LadyLike

15 Chapter Fourteen


Notas iniciais
Milena: Heey pessoal, que rapido, não? Haha, e batendo meu record de rapidez, aqui está mais um capitulo, espero que gostem e se divirtam com ele! Os reviews lindos de vocês me animaram novamente a escrever essa fic, por isso acho que esse capitulo saiu um pouquinho melhor que os dois ultimos, pelo menos não está dramatico como eles...
Enfim, vamos continuar o joguinho? Com DOZE REVIEWS eu posto o proximo!

Ainda dia 17

Daphne se soltou do garoto, olhando profundamente nos olhos deles e suspirando pesadamente.

– Eu não vou voltar para casa – ela murmurou – Eu não fui embora só por sua causa, eu não aguento mais aquele lugar, eu não vou voltar.

– Daphne...

– Você não irá me fazer mudar de ideia, Nott – ela o interrompeu, se afastando – Você não pode me obrigar a fazer isso.

– O casamento da sua irmã será em três dias.

– Não é como se ela realmente quisesse minha presença...

– Você não pode ter certeza, talvez por debaixo de toda a indiferença dela, ela ainda seja a mesma garotinha que fazia de tudo para ser como você.

Lembranças de quando ela era pequena passaram pela cabeça da garota, imagens de sua irmã copiando suas roupas, seu jeito e suas coisas e como ela era grudada com a mais velha.

– Não – ela negou – Essa garotinha foi embora quando ela decidiu que ser igual a mim não era o suficiente, e fez de tudo para ser melhor, na visão de nossa família, e me deixar pior.

Theodore revirou os olhos, negando com a cabeça, ele também tinha essas imagens em sua cabeça, a mudança repentina de Astoria, quando ela começou a desprezar a irmã mais velha. Porém, antes que pudesse argumentar algo, a atenção de ambos foi chamada por uma voz.

– Ei, vocês dois, de fantasia! – Theo e Daphne olharam sem entender para o homem de farda e, em seguida, para suas vestes de bruxos – Vocês vão embarcar ou não?

– Sim! – Daphne falou ao mesmo tempo em que Nott dizia “não”.

– Casais – o homem revirou os olhos – Vocês tem dois minutos para se decidirem, ou o avião partirá.

– Me deixe ir, Nott – a garota se voltou para Theo, o lançando um olhar cortante.

– Eu vou deixar você ir – ele falou, ainda a sua frente – Mas terá duas condições.

Daphne revirou os olhos, impaciente, mas fez sinal para que ele prosseguisse.

– A primeira, você voltará no dia do casamento – a garota abriu a boca para discordar quando ele continuou – E a segunda é que eu vou com você, para garantir que você cumpra a primeira condição.

– Mas nem pensar! – a garota grunhiu, se afastando alguns passos.

– Um minuto – o guarda voltou a aparecer, indicando o portão de embarque.

Daphne olhou de Theodore, que possuía um sorriso desafiador no rosto e bloqueava sua passagem, para o portão, e do portão para Theodore... Até que bufou, revirando os olhos e, puxando a mão do garoto, resmungou:

– Vamos acabar logo com isso.

Nott sorriu vencedor, sendo arrastado pela morena e Daphne grunhiu, irritada, entregando ambas as passagens para o homem e andando rapidamente até o avião.

Dia 18

– Será que você pode fazer mais barulho? – Daphne resmungou ironicamente quando o barulho dos passos do garoto foram novamente ouvidos.

– Não posso fazer nada se você anda vendo muitos filmes trouxas e acha que invadir sua própria casa é melhor que chamar alguém pra abrir a porta – Theodore revirou os olhos, mas tentou controlar seus passos.

– São duas da madrugada! – Daphne exclamou – Graziella odeia ser acordada cedo e Jackie me mataria se isso acontecer, ela tem insônia.

– Eu não sabia que você morava com a Graziella – ele comentou, dando um sorriso malicioso apenas para irritar a morena – E quem é Jackie?

