LadyLike

13 Chapter Twelve


Notas iniciais
Milena: Hey pessoal, eu não pretendia postar tão rapido aqui, já que queria me focar em terminar algumas fics, mas então a linda da Miss Benda me animou com comentarios muito fofos e eu estou aqui, na madrugada, as 04:18, para postar um capitulo que eu acabei de fazer.
Devo dizer que, nem de longe, esse foi um dos meus favoritos. Eu não queria deixar LadyLike uma coisa tão dramatica como minhas outras fics mas, quando percebi, ela já estava dramatica demais e bom, essa não era a ideia. Esse capitulo, para mim, está horrivel. Não sei se é pelo conteudo, por eu ter escrito de madrugada, com sono e sem musica, ou por essa coisa de não querer dramatizar com a fic. Mas enfim, me desculpem qualquer coisa e prometo que o proximo irá ser melhor. Preferi postar logo agora porque estou com medo de reler amanhã e querer apagar tudo (coisa que é bem provavel de acontecer) e quando eu faço isso acabo desanimando em escrever tudo de novo e eu prometi que postaria rapido.
Então, apesar de tudo, espero que gostem e tentem me ignorar, eu realmente to com sono e retardada hoje, fora que estou vendo tudo rodar agora... Deus, eu vou desmaiar O.o
Ok, deixa eu calar a boca e postar logo, antes que eu realmente desmaie...

Dia 12

Daphne se levantou, atordoada. Sentia todo seu corpo doendo e, aos poucos, flashes de sua discussão com sua mãe passaram por sua mente.

Eu não acredito que ela fez aquilo... ela pensou, irritada, enquanto se lembrava da mãe a lançando uma Maldição Imperdoável.

Piscou algumas vezes tentando entender o porquê de não estar em seu quarto, quando se lembrou que alguém havia a salvada de sua mãe megera.

- Nott? – a garota perguntou, hesitante.

Theodore, que saia do banho, a olhou por alguns instantes, sem que ela percebesse e depois se aproximou, deixando sua expressão vazia.

- Você acordou – ele falou, seco, enquanto bagunçava os cabelos com uma mão, tentando secá-los.

Daphne reprimiu a vontade de responder com sarcasmo, se lembrando subitamente do que acontecera antes da briga com sua mãe, ele havia desistido dela. Mas então, porque ele havia a ajudado?

- Você estuporou minha mãe? – ela perguntou rapidamente, tentando afastar as memórias de sua mente.

O garoto deu de ombros, sem deixar transparecer nada em seu rosto, enquanto a analisava.

- Você não ia aguentar por muito tempo – ele respondeu por fim, parando de olha-la e fitando a porta que o levaria até a varanda, onde a vista do jardim da família Greengrass estava.

- Pensei que havia desistido de mim – ela falou baixo, sentindo estupidamente indefesa.

- E desisti, como falei que iria fazer – ele comentou, voltando seu olhar para a garota.

- Mas você me aj...

- Eu faria aquilo por qualquer pessoa, Daphne – ele a cortou – Não se sinta tão especial por isso.

A garota ofegou, nunca havia visto Theodore ser tão frio como agora, geralmente o garoto era irônico e sarcástico, mas nunca fora rude.

- Me desculpe – ela tentou, inutilmente.

- Não há o que desculpar, Greengrass – ele rebatou, sua voz no mesmo tom cortante – Eu te perguntei uma coisa e você me respondeu, é apenas isso.

- Não queria que terminasse assim – Daphne se pegou dizendo antes mesmo de pensar e Theo a olhou surpreso por alguns instantes, antes de voltar para a expressão neutra.

- Não pode se terminar o que nem começou – ele devolveu, já não a fitava mais – Já está tarde, você perdeu o café da manhã.

- Eu dormi o dia todo? – a garota perguntou, incrédula. A discussão com sua mãe havia sido de manhã!

- Aparentemente ser torturada esgotou suas energias, e você dormiu pouco nos últimos três dias – ele comentou, caminhando até a varanda, sem olha-la.

- Os últimos três dias – Daphne murmurou para si mesma, flashes dos dias que passara com Theodore invadiram sua mente e a garota sentiu a garganta se fechar assim que outros flashes substituíram sua visão, aqueles em que ela mentia, dizendo que o odiava – Theodore...

