Left Behind

6 Sem rótulos.


Notas iniciais
Gatos e gatas, minha semana está super corrida por conta de provas e outras coisas irrelevantes na vida de uma pessoa como eu. Mas de qualquer forma, lá vai mais um capitulo, espero que gostem. PS: Não sei o que colocar aqui, mas queria fazer um PS então, está feito. hahahaha

Às vezes eu penso que não tenho mais nada o que dizer, fazer ou sentir, que tudo ao meu redor pode desabar e eu não darei a mínima pelo simples fato de que já lutei demais. As vezes penso que deveria ter sorrido mais, vivido mais, ou simplesmente ter pensado menos. Talvez a cada pensamento estranho que sai da minha cabeça alguém em algum lugar do mundo morre, ou morreria nesse caso, a cada um pensamento sangues correm pelas minhas veias e meu coração pulsa com um único objetivo de continuar a me manter vivo. E não posso negar que mesmo pensando e pensando, talvez finalmente eu tenha acertado nem que seja por uma última vez. Agora eu sei qual é o objetivo do meu coração pulsar.

Abro meus olhos e antes mesmo que possa me levantar do chão levo uma de minhas mãos até o lado e não encontro o Kurt. Me sento e vejo que ele não está mais no cômodo no qual estávamos pintando na noite passada.

Não consigo acreditar que depois de tanto tempo fiz sexo, e ainda mais com alguém que eu realmente sinto que estou gostando. É como se uma felicidade inexplicável corresse sobre o meu corpo e me puxasse para que eu pudesse cair nos braços do Hummel. Ontem foi uma coisa indescritível, foi tão rápido o modo como nos olhávamos e logo em seguida já estávamos sentindo o corpo um do outro e mais magico ainda sentir o prazer de saber que ao ter ele adormecendo em meu peito nada poderia me deixar para baixo.

Dou um sorriso bastante bobo ao me lembrar da forma como nos tocávamos, no modo como ele apertava com força os meus cabelos e cravava as suas unhas em minha pele. Dou mais um sorriso bobo ao me lembrar da sua boca, do simples fato do meu corpo estremecer aos seus lábios se juntando aos meus. Não posso negar que sou um romântico incorrigível e isso pode até me atrapalhar em alguns aspectos, mas em outros é como se nada pudesse estragar a perfeição de ter ele bem junto a mim.

Me levanto do chão e visto a minha cueca, logo em seguida vejo o quarto pintado pela metade e isso faz com que uma risada escape de mim, sem nenhum motivo. Depois de esticar a coluna umas duas vezes caminho até a porta do quarto e por fim saio dele. Vou até as escadas a procura do Kurt e depois de observar pelos corredores vejo ele parado na cozinha apenas usando sua cueca azul escura enquanto prepara alguma comida.

Desço as escadas e vou em silencio até a sua direção, ele está de costas para mim e parece mexer em algum copo. Depois de alguns passos por fim chego até ele e lhe abraço por trás.

–Bom dia. –Digo beijando o seu pescoço

–Blaine, que susto! –Ele diz agarrando meus braços que estão envoltos em sua cintura

Beijo o seu pescoço enquanto ele sorrir e alisa os meus braços, e por fim se vira ficando de frente para mim.

–Bom dia. –Ele diz sorrindo

Kurt leva os seus dois braços até os meus ombros e os envolve em meu pescoço, enquanto eu envolvo os meus em sua cintura, nos olhamos por alguns segundos até que enfim guio minha boca em sua direção e ele faz o mesmo.

Nossos lábios novamente se tocam e nossos corpos mais uma vez se juntam para acompanharem um beijo calmo e delicado. Até que ele se afasta e me encara.

–O que é isso? –Kurt questiona

–Um beijo? –Opino

–Eu sei que é um beijo, mas o que é isso tudo, nós dois. –Ele insiste

–Não estou entendendo onde quer chegar. –Digo

–Blaine. –Ele diz se afastando de mim – Há algum tempo nós só brigávamos e ontem fizemos sexo e hoje estamos nos beijando como se fossemos casados.

