Last Chance
62 Capítulo 61 - Desejo
Notas iniciais
Edward POV
No mesmo instante que entramos no quarto prensei Isabella na parede e nos beijamos feito adolescentes.
– Você me deixa louco. — Gemi erguendo sua saia e infiltrando minha mão pela sua coxa.
– Edward, por favor. — Implorou agarrando com força meus cabelos.
– Tem certeza que quer isso agora? Nossa comida vai estar aqui em menos de dez minutos. — Murmurei contra seus lábios.
– Sim! Sim! Eu preciso de você. — Pedindo desse modo não havia nada que eu não fizesse por ela.
– Muito bem então Isabella. — Disse abrindo minha calça sem me separar muito dela. — Vai ser rápido e forte, se a senhora não gozar em até cinco minutos irei castigá-la. — Ameacei beijando seu pescoço e descendo sua calcinha já sentindo sua humidade no tecido fino.
– Não preciso de cinco minutos. — Alegou ofegante, a encarei sorrindo e voltei a beijar sua boca deliciosa.
– Ótimo! Porque eu também não. — Me posicionei entre suas pernas. — Você tem que me prometer que se sentir qualquer coisa vai me mandar parar. — Disse a olhando seriamente, Bell assentiu. — Diga! — Ordenei elevando uma de suas pernas e a enlaçando no meu corpo, gememos com a proximidade de nossos sexos. — Diga Isabella! — Exigi novamente com autoridade.
– Eu aviso se sentir qualquer coisa, juro. Agora me faça sua Edward! Por favor. — Implorou puxando minha bunda contra si, com muito cuidado entrei dentro do seu corpo. Porra! Eu nunca me cansaria da sensação inebriante que era estar dentro da mulher que amava e desejava.
– Tão gostosa Isabella. — Gemi contra o seu pescoço, ela torceu seus dedos nos meus cabelos enquanto a outra mão me puxava ainda mais para si.
– Edward... Mais rápido...por favor... — Implorava impelindo seu quadril contra o meu, seus movimentos me fizeram perder a cabeça e aumentar a velocidade com que invadia seu corpo.
– Adoro como você sempre esta pronta para mim meu anjo. — Dizia entre as estocadas cada vez mais rápidas e fortes.
– Oh! Isso! Edward! Mais... Mais... — Pedia ensandecida, elevei sua outra perna e ela a enlaçou no meu corpo fazendo com que a penetrasse mais fundo e com ainda mais força, me perdia no corpo apertado e molhado da minha doce tentação chamada Isabella. — Edward! Edward! — Gritava meu nome sem parar.
– Goza Isabella! Goza para mim gostosa! — E como se estivesse esperando meu pedido ela gozou alto, apertando ainda mais meu membro dentro do seu sexo delicioso. — BELL!!!!!! — Gritei ao atingir o ápice do meu prazer, o mais puro dos êxtases. Encostei minha testa na parede completamente sem fôlego enquanto me recuperava, Isabella se encontrava da mesma maneira, mesmo assim não nos soltamos. Quando senti minha respiração voltar ao normal me afastei da parede e a encarei beijando com delicadeza seus lábios.
–Como esta se sentindo? — Perguntei afagando seu rosto e com cuidado descendo suas pernas sem deixar de segurá-la com medo que caísse. Bell abriu um sorriso lânguido e acariciou meus cabelos.
–Melhor impossível senhor Cullen. — Sorri largamente e voltei a beijá-la, dessa vez com mais desejo, quando senti que ela ia aprofundar o beijo, parei e me afastei, Bell me olhou decepcionada. — Se continuarmos não vamos parar e preciso alimentar a minha linda mulher. — Ela sorriu e me puxou pelo pescoço.
– No momento eu só desejo comer o senhor. — Arregalei meus olhos e fingi perplexidade.
–Isabella! Isso não são modos de uma senhora educada falar. — A repreendi sem esconder um sorriso nos lábios.
