Notas iniciais
Peço imensas desculpas pelo tempo que demorei a escrever, mas problemas apareceram e um deles se chama bloqueio mental e voces sabem não ajuda a ninguém
Espero que gostem e ai como prometido... espero que tenha ficados como ansiavam
Enjoy it

Ângelo POV

Rumamos para fora dali, até porque os seguranças já nos estavam a mandar separar, eu compreendo estávamos a parecer cachorros acasalando e eu sabia que muito estavam se constrangendo… e isso lê-se “Inveja por não estar a fazer o mesmo”.

Dirigimo-nos então para o meu estúdio, ali seria um local mais neutro para todos, rumei para meu carro e Shura para o seu, o esperei e seguimos juntos, não sabia o motivo, mas aquela noite estava a ser bem melhor do que aquilo que eu tinha imaginado. Ele era bem mais fogoso, não era fresco, não… não consegui acabar de falar Dite estava louco me mandando acelerar constantemente, ele estava insano balançando as plumas para tudo o que era canto.

Tudo o que eram reclamações anteriormente enquanto seguíamos na direcção oposta, agora era tudo maravilhoso, ele passava a mãos no corpo falando sem parar eu apenas suspirava e tentava não pensar em seu olhar, ele me intrigava e de que forma.

Chegamos eu estacionei o carro na garagem e lhe fiz sinal de luzes para ele fazer o mesmo, saí do carro e logo depois Dite, segurei-o pela cintura e me encaminhei para o elevador para ai sim subirmos até ao local, Shura estava meio tenso, acho que por ser um lugar meio desconhecido. Me aproximei dele batendo com a mão ao lado de seu rosto, segurei seu queixo e o fitei com o mesmo olhar desafiador de antes e perguntei em uma voz de deboche.

- Vai amarelar agora Shura, seu ar de macho latino foi para o espaço ou tem medo que eu

Uma mão voou para o lado esquerdo do meu rosto e eu sorri vitorioso, adorava tirar as pessoas do sério e estava gostando de o tirar do sério em particular. Ele me olhou com as sobrancelhas franzidas, sorriu de canto e me soltei, esperei sinceramente ele me tratar mal ou me xingar, mas como sempre ele aparentava uma certa elegância, isso me agradava.

Afrodite se aproximou, colocando uma mão em seu ombro o virando, passou uma mão por dentro de sua camiseta a subindo, enquanto aproximava seus lábios dos dele iniciando um beijo calmo. O contacto dos lábios era macio e suave, assim como os braços de Afrodite iam subindo para o pescoço de Shura, os do outro iam descendo para a cintura do pexiano, juntando assim seus corpos. Eu ia para falar algo quando a porta do elevador se abriu e Dite em um pulo saltou para cima da cintura de Shura que o agarrou pelas nádegas o deixando assim em seu colo, caminhando com ele para saírem do local.

Sabem aquela sensação de que vais espumar de tanto ódio? Pois é, eu estou bem assim e como estou! CASPITA! Ahh aquele maldito PUTO vai pagar e como VAI!

Abri a porta do estúdio e como se era de esperar estava tudo perfeito, perfeitamente bagunçado, me sentei largado no sofá branco que usava para algumas fotos, colocando um braço nas costas do mesmo apoiando a minha cabeça no ar enquanto os olhava estiquei a minha outra mão para Dite que me olhava por cima do ombro do espanhol e como uma criança choramingou para vir para mim, se deitando sobre meu corpo. Meus lábios foram de encontro com os dele com necessidade, luxúria, enquanto meus dentes mordiam sua língua para depois minha língua a lamber, continuando com o beijos sem os lábios encostados, mas com as línguas se cruzando, minhas mãos puxavam sua bunda para cima a empinando para depois dar um tapa fazendo assim o menor gemer.

Abri os olhos ele estava extasiado ao ver a nossa entrega, normal. Beijei a bochecha de Dite e murmurei baixo “ O chama para perto de nós”, meu pedido foi prontamente aceite e Shura se sentou perto de mim, no chão encostado ao sofá. Se inclinou para ir lamber o pescoço do menor, aqueles lábios carnudos e rosados e sua língua de fora como um cachorro sedento, não podia escapar de mim, eu o queria e como querida e minha mão foi mais rápida o puxando para trás, inclinando Afrodite para se afastar e nossos lábios se tocaram. E que toque dio mio!

