Lebanese

14 Lua Cheia


Notas iniciais
Queria agradecer a Bruna, minha mulher, que me ajudou com esse capítulo, espero que tenham gostado :s Me desculpem se acharem algum erro ortográfico, não queria deixa-los esperando então não fiz a revisão. LEIAM AS NOTAS FINAIS!

Santana desceu pegando os colchões infláveis, eu fui ajuda-la e fizemos tudo com calma.

-San, onde tem um banheiro aqui?- Perguntei ao terminar de arrumar a "cama". Ela riu e indicou com o dedo para a porta. — Lá fora? — Perguntei com receio.

— Sim. — Ela respondeu rindo.

Sai do farol e fui até o mar que rodeava a pequena ilha. Despi-me rapidamente, ficando literalmente nua e entrei no mar. A água estava fria, o que me fez estremecer de início. Estava na semana de lua cheia, fiquei um bom tempo olhando para aquela lua linda, redonda e branca, fiquei imaginando, como seria morar lá?

Depois de um tempo olhando a Lua, algo quente me tocou me deixando arrepiada, me virei. Era Santana.

-Mas que bela surpresa, sai para ver se minha namorada ainda estava viva e a encontro nua. — Santana disse e sorriu meio envergonhada.

Passei a mão em suas costas como se estivesse abraçando-a, ela se arrepiou.

— Você também está. — Afirmei sorrindo e depois apertando de leve seus seios.

— Não podia deixar você se divertindo sozinha. — Santana dizia agora mordendo os lábios.

— Quer se divertir comigo? – Perguntei segurando sua cintura. Ela apenas assentiu com a cabeça e colocou seus braços em volta do meu pescoço.

Selamos nossos lábios com um beijo calmo, mas que aos poucos seguiu com em um ritmo mais rápido e desesperado. Santana deu um pulo cruzando suas pernas em volta da minha cintura, apesar da água gelada, nossos corpos permaneciam quentes. Segurei a cintura de Santana com uma das mãos e a outra escorreguei até seu sexo, o que a fez soltar um leve gemido entre o beijo, seu sexo agora pulsava em meus dedos.

Parei o beijo e a soltei, ela me olhou furiosa, e eu apenas ri de sua feição. Peguei sua mão e comecei a nadar, a água era limpa e tinha uma visão perfeita de Santana nua, com ar nas bochechas e as mãos como quem fosse voar. Seus cabelos pareciam mais negros e se espalhavam na água límpida. Aproximei-me dela, ainda embaixo d’água selamos novamente nossos lábios. Quando faltou a respiração para as duas, voltamos à superfície.

Saímos do mar e pegamos nossas roupas que estavam jogadas na areia. Entramos correndo dentro do farol jogando nossas roupas em qualquer canto. Empurrei a porta que fez um barulho estrondoso, e voei até Santana. Ela me pegou no colo e me empurrou contra a parede, começamos com um beijo apressado, sua língua era quente e percorria toda a minha boca. Santana parou o beijo dando uma leve mordida em minha boca, começou a beijar meu pescoço deixando leves chupões. Ela começou a descer pelo meu corpo com a sua boca, dando leves beijos — me mordia me provocava. Quando chegou ao meu sexo, já molhado, apenas deu uma roçada no mesmo, soltei um baixo gemido, então, ela voltou aos meus lábios –essa morena está sendo má –empurrei ela na “cama” e comecei a beija-la –com muita pressa – fui descendo até seu sexo, com um desejo imenso de sentir o gosto da minha namorada — e que gosto, era incrível, mas eu queria mais, queria senti-la se derretendo em mim — introduzi dois dedos em seu núcleo, com movimentos lentos, a fazia gemer baixo, comecei a acelerar os movimentos de vai e vem, e com a minha mão esquerda, apertei o seio farto de Santana...

-Brittany!- Ela gemia alto e ofegante.

-Você gosta? – perguntei com olhar pervertido

-Mais... Rápido... Britt!

-Acho que não ouvi, será que pode repetir? – Disse cochichando em seu ouvido com a voz rouca.

-Isso é tortura Brittany!

- Ta bom, eu paro e...

- NÃO! NÃO! Brittany, mais rápido... Por favor! – Santana agora me olhava fazendo biquinho.

-Assim? –Perguntei aumentando a velocidade dos movimentos.

Santana começou a rebolar nos meus dedos, gemendo, pedindo mais contato, eu ainda com os meus dedos dentro dela, comecei lambendo seus fartos seios, e ela logo chegou ao seu ápice e se derreteu em dedos, retirei meus dedos dela e os levei a boca e comecei a lamber os mesmos.

— Agora é a minha vez! – Santana não hesitou e pulou em cima de mim.

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— SANTANA ACORDA! – Eu estava observando a janela do farol, ela não se moveu e eu a empurrei. Ela resmungava e virava para o outro lado, a empurrei a fazendo cair do colchão inflável.

— AI MEU DEUS BRITTANY, O QUE ACONTECEU? – Santana acordou totalmente desesperada.

— Santana, se acalma meu amor. – Disse puxando ela de volta para cama e a cobrindo com o lençol.

— Então o que aconteceu? – Ela perguntou se acalmando.

Apontei para a janela, e de longe ela pode ver o barco se aproximando. Vestimos-nos rápido e começamos a fazer a cama.

— BOM DIA MENINAS!!!!! – Meu pai e minha mãe disseram em um uníssono

— Dormiram bem? – Meu pai perguntou animado.

— Sobrou bolo da festa e achei que queriam um pedaço. – Minha mãe falou antes que pudéssemos responder ao meu pai. Ela estendeu a mão e eu peguei o pratinho de plástico que estava lá.

— Obrigada mãe. – Disse simpática.

— Bom meninas, agora precisamos ir. – Ele colocou a garrafa de coca-cola e os copinhos em um canto do pequeno espaço. – vou levar sua mãe para almoçar. – Ele sussurrou dando uma piscadela, minha mãe ouviu e corou na mesma hora.

— Meninas, terminem de arrumar aqui, comam e quando acabar voltem para casa, o Benjamin estará dando uma volta com o barco. Quando quiserem voltar, liguem o sinal vermelho do farol e ele virá para buscar vocês. – Ela saiu dando um beijo em nossas testas e meu pai fez o mesmo.

Eu e Santana terminamos de arrumar as coisas, comemos e guardamos tudo na mochila, deixando tudo limpo para nossa próxima visita. Ligamos o sinal vermelho e esperamos Benjamin chegar.

— Estreamos o lugar não é? – Santana dizia maliciosamente, sorrindo.

— É... Acho que sim. – Nos estávamos sentadas na escada, nos olhamos e nos beijamos.

— Podíamos fazer de novo né? – Santana agora tinha o olhar sereno.

— Quem disse que não faremos?

— Estou falando de fazer... Agora. – Santana dizia passando as mãos em minha coxa.

— Agora não! – Nos rimos. – Estou cansada. Quem sabe mais tarde.

Ouvimos o barulho do motor do barco, pegamos nossas coisas e saímos. Aquela noite havia comemorado meu aniversário, e sinceramente, foi o melhor de todos.

Notas finais
Esse capítulo, apesar de não ser um dos melhores, eu dedico a minha leitora Clara, que me deixou feliz na tarde de quarta-feira com uma recomendação da minha história. MUITO OBRIGADA CLARA. Mereço reviews? Pfvr me digam o que acharam do capítulo. Obrigada a Todos *u*