La Vita Rosa.
28 Why No?
37 anos atrás...
— Acha certo você abandonar sua filha? – Maria gritou para Willian. – Ela era sua princesa até ontem e agora ela é apenas uma menina?
— Eu não posso me comprometer. – Willian olhou para Penelope brincando. – E vai ser melhor para ela.
— Então eu espero que a senhorita que você está namorando esteja ciente que não vai ter MINHA filha te visitando, porque ao cruzar a porta. – Maria apontou para a porta. – Você nunca mais vai sequer pensar em Penelope.
— E se eu quiser a guarda dela daqui há dois anos? – Willian sabia que isso iria acontecer. – O suficiente para eu seguir em frente e arrumar um lugar para ela morar?
— Você não vai tirar ela de mim. – Maria gritou. – Só por cima do meu cadáver.
Willian pegou as malas e saiu. Sua primeira ligação seria para um advogado de custódia. Penelope tinha dois anos na época e ele não queria perder ela.
Voltando para a casa de Maria, ele percebeu que as chaves não serviam mais e que nem ela nem Penelope estavam em casa.
Só aviam se passado duas horas. Onde elas estariam agora?
— Ela foi embora, Sr Reid. – A vizinha fofoqueira falou. – Disse para te entregar essa carta.
— Obrigado, Srta Cunegundes. – William pegou a carta.
" Willian,
Seria apropriado te contar meus planos. Eu estava decidida a ir embora muito antes de você fechar a primeira mala. Verdade seja dita, eu levei Penelope comigo porque você faria a ligação para o insuportável do seu advogado.
Tragicamente você não viu que eu já havia arrumado todas as coisas. Eu vendi a casa em meia hora que foi realmente uma velocidade arrasadora. Ele é um autor de best sellers famoso e me ajudou a comprar a casa.
Sua parte está na sua conta. Ele transferiu a outra para uma conta em nome de Penelope e ela vai ter acesso aos dezoito anos. Não conseguirá nos encontrar. Vamos desaparecer da sua vida.
Vá para o inferno Willian. É o que você merece.
Maria.
Ele não conseguia acreditar que sua ex tinha levado Penelope embora para longe dele. Mesmo sabendo disso toda a vez que ele pensava nisso ele se martirizava. Quando Spencer nasceu, apenas dois anos depois, ele não queria cometer o mesmo erro, mas sendo o covarde de sempre, ele o abandonou também.
Agora...
Reid ainda fervia de raiva e frustração. Ele nunca entendeu porque seu pai abandonou Penelope e a ele. Ele teria adorado ver Penelope agora.
Willian Reid viajou assim que soube que seu filho tinha se oferecido para doar um órgão para uma amiga. Na verdade, era curioso que ela tivesse o nome de sua filha desaparecida há anos.
Andando pelos corredores do hospital do exercito ainda no Hawaii, ele encontrou Steve e Danny conversando sobre algo que Red havia contado a eles.
— Se Penelope foi agredida na infância. – Steve começou. – Faz sentido ela se afastar.
— Não esqueça do pai a abandonando. — Danno completou. – Ela tinha dois anos quando ele deixou a mãe dela.
— Ela deveria tentar encontrar ele. – Steve disse. – Ter um pai é uma coisa maravilhosa e ela deveria procura-lo. Meu pai foi tirado de mim sem um perdão formal.
— Se fosse eu. – Danno se virou para a máquina de café. – Mandava ele se ferrar. Nem coragem de procurar por ela ele teve.
Willian seguiu seu caminho. Então o pai dela sumiu quando ela tinha dois anos? Poderia ser uma coincidência? Talvez.
Ele viu Derek e a menina em seu colo. Se ele colocasse mais cor nela ele poderia que ela era sua filha quando criança. Era praticamente o destino jogando em sua cara que sua filha estava nesse hospital.
Ele entrou no quarto de Penelope porque fora lhe dito que ele estava com ela. Nos últimos dois dias ele se recusou a sair do quarto e deixar que ela ficasse sozinha nesse lugar estúpido.
