Left Behind
7 Vamos jogar um jogo?
Notas iniciais
–O que você faria se fosse o último homem da terra? –Kurt questiona olhando para cima
–Acho que essa era uma das perguntas mais idiotas que as pessoas poderiam fazer umas às outras. –Respondo também olhando para cima
–Ou não, se formos analisar direito é uma ótima pergunta. –Ele rebate
–Naquele tempo eu respondia que faria qualquer coisa louca, que sairia correndo, que invadiria estabelecimentos ou roubaria sem me sentir culpado.
–E você fez, não fez?
–Fiz, grande parte dessas coisas. –Respiro fundo – Mas para falar a verdade, chega uma hora que nada mais tem sentido e que você vai ficar de saco cheio de invadir os lugares ou correr em alta velocidade.
–Um ano e meio Blaine, o que você esperaria? Tem um tempo que nada mais é tão bom quanto antes.
–Mas por outro lado somos livres e nada gera consequências. –Rebato
–Como assim? –Ele questiona observando as nuvens
–Simples, se fosse antigamente, nós não poderíamos entrar em um estádio de baseball sem ter jogo, principalmente de dia. –Retruco
–Mas você já parou para pensar que assim como não há ninguém aqui nesse estádio não há ninguém no mundo? –Ele para de olhar para cima e se apoia nos cotovelos, me encarando
–O que quer dizer? –Questiono curioso
–O que vamos fazer? Não podemos ter filhos e o mundo só terá nós dois, por muito e muito tempo.
–E isso não é bom?
–É ótimo por um lado. –Ele se deita novamente – Blaine, vai chegar uma hora em que vamos sentir falta de pessoas, de ter energia de verdade, ou comer comidas que não sejam enlatadas.
–Eu sei que é meio estranho pensar que podemos passar o resto das nossas vidas vivendo assim, mas o que podemos fazer?
–Eu só queria te apresentar para o meu pai. –Kurt sussurra
–O que disse? –Questiono
–O que? –Ele indaga
–Kurt. –Me apoio nos cotovelos – Eu escutei, ok?
–Escutou o que? –Ele se faz se sonso
–Não seja besta, escutei você dizendo que queria poder me apresentar ao seu pai. –Dou um sorriso bobo – Não acredito nisso.
–Não disse isso. –Ele vira o rosto
–Sim, você disse. –Digo rindo – Oh meu deus Kurt, isso é hilário. –Começo a rir
–Pode parar? –Ele questiona irritado
–Só para deixar claro, eu também adoraria poder te apresentar para a minha família, para os meus amigos, para todos que conheço. –Levo uma de minhas mãos até o seu rosto e o aliso enquanto Hummel o vira, fixando-o ao meu.
–Você é perfeito. –Ele diz
Meus olhos e minha boca literalmente se abrem, Kurt está olhando bem nos meus olhos enquanto eu aliso o seu rosto delicado, não sei o que dizer, é a primeira vez que alguém diz isso a respeito de mim.
–Ninguém nunca me disse isso. –Falo
–Como não? –Ele questiona surpreso – Blaine, eu odeio admitir isso, mas a cada dia no qual ficamos juntos, conversamos, nos olhamos, nos beijamos eu sinto um enorme arrependimento de não ter te conhecido antes, de não ter deixado meu pai me transferir de colégio. Eu nunca senti isso por ninguém, não em tão pouco tempo, você é uma das pessoas mais maravilhosas que tive o prazer de conhecer.
–Eu só não me sinto tão importante assim. –Digo lhe observando
–Mas você é e eu odeio pensar isso, como odeio a ideia de poder estar sentindo algo a mais do que um simples gostar.
Um sorriso bobo sai da minha boca e o Kurt parece estar realmente constrangido em falar comigo esse tipo de coisa, ele parece ter sido alguém que sofreu e que não conseguiu achar um amor verdadeiro, assim como eu.
