LadyLike

16 Chapter Fifteen


Notas iniciais
Hey gente, como vai? Como prometido, aqui está o capitulo! Desculpe por ter demorado um pouco mais, sabe aquela depressão que você tem depois de pegar a nota das suas provas e tu pensa meio que: Puts, porque eu não estudei? Então...
Mas eu espero que gostem!
DOZE REVIEWS para o proximo ;)

Ainda dia 18

- Nós estamos mortos – Daphne murmurou para si mesma enquanto Theodore olhava a nova garota em uma mistura de receio e divertimento.

- Daphne? – a garota desconhecida arregalou os olhos quando viu a amiga inglesa – E... – ela olhou analisadoramente para Theodore – Não, você eu não conheço.

- Esse é Theodorr Nott, Jackie – Graziella murmurou, ainda um pouco amedrontada por causa da ameaça da amiga.

- Nott? — Jackie, com seus olhos miúdos ainda mais arregalados, perguntou, se dirigindo a Daphne — O idiota egocêntrico que só pensa em si mesmo e que é, tipo, seu inimigo número um?

- Pois é – a morena deu de ombros, bufando.

- É comovente como você se refere a mim com suas amigas, é a segunda vez que eu ouça essas palavras em menos de duas semanas – Theodore comentou com sarcasmo.

- Eu só falo a verdade, querido – Daphne sorriu irônica, revirando os olhos.

- Bom, contando o fato de que eu estou aqui por sua causa, não acho que a parte de só pensar em mim seja realmente verdade – ele murmurou, a olhando com intensidade – Se bem que se eu não viesse, provavelmente estaria ouvindo sua mãe gritando até agora, então... Bom, talvez eu realmente só pense em mim – ele completou, ainda sarcástico.

- Idiota – Daphne resmungou enquanto Graziella batia em sua própria testa, praguejando algo em francês.

- Não era isso que você pensava horas atrás no aeroporto, ou naqueles três dias fora de casa, ou naquele dia no meu quarto, aquele no cor...

- Calado, Nott – Daphne o fuzilou com os olhos – Você não tem nenhum direito de f...

- Então... – Jackie interrompeu os dois, elevando o tom de voz – Parece que vocês estão tendo alguma DR ou algo assim, mas eu ainda quero saber uma coisinha – ela sorriu cinicamente – Vocês todos tem problemas? Porque são três horas da manha e eu estava DORMINDO!

- Jackie, nós est...

- Eu não quero saber! – a garota os interrompeu, vermelha – Vocês quatro, pra cama, agora!

- Mas...

- Cama! – Jackie fuzilou Graziella, que estremeceu com o olhar da amiga e, frustrada, arrastou Gregori para fora do quarto – Isso também serve para vocês dois – a garota apontou para cama no canto do quarto.

- Theodore não tem onde dormir – Daphne falou cautelosa, sabia do temperamento explosivo da garota a sua frente, principalmente quando era acordada de madrugada.

- Sua cama é de casal, Greengrass – Jackie arqueou as sobrancelhas, cruzando os braços.

- Eu não vou dormir com ele! – Daphne exclamou, fazendo uma careta.

- Ah sim, você vai – a francesa a olhou irritada – E vai agora.

- Jackie...

- Eu estou indo para meu quarto que, se você não sabe, é aqui na frente – a garota a ignorou – E se eu escutar qualquer coisa que me acorde novamente...

Ela deixou a ameaça no ar, andando em direção a porta depois de lançar um ultimo olhar para os dois.

- Eu não vou dormir na mesma cama que você – Daphne resmungou baixo.

- Eu falei sério, Daphne Greengrass! – Jackie gritou do lado de fora, fazendo Daphne bufar e se arrastar em direção à cama.

- Se você tentar alguma coisa...

- Eu nem ao menos cogitaria essa ideia – Theodore a cortou, levantando as sobrancelhas de modo inocente.

***

Daphne, ainda dormindo, sentia uma incomoda coceira abaixo de seu nariz, como se algo a fizesse cócegas. Irritada e resmungando algo incompreensível, a morena levou sua mão até o rosto, logo sentindo algo molhado e nojento o cobrir.

- Mas o que... – ela abriu os olhos, confusa, olhando da pena que flutuava próximo a sua cabeça para sua mão suja com algo laranja e, logo depois, para o garoto que ria próximo a porta – Theodore Nott!

- Na verdade, as pessoas costumam chamar de creme de abóbora – o garoto comentou com sarcasmo, ainda vermelho de tanto rir – Está na hora de acordar, amor.

- Eu vou matar você! – ela grunhiu, passando a mão pelo rosto tentando tirar aquela coisa gosmenta e piorando ainda mais – Urg!

- O que esstá acontecendo aqui? – Graziella apareceu, confusa, na porta do quarto, junto com Jackie.

- Daphne, você está meio... – Jackie fez uma careta, rindo – Abóbora.

- Urg, eu odeio vocês! – Daphne bufou, se levantando da cama e indo direto para o banheiro, ainda esfregando sua cara.

- Foi você que fez isso? – Jackie perguntou, séria, para o garoto próximo a si.

Theo arregalou os olhos, se lembrando do ataque da garota na madrugada mas, sem outra opção, assentiu.

- Esse é dos meus! – Jackie abriu um sorriso gigante e bateu na mão de um Theodore assustado.

- Você o está assustando, amor – um garoto desconhecido apareceu na porta, envolvendo a cintura da morena e beijando seu rosto – Daniel Greengrass.

- Greengrass? – Theodore arqueou uma de suas sobrancelhas, analisando o garoto loiro a sua frente, os olhos azuis idênticos aos de Daphne.

- Meu pai foi deserdado quando casou com uma trouxa, sou primo da Daphne – ele explicou, sorrindo.

- Danny! – Daphne gritou assim que saiu do banheiro e viu o primo, correndo até ele e o abraçando – Eu estava com saudades, idiota – ela bateu fraco em seu braço, o abraçando – Da próxima vez que decidir desaparecer, avise antes. Sabe como é ser a ultima a ficar sabendo que seu primo foi para a África do Sul e levou sua melhor amiga junto? Quem me contou foi Gregori!

- Você não fez esse escândalo todo quando me viu – Jackie comentou, cruzando os braços.

- É porque eu estava ocupada demais achando que você iria me matar – Daphne devolveu irônica, se soltando do primo.

- Você a acordou? – Daniel perguntou para a inglesa, escondendo o riso.

- Foi ele! – Daphne apontou para Theodore, que assim como Graziella, apenas assistia a cena.

- Foi aquele gato assassino! – Nott se defendeu, olhando para os lados a procura do gato.

- Não fale assim do Brie! – Daphne resmungou e, parecendo ter ouvido seu nome, o gato apareceu, saltando para o colo da dona – Não posso fazer nada se ele não tem mau gosto o suficiente para gostar de você.

- Mas eu conheço alguém que tem – Graziella cantarolou, olhando sugestivamente para Daphne, que a ignorou.

- Seu gato não gosta de ninguém, Daphne – Gregori, que havia acabado de entrar no quarto, murmurou, perto da namorada.

- Ele é estranho... – Daniel falou, olhando para o bichano no colo da prima.

- Ei, ele gosta de mim! – Daphne e Jackie falaram juntas, encarando o garoto com raiva.

- Como eu disse, ele é estranho – Daniel deu de ombros rindo e se esquivando dos tapas das garotas.