–Eu ainda não sei onde você quer chegar. –Digo cruzando os braços

–Eu... –Ele respira fundo enquanto lhe olho confuso – Eu só não quero me iludir, isso tudo é bem estranho se formos analisar.

–Então não analise.

–Como não? –Ele indaga – Blaine, você e eu fizemos sexo!

–Sim, fizemos e daí? –Digo me aproximando – Vai dizer que não gostou?

–Foi legal. –Ele diz virando o rosto enquanto eu me aproximo mais

–Legal? –Questiono lhe empurrando lentamente até o balcão da pia

–Sim, legal. –Ele diz ficando sem saída

–Na minha opinião. –Pressiono Kurt contra o balcão e ele vira o rosto – Foi perfeito.

Levo uma de minhas mãos até o rosto do Hummel e puxo ele fazendo com que fique de frente para o meu. Pressiono meu corpo no do Kurt que por sua vez me encara nos olhos até que enfim, levo meus lábios até os seus e vejo ele aos poucos fechando seus olhos para mais um beijo.

Meus lábios tocam os seus e minhas mãos ficam envoltos a sua cintura, enquanto o Kurt leva as suas até a minha nuca. Nossas línguas se entrelaçam e a minha respiração começa a ficar fadigada. Nossos órgãos se encostam e logo ficam ambos eretos.

–Blaine. –Ele diz interrompendo

–O que? –Questiono levando meus lábios até o seu pescoço

Beijo o pescoço do Kurt enquanto ele tenta falar, mas não consegue pelo simples fato de estar revirando os olhos e se arrepiando por completo.

–Eu... –Ele diz tentando não fraquejar na fala – Estava fazendo o café

–Não ligo. –Digo voltando em direção aos seus lábios

Mordo os lábios do Kurt em um beijo quente, ao mesmo tempo que arrasto uma de minhas mãos pelo seu peito, descendo até a sua cueca.

–Não, não. –Ele diz fraquejando – Não quero fazer sexo. – E só então ele se afasta

–O que foi Kurt? –Questiono confuso

–Eu só não quero fazer nada agora. –Ele diz tentando respirar para acalmar seu membro ainda ereto

–Mas... –Digo confuso

Eu estou literalmente sem saber o que fazer ou dizer, estou basicamente excitado e tenho outro homem que eu gosto também excitado na minha frente e nada vai rolar por que ele não quer que nada role. O que?

–Posso saber o motivo? –Questiono

–Eu só não quero me iludir, ok? – Ele diz caminhando até o banheiro

–Iludir? –Pergunto lhe seguindo – Se iludir com o que?

–Com a gente. –Ele diz parando bem na minha frente – Com nós dois.

–Não sei onde quer chegar Kurt.

–Eu só não sei se isso é o certo, entendeu? –Ele diz de uma forma como se estivesse me explicando algum calculo matemático incompreensível

–Não, não entendi. –Rebato lhe encarando – Kurt, olhe só para nós dois.

–Blaine, por favor. –Ele diz ligando a ducha

–Kurt, você é perfeito! –Insisto

–Blaine! –Ele me encara

–Por que não aceita os meus elogios? Sempre fica envergonhado. –Digo lhe observando – Nós somos perfeitos, juntos.

–Nos conhecemos há alguns dias. –Ele rebate

–Kurt, estamos sozinhos em um mundo gigante. –Falo caminhando em sua direção

–Eu apenas estou confuso. –Ele diz arrastando as mãos pelos cabelos

–Eu gosto de você! –Rebato e ele me encara

Kurt fica me encarando como se o que eu tivesse acabado de dizer fosse a coisa mais louca do mundo, o que na verdade é, afinal de contas nos conhecemos há alguns dias e eu já estou ficando louco por ele.

–Já disse que estou confuso. –Ele diz abaixando a cabeça

–Confuso com o que?

–Com tudo isso. Já disse que odeio me iludir.

–E quem disse que você vai?

–Blaine, eu já passei por bastante coisa na minha adolescência e tenho um pouco de trauma a respeito de garotos no qual me iludi.

