LadyLike

18 Chapter Seventeen


Notas iniciais
Hey gente, como estão? Eu sei que eu demorei de novo, desculpa! Um grande bloqueio criativo me impediu de conseguir escrever qualquer coisa decente, ainda não estou certa se consegui vence-lo.
O que posso dizer sobre esse capitulo... bom, eu estou com medo de reler e apagar tudo, então é melhor eu postar logo, porque eu não sei fazer cenas assim.
Então, se vocês não gostam, aconselho a não ler esse capitulo...
Para o proximo capitulo: QUINZE REVIEWS!

Ainda dia 18

- Daphne, Theodore! – Jackie chamou, interrompendo os dois – Nós estamos indo, vocês vêm?

Daphne assentiu, se soltando do abraço de Theo, que entrelaçou suas mãos. A morena arqueou uma de suas sobrancelhas.

- Eu posso ser romântico às vezes – Theo respondeu a pergunta muda, fingindo ultraje.

- Eu não disse nada! – ela se defendeu, rindo.

- Não precisou – ele revirou os olhos, mas riu junto.

Eles chegaram até os outros casais, que sorriam maliciosos ao ver as mãos unidas dos ingleses.

- Finalmente! – Graziella falou, batendo palminhas, o forte sotaque presente – Achei que morreria sem ver essa cena!

Daphne revirou os olhos, sentido as bochechas pegarem fogo.

- Ai meu Merlin, ela esstá corando! – a loira riu, apontando para o rosto vermelho da amiga – Eu nunca tinha vissto Daphne Greengrass corando!

- Calada, Graziella! – a inglesa grunhiu enquanto todos riam de sua cara.

-*-

Daphne POV

Theodore me deitava aos poucos na cama de casal do quarto e, estranhamente, para mim o quarto estava pequeno e abafado, ou eu que estava morrendo de calor? MUITO calor?

Seus beijos agora eram distribuídos por meu pescoço e sua mão levantava de leve a blusa que eu estava usando, causando arrepios longos e deliciosos em minha pele. Aos poucos eu fui me acomodando na cama, levando meu corpo mais pra cima a ponto de querer ficar mais confortável. Conforme meus movimentos mudavam, mudavam também os beijos e os toques de Theodore, se tornando cada vez mais urgentes. Seus beijos desceram do meu pescoço para meu colo, pularam a parte dos meus seios e foram para minha barriga – que agora encontrava-se totalmente exposta, já que ele tinha levantado toda a minha blusa. Encolhi-a quando senti os lábios de Theodore roçarem perto do meu umbigo, e encolhi de novo quando senti sua língua fazer um desenho hipotético na mesma região.

Ele subiu novamente o corpo e levou consigo minha blusa. Sorrimos quando nossos rostos ficaram no mesmo nível, e eu levantei meus braços a fim de ajudá-lo a retirar minha peça de roupa. Ele ergueu o corpo sentando-se na cama e me puxou junto. Theodore ergueu as mãos pra cima e me olhou sorrindo maliciosamente. Ri baixo e comecei a puxar desde a barra inferior de sua camisa, empurrando pra cima, sentindo meus dedos roçarem em sua pele e uma sensação quente espalhar em meu corpo; cheguei mais perto tirando a camiseta por sua cabeça e a joguei para algum lugar no quarto.

— Agora estamos quites – ele disse em uma voz baixa – Mais ainda acho que tem muita coisa entre nós.

Ri, balançando a cabeça.

- Vamos ver se você irá fugir dessa vez – murmurei, lembranças de uma situação similar, que parecia ter acontecido há séculos.

- Isso não está em meus planos – ele respondeu, os olhos com um brilho feroz.

