de tudo, sei que jamais faria alguma coisa para me ferir. Ou me passar alguma doença ou coceira. Não vou citar nomes ou números, mas tive bem menos parceiros sexuais que você, então você pode confiar em mim.
— Eu confio. Nunca tive sexo sem camisinha, mas não posso imaginar melhor quadro para a primeira vez que fodo você, nada entre nós. — sorriu. Tirou os dedos dela, fazendo-a gemer, e ergueu-se um pouco. — Flexione os joelhos, agora erga um pouco as pernas. Isso. Você é realmente todo um espetáculo, bebê.
— Falador doce.
— Tão doce quanto sua boceta?
— Vou perguntar para o cara que me foder no seu lugar, se você não o fizer rápido, Cullen.
— Ninguém vai tocá-la, bebê. — rosnou possessivo. — Odiaria quebrar narizes de pau duro, mas faço sem pensar duas vezes. E depois ainda surro seu lindo traseiro antes de fodê-la mais duro do que qualquer outro.
— Ouço apenas palavras e promessas, Cullen, faça mais.
Edward balançou a cabeça, mas o sorriso dela era demais pra que ele mantivesse o rosto sério, então riu.
Apoiando a mão na cama e a outra segurando a base do pênis, guiou-a na direção de sua intimidade. Provocou-a com a cabeça antes, esfregando-a por cima de seu clitóris, enfiando a ponta, mas puxando de volta e esfregando novamente.
— Cullen... Por favor. — choramingou. E gemeu.
Edward sorriu. Era um homem grande, não queria pensar em quantos homens ela já tinha tomado, mas se fosse tão apartada quanto aparentava em seus dedos se ele fosse com força demais podia machucá-la, e cortaria o próprio braço antes de machucá-la. Então direcionou e empurrou seu membro lentamente nela.
— Hmmmmm...
Bella gemeu e choramingou com a invasão, fechando os olhos e desfrutando da sensação de tê-lo preenchendo cada maldito centímetro existente de seu corpo, fazendo-a se sentir cheia. Porra, tão grande e grosso... Sim!
Ela se esticava e apertava cada centímetro de sua ereção com seus tecidos aveludados, mas Edward amava a sensação, mesmo que tivesse parado vários centímetros antes da base. Nunca tinha provado algo melhor, sua Bella era o paraíso.
— Tudo bem, bebê?
— Sim, apenas se mexa, quero senti-lo em mim, me foda!
— Como você gosta disso, preciso levar lento e doce? Sou grande e posso te machucar.
— Não ouse Cullen. Sou uma menina grande e cuido de mim mesma, posso te tomar. Gosto disso duro, apenas faça isso sem pensar, como se precisasse disso, e de mim, com todas suas forças. — disse com os olhos fechados. E só então percebeu o quão frágil e com duplo sentido sentimental suas últimas palavras saíram.
— Olha pra mim, bebê. Abra os olhos.
Lentamente, ela assim o fez. Os olhos deles estavam escuros, queimando-a com desejo e pura luxúria.
— Eu preciso disso e de você com todas as minhas forças. — disse e lhe beijou.
Bella agarrou-o por seus cabelos e lhe beijou faminta. Edward deslizou o membro quase totalmente fora de seu corpo e empurrou novamente, até a base, fazendo-a gemer alto em sua boca.
E isso o incentivou a continuar. Fodendo-a fundo, moendo os quadris em seu traseiro, com o corpo colado sobre o dela.
Sentindo seus músculos ondularem contra os dela, sua pele aquecer e começar suar sobre a dela, seu peitoral amassando seus seios, corações batendo acelerados juntos.
— Porra, Bella... — Edward rosnou em sua boca, aumentando suas estocadas precisas, que a levavam cada vez mais perto do orgasmo.
Edward agarrou uma de suas coxas e ergueu sua perna a altura de seu quadril, movimento que permitia que fosse ainda mais fundo. E os gritos e gemidos o enlouqueciam ainda mais.