Se notou que ele não queria ser tocado por mim, ele tentava fugir com o rosto e minhas mãos o prendiam mais ante minha, mordeu-me duas ou três vezes, senti o gosto de meu próprio sangue na boca, um arrepio me passou pela espinha e quando eu pensei que ele se tinha acalmado, me enganei redondamente, nossas línguas estavam lutando pela conquista da posse do beijo. Nossas salivas saindo do canto de nossas bocas, o ergui um pouco, nossos dentes tentavam pegar mais um pouco da carne do outro, como dois animais selvagem procurando alimento, o sangue ia acompanhando o beijo, como aquilo me deixava louco e foi nesse momento que Shura gemeu, rouco e sensual, olhei de canto para Afrodite que começava a acariciar-lhe o membro sobre sua calça.

Minha chance e não a desperdicei, conseguindo assim invadir totalmente sua boca com a minha, explorar cada recanto da mesma, eu tinha ganho e saborea-lo era meu primeiro e em recompensa ainda o fiz corresponder, seu braço se enrolou em meu pescoço, colocando a outra nos cabelos do Afrodite puxando um pouco.

Afastou meus lábios dos seus, nossas salivas escorreram e eu apenas suspirei, levei as mãos até minha cintura começando a retirar meu cinto e a desaperta-lo assim como minhas calças. Olhando os dois, Shura deitou Dite no chão subindo o tecido de sua camiseta com a mão passando o nariz sobre sua pele, beijando cada pedaço que ia desvendando, lambendo devagar, mordiscando levemente. A mão subia até chegar ao seu ponto rosado, deixando a unha passar por aquele ponto que começa a despertar, para depois dedo e língua se entrelaçarem naquele local, assim como a coxa de Shura entre suas pernas arqueando o corpo abaixo de si com a pequena fixação.

Ver Afrodite se contorcer daquela forma, os gemidos loucos, mas não era isso que me irritava, era aquele espanhol tratar aquele puto como se fosse seu amante, ou seu namorado. Quase que me metia náuseas!

Shura descia a língua sobre seu corpo, beijando cada pedaço de pele que se ia apresentando, me coloquei de joelhos atrás dele assim que ele ia descendo empinando o quadril, em quando minha mão passava por suas nádegas para subir para suas laterais retirando sua camiseta devagar. Meus lábios acariciavam suas costas, mordiscando-as quando entravam em contacto com as veias que começavam a pulsar.

Observo Dite a contorcesse, quando Shura começou a lamber seu baixo ventre, para então começar a degostar a ponta de seu membro, seu rosto demonstrava que não se sentia à vontade para tal acto, mas nem me importei. Aproveitando que suas calças estava desabotoadas as puxo para baixo, assim como sua cueca, deixando minha língua subir por sua coluna até seu coxis o mordiscando e quando minhas mãos abriram suas nádegas, uma patada veio. Eu ri.

- Não tente, minha bunda é sagrada! – Seu corpo se ergueu tentando me mandar para o chão. Sorri de canto, lambendo o lábio superior e então respondi então com um tom sarcástico.

- Sempre soube que tinha vocação para padre

- Não toque no que não lhe pertence! – Ele me fuzilava. E eu ria ainda mais, segurando seu queixo lambendo toda sua bochecha, sussurrando bem perto de seus lábios:

- No que ainda… não me pertence

Ele se desenvencilhou da posição que estávamos colocando Afrodite entre nós mais uma vez, para lhe provar o que dizia, despi o corpo que se encontrava na minha frente sem qualquer problema o colocando assim de quatro e afundei meu rosto entre suas nádegas começando a chupa-lo devagar sentindo seu corpo estremecer com cada lambida que eu lhe dava. Shura não aguentou ver aquilo. Eu sabia. Prontamente se colocou por debaixo dele se deitando de barriga para cima com as costas no chão e um sessenta e nove entre eles foram iniciado. O som dos gemidos foi aumentando, o suor começava a acumular-se em nossos corpos, saliva escorria, acabando por deslizar meus dedos por dentro do seu corpo colocando dois dedos dentro de si iniciando o vai e vem lento, queria que o outro implorasse, até que

- Mais Ângelo!

