LadyLike

5 Chapter Four


Notas iniciais
Desculpem a imeeensa demora pra posta, mas eu realmente espero que gostem desse capitulo, e ele vem o dobro que a maioria dos caps!
n/b (notinha da beta diva, linda, fofa, e mara- tudo mentchera, mas naum custa sonhar neah gentem? KKK): vcs ai que estão lendo a notinha (avá) beem u.u
eu qro dizer que o capitulo esta maravilhoso e que eu amei e digo com sinceridade, quase morri de um miocardio catastrofico ._. mas ok, espero que gostem! *-*

DIA 1

O dia amanheceu cinzento, fazendo com que Daphne resmungasse ao ser acordada por sua elfa doméstica, Dinsky.

- Acorde, minha senhorinha, acorde — a elfa sacudia a garota ao mesmo tempo que tremia de medo, achando que Daphne a castigaria ou algo do tipo.

- Já acordei! — Daphne disse irritada, se levantando e olhando com raiva para a elfa que tremeu e estava prestes a se ajoelhar e implorar perdão — Por que me acordou cedo?

- A m-minha senhora mandou — ela gaguejou e Daphne bufou irritada.

- Nem dormir em paz eu posso? — ela resmungou olhando para o teto.

- Desculpe minha senhorinha, Dinsky merece ser castigada por tê-la acordado cedo — a elfa disse enquanto ia em direção a cômoda da garota, prestes a se bater com ela.

Daphne bufou impaciente e um pouco retardada pelo sono e segurou o pano sujo que servia como roupa da elfa.

- Pare com isso! — imediatamente a elfa parou de se mexer, olhando para Daphne em busca de novas ordens — Urgh!

A garota largou a elfa e foi ao banheiro, fazer sua higiene matinal.

Olhando para o grande espelho, que ocupava quase uma parede de seu banheiro, se lembrou do que havia acontecido no dia anterior, Nott.

Então, uma grande onda de ódio a dominou, sua vontade era de ir no quarto do garoto e acabar com todos os dentes que ele tanto fazia questão de mostrar em seu sorriso debochado e perfeito.

Perfeito? Ela se repreendia mentalmente por pensar isso de qualquer coisa relacionada com o idiota do Nott e, em um ato impulsivo, jogou a pequena estátua de cristal em formato de serpente, na parede escura do banheiro.

- Você me paga Nott!

Ela olhou para os estilhaços da estatua e o estrago feito na pintura da parede, sorrindo internamente ao imaginar que, ao invés da parede, a estátua teria atingido a cabeça do garoto.

- QUE BARULHO FOI ESSE DAPHNE GREENGRASS? — a voz estridente da mãe soou pelo banheiro, antes dela aparecer na porta do mesmo.

- Não foi nada — Daphne murmurou cansada, tentando esconder os estilhaços com um aceno mínimo na varinha.

- O que é aquilo? — os olhos da mãe faiscaram enquanto ela acenava sua varinha também, para poder ver o que a filha escondia.

- Eu posso consertar — Daphne tentou reverter a situação quando via sua mãe ficar estranhamente vermelha.

- DAPHNE GREENGRASS! — a mãe dela gritou parecendo que a qualquer momento esganaria a garota ou lançaria uma maldição imperdoável.

- É só uma estátua! — a menina tentou exasperada, odiava esses ataques de sua mãe, com um simples feitiço poderia consertar a cobra idiota, que era uma obsessão da família.

- SÓ UMA ESTÁTUA? — a mãe, se possível, gritou mais alto — SÓ MAIS UMA ESTATUA? — riu sombriamente, uma mistura de incredulidade com desespero — Você sabe o valor que isso tem para nossa família? Sabe o que isso significa para os Greengrass?

- Er... Não? — a mais nova perguntou hesitante.

- COMO VOCÊ NÃO SABE? — a mãe gritou novamente e respirou profundamente, se lembrando que tinha convidados em sua casa — Esse é o símbolo da nossa família! Foi passado por gerações! O próprio Salazar Slytherin que os entregou a nossa família! Você sabe o que é isso? A importância que isso tem?

- É só consertar! — Daphne exclamou exasperada.

- Concertar? — riu novamente — É impossível consertar essa relíquia! Se você prestasse atenção no que eu e sua avó falamos, saberia disso!

