Let It Burn
7 Amordaçada
Notas iniciais
Mudei a capa da fic \o/ aquela eu tinha feito rapidinho na hora de começar e estava um lixo ;-; Eu gostei dessa, porque tem a minha Lana nela (mulher que desperta meu lado "lesbico" UHWEEW n), mas não imaginem a Ayme como ela ok? A Ayme tem cabelos castanho escuro e olhos claros (nem verdes nem azuis). Gostaram da nova capa?
E me desculpem pelo capítulo pequeno, eu estava morrendo de vontade de escrever um capítulo grande, mas eu estou com muuuuuita coisa pra fazer D: Depois de quarta-feira eu passo a escrever bastante, ok? Apaguem a luz e boa leitura.
*leiam as notinhas, importante*
Brian Haner narrando:
“Talvez ela tenha realmente achado que eu esqueceria o que ela fez comigo depois da festa que demos para Matt; equívoco. Essa menina não me conhece o suficiente, não sabe do que eu sou capaz para ter o que eu quero.” Olhei em seus olhos amedrontados e o sorriso saiu espontaneamente, era recompensador vê-la naquele estado de desespero. Sabia que talvez a ideia da faca tivesse sido exagero, mas causou um bom resultado. Sua angustia era visível e me excitava de uma forma assustadora.
Olhei novamente para seu corpo e meu membro pulsou, me fazendo ir de encontro ao corpo dela. Distribuía beijos e mordidas pelo seu pescoço e a calava com um beijo sempre que ela tentava gritar por socorro. Seu suor frio logo mostrou presença; ela estava totalmente submissa ao que eu quisesse fazer.
- Achou mesmo que eu me esqueci da forma que você me tratou aquele dia no hotel? — Sorri, cético.
Ayme mal podia responder, seu corpo estremecia e era visível o temor que ela tinha sobre mim.
- Eu te fiz uma pergunta, vadia!
- Cala boca Brian, eu tenho nojo de você! Nojo!
Levei a mão até o objeto metálico que estava preso junto ao meu corpo e o puxei. Deixei a faca bem perto de seu pescoço e fui encostando-o nela, de extremidade à extremidade; ela arrepiava com o frio do objeto.
- Eu acho melhor controlar a boquinha... E não me chame de Brian! A partir de agora, sou seu senhor, seu amo. Entendeu?
- Vai se foder Brian!
Abaixei a faca com rapidez, fazendo um corte comprido e raso em seu pescoço, o suficiente para fazê-la gemer de dor e amedrontar ainda mais seu olhar.
- Entendeu agora, princesa?
- S-sim senhor – Ela levou a mão até o pescoço e apertou os olhos ao encostar no corte.
- Assim está ótimo. Agora, pegue a sua mochila e me acompanhe até o meu carro. S-O-R-R-I-N-D-O a todos – Disse a palavra pausadamente. Peguei um cachecol que envolvia o meu pescoço e lhe entreguei – Enrole isso e não fale nada até que cheguemos ao carro.
Desencostei meu corpo do dela; “Júnior” teria de esperar, o que eu queria não podia ser feito dentro de uma cabine de banheiro. Deixei com que ela pegasse sua mochila e a arrastei corredor a fora. A aparência dela era de desespero.
- Sorria! – Disse entre dentes.
Ela forçou um sorriso enquanto eu entrelaçava meus dedos nos seus. Andamos por entre os corredores do colégio até sairmos no estacionamento. Meu carro encontrava-se perto do portão da saída. Desativei o alarme do carro e abri a porta do carro quase a forçando a entrar.
Dirigi até a entrada de um hotel quase na saída da cidade; era um hotel retirado e, apesar de luxuoso, muito pouco visitado. Deixei-a no carro e desci para locar um quarto. Voltei para o carro e coloquei o mesmo na garagem.
Ayme seria minha essa noite, e nas próximas também.