- Seu pedido é uma ordem meu senhor

Retirei meus dedos dentro de si, puxando os cabelos de Shura que gritou em protesto deixando sua boca aberta e ali coloquei meu pau, como sua boca era molhada, pouco experiente, mas mesmo assim deliciosa, ele se esforçava para envolver meu falo com sua língua nos pontos que deveriam ser os seus preferidos. Meus olhos se fecharam inconscientemente, meu quadril mexia-se mais, sua língua húmida passando pela extensão do meu membro, fechei os olhos e seus dentes passaram por minha pele me mordendo gemi.

Afastei o corpo de Afrodite e o puxei para trás o penetrando de uma só vez, aquilo não era apenas uma foda, aquilo era o que os românticos chamam de fazer amor e o puro sexo, e eu meu querido Shura sou puro sexo!

Comecei com um ritmo lento e brutalmente torturante, Dite colocava as mais nos cabelos os puxando, berrando por mais, se mandando para trás para assim adentrar com rapidez e brutalidade em mim, mas não dava minha mãos seguravam sua cintura o impedido de movimentos. Ele desistiu choramingando, escondendo o rosto no chão abrindo mais as pernas se empinando contra mim.

- Me come… mais… Masquinha!! Por favor me fode!

Olhei-o para aquele espanhol que não retirava os olhos de nós, ele estava atónico, estava totalmente absorvido por nossos movimentos, a luxúria estampada no rosto de Dite e em seu corpo, seus lábios deixando escorrer a saliva pelo tesão que estava contido. Afrodite olhou Shura esticando a mão até seu membro o alisando, seus olhos eram de puro êxtase, estavam opacos pelo tesão louco que estava sentido, sua língua de fora como um cachorro sedento por um naco de carne. Até chegar nela abocalhando sem qualquer pudor ou timidez, eu estocava com mais força, segurando sua perna para o lado o abrindo mais, quase sentia meu saco entrando nele. Ele pedia por mais gritando mesmo com o pau do moreno em sua boca e dois dos meus dedos entraram, ele instantaneamente gozou.

O loiro se deitou passando a mão por seu próprio gozo o levando até ao membro de Shura o saboreando, para novamente passar beijando seu abdómen subindo sobre ele deixando um rastro de gozo para o começar a beijar colocando os dedos melados em sua boca chupando e lhe lambendo seus lábios. O beijo óbvio que rapidamente foi correspondido e aquele líquido absorvido por ambos como uma sôfrega adoração.

Não deixei aquilo continuar, afastei Dite de Shura, bati minha testa na sua, meu sorriso de vitória mais uma vez conseguida, sim ele entendeu a mensagem, eu sabia que sim. Tinha ganho mais uma vez, ele tinha-me escolhido e ele sabia qual o castigo, inclinei a mão para o lado e senti Dite os chupando, abraçou meu corpo pela cintura e com a voz arrastada insinuou.

- Vamos o levar para o inferno Masquinha?

- O prazer será totalmente mio, mia dea (2)

Shura se afastou um pouco caindo para trás e tentando-se levantar, mas foi em vão. Segurei-o o deixando deitado de costas para o chão, Dite ao meu lado, sentando sobre o seu abdómen para o prender, segurando seu falo, o estimulando com a mão, ele não deixava de gemer. Minha língua se preparava para aquela disputa, acariciei meus lábios como se ele fosse dar o sinal de primeiro round. Não faltou muito para abrir suas pernas e me afundar em sua virgindade, lambendo o inicio, seu musculo se contraiu e suas pernas se debatiam para fechar eu soprava para o deixar ainda mais atiçado, ele balbuciava algo e eu para lhe responder apenas coloquei meus lábios em torno de sua entrada a chupando, suas pernas quase fecharam, mas a astúcia de Dite era maior que isso espanhol!