Bella soltou seus cabelos e colocou as mãos em suas costas, afundou as unhas e o arranhou na dor agonizante do orgasmo se formando. Ofegando, gemeu.
— Sim... Mais duro, Cullen, só mais... Sim! — gritou. — Hããã, sim.
Ele a batia no colchão cada vez que se empurrava duro dentro dela, martelando a cabeceira da cama contra parede a cada estocada ritmada. E eram os únicos sons do quarto – o martelar e ranger da cama, seus gemidos, gritos e sons úmidos de fricção e suas carnes se batendo.
Ela desceu as mãos entre eles e alcançou próprio clitóris, começou a esfregá-lo, fazendo rápidos movimentos circulares no nó tenso.
— Oh porra. Amo seu jeito livre, amo que não tenha medo de se tocar e jogar com si na minha frente. — rosnou sorrindo. — E isso é fodidamente quente.
Ergueu-se alguns centímetros, apenas o suficiente para ver a mão dela girando sobre a carne avermelhada e brilhante.
— Isso bebê, toque-se. Sinta meu pau em você e se toque, goza pra mim, bebê. Isso, porra, você é a mulher mais quente que eu possa ter tido ou ter em meus braços, é...
Gemeu ao senti-la apertá-lo com os músculos de sua vagina.
— Foda-se, sim!
Não duraria muito, não agora podendo fazer parte do espetáculo, a fodendo duro sem pensar, e assistindo outro espetáculo vendo-a se tocar de um ângulo mais do que privilegiado e os seios dela se agitando de acordo com seus movimentos.
Se morresse naquele momento, morreria feliz, mas implorava para não morrer antes de aproveitar cada centímetro do corpo de Bella... E então uma vida ao lado dela, se não fosse pedir muito.
— Oh... Deus, por favor, por favor... — choramingou sentindo-se tão perto que podia chorar para gozar.
Agarrou-se a cintura dele com toda a força que suas pernas bambas lhe permitiam, e a nova posição fazia o pênis dele esfregar seu clitóris perfeitamente bem, então ergueu as duas mãos e se segurou nele pelas costas, voltando a arranhar sua pele.
Bella gozou duro com um grito, se arqueando para seu peito.
Céus, ela era ficava ainda mais linda ao gozar, brilhava quente, faíscas saíam de seu corpo. E seu canal convulsionando ao redor de seu pau, o prendendo tão duro dentro de si que parecia estar ordenhando-o ao gozo com o próprio punho.
Edward gemeu e rosnou algumas maldições, então parou no meio de uma frase, sentindo-se explodir desde suas bolas e esvaziar-se em vários jatos quentes dentro dela.
Respirações ofegantes e ruidosas. Ambiente quente, suor. Lençóis emaranhados. Cheiro cru de sexo. Sim.
Bella mal podia respirar através dessas névoas, merda, já estava sonolenta novamente. E ainda assim, querendo mais. Lambeu os lábios, enquanto ele se arrastava para fora de seu corpo com um rastro de líquido quente com ele.
Sem palavras, apenas respirações. Não era totalmente desconfortável, mas era... Estranho. É... Estranho.
Não abra a boca, Bella. Deixe tudo no ritmo dele, sem sarcasmo, você consegue, morda a língua, isso, apenas fique calada, só não...
— Acho que devia falar algo agora, né? Um 'foi um prazer, tchau' talvez? — disse sarcástica.
Puta que pariu! Merda de língua sarcástica maldita e sem controle.
Edward riu, caindo nu ao lado dela, pensando se devia sair do quarto ou fazer o que realmente desejava, puxá-la para seu peito e dormir a abraçando. Mas os dois se ajeitaram na cama, olhando para o teto.
— É... Eu provavelmente deveria, mas devo confessar que você... Aperta minhas bolas, nunca encontro as palavras certas quando se trata de você. Sou profissional em falar algo errado, você retruca, então acabamos discutimos.