–Se eu soubesse que a vida seria tão difícil teria dado lugar a outro espermatozoide. –Kurt diz deixando escapar uma gargalhada minha
–Eu gosto tanto de você. –Digo alisando seu rosto
Observo os olhos brilhantes e azuis do Hummel e me inclino em sua direção, fechando aos poucos os meus e juntando nossos lábios de uma forma delicada dando um beijo calmo e com pouco movimento.
–Será que estamos doentes? –Questiono afastando meus lábios
–Como assim? –Ele questiona
–Isso não é normal, gostar de uma pessoa tão rápido assim. –Digo
–É verdade. –Ele diz rindo – Mas como eu não tenho outra opção tenho que me contentar com você.
–Ridículo! –Digo batendo em seu peito – Então não venha me pedir um beijo ou qualquer outra coisa, pois não vou dar.
–Ok. –Ele diz revirando os olhos
–Serio? –Questiono abismado e rindo ao mesmo tempo
–Uhum. –Ele afirma e começa a assobiar
–Kurt! –Dou outra risada e só então ele não se segura e faz o mesmo
–Estou brincando. –Ele diz e só então me puxa pela camisa, me fazendo cair com a minha boca na sua, juntando mais uma vez nossos lábios.
Depois de alguns segundos, ainda com os olhos fechados me afasto da boca do Kurt e abro lentamente as minhas pálpebras, deixando meu corpo a observar o rosto perfeito do Hummel.
–Eu estou realmente gostando de você. –Ele diz alisando o meu rosto
Dou um sorriso bobo e abaixo a minha cabeça pois não sei como reagir a isso. É a primeira vez que alguém aparenta gostar de verdade de mim.
–Eu também. –Digo levantando a minha cabeça. – Acho que estou gostando muito de você.
–É, nós estamos doentes. –Ele dá uma gargalhada
–Até podemos estar e é justamente por isso. –Digo me sentando e logo após ficando de pé. – Que vou responder a sua pergunta.
–Qual pergunta? –Ele questiona me observando de baixo
–O que você faria se fosse o último homem da terra. –Rebato e logo após tiro os meus sapatos
–Blaine? –Ele questiona confuso
–Bom, como já fiz mais da metade das coisas de uma possível lista que tínhamos na mente quando menores, só me resta uma das últimas opções. –Falo tirando a camiseta
–O que você está fazendo? –Ele questiona se sentando
Não respondo, apenas abaixo logo em seguida a minha bermuda retirando um olhar assustado e confuso do Kurt.
–E antes que pergunte, não, isso não é um convite para sexo. –Falo agora abaixando a cueca
–Blaine! –Ele grita – O que está fazendo?
–Vou ficar pelado. –Rebato rindo
–O que? –Ele indaga
–Vamos, você também vai. –Digo o puxando pela mão
–Não, não vou. –Ele retruca
–Kurt, qual é. –Indago – Só estamos nós dois aqui, e eu já vi essa belezinha que você tem dentro das calças.
–Anderson! –Hummel cora por inteiro
–Vamos fazer melhor. –Digo me aproximando – Vamos jogar um jogo.
–Por que será que eu estou com medo disso? –Ele questiona querendo desviar o olhar da minha região intima
–Seguinte. –Digo me aproximando – Você e eu vamos correr e andar pelados por todo o dia. Iremos as lojas e invadiremos os lugares, no entanto, nenhum dos dois pode ficar ereto uma vez sequer.
–Isso é impossível Blaine. –Ele não parece acreditar no que estou propondo
–Vai aceitar ou não? –Questiono – Você e eu pelados, por todo um dia, não podendo ficar eretos uma vez sequer.
–E quem perder? –Ele questiona curioso
–Quem perder escolhe alguma coisa para o outro fazer, pode ser qualquer coisa, desde atos constrangedores como escravismos ou qualquer coisa.
–Imagina eu escravizando você. –Kurt dá uma gargalhada – Proposta tentadora.
–Então aceita? –Questiono esperançoso
–Calma, dite as regras.
–Certo. Nós podemos atrapalhar um ao outro, provocando.