- Não pense nisso Shurinha

- Mas…

- Eu ganhei a disputa espanhol, aceite a derrota como um guerreiro, com honra

- Mas… que honra...

Pouco me importei e meus dedos entraram nele, inicialmente um, rebolei, procurei todo o seu interior, ele arqueva as costas relutante inicialmente. Dite se virou se deitando sobre ele o beijando, segurando suas mãos o fazendo alisar seu corpo, segurou seu membro e desceu sobre o mesmo.

Shura gritou, um grito de puto êxtase, prazer, suas pernas se abriam, eu coloquei o segundo e ele já não sabia se subia o corpo se o descia sobre mim, tentando agora chutar meu rosto, segurando suas pernas. Tudo parecia ínfimo, eterno, as correntes em seu corpo eram tão reais que eu poderia sentir, seus beijos abafando os gritos que seus corpos teimavam em gritar silenciosamente como uma dança sobre meus olhos. Que delicia.

Puxei seu quadril o abrindo para então o meu volume o preencher ao que ele se recusou prontamente, me olhando como se eu fosse um demónio, Dite como meu cúmplice saiu do colo dele se sentando no meu e ele ficou apenas atónico, frustrado rangendo os dentes em frustração. Meu sorriso de satisfação!

- Ângelo apenas o nome espanhol, porque meu cantinho no inferno está reservado Shura.

- Tsic entenda uma coisa Shurinha. Meu corpo, pelo seu!

- O QUE? NEM FODENDO… EU NUNCA!!

Expressão adorável, ele não imagina como seu rosto ofegante, tremulo, seus músculos se contorcendo daquela maneira era a pura visão do paraíso que eu queria incendiar, meus olhos irradiavam tesão assim como os de Dite.

- Você não me quer Shurinha? – Ele segurou a mão de Shura o passando por seu corpo, indo para seu sexo o fazendo tocar gemendo deixando o rosto um pouco rubro – não mesmo? – Seu dedo foi até seus lábios deixando a inocência domar o momento.

- Eu… eu… te ..

O loiro passou a mão sobre seu corpo beijando a ponta de seu dedo, sorrindo se colocando sobre ele se virando ficando por baixo abrindo as pernas as enlaçando em si o puxando um pouco mais respondendo “ Eu sei “ riu o puxou para um beijo, seu corpo foi acariciado com carinho beijos sobre seu peito de forma delicada e pontual, sensual e mística e mesmo antes dele entrar afastei suas nádegas ele ia travando me impedindo ao que eu apenas repliquei “Você entra nele para eu me perder em você Shura”.

Ele suspirou, ele queria, meu toque mesmo subtil fazia seus pêlos arrepiar-se, seu corpo aos poucos sucumbiu a todos os meus toques e eu penetrei-o de uma só vez, intensa, seca e viril. Seu gemido foi duro! Fugas! Me segurei nele ou teria gozado ali mesmo, apertado, meu corpo estava a ser esmagado pelo seu interior. Ele era simplesmente divino, meu Zeus que interior, que corpo, que voz, meu corpo não ia aguentar mais. As estocadas passaram de rápidas a frenéticas, ajudando assim ele a impulsionar-se para entrar ainda mais fundo no nosso loirinho.

Os corpos rangiam, batiam, se enlouqueciam, se devoram tudo era rápido demais para ser sentido, respirado, pensado. O mundo poderia explorir que ninguém ali se importaria, Shura levou a mão ao membro de Dite o bombeando como conseguia, meus lábios percorriam seu corpo e os dele o de Dite falando o quanto ele era belo. E eu não sei exactamente quando, como, apenas sabia o porque, tudo terminou em um grito uníssonos de um orgasmo avassalador.


Algum tempo se passou nossas respirações voltaram progressivamente ao normal, porém eu não consegui acalmar o meu desejo, não com ele do meu lado acariciando o rosto do outro que se contorcia com os espasmos dos orgasmos. Ele me irritava. Ele me enlouquecia. Eu ainda não estava totalmente satisfeito o puxando para fora do corpo do outro que estava ao seu lado.