– Você não sabe muita coisa sobre mim, Nott – ela revirou os olhos, bufando – Jackie é uma garota que eu conheci em Beauxbatons, ela que me ensinou a usar o computador e todas as outras coisas trouxas.

– Ela é uma sangue-ruim? – o garoto perguntou, usando o termo como um hábito, já que não tinha tanto preconceito como sua família ou os outros Sonserinos.

– Ela é nascida trouxa – Daphne o corrigiu, fazendo uma careta – Não use essa palavra perto dela, ou você pode não estar vivo para o casamento.

– Por que você não usa um feitiço? – Theodore perguntou enquanto via a garota olhar pensativamente para a janela do segundo andar.

– Eu não tinha pensado nisso antes – ela falou, arregalando os olhos e puxando a varinha do bolso de suas vestes.

– Grande bruxa – Nott resmungou irônico enquanto a garota o ignorava e com um feitiço mudo, flutuava até o segundo andar.

– Você vai ficar ai? – ela perguntou, destrancando a janela. Theodore revirou os olhos, mas fez o mesmo que a menina.

– Esse é o seu quarto? – ele perguntou, olhando tudo a seu redor, apesar de não conseguir nada além de formas, visto que o quarto estava escuro.

– É, mas cuidado com meu g...

Porém, já era tarde demais, uma bola de pelos negra pulou em cima do garoto que soltou um grito assustado e, bom, um pouco afeminado, se jogando para trás.

– Pare de gritar, Nott! Você vai acordar as garotas!

– Tira essa coisa de cima de mim! – ele gritou, tentando tirar o bichano que chiava para ele, agarrado a suas vestes.

Brie, se acalme, venha aqui! – Daphne chamou, mas a gata continuava em cima de Theodore, soltando chiados e o arranhando.

Theodore conseguiu segurar o bichano e o jogou para longe, fazendo com que ela soltasse um miado irritado assim que bateu em alguma coisa, causando grande estardalhaço.

– Oh não... – Daphne se lamentou quando viu a luz do corredor ser ligada e, logo depois a porta ser escancarada e um feitiço ser lançado.

Petrificus Totalus – a pessoa lançou aos dois rapidamente, entrando no quarto de olhos arregalados – Daphne? E Theodorr?

Graziella piscou repetidamente, olhando os dois morenos paralisados no centro do quarto. O garoto atrás da francesa se aproximou confuso, a varinha em suas mãos. A loira rapidamente desfez o feitiço que os paralisava, ainda desacreditada.

– Grazi! – Daphne exclamou, recebendo um olhar irritado da outra garota – E Gregori? – ela olhou assustada para a amiga assim que reconheceu quem a acompanhava – Ele não estava namorando a Chloé?

Ambos deram de ombros em sincronia e o garoto, de cabelos loiros e olhos amendoados, envolveu a cintura da francesa, sorrindo inocentemente.

– O que vocês fazem aqui? – Graziella perguntou, olhando para os dois ingleses presentes.

– É a minha casa também, não? – Daphne perguntou, sorrindo normalmente.

– Eu pensei que o casamento de sua irrmã serria essa semana – a loira falou, os olhando acusadoramente – Você fugiu, Daphne?

– Bem que eu tentei – a garota deu de ombros – Mas ele me seguiu.

– Nós vamos voltar para o casamento – Theodore se pronunciou pela primeira vez, seu rosto com vários vergões causados pela gata.

– Sendo assim... – a loira deu de ombros, mas antes que pudesse concluir seu pensamento uma voz irritada começou a praguejar em francês e uma garota de cabelos bagunçados e castanhos e olhos cinza e miúdos entrou no quarto, parecendo não enxergar muito bem.

– Quem é que está acordado a essa hora da manhã? – a garota grunhiu – Graziella e Gregori, se vocês me acordaram de novo por causa de suas fantasias estranhas e pervertidas eu juro que dessa vez eu vou cumprir o que eu disse!

– Nós estamos mortos – Daphne murmurou para si mesma enquanto Theodore olhava a nova garota em uma mistura de receio e divertimento.