Notas iniciais
Olá queridos!
Estou muito feliz com os comentários do capítulo anterior! (Apesar de achar que, depois desse capítulo, vocês vão me odiar forever...) Eu estou dando tudo de mim para passar minhas idéias para o pc mas hoje eu estava com problemas nisso, demorei quase duas horas pra escrevê-lo. Mas, no final, o resultado ficou bom (levando em consideração o que vai acontecer daqui para a frente). Por favor, não me abandonem! HAHA agora eu prometo dar um tempo nas "desgraças" na vida da Ayme. Enfim, apaguem a luz e boa leitura!
*LEMBRANDO QUE CONTÉM NARRATIVA SOBRE SADOMASOQUISMO EXTREMO E HENTAI, ALÉM DE VIOLÊNCIA FÍSICA, SE NÃO CURTE, NEM LÊ!*

*leiam as notinhas*

Ayme narrando:

Brian continuava com aquela loucura e tudo o que eu desejava era sair daquele lugar. Ele dava beijos sobre o corte que havia feito em meu pescoço um pouco mais cedo, fazendo com que a ferida queimasse.

- Isso foi completamente desnecessário... Mas quem manda ser teimosa – ele sorriu para mim – Se tivesse se comportado não tinha ganhado uma bela cicatriz no pescoço.

Passou os dedos sobre o corte mais uma vez, porém, dessa vez, mais forte; meu corpo se elevou em desaprovação e dor, minha boca tentou proferir palavrões contra ele, mas a mordaça parecia estar cortando parte do meu rosto. As lágrimas haviam cessado por hora, mas a minha raiva só aumentava.

Ele me lançou um olhar malicioso e abaixou sua cabeça em direção à minha barriga, mordendo-a. Sua língua percorria toda a extensão do meu quadril quando ele segurou minha camiseta com as duas mãos e a rasgou pelo meio. “FILHO DA MÃE! EU GOSTAVA DESSA CAMISETA!” Agora sua boca tinha acesso ao meu tórax por completo. Mordiscava minha barriga e tinha suas mãos em meus seios.

Numa súbita ação, Brian levantou-se e se dirigiu novamente á tal mochila, que eu suspeitei ser um estoque de sex shop. “Que belo momento para fazer piadinhas, hein” – pensei. Voltou de lá com um objeto preto que parecia ser aveludado e sorriu ao chegar perto de mim. Seu corpo apoiou-se no meu e pude sentir seu membro ereto encostar em minha barriga, me fazendo repudiar cada segundo mais aquele momento. Suas mãos percorreram meus globos oculares ocultados pelas pálpebras, mas os mesmos logo foram cobertos com uma venda preta de veludo. Movi minhas pernas bruscamente tentando acertar-lhe, em vão: seu peso estava todo depositado sobre meu corpo (E que peso!). Logo senti seu corpo se afastar do meu e senti-me aliviada por não precisar mais ter a incômoda sensação de um membro feito rocha em meu peito.

Depois de alguns minutos sem a sua presença, estar amarrada, amordaçada e vendada passou de incômodo para vergonhoso; senti uma sensação horrível por estar naquela situação. Meus braços latejavam, minha boca doía... Mas nada se comparava a repulsa que eu estava sentido de Haner.

Logo senti o forte cheiro de Marlboro misturado com o perfume másculo característico de Haner; ele estava ali novamente.

Pude perceber sua respiração acelerada enquanto ele mordia o lóbulo da minha orelha. Suas mãos passeavam sobre minha cintura e ele fazia com que nossos corpos ficassem mais unidos do que eu pensei que fosse possível. Dava mordidas em meu queixo e logo passou a distribuir chupões em meus seios, ainda cobertos pelo sutiã. Ele logo retirou suas mãos de meu corpo e passou a fazer outra coisa que a princípio não identifiquei o que era.

Logo depois, senti algo queimar minha pele. A dor era suportável, porém, ela se intensificou logo após. Uma vez, duas, três... Aquilo já estava ficando insuportável quando identifiquei o cheiro de vela sendo derretida. Ia distribuindo pequenas gotas de cera quente por áreas sensíveis de meu corpo, me fazendo gritar ainda que com o bendito pano na boca; logo senti um tapa forte e certeiro em minha coxa, advertindo-me. Minha respiração acelerou e eu, pela primeira vez na noite, tive muito medo, já não sabia mais o que Brian pudesse fazer.

Sabia que já havia se passado muito tempo desde que ele começara distribuir cera pelo meu corpo. Minha barriga estava doendo e acreditei que pudesse haver marcas vermelhas por todo o meu tórax e pernas, além de chupões, mordidas e marcas de tapas. Era quase impossível parar de chorar. Naquele momento, o desespero tomou conta de meu pensamento e eu desejava acordar daquele pesadelo, acordar sã em minha cama.

Fui despertada pelas fortes mãos de Brian que retirava a venda e a mordaça improvisada, e só então pude ver a situação de meu corpo... Estava muito pior do que eu pensara.