–Acontece que eu não sou esses garotos!

–Isso não muda a minha concepção de amar alguém e ser trouxa em relação a isso!

–Não deve ter sido tão ruim assim.

–Um deles virou meu irmão. –Ele rebate

–O que? –Questiono confuso

–Um dos garotos que eu gostei virou meu irmão, porque eu tive uma ideia idiota de juntar meu pai com a mãe dele e acabou que os dois se casaram e ele virou meu meio-irmão.

–O que? –Continuo ainda confuso

–É, minha primeira paixão da adolescência virou meu meio-irmão.

Um silencio permanece no banheiro e eu estou completamente confuso, isso é completamente bizarro.

–Vai ficar calado? –Ele me encara

–Uau. –Digo abismado

–É tudo o que tem a dizer? –Ele questiona revirando os olhos

–E ele está...

–Morto? –Ele questiona fechando o chuveiro que estava ligado – Provavelmente, assim como meu pai, a mãe dele, minha melhor amiga e o restante de todos aqueles que gostavam de mim.

–As pessoas deveriam gostar muito de você. –Digo

–Gostavam o suficiente. –Ele rebate cruzando os braços – Mas e você? Não tinha amigos?

–Até tinha, além da minha família eu perdi meus amigos da Dalton, então...

–Espera aí, você estudava na Dalton? – Ele me interrompe

–Sim... por que?

–Eu ia estudar lá. –Ele diz surpreso – Eu só não fui por que disse ao meu pai para ele guardar o seu dinheiro e investir na minha faculdade.

–Isso é sério? Então quer dizer que nós íamos nos conhecer antes? –Questiono

–Eu acho que sim, não sei. –Ele diz confuso

–Viu! –Digo empolgado – É o destino!

–Lá vem você mais uma vez. –Ele diz saindo do banheiro

–Estou falando sério Kurt. –Digo o seguindo – Do que você tem medo?

–Quer a verdade? –Ele questiona parando de andar

–Sim.

–Tenho medo deu me apaixonar por você, mas não só isso, tenho medo de te amar tanto mais tanto que vai chegar a doer dentro de mim e tenho mais medo ainda de um dia esse amor que eu possa vir a sentir não seja correspondido.

Um silencio se segue e ele me encara atentamente, seus olhos azuis estão mais uma vez brilhando e eu não sei o que dizer, jamais me apaixonei antes e mal sei como deve ser esse tipo de sentimento.

–E se você... – Quero falar, mas nada sai – E se eu, me apaixonar por você, o que faço?

–Não sei. –Ele diz me olhando nos olhos

–E se ambos se apaixonarem, e se ambos se amarem tanto que chegará a doer nos dois? No entanto, vai ser correspondido de ambas as partes.

–Blaine você está sendo muito precipitado.

–Eu sei. Por isso eu digo. –Me aproximo dele – Não vamos rotular nada, não vamos nos preocupar com nada pois o mundo é nosso e temos um ao outro, para sermos amigos ou quem sabe namorados, apenas vamos esperar, sem pressa.

–Eu não sei... –Ele diz acanhado

–Eu cortei meu cabelo por você seu ingrato. –Falo e consigo retirar uma risada dele – Raspei minha barba, queimei minhas revistas pornôs...

–Há, em falar em revistas. –Ele diz se aproximando e eu lhe agarro pela cintura – Quando derrubei as suas vi que eram homens na capa.

–O que? –Questiono surpreso – Por que não me disse?

–Bom, primeiramente. –Ele se aproxima dos meus lábios e morde o inferior – Não fazia o meu tipo homens da caverna. Segundo. –Ele morde novamente e eu me arrepio – Eu estava brincando com você, adoro jogos. E terceiro. –Ele se aproxima da minha orelha – Eu tinha certeza de que faríamos sexo, apenas estava esperando o momento certo.

A boca de Kurt sai da minha orelha e se arrasta pelo meu rosto, vindo em direção aos meus lábios que logo são tocados pelos seus macios. Meus olhos logo se fecham e meus pelos se arrepiam como nunca. Puxo o corpo do Hummel para perto do meu juntando o mais rápido possível as nossas partes que mais uma vez ficam rapidamente eretas.