- E por Merlin, o que estava fazendo no meu banheiro? Se era tão importante assim?

- Achamos que se você reconhecesse a relíquia se lembraria que é uma Greengrass! — a mãe se descontrolava novamente.

- E por que vocês acharam isso?

— Theodore que nos sugeriu! Ele disse que isso faria bem a você, assim você sempre se lembraria de sua origem.

- AQUELE FILHO DA PUTA QUE FALOU ISSO? — Daphne gritou, ficando vermelha de raiva.

- OLHA A BOCA! NÃO ADMITO QUE MINHA FILHA FALE UMA COISA DESSAS! — a mãe também se descontrolou.

- ELE FEZ DE PROPÓSITO! EU VOU MATAR ELE! — Daphne saiu furiosamente do banheiro.

- VOLTE AQUI DAPHNE GREENGRASS! VOCÊ NÃO VAI A LUGAR NENHUM! ESTÁ DE CASTIGO!

- Castigo? — a garota riu debochadamente, até se esquecendo de seu ódio pelo garoto — Eu sou maior de idade, a senhora não pode me colocar de castigo!

- Posso sim! Enquanto você viver nessa casa você terá que me obedecer — a mãe abaixava o tom de voz novamente — E eu estou mandando você ir regar o jardim, esse será seu castigo.

- Mas mãe... Isso é ridículo! Os elfos fazem isso! — a mais nova estava indignada, sua mãe não a faria se humilhar assim, certo?

- Você tem que ter limites, Daphne! O que você fez é imperdoável! A estátua de cristal é a principal herança de nossa família! E você a destruiu!

- É tudo culpa daquele garoto idiota! Ele que planejou isso! Aposto! Mas ele vai ver...

- Não vai ver nada! Ele não poderia saber que você faria isso! Não coloque sua culpa nos outros e está proibida de fazer qualquer coisa com Theodore — dizendo isso, a mais velha saiu, sem deixar que Daphne pudesse fazer nada, apenas trocar de roupa e ir para os imensos jardins.

-*-

- Olha o que temos aqui — a voz de Theodore chegou aos ouvidos da Greengrass que bufava irritada regando as plantas idiotas — Será que os Greengrass compraram um novo elfo doméstico?

Daphne sentiu uma onda de ódio se apossar de seu ser, mas mesmo assim se manteve calada, virada para as plantas.

- E olha, esse está com defeito, não sabe falar — Theodore dizia com seu habitual sorriso debochado nos lábios e a vontade de Daphne, que tinha certeza que ele estava sorrindo daquela maneira, mesmo de costas, era de dar um grande soco e assim queria ver se ele ainda sorriria.

- Cale a boca Nott — ela falou entre dentes.

- Nossa, ela sabe falar sim, mas é muito mal educada — ele riu debochadamente — Deveria saber que elfos não podem falar assim com seres superiores a eles.

- Eu falei para você calar a merda da boca — ela cuspiu as palavras, virando seus brilhantes olhos azuis elétricos para o garoto.

- Ui, que medo — ele riu novamente, se sentando em um banco de mármore próximo ao lugar onde a garota regava as plantas — O que ela poderá fazer comigo?

- Você não vai querer saber — Daphne falou ameaçadoramente, segurando a varinha com força em suas mãos.

- Oh, não! Agora eu fiquei com medo — ele disse com voz afetada — O que vai fazer? Me molhar?

- Por que não? — agora foi a vez da garota sorrir e apontou a varinha pro garoto — Aqua Eructo!

Um forte jato de água foi na direção do garoto, que atônico, não pode se desviar a tempo, o que fez que ele ficasse completamente molhado.

- Ora sua... — Theodore levantou, tateando os bolsos em busca de sua varinha e sorrindo ao achá-la — Você irá me pagar! Aguamenti!

Daphne se desviou a tempo e o jato de água atingiu as flores.

- Quem sabe da próxima? — ela falou rindo, e se virou para continuar regando o jardim.

- Aguamenti! — dessa vez o jato de água atingiu a garota com extrema precisão, e por pouco ela não caiu em cima das flores — 1° regra em um duelo: Nunca de as costas para seu inimigo — ele riu debochado — Pensava que na escola de princesas haviam lhe ensinado isso, Greengrass.