–Como assim? Um pode fazer o outro perder?
–Sim.
–Isso não é errado?
–Não. –Digo rindo – Um pode fazer o outro perder. Não podemos colocar a roupa até anoitecer. Temos que invadir lojas na qual nunca estivemos antes. E por fim, quem perder já sabe.
–E se nenhum dos dois ficar ereto?
–Isso não vai acontecer, porque você vai perder. –Digo confiante
–Há é? –Ele questiona mordendo os lábios – Pois bem, veremos.
E só então de uma só vez Kurt tira a sua camiseta e eu desvio o olhar automaticamente, fazendo o mesmo quando ele abaixa rapidamente sua bermuda e em seguida a sua cueca.
–Ok. Fiquei com um pouco de vergonha. –Ele diz tampando a visão do pênis
–Já vai desistir? –Questiono rindo
–Não. –Ele diz envergonhado – Isso é tão constrangedor.
–Kurt. –Digo me aproximando dele – Você é perfeito, em cada detalhe.
Ele me observa e só então enfraquece as mãos e retira ela de frente do seu pênis e logo após respira fundo.
–Isso vai ser um longo dia. –Ele diz com os olhos fechados dando uma risada
[...]
Fechamos os dois a porta do carro e estamos no grande centro de Lima. Tudo vai indo bem, bem até demais para dois caras que se gostam. Isso é um verdadeiro autocontrole e o único motivo pelo qual eu ainda não fiquei ereto é pelo simples fato de que estou tentando evitar de olhar ou sequer pensar no Kurt e principalmente no que está amostra dele.
–O que fazemos agora? –Ele questiona olhando para o lado aposto do que estou
–Vamos Kurt, me olhe. –Digo rindo
–Não obrigado. –Ele fala sem me olhar
–Vamos Kurt Hummel! –Digo rindo
E só então ando ligeiramente em sua direção.
–Blaine. –Ele diz fechando o olho – Você não vai vencer
–Sim, vou. –Digo e só então me aproximo de seus lábios e dou um rápido beijo
–Blaine! –Ele grita ainda com o olho fechado
Não aguento e começo a rir como nunca, toda essa situação está sendo hilária. Só de ver o Kurt com os olhos fechados e apreensivo tentando ganhar esse jogo é incrível.
Me afasto dele e olho em minha frente, há uma grande praça e ao redor delas várias e várias lojas.
–Acho que nunca estivesse aqui. –Ele diz por fim abrindo os olhos – Que estranho.
–Construíram isso há pouco tempo, você deveria estar em NY.
–Possivelmente. –Ele respira fundo – E então Blaine? O que faremos?
–Bom, como eu disse antes, irei começar esse jogo com uma corrida. –Falo alongando minhas pernas, ficando de costas para o Kurt
–Você está fazendo isso de propósito. –Ele diz
–É o jogo Hummel. –Falo me agachando para tocar nos pés
–Há é? Quer saber? É o jogo, e eu odeio perder em jogos. –Ele fala passando por mim
Kurt literalmente para com o seu pênis bem na frente do meu rosto, e meus olhos se arregalam com essa imagem. Subo a minha cabeça rapidamente e passo a encarar ele no rosto.
–Estou gostando muito de você, mas não perco um jogo nem para o meu falecido pai. –Ele rebate e só então leva suas mãos até o meu pênis
–Kurt! –Grito tentando me afastar
–O que? –Ele diz tentando me masturbar e eu sinto que estou prestes a perder
Até que consigo me afastar.
–Não sabia que jogava sujo. –Digo tentando me acalmar
–Saiba agora. –Ele rebate e só então se vira de costas e começa a caminhar rápido e depois começa a literalmente correr
Kurt sai pegando várias pedras que tem ao redor da praça e começa a jogar elas em todas as vitrines, fazendo os vidros irem abaixo. Começo a correr indo em sua direção até que ele para e encara uma loja.
–O que foi? –Questiono
–Era dessa que você estava falando? –Ele questiona apostando para um sex-shop
Meu corpo literalmente para e eu engulo a saliva a seco, não acredito que ele vai fazer isso.
