Lebanese
13 Feliz aniversário!!!!!
Notas iniciais
Acordei com o sol batendo em meu rosto, e os passarinhos cantando. Lutei para abrir meus olhos, mas era quase impossível, Passei a mão no colchão, mas não encontrei o que queria, então puxei o travesseiro que estava ao meu lado, o abracei e pude sentir o cheiro de Santana. Não poderia ficar ali por muito tempo, empurrei meu cobertor com os pés, cheirei o travesseiro mais uma vez, e sorri.
Rapidamente, antes que preguiça me pegasse novamente, sai da cama em um pulo, fui para o banheiro, e tomei um banho rápido, estava com as esperanças de hoje ficar no hospital com meu pai, escovei meus dentes e me vesti com algo leve, pois estava muito calor.
Arrumei minha cama, e sai do quarto. Enquanto descia as escadas pude sentir o cheiro de bolo e panquecas, pulei os dois últimos degraus e fui direto para o chão. Lá estava Santana, fora da cama, fazendo panquecas e bolo. Apesar de ter feito barulho parece que ela não reparou na minha presença.
Fui de fininho até a pia, onde ela estava, abaixei um pouco minha cabeça para que ela ficasse em direção ao seu ouvido, coloquei minhas mãos em sua cintura e ela deu um pulinho e soltou um grito fraco.
— Bom dia Santie.
- Bom dia Britt, você me deu um susto.
- Desculpa. – Disse a virando para mim. – Não foi minha intenção.
- Eu sei. – Ela disse e sorriu. – Mas quase me fez acertar esse garfo em você. – Ela balançou o mesmo com a mão. – E eu odiaria te machucar.
Depositei um rápido beijo em seus lábios, depois a soltei.
— Você está com um pouco de farinha aqui. — Santana foi limpar, mas viu que nada adiantaria, ela estava com as duas mãos cheias de farinha. – Acho bom ir tirá-la.
- Tira pra mim!
- Não dá Britt Britt, estou com as mãos cobertas de farinha. Se for te limpar, vou acabar te sujando.
Ela colocou o dedo rapidamente em meu nariz, sorriu ao vê que eu fiquei vesga e se virou para continuar a fazer suas panquecas. Saí em direção à sala para me limpar e a campainha tocou. Limpei-me rápido e fui atender a porta.
- Eu atendo. – Gritei para Santana para que ela não parasse o que estava fazendo.
Abri a porta e minha mãe me abraçou forte, por um momento achei que algo havia acontecido com meu pai, mas esse pensamento saiu ao ver minha mãe sorrindo com um presente na mão. Havia me esquecido completamente, era meu aniversário, por isso das panquecas e do bolo.
— Parabéns filha! Continue assim, sempre linda e meiga do jeito que é. – Ela depositou vários beijos em minhas bochechas e depois me entregou o presente.
- huuuum. Que cheiro bom!
Minha mãe disse e pegou sua bolsa, entrou e foi em direção a cozinha, e lá se sentou. Fechei a porta da sala e levei o presente até a cozinha para que Santana também visse o que eu havia ganhado.
- Obrigada Mãe! É lindo!
- Nunca me canso de comprar bichinhos de pelúcia pra você! – Ela sorriu e se virou para olhar Santana fazendo as panquecas.
— Olha San o que ganhei! – Ela parou e virou para olhar o coelhinho de pelúcia que havia ganhado.
- É lindo Brittany, igual a você!- Ela saiu e veio me abraçar, minha mãe se levantou e tomou o lugar de Santana com as panquecas e bolo. – Feliz Aniversário amor! Desculpa esquecer de te falar isso, eu sou tão...
A impedi que continuasse a falar alguma besteira e a beijei.
- Não tem problema San, está comigo, nada mais importa!
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- Brittany, está na hora da visita, quer ir ao hospital comigo?
- Claro que sim mãe, só espere um pouco, vou pegar meu casaco.
— Okay não demore!
Subi rápido, peguei meu casaco e desci.
— Vamos San!
- Não Brittany, Santana fica, tudo bem?