- Eu te odeio! — ela exclamou, tirando seu casaco encharcado e o jogando no jardim, ficando com apenas a blusa branca de alça fina.

- Eu sei! — Nott riu novamente e olhava descaradamente para a blusa da garota, que mostrava um pouco de sua barriga lisa e seios avantajados.

Daphne moveu a varinha imperceptivelmente e lançou o mesmo feitiço que antes, mas dessa vez, mudo.

- O que? — Theodore olhou para ela assustado.

- 2° regra de um duelo: Nunca se distraia — Daphne sorriu triunfante, enquanto corria do garoto.

- Volte aqui Greengrass! Aqua Eructo! — o jato atingiu as costas da menina, fazendo-a cair no chão devido ao impacto — Não tão rápido assim!

- Idiota! — ela se sentou na grama macia e olhou para o tornozelo direito com cara de dor — Acho que eu desloquei meu tornozelo! Por sua culpa!

- Eu não vou cair nessa de novo Greengrass! — Theo riu, mas parecia preocupado enquanto olhava para o pé da menina.

- É serio, estúpido! Você me fez cair em cima do meu pé! — ela tentou se levantar e se apoiar no pé, fracassando e indo ao chão novamente — Me ajude aqui seu inútil! Não vê que eu não consigo andar?

- Espera — Nott guardou sua varinha no bolso de seu casaco e se aproximou para ajudar a menina.

- Vamos logo! Está doendo! — ela falava irritada, esticando a mão pro menino que a pegou fazendo menção de puxar a garota — Não tão rápido — ela repetiu as palavras dele, puxando-o para si e fazendo ele cair surpreso em cima da garota — 3° regra de um duelo: Nunca confie no seu adversário.

- Eu te odeio Greengrass! — ele se apoiou em seus braços olhando com ódio para a garota.

- Eu sei — ela riu debochadamente, tentando sair de seus braços — Me solte Nott.

- Por que eu faria isso? — ele riu com seus olhos passando se seus olhos à sua boca e descendo para os seios, que faziam movimentos exagerados devido a respiração ofegante da garota e mostrava um pouco mais que deveria, pois a blusa havia se tornado transparente devido a água.

- Porque eu estou mandando — ela falou entre dentes e sua respiração descompensava ainda mais.

- Não é um motivo tão grande assim — Theo murmurou, aproximando ainda mais o rosto com o da garota que em resposta, entreabriu seus lábios, involuntariamente — E parece que você não quer que eu saia daqui.

- Pois é, talvez não — as palavras da Greengrass surpreenderam tanto o garoto, que deixou que ela trocasse as posições, ficando em cima dele — Mas o talvez é uma palavra que indica dúvida, então você não pode está tão certo sobre isso Nott.

A garota dizia as palavras lentamente e chegou a roçar os lábios com o do garoto que nem conseguia entender o que ela falava, inebriado com o perfume que a menina exalava.

- Mas não se deve confiar no incerto Nott, você deveria saber disso — ela murmurou, puxando sua varinha e lançando um forte jato d'água na cara do menino e se levantando logo em seguida.

- Você. Não. Fez. Isso — Theodore falou pausadamente, passando uma mão nos olhos e outra em busca de sua varinha.

- Ah, eu fiz — ela soltou uma gargalhada, às vezes o garoto esquecia que ela havia freqüentado, mesmo que obrigada, uma academia bruxa de teatro.

- Você irá me pagar — ele encontrou a varinha e se levantou agilmente, como uma serpente.

- Oh-ou — Daphne murmurou debochada.

Theodore murmurou o feitiço baixo, apontando pra garota, que por milésimos de segundos se jogou no chão, conseguindo desviar.

- Tem que melhorar essa pontaria, Nott — ela gargalhou e ele pareceu não ouvir, olhando fixamente para um ponto atrás da menina — Eu não vou cair nesse truque Nott, eu me viro pensando que aconteceu alguma coisa e você me atinge por trás.

Ela riu novamente e o garoto mais uma vez ignorou, ainda olhando para trás dela.

- Pode parar N...

- DAPHNE GREENGRASS E THEODORE NOTT — a voz estridente da mãe da garota foi ouvida à quilômetros de distância, enquanto

Daphne se virava lentamente para a mãe, que estava ao lado de um Draco com um terno ensopado. O terno de seu casamento.

Oh não...

Notas finais
Então? Reviews??