–Kurt. –Digo, mas já é tarde
–Não vai entrar? –Ele questiona passando pela vitrine quebrada
Até que entra na loja. Meu coração bate acelerado e eu não faço a mínima ideia do que fazer, só sei que tenho que causar a perda dele o mais rápido possível. Respiro fundo e caminho até a vitrine, passando por ela e entrando na loja.
Assim que entro me deparo com uma loja imensa, toda pintada de vermelho, com várias prateleiras contendo alguns “utensílios” para o prazer fora o fato de que vários manequins estão vestidos com roupas bem diferentes.
–Kurt? –Questiono, mas ele sumiu de minha vista
–Gosta de óleos? –Ele questiona pingando gotas em minhas costas
–Kurt! –Digo me afastando
E só então ele pinga o olho sobre o seu peito e arrasta ele com seus dedos, minha boca literalmente se abre e meus olhos ao menos piscam com essa imagem. Não posso perder, não posso.
Viro o meu rosto e respiro fundo, caminho rapidamente até algumas prateleiras e vejo algo engraçado, vários vibradores espalhados por todos os cantos.
–Não acredito que fugiu. –Kurt diz se aproximando
–Você não vai ganhar, já disse. –Falo ficando de ponta de pés e pegando um dos pênis
–Mas você... –Ele diz chegando perto até que eu me viro e aponto o pênis para ele –Que merda é essa? –Ele questiona confuso
–Se renda. –Falo apontando o grande pênis azul escuro para ele
–Isso é sério Blaine? –Ele começa a rir – Como quer me fazer perder dessa forma?
–Eu só fiz isso para esquecer o fato de que você acabou de passar um óleo no seu peito de uma maneira bem atrativa. –Falo
Kurt continua rindo e me vem uma imagem na cabeça, eu inventei esse maldito jogo e seria ridículo se eu perdesse. Preciso fazer algo para que ele ao menos se sinta atraído, e usar um pênis grande de plástico como arma não irá ajudar.
Portanto largo o pênis no chão e me aproximo rapidamente do Kurt, levando minhas duas mãos até o seu rosto, lhe assustando até o exato momento em que lhe beijo. Minha língua brinca em sua boca e nossos corpos se tocam, bem como as nossas partes intimas. A respiração do Hummel começa a ficar fadigada e ele não parece ter forças para se afastar de mim e por pior que isso pareça não quero fazer o mesmo.
–Blaine. –Kurt diz tentando afastar os lábios, mas não o deixo –Isso é golpe baixo.
Levo minhas duas mãos até as suas nádegas e lhes aperto, até que por fim o Kurt de uma só vez me afasta.
–Não vou conseguir. –Ele diz respirando fundo e fechando os olhos
–Ótimo, por que eu também não. –Digo fazendo o mesmo – Desista então.
–Por que eu? –Ele questiona confuso – Por que você não desiste?
–Não! –Indago
–Quer saber? –Ele indaga se afastando ligeiro
–Quero saber o que? –Questiono assustado, mas ele some – Kurt? Kurt!
Hummel rapidamente some das minhas vistas, e eu estou com certo receio de ir atrás dele.
–Kurt!? –Grito, mas ele não responde
Espero por alguns minutos e nada, até que dou dois passos à frente e caminho em direção a um corredor, na esperança de que ele apareça até que por fim sinto algo puxando meus braços para trás e por fim prendendo eles.
–Kurt? Kurt! –Digo tentando movimentar os braços
–Por favor me diga que gosta de estampa de onça. –Ele fala me empurrando – Peguei as primeiras algemas que achei pela frente.
–Kurt! O que você está fazendo? –Questiono enquanto ele me empurra
–Vamos apenas continuar o jogo. –E então ele me faz sentar em uma poltrona de veludo vermelha que tem em uma sala redonda
–Kurt! Isso não vale! –Digo me movimentando
–Sim, vale. Você disse que poderíamos fazer qualquer coisa. –Ele dá uma gargalhada e se inclina em minha direção. – Vamos começar o jogo.