–Só confirmando. –Ele diz afastando os lábios –Sem rótulos.

–Sem rótulos. –Confirmo

Mais uma vez a boca do Hummel vem em encontro a minha ao mesmo tempo que ele vai me arrastando de volta para o banheiro. Desajeitadamente nós vamos caminhando batendo nos moveis e parando na parede.

Pressiono Kurt no concreto enquanto ele aperta as minhas nádegas com força. Nossos órgãos se tocam ao mesmo tempo em que levo a minha boca até o seu pescoço e beijo a sua pele lentamente, puxando os seus cabelos e virando a sua cabeça de lado.

–Morde. –Kurt diz puxando com força meu corpo ao seu

Mordo o pescoço dele e depois passo minha língua por sua pele e só então ele vira de posição comigo e me guia mais uma vez até a porta do banheiro. Assim que chegamos logo entramos e batemos mais uma vez nas coisas espalhadas pelo pequeno cômodo.

Ainda beijando o Kurt vou arrastando ele até a pia do banheiro e de uma só vez lhe ergo, fazendo ele sentar no mármore. Hummel abre as suas pernas e eu me encaixo no meio delas logo puxando com força sem seguida sua cabeça em direção a minha. Brinco com a sua língua enquanto ele me hipnotiza com seus olhos azuis e arranha o meu peito. Faço movimentos com nossas pélvis e isso retira alguns gemidos dele que revira os olhos com os toques.

Kurt não aguenta e me empurra fazendo com que eu bata sem piedade no boxe da ducha, ele logo desce da pia e caminha em minha direção, crava suas unhas em meu peito e beija a minha pele, descendo aos poucos pelos mamilos, barriga, quadril e por fim chegando a minha cueca.

Ele morde o meu pênis pelo pano e eu logo agarro seus cabelos. Com suas mãos quentes Kurt vai abaixando lentamente a minha cueca enquanto beija a minha pele. Meu pênis logo aparece na sua frente e ele leva sua mão até o meu membro e o masturba de leve, subindo e descendo com a mão em movimentos lentos até que enfim de uma só vez ele coloca ele em sua boca.

Meus olhos rapidamente se reviram e minhas mãos agarram mais rapidamente ainda os seus cabelos, guio a sua cabeça que se afasta e volta com agilidade no meu órgão. Kurt também usa a mão para masturbar o meu pênis ao mesmo tempo em que engole ele todo sem a menor piedade.

Depois de mais alguns segundos, Kurt tira a sua boca e volta a beijar a minha virilha, subindo gradativamente, me arrepiando mais uma vez. Assim que chega ao meu rosto novamente leva sua boca até a minha e entrelaça sua língua, me empurrando aos poucos para dentro do boxe.

–O que está fazendo? –Questiono enquanto ele me empurra

–Nada que você não queira. –Ele diz mordendo meus lábios

Hummel liga o chuveiro e a água logo desce em nossos corpos, agarro ele novamente lhe puxando. Levo minhas mãos até as suas nádegas e enfio elas dentro de sua cueca apertando com força a sua pele. Hummel fecha seus olhos e beija a minha pele, enquanto eu abaixo devagar a sua cueca e ele faz o mesmo com a minha, ao mesmo tempo.

Estamos os dois completamente molhados e agora encostamos nossos membros eretos. Beijo o peito de Kurt enquanto ele aperta as minhas nádegas e com o dedo indicador aos poucos vai penetrando em meu ânus, retirando de mim um leve gemido de prazer.

Meu corpo logo se estremece pelos toques do Hummel e eu não consigo evitar de gemer. Volto a beijar seus lábios e ele brinca com a minha boca. A velocidade com que ele vai inserindo o dedo aumenta e eu quero mais, muito mais.