- Já está tarde – ele falou novamente, se virando para ela – Você deveria ir.

Daphne o encarou por alguns instantes, sua vontade era se aproximar e gritar, dizendo que havia mentido e que não o odiava, mas sentia medo do que suas mães poderiam sugerir se eles começassem a se dar bem. Ela queria, mas não conseguiu. Era orgulhosa demais e não voltaria atrás. Se levantou definitivamente da cama onde o cheiro dele predominava e, de cabeça erguida, saiu do quarto.

Dias 13, 14, 15 e 16

Os dias se passavam e clima na mansão Greengrass era assustador. Theodore e Daphne não se falavam mais e, inacreditavelmente, a casa ficava vazia sem seus gritos e insultos. A garota também não falava com a mãe e passava o dia todo trancada no quarto ou sumida. Katherina ficava cada vez mais desesperada pela recusa da filha em ajudar no casamento, mas precisamente em seu vestido, que não estava pronto e a garota se recusava a experimenta-lo. Astoria estava irritada e esgotada, a víamos reclamando de tudo e todos por qualquer canto da mansão e depois de uns dias, ninguém mais ousava conversar com ela. Draco não era muito visto pela casa, depois de um pequeno desentendimento com a futura mulher, havia diminuído consideravelmente suas visitas ao local. Theodore estava diferente, abatido, fazia tudo o que lhe pediam mecanicamente e seu olhar era sempre vazio e sem qualquer brilho, facilmente o consideraríamos um robô.

Dia 17

Três dias para o casamento mais complicado do século e, se possível, o clima havia piorado na mansão. Conversas foram, há tempos, deixadas de lado e tudo que era ouvido seriam ordens ou gritos histéricos das mulheres. Os maridos rapidamente fugiram de suas esposas assustadoras e eram vistos sempre na mansão Malfoy, junto com o pai de Draco.

Daphne se encontrava em seu quarto, escutando uma musica que a fazia querer gritar, enquanto ela agradecia a Merlin por ter uma amiga Nascida-Trouxa que havia mostrado o glorioso iPod para ela. Ele havia sido seu refugio durante aqueles dias e seu único amigo. A maior vontade da garota era voltar para a França e desaparecer e, por alguns momentos, ela realmente cogitava esta possibilidade. Afinal, que mal haveria?

Entre a passagem de uma musica a outra Daphne podia ouvir os gritos histéricos de sua mãe, Elizabeth, Narcisa ou Astoria e, de vez em quando, batidas insistentes em sua porta. Ela não abriria.

Bufou, se revirando sobre a cama e, mais uma vez, a ideia de voltar para a França veio em sua cabeça. Por que não?

Ela se levantou abruptamente, deixando algumas almofadas caírem de sua cama desarrumada e sorriu minimante. O que a prendia em casa, afinal? O que estava fazendo ali há quatro dias quando poderia estar com seus amigos, em um lugar que era aceita e não seria cobrada a todo o momento.

Daphne ficou mais alguns instantes olhando para o nada e vendo todos os contras de viajar àquela altura. Sua mãe ficaria irada... A menina sorriu, imaginando a mulher em desespero quando notasse que a filha mais velha havia sumido. Era perfeito...

Tirou o computador de um esconderijo encantando em baixo de sua cama e procurou com rapidez algum meio de chegar à França rapidamente e claro, trouxa. Conhecia sua mãe o suficiente para saber que a mulher provavelmente descobriria seu destino facilmente se ela viajasse por Chave de Portal, fora que não se sentia muito segura em fazer um feitiço tão complicado como aquele.

Em um site conhecido, encontrou algumas passagens de avião para aquele mesmo dia. Nunca havia andado de avião e chegou a considerar a ida de trem, mas que mal haveria? E, além do mais, um avião seria bem mais prático e rápido. Sorriu novamente e com o cartão de crédito que sua amiga havia ensinado a usar, comprou uma passagem.

Ela iria para França...

Notas finais
Merlin, eu definitivamente não estou bem aqui. Tenha uma boa noite todos e comentem, nem que seja para me xingar... É serio, por que está tudo rodando?