Meus olhos se arregalam e o Kurt leva sua boca até a minha orelha e morde ela de leve, fazendo os pelos do meu braço se arrepiarem, logo após ele desce pela minha pele beijando o meu pescoço e descendo até o meu peito, ao mesmo tempo em que alisa os meus braços com suas mãos.
–Isso é muito injusto! –Digo mordendo com força meus próprios lábios
–Injusto foi você não ter me dito se gosta ou não de óleos. –Ele diz se inclinando até uma prateleira, liga o som na música “Alors on danse” Dos Stromae e em seguida traz junto consigo um óleo e um chicote.
–Kurt. –Suplico vendo ele abrir o óleo
–Shiu. –Ele me repreende
E só então com a tampa aberta do produto, ele derrama aos poucos o liquido gelado em meu peito, que por sua vez vai escorrendo pela minha barriga e chegando até a minha virilha. Tento não pensar no que está acontecendo aqui, mas é impossível, principalmente agora em que o Kurt se aproxima com sua boca e me beija, arrastando os dedos sobre o meu peito melado e descendo aos poucos, cada vez mais.
–Kurt, Kurt! –Imploro como jamais fiz na minha vida
Ele arrasta o chicote pelo meu peito, alisando toda a minha pele e me deixando exaltado. Até que enfim, ainda me beijando ele leva uma de suas mãos até o meu pênis e o segura, começando a massageá-lo. Meus olhos se fecham automaticamente e eu não consigo mais me segurar, minha respiração vai aumentando de ritmo e quando eu menos espero logo fico ereto.
Kurt continua me beijando, e massageando o meu pênis. Sua mão desliza rapidamente graças ao óleo, ela desce e sobe, me fazendo ficar arrepiado por completo. Sinto um prazer incrível percorrendo pelo meu corpo ao mesmo tempo em que a língua do Hummel se entrelaça na minha.
–Estou completamente louco por você. –Ele diz enquanto me beija
Não consigo responder, pois estou completamente sem forças, apenas sei que sinto o mesmo por ele, eu também estou louco pelo Hummel. Ele continua me masturbando, cada vez com mais velocidade, descendo e subindo a sua mão, me deixando sem respiração até que depois de alguns rápidos minutos enfim eu gozo, deixando escapar de mim um suspiro de prazer enorme.
–Você perdeu. –Ele diz afastando seus lábios
–Eu sei. –Respondo respirando fundo
–Eu disse que ia ganhar. –Kurt se afasta dando um sorriso
–Ok, ok, não acredito que perdi isso. –Falo engolindo a saliva a seco – Apesar de que você me prendeu. – Dou uma risada
–Foi necessário. –Ele rebate rindo
–Então... quer dizer que está louco por mim? –Questiono enquanto ele se inclina retirando as algemas
–Odeio admitir isso. –Por fim ele as retira
–Não se preocupe pois eu também estou louco por você. –Falo e ele me observa como se quisesse dar um sorriso enorme, mas se controla – E então, o que vai escolher?
–Bom... quero três coisas. –Ele dá um sorrisinho – Primeiramente, quero levar algumas coisas dessas com a gente, são bem legais.
–Certo. –Digo em concordância
–Segundo, quero um dia romântico com você. –Ele diz e eu o observo – Sei que é uma coisa meia boba de se pedir, mas quando eu estou gostando de alguém quero saber se vale realmente a pena.
–Sem problemas, você terá o seu dia romântico. –Dou um sorriso bobo para ele que me corresponde. – E a terceira coisa?
–A terceira? –Ele dá um sorrisinho — Não sei bem se você vai querer isso. –Ele diz acanhado
–Envolve sexo? Por que se sim, eu já aceito. –Digo rindo
–Não, não envolve sexo. –Ele rebate rindo
–E então? –Questiono curioso
–Bom... a terceira coisa...
Fale com o autor