– Então me castigue. — Balancei a cabeça e meu sorriso só aumentou. Essa mulher era impossível e era minha, só minha.
– Será exatamente isso que farei. — Quando ela ia se aproximando para me beijar, me afastei, Bell me encarou confusa. — Depois que se alimentar. — Completei sério, ela suspirou.
– Ok, farei tudo o que mandar senhor Cullen. — Sorri satisfeito.
– Ótimo! — Sai com cuidado de dentro dela, mas sem a soltar, Bell soltou um gemido. — Esta tudo bem? — Perguntei preocupado.
– Esta tudo perfeito, não foi um gemido de dor. — Esclareceu sorrindo com um ar sapeca.
– Ah Isabella o que farei com você?
– Tenho muitas idéias, mas o senhor prefere esperar. — Disse fazendo um bico, acabei rindo.
– Você é um perigo para minha sanidade anjo. — Declarei e a beijei. — Daqui a pouco nossa comida chega, porque não aproveita e toma um banho enquanto eu espero?
– Vem comigo? — Pediu manhosa.
– Nem pensar, se for tomar banho com você não iremos sair de lá tão cedo.
– Essa é a ideia garotão. — Respondeu marota, antes que pudesse retrucar bateram na porta anunciando o nosso almoço. — Droga! — Bell praguejou.
– Vai logo para o banho. — Disse dando um tapa na sua bunda, Bell riu, me deu mais um beijo e foi para o banheiro cantarolando. — Não tranque a porta! — Exigi antes que a porta se fechasse.
– Tá bom mãe! — Sua resposta me fez sorrir, me arrumei rapidamente e fui atender ao serviço de quarto. O camareiro arrumou com destreza a mesa e logo em seguida saiu, no segundo seguinte Bell saiu do banheiro enrolada em uma toalha felpuda, a encarei curioso.
– Já tomou banho? — Ela negou e se aproximou de mim.
– Estava esperando você. — Respondeu manhosa se aproximando de mansinho.
– Bell assim o almoço vai esfriar. — Adverti tentando me manter afastado, mas morrendo de vontade de entrar naquele chuveiro com ela.
– Tenho certeza que você pode resolver nosso problema sem deixar a comida esfriar. — Ela colocou as mãos no meu peito e eu sorri maliciosamente.
– É um desafio? — Questionei arqueando minha sobrancelha, a segurando pela cintura.
– Na verdade seria mais uma afirmação. — Respondeu sorrindo, sem pensar em mais nada a peguei no colo, Bell soltou um grito de surpresa e riu logo em seguida.
– Vamos ver o que eu posso fazer. — Disse a carregando para o banheiro e a beijando no caminho, afinal nossa tarde só estava começando.
Após um banho relaxante e muito excitante nos sentamos à mesa para almoçar, felizmente a comida não havia esfriado e estava deliciosa. Bell estava no meu colo e dávamos comida um na boca do outro, eu absolutamente amava mimar minha mulher.
– Abre a boca. — Pedi pegando um garfo com um pedaço de peixe e batata e o levando até seus lábios, Isabella comeu com gosto.
– Hum... — Gemeu saboreando a comida sem deixar de me olhar, só isso era o bastante para me deixar louco. — Muito bom. — Elogiou me dando um beijo, gemi na sua boca.
– Até mesmo com sabor de peixe seu beijo é maravilhoso. — Isabella riu e acariciou meu nariz com o seu.
–Nossa que homem mais romântico eu tenho. — Murmurou antes de me dar mais um beijo delicado, sorri tímido.
–Só com você. — A encarei com intensidade, Bell afagou meu rosto e voltou a me beijar, dessa fez com mais intensidade do que antes, minha mão foi para suas costas a trazendo para mais perto, querendo fundir meu corpo com o seu, subi a outra mão pela sua perna, infiltrando o roupão branco que usava, Bell gemeu interrompendo nosso beijo afim de tomar fôlego, meus lábios foram para seu pescoço enquanto minha mão chegava até o interior de suas coxas.