- Hey o que pensa que…

Não o deixei terminar e minha boca se enrolou na sua, mais uma vez aquela sensação avassaladora em que o meu corpo quase queimava, meu interior parecia de dizimar em contracção, meu corpo tremia assim como o dele. Minha mão passava por seu corpo alisando suas costas, deslizando por suas laterais, sua língua me desafiava assim como suas mãos que pararam de tentar-me afastar, passando agora por meu peito, peguei em suas nádegas o puxando mais para mim conseguindo-o erguer.

Ele me empurrava, bati com as costas na parede dando um silvo de dor, o virei e fiz o mesmo e ele se arqueou para trás, tentou-me afastar de novo, deixei ele cair apenas para o prensar de novo e em um baque fazer minha perna se colocar entre as dele o prensando na parede. Ele passou seus lábios em minha garganta, sua mão em meu rosto, o ar da sua respiração perto de meu queixo ele mordiscou, subindo para meus lábios e aquele sotaque com a voz carregada de tesão, sim ele estava tão enlouquecido como eu.

- Solamente eso?

Não aguentei, virei-o de costas para mim o prensando novamente vendo ele gemer. Suas mãos ao lado de seu rosto e uma das minhas por cima a apertando, levantei sua perna até sua cintura e entrando novamente de uma só vez, vendo a expressão dele de dor envolvida com uma de prazer.

Aquilo me machucou, sim eu não sabia porque mas meu coração falho assim que vi seu rosto inicialmente com dor o pegando no colo, vendo a expressão dele de frustrado por isso. Sorri e quando ele ia começar a falar, mais um beijo avassalador de me fazer estremecer de cabeça aos pés. O que se passava comigo. Ah sim! A bebida era boa! Preciso saber qual o nome do Wisky!

E mais uma batalha, nossos corpos se remexiam e logo ele se sentou sobre meu abdómen entrelaçando as pernas em mim, nossas línguas pareciam não se cansar daquela batalha, minha língua lambeu seus lábios e mais um beijo foi feito fora de nossas bocas, chupei-a no final sentindo o gosto de seus beijos com a saliva que escorria, como era delicioso!

Ele mordiscou minha língua e meu lábios balbuciando algo como “não sou uma donzela” ao que eu apenas ri e retorqui “ainda bem que não”, o coloquei sobre a cama, nossos corpo rolaram e ele segurou minhas mão sobre minha cabeça, estremeci suspirando, acho que estava com um sorriso bobo no rosto. Meu quadril subiu rebolando no dele, podendo sentir assim o desejo de ambos que se acumulava em nossos baixos ventres, ele atacou meu pescoço e sua mão desceu para nossos falos os apertando gemidos altos.

Me tentei erguer e sua mão forte ainda me prendia, me livrei de uma, pegando em seus cabelos, ele fechou os olhos premeditando a dor, apenas o puxei com carinho e o beijo novamente me sentando o deixando em minhas coxas, alisando as suas. E que coxas.

- Por onde tiveste andado este tempo todo?

- Escondido atrás de um sapato de cristal!

Meus lábios deslizavam por seu corpo, o corpo dele começou a subir de descer assim como sua mão em nossos membros. Ele sabia onde tocar, eu não ficaria atrás, abri um pouco mais suas nádegas colocando meus dois dedos dele. Ele subia e descia devagar, possivelmente ainda estava dolorido da primeira vez, teria de ir com… espera desde de quando eu penso em calma em uma hora destas?

Ele tremia em cima de mim, suspirava e arfava mais intensamente, eu o seguia, nossas bocas se encostavam uma na outra, não conseguíamos mais nos beijar, o ar começava a faltar e os gemidos a sair da garganta como se fosse respiração natural, nossos membros estavam inchados pelo friccionar de sua mão e o liquido de pré gozo fazia-se sentir. O rolei novamente pela cama o tecido estava frio, viu estremecer, segurei uma de suas pernas até meu ombro, retirando os dedos dele. Ele protestou. Que fofo.