— É, mas eu até acho nossas discussão divertidas.
— Tá bom, eu confesso que também acho. Te irritar é um dos meus passamentos favoritos, bebê.
— O sentimento é recíproco. — disse rindo e bateu nele com o cotovelo.
Mas foi parando de rir aos poucos e o silêncio voltou novamente.
— O que estamos fazendo, bebê?
— Eu... Não sei Cullen. — confessou em um sussurro. — Estou me perguntando desde o primeiro momento na cozinha.
— Devo ir embora?
— Er... — já tinham fodido mesmo, o que seria confessar que queria que ele ficasse? — Não... Se não quiser.
— Quero ficar aqui.
— Bom.
Silêncio.
— Hum... Posso te abraçar? — Edward perguntou baixinho.
O canto da boca de Bella se ergueu num sorrisinho satisfeito.
— Não acha que isso é intimidade demais?
— Sério?
— Sim, mas você pode agora. Acho que um pouquinho não vai fazer mal, né?
Edward riu, enquanto ela se virou na cama lentamente e foi para os braços dele, deitando a cabeça em seu peito, finalmente fazendo algo que desejava há tempos – passar os dedos pelo peitoral dele, nos finos pelos salpicados por ele – enquanto ele a abraçava.
Edward suspirou aliviado e satisfeito, será que ela sabia o quanto aquilo significava pra ele? Que aquele era um dos melhores momentos de sua vida?
— Vamos descobrir o que estamos fazendo aqui, bebê.
— Vamos. — Bella murmurou sonolenta e bocejou. — Como você mesmo disse, eu não te garanto o sem brigas ou sarcasmo, mas garanto o sem julgamentos ou recriminações depois, de nenhum de nós... Apenas essa semana. Nós dois sabemos que não podemos ir além disso.
— Vou pegar tudo que conseguir. Cada pequena migalha que você me jogar, bebê. — murmurou. E vou te mostrar que sim, bebê, podemos ir muito além, porque eu não quero outra mulher, porque não vou deixar outro homem lhe tocar e porque somos perfeitos um para um o outro, completou mentalmente.
Apertou-a em seus braços e beijou o alto da cabeça dela, fazendo-a sorrir em seu peito. Perfeitos... Mesmo que ela não soubesse. Ou não admitisse ainda.
Notas finais
Demorei um pouquinho nesse porque não conseguia gostar do resultado. Sabia o que colocar no capítulo, mas não sabia como escrever, estava num momento "porra Candy, que merda é essa? Escreve algo descente!". Então escrevi, apaguei, reescrevi, apaguei e reescrevi várias vezes.. Foi isso que saiu, é o que tem pra hoje. Acho que no geral, só gostei do finalzinho do capítulo, esse momento fofo 'posso te abraçar?' awwww :') Enfim, espero que tenham gostado de qualquer maneira. Agora vai ser mais fácil escrever, muitos momentos doces, engraçados e quentes (ou a tentativa de todos eles) veem por ai agora que eles tem um acordo. O que esperam dos próximos dias ein? Comentem e até o próximo.
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P.S: Tinha que ter né? KKKK Só queria agradecer especial a minha marida linda, Ana Candeo. Ti é outra que eu vou estragar ou afogar o ovo de tanto que babo, mas ti é sempre tão linda comigo que não tem como não fazê-lo né? Muito obrigada pela linda recomendação, de verdade <3
P.S²: E uma divulgação própria aqui.. Escrevi uma short-fic nova e postei, já tá finalizada. Eu sempre escrevi o começo das relações de Edward & Bella, essa é o final dele de um modo diferente. Quem gostar de um romance com drama (e estiver disposto a chorar um pouquinho, a maioria chorou, enfim né), o nome é Eterno. Adoraria que lessem e dessem suas opiniões via review, cá o link: fanfiction.com.br/historia/259187/Eterno
Até o próximo, bjsbjs s22
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