–Oh Edward... — Murmurou agarrando com força meus cabelos, eu enlouquecia quando ela fazia isso. Desci meus beijos pelo seu pescoço, abrindo o roupão com meu nariz e distribuindo beijos pelo seu colo parcialmente desnudo, ao mesmo tempo apertei minha mão em seu ponto sensível e já completamente pronto para mim, Isabella se moveu gemendo, o que me deixou ainda mais duro.
– Seu aroma é inebriante meu anjo... Me deixa louco. — Sussurrei mordendo de leve o bico excitado de seu seio para em seguida o beijar e sugar sem deixar de mover meus dedos em seu sexo deliciosamente molhado. Isabella gemia e se contorcia nos meus braços, aumentei meus movimentos e senti que logo ela iria atingir o ápice, mas ao invés de continuar e lhe dar essa satisfação eu parei tirando meus dedos de sua intimidade e minha boca de seus seios, Bell agarrou meu cabelo e me fez encará-la, ela estava linda, com os lábios e as bochechas vermelhos e sem fôlego. Antes que pudesse dizer qualquer coisa trouxe seu rosto para o meu e tomei com voracidade seus lábios, minha língua explorava cada centímetro da sua boca, Isabella me acompanhou e aumentou os movimentos do beijo praticamente se fundindo a mim, sem me separar dela a peguei no colo e a levei para a cama deitando sobre seu corpo, nossas mãos estavam enlouquecidas, arrancando em segundos os roupões que usávamos, quando já estávamos nus a penetrei com extremo cuidado.
–Mais forte Edward. — Bell choramingou impelindo seu quadril contra a minha ereção.
–Preciso disso devagar anjo. — A encarei com adoração. — Quero fazer amor com a minha mulher. — Ela abriu um sorriso delicado e levantou a mão para alisar meu rosto e tirar alguns fios de cabelo da minha testa, sua mão foi para minha nuca e com calma ela me puxou para seus lábios.
–Então faça amor comigo Edward, me mostre o quanto me ama. — Sussurrou entre nossos lábios sem nos separar.
–Com prazer meu anjo. — Retruquei passando meus lábios pelo seu rosto, seus olhos, seu nariz, a penetrava com uma lentidão excruciante, nunca havia sido tão delicado como agora, eu queria fazer esse momento durar para sempre, ter sempre Isabella nos meus braços, feliz, satisfeita e segura, meus dedos afagavam sua mandíbula e seu pescoço ao mesmo tempo que trocávamos beijos doces e eu a possuía. Eu sentia a urgência de ir mais rápido, mais forte, mas eu me segurei, teríamos tempo para isso, Isabella era minha e em menos de dois meses eu a teria para sempre como minha amada esposa. Essa certeza fez meu coração bater ainda mais forte e deixar toda essa emoção transparecer em cada beijo e caricia, o mesmo eu sentia dos gestos de Isabella, o modo como me olhava e me tocava, como seus beijos doces evidenciavam o quanto me amava, alias todo seu corpo fazia isso, era como se ele fosse atraído ao meu a todo instante, como imãs. Ficamos nessa dança sensual e lenta até que eu senti todo o meu corpo sair de mim e flutuar alto, cada vez mais alto, cheguei ao ápice e cai, cai de volta completamente sem fôlego nos braços de um anjo, o meu anjo, minha Isabella.
Virei para o lado na cama tentando me lembrar como se respirava, meu peito subia e descia rapidamente, estava molhado de suor.
–Uau. — Ouvi a voz engasgada e admirada de Bell soar e a olhei, ela virou o rosto para mim e sorriu, um sorriso enorme e lindo, estava suada e também sem fôlego, mesmo assim arrumou forças para se jogar em cima de mim e me beijar, se afastou encostando sua testa na minha, nossa respiração ainda mais errática que antes. -Isso foi incrível e... — Bell parou abruptamente e acariciou meus cabelos do jeito que eu amava, seus olhos brilhavam com uma emoção desconhecida, fechou os olhos balançando a cabeça e a enfiou no vão do meu pescoço a abracei, minha curiosidade falou mais alto e mesmo quase sem ar perguntei.
