Lebanese
11 Just Close your eyes
– Meninas, já está na hora de irem para suas camas. – minha mãe dizia calma. San logo se ajeitou no sofá.
– O que pensa que está fazendo?- perguntei a Santana, já puxando suas mãos.
– Me arrumando para dormir!
– Nada disso! – Eu e minha mãe falamos em um uníssono, me calei e deixei que ela continuasse. –Você vai dormir com a Brittany, lá em cima. – Ela disse apontando para o topo das escadas.
– E-eu não sei, se não se importar.
–É claro que não San! Vamos! Tenho outro pijama de unicórnio igual a esse que estou vestindo, ficaríamos iguais!
Santana sorriu e se levantou, apagamos as luzes da sala e da cozinha, minha mãe já havia subido, quando chegamos a porta do meu quarto, minha mãe saiu com o celular nas mãos.
– Meninas vou dar uma saída, volto ainda hoje!
Ela não me deixou tempo para responder, e desceu as escadas rapidamente, fiquei me perguntando o que havia de ter acontecido, ela não era de sair assim as pressas sem avisar, logo ouvi o barulho do carro partindo, pensei em ligar para ela, mas iria atrapalhar a mesma, apenas me virei para Santana, abri a porta do quarto e entramos.
– Mudou bastante desde a última vez que vim aqui.- Santana disse passando as mãos pelos moveis, até a cama, onde se sentou e ficou me olhando.
– Só porque tem mais fotos suas do que unicórnios, não significa que tenha mudado bastante. – Sorri.
– Tenho boas lembranças daqui. – Ela disse se levantando e pegando as minhas mãos. – Como ficou tão linda?
–Santana!- Disse abaixando a cabeça e corando.
Mesmo com a cabeça abaixada, ela ainda sim conseguia me ver, San ficou na ponta dos pés e me e deu um rápido selinho nos lábios, segurei sua cintura antes que ela encostasse os pés no chão, e fiquei dando curtos selinhos em seus lábios. Ela me empurrou e correu até a cama.
– Quero Brincar de pega-pega.
San me olhou e eu corri atrás dela. Meu quarto não era um dos maiores, então facilmente consegui chegar até ela, derrubei ela no chão, e coloquei minhas mãos uma em cada lado, a cercando.
–Te peguei!
Ouvi o barulho da porta e imediatamente sai de cima de San, abri porta e minha mãe me puxou pelo braço.
– Brittany, você tem que vir comigo AGORA!
– Mas mãe, o que está acontecendo?
Ela não disse, apenas foi me puxando em direção ao carro e Santana foi me seguindo.
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– Sinto Muito Brittany! – Era minha tia Lucy, ela chorava e me abraçava, não estava entendendo nada.
Estávamos no hospital e todos nossos familiares estavam lá, segurei a mão da Santie temendo o que estava por vir, nós duas estávamos de pijamas de unicórnio, mas não estávamos nos preocupando com isso.
– Mãe o que está acontecendo? – Perguntei parecendo calma o possível.
– Seu pai, sofreu um acidente, está em coma.
Apertei a mão de Santana e ela me abraçou, não parava de chorar nem por 1 minuto.
– Britt, meu amor, vai ficar tudo bem eu prometo. — Santie dizia me consolando.
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