Ayme narrando:
Brian estava completamente louco, não sabia que ele havia se tornado tal monstro. Estava me obrigando a aceitar a situação calada. Subi até o quarto do luxuoso hotel com ele e entramos no quarto 89.
- Brian, não precisa ser dessa forma, pare com isso!
- Quantas vezes eu precisarei dizer que sou seu SENHOR agora? – Disse ele, dando-me um tapa no rosto.
As lágrimas passaram a banhar meu rosto inconscientemente; o meu nível de desespero era imensurável. Vi-me em frente a um monstro; não era o Brian que conhecera anos atrás. Seus olhos tinham perversidade, ele estava adorando me ver desesperada. Tentei me livrar de suas mãos, mas ele era forte demais e a cada investida, sentia meus punhos serem ainda mais apertados pelas suas mãos.
O quarto do hotel era grande e muito bonito; teria examinado cada centímetro dele se não tivesse sendo segurada. Brutalmente, Brian me jogou na cama, me fazendo quicar no colchão de molas. Vi seu corpo vindo em direção ao meu e no mesmo momento me agarrei ao lençol branco de seda que havia debaixo do meu corpo. Seus lábios tocavam meu pescoço de forma violenta e meu repúdio por ele era cada vez maior.
- Para Brian! Que caralho! Me solta, porra!
Ele parou de morder meu pescoço e soltou minhas mãos; me encarou por um tempo. Levantei meu corpo na expectativa de conseguir sair de baixo dele.
- Ei garota, será que eu vou ter que te amordaçar? É melhor calar a boca, hein! – Ele colocou a mão no meu peito e me empurrou em direção à cama novamente; apertou meu seio e voltou a morder meu pescoço.
Apesar de ser muito mais fraca que ele, eu estava mostrando uma força que “não tinha”. Suas pernas estavam sobre as minhas e apesar de seu peso me esforcei ao máximo e dei uma joelhada em seu membro, o que lhe fez gemer de dor. Enfurecido, Brian levantou e foi rapidamente em direção à sua mochila, tirando de lá uma algema que parecia ser “profissional”, e não um brinquedo sexual. Tentei sair da cama, mas ele estava ali mais rápido do que eu pensei. Pegou meus braços com força e colocou-me perto da cabeceira. Passou a algema por trás de um dos pilares que a sustentavam e prendeu minhas mãos em uma posição extremamente desconfortável. Rasgou um pedaço do sobrelençol que estava dobrado no pequeno móvel ao lado da cama, torceu-o e o trouxe em minha direção.
- Matthew vai ficar sabendo disso! Quero ver seus testículos picados em mil partes seu filho de uma p...
Fui interrompida. Suas mãos amarraram a mordaça improvisada no meu rosto, me fazendo arfar de dor. Tentei acertar chutes com os únicos membros que ainda estavam livres, mas ele os segurou com apenas uma mão.
- Não se desgaste tanto, Ayme. Você terá coisas mais importantes para gastar sua energia essa noite. – Ele riu uma risada perversa – Não se preocupe. Isso é só o começo.
Tentei dizer algo, mas não obtive êxito. A mordaça estava presa forte demais e em minutos meus olhos começaram a lacrimejar.
Brian andava de um lado para outro no quarto, parecendo como se estivesse planejando o que fazer. A faca estava repousada na cômoda, longe demais para que eu conseguisse alcança-la, ainda que tivesse meus braços livres. Suspirei, o temor tomando meu interior enquanto ele vinha ao meu encontro. Suas mãos abriram os botões de minha calça enquanto seu joelho estava sobre minhas pernas, fazendo uma força tremenda. Minha calça foi sendo puxada para baixo e sua boca foi de encontro à minha intimidade, que ainda estava coberta pela calcinha; mordiscava, sorrindo.
Meus olhos me impediam de ver o que ele estava fazendo, minha visão estava turva e as lágrimas vinham aos montes. Meu desespero aumentava a cada segundo e tudo o que eu queria, naquele momento, era ter feito como Jimmy, ficado em casa.
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