De início, minha boca proferiu muitos xingamentos, xingamentos esses que Brian pareceu nem ao menos escutar. Depois, tentei esquecer o nó que havia em minha garganta e encontrar um jeito de sair dali. Meus pensamentos foram interrompidos quando Brian desatou os nós e por um momento pensei que ele fosse me soltar, me deixar ir embora, pensamentos que foram logo mortos por suas ações. Ele me virou de costas e prendeu minhas mãos novamente na cabeceira da cama, meus pés foram amarrados nos apoios de trás da cama. Eu ia ser estuprada, pelo amor de Deus!

Minha mochila estava jogada em um canto do hotel que eu não conseguiria chegar antes de Brian me pegar, não tinha a menor dúvida. A única coisa que eu sabia, era que eu precisava pegar meu celular que estava nela e avisar á alguém.

Sobrenaturalmente, meu celular tocou naquele mesmo momento. Nossos olhares se voltaram para minha mochila, mas Brian ignorou e mordiscou novamente a parte interna de minha coxa. Abaixou minha calcinha até meus tornozelos e direcionou sua língua para minhas partes íntimas, que não tinham qualquer tipo de lubrificação ou excitação. Sentia sua língua quente invadir-me e meu desespero aumentava. Brian retirou suas peças de roupas e eu pude o sentir forçando seu membro na entrada de minha intimidade. O medo que eu sentia nesse momento era imensurável, eu já não tinha mais reação. A única coisa que eu fazia era pedir que aquilo acabasse bem, que Brian não me matasse, que eu pudesse sair logo dali.

Fui invadida por uma imensa dor quando ele penetrou toda a extensão de seu membro em mim. Seu corpo fez um rápido movimento me fazendo gritar. Ele fazia movimentos rápidos e ritmados, seu corpo batia violentamente no meu. Eu gritava e pedia que ele parasse, dizia que estava doendo muito, tentava me livrar dele; nada o continha. Enquanto estocava fortemente, distribuía tapas fortes em minhas pernas já queimadas, a dor era imensa. Pude senti-lo chegando ao ápice. Ele retirou seu membro meio ereto e enterrou-o em minha boca. Pude sentir o gosto metálico de sangue, o que me fez entrar ainda mais em desespero. Ele fazia seu membro entrar até a minha garganta. Olhei para seu rosto e ainda que estivesse com a visão prejudicada devido ás lágrimas, pude ver tal perversidade em seus olhos. No momento em que ele colocou seu membro em minha boca novamente, fechei meu maxilar e apertei com força a extremidade de seu membro, fazendo-o gritar. Ele levantou-se e em apenas dois passos pode alcançar a faca que estava na cômoda. Apenas fechei os olhos, sabia o que viria depois... Mas não espera que fosse tal como foi.

Suas mãos exerceram uma força sobre-humana, enterrando a faca em minha perna direita, seguindo de vários outros golpes não tão fundos. Gritei de forma desesperada, ensurdecedora.

- Vagabunda! Isso é pouco, vadia! Vai aprender a se comportar! – Disse.

Levantou a faca para dar seu sétimo golpe, mas foi surpreendido. Dois homens abriram a porta do hotel á força e entraram rapidamente no quarto. Apesar de não conseguir vê-los, pude sentir um perfume que só uma pessoa conhecida usava: Matthew!

Faltaram reações para os momentos seguintes. Apesar da força de Brian, meu irmão superava-o. Podia ouvir a intensidade dos golpes de artes marciais dados sobre o abdômen de Brian, que arfava no chão. Mãos macias tocaram minha pele enquanto desatavam os nós que me prendiam á cama e pude reconhecer tais olhos azuis quando os nós de meus braços foram desfeitos.

- J-jimmy! – Meu choro agravou-se e seus braços me envolveram, levando-me de imediato para fora do quarto. Ao chegar na entrada do hotel, James gritou:

- Preciso de uma ambulância! Essa menina foi violentada e esfaqueada, está sangrando!

O tempo pareceu passar rapidamente enquanto seus braços quentes me envolviam. Seus olhos azuis cheios de carinho fitavam-me de forma amável. Por um minuto, tudo que havia acontecido foi esquecido e só havia o abraço do meu melhor amigo de infância, o abraço de alguém que eu sabia que daria todo o amor que fosse preciso.

A ambulância chegou e fui colocada em uma maca. Estava sentindo dores agudas e começava a sentir muito sono. Apenas o que consegui proferir foi:

- Jimmy! Não me deixe, por favor!

Pude vê-lo virando-se de costas para a ambulância e indo em direção ao quarto, enquanto carros de polícia chegavam ao local. A maca que eu estava foi colocada dentro da ambulância e assim que as portas se fecharam, tudo se apagou.

Notas finais
Não me matem! Eu juro que agora a vida dela começa a se desenrolar melhor haha. Vai ter muita coisa boa pela frente ainda, esperem :D
Comentem aí e me digam o que vocês acharam.