- Mas mãe...
- Nada demais, vamos se não vamos nos atrasar.
Deium rápido selinho em Santana e corri para o carro.
Chegando ao hospital, desci rapidamente e coloquei meu casaco. Esperei que minha mãe desligasse o carro e a segui até a ala 12, que era onde meu pai estava internado. Colocamos uns adesivos de identificação na blusa e entramos na sala.
Ele estava todo encubado, com um monte de agulhas no corpo, todo machucado, aquela era umas das piores coisas que já havia visto. Puxei uma poltrona que estava recostada em uma parede, a arrastei até a maca onde meu pai estava. Peguei delicadamente sua mão, e comecei a rezar. Fiquei ali por uns 10 minutos, estava quase na hora de ir. Minha mãe foi até a poltrona, me levantei para que ela se sentasse e me sentei em seu colo. Estava como uma criança desprotegida sentia um aperto no coração, como se nunca mais fosse vê-lo de novo.
Minha mãe pegou a bolsa e retirou um dos meus ursinhos de pelúcia, era meu gato Risonho, de Alice no País das maravilhas. Ganhei do meu pai quando tinha sete anos, o abracei apertado, tinha o cheiro do meu pai nele.
Antes de sairmos da sala, depositei meu gato ao seu lado, dei um beijo em sua testa, e nos fomos para casa.
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— FELIZ ANIVERSÁRIO BRITTANY!!!!!!!!!!!!!! – Todos disseram quando eu abri a porta.
Todos da minha família e amigos estavam lá, até mesmo Quinn e Rachel. Na porta da cozinha tinha uma faixa pendurada com os mesmo dizeres ao que todos gritaram. Eu sorri e comecei a abraçar todos. Cada qual me deu um presente e me parabenizou Quinn e Rachel também, elas estavam finalmente juntas, esse estava sendo um dos meus melhores aniversários, tirando o fato de que meu pai estava em coma.
Quando já havia cumprimentado todos, minha mãe foi servir os salgados, e Santana me puxou para fora da confusão, ela me levou pra fora de casa e fechou a porta.
— Britt amor, tenho uma surpresa pra você. — Santana sorriu e me guiou até seu carro. — Ainda não te dei seu presente.
- Mas San estão todos lá, devem estar me esperando, é o meu aniversário.
- Apenas entre no carro ta bom Brittany?
Apenas assenti com a cabeça e entrei. Depois de uns 25 minutos dirigindo chegamos até a baia, atravessamos a passarela que tinha, pegamos um barco e ele nos deixou e uma ilha co um lindo farol. Descemos e subimos até lá em cima.
- Seja bem vinda a ilha de Brittany. – Santana apontou para baixo, onde se encontrava a pequena ilha, coberta por um imenso mar. – Sempre que se sentir triste, ou mal de alguma forma, é só vir aqui.
Olhei incrédula, eu tinha uma ilha! E ela tinha meu nome!
- Santie, você não ta falando sério né? — Olhava pra ela de queixo caído. – Outro presente seu, e-eu não posso aceitar!
— Na verdade não foi bem meu seu pai e sua mãe compraram, e sua mãe pediu para que viesse aqui com você, hoje.
- AH MEU DEUS!!!- comecei a pular feito boba.
- E...
- E o que Santana? FALA LOGO!- Falava ainda pulando, no mesmo lugar de boca aberta.
- Vamos passar a noite aqui. — Santana disse apontando para o Farol.
- AAAAAAAAAAA!- Agora estava pulando em volta do farol.
Santana pegou em meus braços, me fazendo parar de pular, levantou o meu queixo e me deu um selinho.
- Vem. – Santana me puxou descendo as escadas do farol. – Vamos arrumar nossa cama, teremos uma longa noite.
Quando cheguei até a parte de baixo do farol, tinha duas bolsas, e colchões infláveis ao canto.
- É. – Abracei Santana e a beijei. – Será uma longa noite. — Ela sorriu maliciosamente.
Notas finais
E estou escrevendo uma fanfic original, deem uma olhada lá! Espero que gostem!
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