–Eu quero mais. –Sussurro para ele

–O que você quer? –Ele questiona mordendo meus lábios

–Você. –Digo fechando os olhos pelo prazer

Kurt novamente me beija e aos poucos afasta sua boca da minha e me vira de costas para ele. Encosto as minhas mãos na parede do boxe enquanto Hummel alisa as minhas costas. Sinto ele se aproximando com seu pênis, no entanto não penetra ele, pelo ao contrario Kurt está brincando mais uma vez comigo, apenas passando o seu órgão entre as minhas nádegas.

–Vamos Kurt! –Digo

–Calma. –Ele sussurra e se inclina beijando as minhas costas – Você mesmo disse para irmos sem pressa.

A água escorre sobre as minhas costas e eu quero tanto ele dentro de mim, na verdade acho que nunca desejei tanto algo como desejo esse homem em mim agora. Ele continua passando o pênis pela minha pele e só então se apoia em minhas costas e devagar, lentamente vai inserindo seu membro em mim. Não evito de gemer a cada um centímetro que é penetrado em meu ânus até que tudo entra.

Kurt puxa os meus cabelos para trás como se estivesse me domando, e eu fecho meus olhos até que ele começa a penetrar. Seu pênis vem e vai lentamente dividindo espaço com a água que cai sobre os nossos corpos.

–Isso. –Digo gemendo – Vai Kurt, isso, isso.

Hummel aumenta a velocidade e sinto a sua respiração acelerada, nossas peles começam a se bater e eu não paro um segundo de gemer enquanto ele aperta com força os meus cabelos molhados. Ele aumenta a intensidade da penetração e com força me faz querer gritar de tanto tesão.

–Mais forte! –Digo e ele agarra meus cabelos

Ele insere com mais força o seu pênis em mim, e isso também faz com que ele comece a gemer. Estamos os dois gemendo até que ele larga os meus cabelos e segura nos meus quadris, penetrando com mais força, e mais força!

–Mais forte? –Ele questiona

–Mais! –Grito – Mais!

Ele mete com mais força me fazendo gemer como nunca. Levo uma de minhas mãos até o meu pênis e começo a me masturbar no mesmo ritmo em que ele penetra, nunca estivesse tão estimulado em toda a minha vida.

Ele arranha as minhas costas e eu não consigo mais segurar e acabo gozando com um prazer incalculável e ele logo me acompanha gozando dentro de mim.

Kurt respira fundo assim como eu e tira seu pênis de mim. Logo me vira em sua direção e lhe beijo, mais uma vez entrelaçando a sua língua na minha.

–Você... –Digo afastando a minha boca – Você vai me deixar com hematomas sabia?

–Trabalho cumprido. –Ele diz rindo e me puxando para perto de seu corpo

–Sabe... –Digo lhe olhando acanhado – Quando fui cortar meu cabelo eu passei do lado de uma sex-shop.

–É mesmo? –Ele questiona rindo

–Podíamos ir visitar lá qualquer dia desses. –Sugiro – Pegar alguns utensílios.

–Não sei... me parece tão errado. –Ele morde os lábios, do jeito que eu gosto

–Gosto de coisas erradas. –Digo mordendo seus lábios inferiores

–Está insinuando que sou um erro?

–Não, mas se você fosse, seria o melhor erro que eu já cometi em toda a minha vida. –Rebato

–Ok, me ganhou com essa. –Ele diz rindo e se afastando – Poderia usar mais dessas cantadas baratas. –Ele sai do boxe me deixando rindo que nem um bobo

–Aonde vai?

–Vou terminar o meu café, você me interrompeu. –Ele rebate caminhando até a porta

–Mas você está sem roupa! –Digo

–E quem disse que eu preciso delas? –Ele questiona me encarando, passa a língua pelos lábios e só então sai

Esse homem ainda vai me deixar louco, não que eu já não seja, mas no caso dele é estado de internação no hospício.

–Você não vem? –Ele questiona voltando

–Sim, sim. –Digo voltando a realidade e saindo do boxe

–Gosta do seu café com leite? –Ele questiona rindo

–Claro que gosto. –Finalizo rindo

Notas finais
Chega de putaria né?Dois capítulos com limonada, aqui não é a minha casa para ter safadeza todo dia hahaha