–E o que? — Os braços de Isabella me apertaram com mais força, senti um leve movimento e umidade no meu pescoço. Ela estava chorando? Será que a machuquei de alguma forma? Talvez fossem só os hormônios da gravidez, já que Isabella andava bem mais sensível ultimamente. — Bell? Olha para mim. — Pedi mas ela se afundou ainda mais no meu corpo. Já com a respiração normalizada tentei me afastar para olhar para ela, mas Isabella me impediu se agarrando com força em mim, como se quisesse impedir que eu a visse. — Fala comigo anjo. — Implorei preocupado movendo minha mão pelo seus cabelos em um afago.
– Eu te amo tanto. — Confessou finalmente, sua voz soou baixa e embargada.
–Eu também te amo Bell. Você é tudo para mim. — Ela fungou e levantou a cabeça me encarando, seus olhos vermelhos partiram meu coração, eu odiava ver ela sofrendo, ainda mais quando era por minha causa. — Se sente mal por me amar? — Perguntei receoso enxugando suas lágrimas. Bell me olhou espantada.
–Não! Nunca! — Se aproximou até estarmos com nossos rostos quase colados. — É só que de repente eu senti tanto medo de perder você. De algum dia deixar de me amar. — Senti o alivio tomar meu corpo fazendo com que minha expressão se suavizasse, mas não o bastante. Segurei seu belo rosto entre minhas mãos e a encarei com seriedade.
–Você é a pessoa mais importante da minha vida, eu fico vazio sem você, não tenho e nem sou absolutamente nada se não estiver ao seu lado. Nada. Entendeu? — Ela assentiu parecendo mais calma. -O que trouxe isso a tona? — Eu precisava saber porque ela estava assim, só desse modo poderia acabar com seus medos.
–Não sei. Talvez os últimos acontecimento ou aquele pesadelo que tive em que você me deixava. — Suspirou aborrecida. — Com certeza os hormônios também não estão ajudando e agora... — Sorriu me olhando emocionada. — Você me amou de uma forma tão única e perfeita que eu senti essa avalanche de emoções passarem sobre mim, junto veio esse medo horrível de um dia não ter você ao meu lado. — Tudo o que consegui fazer naquele momento foi puxá-la para os meus braços.
–Eu sinto muito por tudo isso Bell. — Murmurei beijando o topo da sua cabeça.
–Não é sua culpa. — Bufei. Claro que sim! Eu era o único culpado.
–Como não? Se foi por minha causa que você teve aquele pesadelo? Se eu fui estúpido e imbecil com você? -Virei o rosto passando minha mão pelos cabelos, irritado comigo mesmo. Bell ergueu seu corpo sobre o meu e puxou meu rosto para encará-la.
–Pode parar. — Me advertiu. — Já conversamos sobre o que aconteceu, nós dois erramos, fim da história. Eu estou mais emotiva é só isso, tudo fica mais a flor da pele. — Isabella se aconchegou ao meu lado dando um beijo no meu rosto, acabei sorrindo e me virei para olhá-la. — Acabei estragando outro momento nosso com bobagens. Desculpa. — Pediu chateada.
–Não tem nada que se desculpar anjo, quero que sempre converse comigo, não importa o assunto, só assim eu vou poder ajudar. — Ela sorriu e afagou meu rosto, segurei sua mão e a beijei. — Sei que esta tudo muito recente, mas quero que tenha a certeza que aqui é meu lugar, ao seu lado, não importa o que aconteça é onde eu sempre estarei. — Ela sorriu emocionada e um lágrima solitária escorreu de seu olho, passei meu polegar pelo seu rosto a enxugando.
–Eu não quero mais esperar. — Franzi meu cenho confuso.
–Esperar o que anjo?