Penetrei-o devagar, nossos corpos se fundiram totalmente pouco tempo depois. O movimento do rápido começou a ficar insano, nossos corpos batiam um no outro como se fosses dois animais esfomeados necessitados de comida, colocou a outra perna em cima de meu ombro, mais fundo, mais rápido, mais um turbilhão de emoções, o coração prestes a ter um AVC e o calor que não parava de aumentar por todo meu corpo, me fazendo enlouquecer, tremendo com as correntes eléctricas que se faziam sentir. Ele me afastou e eu quase o matei, fuzilando-o com o olhar, mas ele se colocou de quatro e eu protestei, entrando outra vez, ele pegou no travesseiro se afundando nele. Não permiti, queria vê-lo, senti-lo, ouvir o som de sua voz enublada em gemidos roucos que não conseguia conter mais na garganta. Eu não me reconhecia mais, minha sanidade estava a milhões de anos-luz de mim… eu...

O puxei para mim, para mais um beijo sôfrego e em mais uma estocada eu esperei ele gozar e fui juntamente com ele. Caímos exaustos na cama, um sobre o outro, nossas respirações eram ofegantes, intensas, coloquei a mão sobre o seu peito, íamos explodir, os espasmos não paravam, olhamos um para outros totalmente suados, encostei minha testa na dele e rimos! Estupidamente rimos e com aquele sorriso bobo segurei seu rosto e um selinho calmo e meigo foi trocado. O calor continuava, mas agora de uma forma serena e não como um vulcão em erupção em desespero por ar. O que se passava comigo? AH CASPITA! Mas eu simplesmente não tinha como o ignorar, não hoje, não agora.

O puxei para meus braços, ele estava praticamente dormindo em meu peito, meus dedos deslizando por seus cabelos até que Dite chega novamente ao quarto todo manhoso com ar de quem tinha acabado de acordar, se ajoelhou na cama. Shura o chamou e o puxou para si se enrolando mais um pouco nele me virando as costas. Eles dormiram de frente e eu com meu corpo abraçado à cintura daquele homem.

--- Labios compartidos ---

Acordei de manhã passando os dedos pelos cabelos, precisava de um banho, abri lentamente meus olhos olhei para o lado, Shura tinha saído e Afrodite continuava a dormir, segurei a rosa branca que estava ao lado dele, levei às narinas me irritando, peguei o cartão “Buenos dias, desculpe não ter podido ficar até você acordar. Espero que tenha dormido bem. Shura Fernandez” … porque ele o tratava tão bem, não que eu tivesse me cansado de Dite, mas sabia que ele apenas iria zoar Shura por seu carinho e desprezar a forma carinhosa que foi tratado, repudiando como lixo e dando seu corpo a qualquer um que lhe aparecesse, suspirei mais uma vez encostando a cabeça na parede.

- E no final acho que a meia noite chegou, Cinderela.

Olhei para o lado e pela primeira vez eu me senti só… em uma cama gigante com um corpo estranho, apenas seu cheiro ficou de resto apenas o frio dos lençóis e o vazio de meu corpo.

Continua....

Notas finais
Dicionário:
(1) Solamente eso? = Apenas isso? - Espanhol
(2) Mia dea = Minha deusa - Italiano
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Boa noite a todos miná-san!!
Pois é eu achava que este dia nunca mais chegara eu estava tão frustrada e indecisa, estava com tanto medo de voces não gostarem depois de esperarem tanto, mas ai está bem ou mal foi o melhor que eu consegui fazer!
E nada disto, eu estou falando sério nada disto eu teria conseguido fazer sem os vossos incentivos e força, obrigada a todas as pessoas que me escrevem review e às que não podem pelo site nao deixar, obrigada pela força Hisachi, Nathy-sama, Paula, Caio, Heydan Auler Sammael, Thainara Aline, Agathachan, alele-chan, ddd,Unadia voces não sabem como são especiais o vosso carinho e pelas pessoas que nunca desistiram de mim :Beh, Haru-chan, Ki-chan, Naathy e Iasmin que sempre estão ao meu lado, obrigada por tudo!!
E a ti Leen ♥