Theodore me beijou, nossos lábios se abriram devagar e aos poucos eu sentia sua língua entrando dentro de minha boca, roçando meu lábio superior e depois o meu inferior; eu fazia os mesmos movimentos e nossas línguas se encontravam no meio do caminho, dando um gosto molhado ao beijo. Coloquei minhas mãos em seus cabelos, abrindo e fechando meus dedos e dando mais velocidade ao beijo, dessa vez travando uma guerra deliciosa de quem estava comandando os movimentos, e, felizmente, era eu. Senti-o me segurar pela cintura e me levantar um pouco, empurrando meu corpo pra cima e nos fazendo ficar deitados novamente na cama, na posição em que estávamos antes. Ele, lentamente, abriu minhas pernas, colocando uma das mãos entre minhas coxas e as separando, encaixando-se no meio do meu corpo e fazendo uma pressão leve de sua pélvis contra a minha. Claramente ele tinha experiência no assunto, o que fez eu soltar um risinho.

- Talvez eu possa ter me enganado – murmurei, ainda lembrando daquele dia, onde eu havia sugerido que ele era virgem.

Deslizei minhas mãos pequenas e ágeis pelas costas dele, sentindo cada ondulação perfeita, e o juntando mais com o meu corpo. Paramos de nos beijar e nos encaramos, Theodore agora estava com a mão no botão da minha calça. como se ele estivesse pedindo autorização para continuar. Sorri maliciosamente. Ele rapidamente se desfez da sua, jogando ambas no chão.

Seus dedos entraram dentro da costura de minha calcinha e bem devagar, senti-a deslizar por minhas coxas e depois pararem no meu pé. Theodore desceu acompanhando o movimento e depois voltou, ficando por cima de mim novamente. Ele me beijou bem devagar e pousou suas mãos em meus quadris, levantando meu corpo apenas alguns centímetros da cama; eu coloquei minhas mãos em seus ombros, ele me beijou mais uma vez, deixando meus lábios molhados e pedindo por mais.

Enquanto nos beijávamos, percebi que ele estava tocando, de forma carinhosa e devagar. Parecia que Theodore havia achado um ponto e ali ficou, não interrompendo o beijo, porém eu tive que separar nossas bocas, pois um gemido manhoso acabou escapando de meus lábios. Ele intensificou mais os movimentos, agora com a boca apenas em cima da minha, ele tinha os olhos abertos e parecia gostar do que via, porque cada vez que eu grunhia ele sorria e os movimentos tornavam-se mais intensos, mais gostosos. Ergui meu corpo e procurei sedenta pelos lábios dele, porém mal conseguia mexer meus braços ou meu corpo, parecia que eu estava totalmente entorpecida, até minha cabeça parecia zunir e minha visão ficava turva. Ele parou o que fazia e eu arregalei meu olhar pra ele em quase uma situação de desespero, como que ele faz isso agora?

Ele desceu o corpo, beijando meu colo, seios, barriga e começando a beijar onde antes sua mão estava. Eu podia sentir os lábios de Theodore, as mãos dele apertando minhas coxas e ele parecia dominar muito bem o que fazia. Puxei os meus cabelos para trás e, de novo, arqueei meu corpo, como quem pede por mais. E, de novo, quando eu estava perto de ter um colapso, Theodore parou o que fazia e subiu o corpo, beijando cada parte de mim e chegando finalmente até minha boca. Eu mal conseguia respirar e cada célula minha pulsava. Sem dizer nenhuma palavra, ele voltou a me beijar, e quando eu estava totalmente entregue e relaxada, ele finalmente entrou em mim. Gritei, em um impulso. Theodore foi uma, duas, três vezes... Cada vez era melhor, mais rápido e mais quente. Meu corpo já estava suado, bem como o corpo dele... Nós dois estávamos quentes e barulhos desconhecidos escapuliam de nossos lábios. Quando eu estava sentindo que ia perder os sentidos, cravei minhas unhas nas costas dele e mordi seu ombro, soltando ali um grito. Minhas pernas ficaram bambas e meu corpo todo parecia uma gelatina, minha visão escureceu, eu via estrelas e pontinhos brilhantes.

Quando retornei a abrir os olhos, vi Theodore caindo ao meu lado, suado e com um sorriso satisfeito no rosto.