–O casamento, não quero que seja daqui dois meses, quero para o fim desse mês. — Arregalei meus olhos me sentando na cama e a encarando sem acreditar.
–Esta falando sério? — Bell sorriu e assentiu.
–Eu quero ser sua esposa Edward e o mais rápido possível. — Sem pensar em mais nada a puxei para meu colo e a beijei com ardor.
– Obrigado. — Disse maravilhado.
–Amor só estou adiantando um mês. — Explicou como se não entendesse minha reação.
–Você sabe muito bem o quanto eu quero isso, o quanto eu quero ser seu marido e que você seja minha mulher.
–Eu sempre fui sua Edward. Sempre. — Respirei fundo, absorvendo aquelas palavras, eram todo o conforto que eu precisava.
–Tal como eu sempre fui seu Isabella. — Ela sorriu e me beijou docemente, suas pequenas mãos se infiltrando pelos meus cabelos, me fazendo gemer contra sua boca.
–Eu preciso sentir você de novo. — Murmurou entre nosso beijo, a deitei na cama a adorando com meus lábios.
–E eu você meu anjo. — Declarei antes de fazer Isabella minha novamente.
Voltamos para casa por volta das nove da noite, passamos pelo hotel que sempre deixávamos Chance e aproveitamos para pegá-lo, mais uma das vantagens que teríamos em ter empregados fixos em nossa casa era que Chance não ficaria mais sozinho quando eu não pudesse levá-lo comigo para o trabalho.Durante o jantar antes de sair do Hotel, eu e Bell conversamos novamente sobre quantos empregados iríamos precisar efetivamente, no dia seguinte, minha primeira obrigação seria ligar para uma agência de emprego e pedir que enviassem alguns currículos para que eu e Bell pudéssemos analisar os candidatos, selecionaríamos os melhores e depois passaríamos para minha equipe de segurança avaliar minuciosamente cada um deles. Era um bom plano.
Sai do chuveiro e enrolei a toalha na minha cintura, Isabella terminava de escovar os dentes na pia, me aproximei e a abracei por trás, ela guardou a escova e pendeu a cabeça para trás me dando um beijo.
–Obrigada pela tarde maravilhosa. — Agradeceu com um sorriso lindo nos lábios.
–O prazer foi todo meu senhora Cullen. — Respondi malicioso.
–Acho que o prazer na verdade foi nosso. — Me corrigiu, sorri maroto.
–Certamente, não poderia de forma alguma esquecer seu prazer.
–Você nunca esquece, é uma das coisas que amo em você. — O encarei curioso, Bell sorriu, espiando minha reação pelo grande espelho do nosso banheiro.
–Uma das coisas? — Arqueie minha sobrancelha. — Posso saber quais são as outras? — Ela se virou e apoiou seus braços nos meus ombros, acariciando minha nuca com seus dedos. Tinha um delicado sorriso brincando em seus lábios vermelhos e tentadores.
–Não acho que tenhamos tanto tempo assim. — Abri um sorriso torto, minhas mãos brincando com o tecido da sua camisola longa e branca, Isabella parecia um anjo. Meu anjo.
–Não? — Ela negou.
–Acho que nem se vivêssemos eternamente. — Com essa eu tive que rir.
–Esta tentando me seduzir senhora Cullen? — Perguntei com a voz mais sedutora que consegui.
–Sempre senhor Cullen. — Respondeu e sem esperar mais nada seus lábios delicados e macios estavam tocando os meus, o beijo começou lento, mas logo ganhou força, sua língua invadiu minha boca e o gosto de menta junto com seu próprio aroma me tomou por completo, eu estava perdido nela, uma de suas mãos passeavam pelas minhas costas, suas unhas me arranharam e soltei um gemido rouco e gutural. — Cama. — A ouvi sussurrar e foi exatamente o que eu fiz, a peguei no colo no mesmo momento que deixei minha toalha cair e a conduzi para nosso quarto para mais uma rodada de puro prazer, meu, dela, nosso.
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