Olhando para a garota dormindo, seu coração disparou. Eram seus dois filhos ali na sua frente.
— Spencer. – Willian começou. – É bom ver você.
Eles apenas se encararam por alguns minutos.
— É. – Spencer apenas disse. – É bom ver você também.
— Essa é a sua amiga? – Willian começou. – Ela está bem?
— Depois de quatro pesadelos você não fica bem naturalmente. – Reid explicou. – Ela está sendo sedada para dormir algumas horas.
— Como você está? – Willian perguntou. – Vejo que você está nessa cadeira ainda e....
— Pare. – Spencer pediu. – Não aja como se ela não fosse nada para você.
— Aqui não é o momento. – Willian argumentou. – Posso explicar na cafeteria.
— Não vou deixar ela sozinha. – Spencer apenas queria sair, mas deixar Penelope estava fora de questão.
— Podemos ficar. – Steve entrou com Danny. – Ela vai ficar bem. Prometo.
— Atire se tiver uma ameaça. – Spencer moveu a cadeira sozinho. – Vamos antes que eu apenas mude de idéia.
Danny se sentou ao lado de Penelope. a culpa pode ter diminuído, mas ele se sentia mal por ela ainda.
— Se ela não estivesse sedada. – Steve começou. – Então ela estaria no meio de outro pesadelo.
— Ou a continuação de um. – Danny completou.
Penelope sabia que era hora de terminar o pesadelo. Ela se viu sendo puxada para fora do armário, ainda gritando para seus amigos a salvarem de seus irmãos malignos.
— Venha cá Penelope. – Eddie aa fez ficar na frente dele. – Você acha que entra na nossa família e pode agir com tal?
Ela não respondeu. Sentindo uma bofetada no rosto, ela levou a mão até ela e foi quando ela sentiu outra. Ambas doíam demais e ela começou a chorar desesperada.
— Aceite como uma vadia. – Eddie gritou. – Você merece cada um deles.
Ele começou a bater nela até que seus irmãos o tiraram dela antes que ele a matasse. Então ela levantou com tanta dor e correu para o quarto. Ela tinha marcas roxas de quando ele a chutou e se colocou embaixo das cobertas o suficiente para dormir depois de chorar muito.
As lágrimas que ela soltava no sono e frequência cardíaca alertaram os dois amigos.
Steve sempre soube que machucar uma mulher era uma coisa inaceitável. Ele não conseguia acreditar em quanto Penelope poderia ter conseguido aguentar.
Danno apenas pegou a foto de Grace e chorou as próprias lágrimas. Se ele pegasse alguém fazendo o mesmo com sua filha, ele mataria apenas para fazer ela sorrir outra vez.
— Eu acho que ela está lembrando de tudo isso. – Steve apenas constatou. – E ela precisa ficar calma ou vai acabar sobrecarregando o corpo.
Pegando a mão de Penelope na sua, Steve fez círculos reconfortantes. A verdade sobre Derek não querer ficar pelo quarto dela era que Haley estava com um pouco de febre e o médico que consultou a garotinha disse que precisava deixar ela mais longe das pessoas comuns até ela voltou a estar bem.
Era exatamente nisso que Penelope era boa. Cuidar de sua filha e ela estava em uma cama de hospital menos de duas semanas depois de deixar o hospital em Washington.
Danno praticamente garantiu que ninguém entraria sem uma identidade verificada e um colete a provas de balas.
William e Spencer se encaravam na cafeteria. Nenhum dos dois estava a vontade de admitir que sabia sobre Penelope ser sua irmã e filha.
— Eu vejo que já sabe sobre Penelope. – Spencer deduziu. – Então eu não entendo o que você está fazendo aqui.
— Eu nunca desejei a abandonar. – Willian se defendeu. – Eu a queria comigo, mas a mãe dela a tirou de mim assim que saí com a mala.
— Ela não estava errada. – Spencer deu de ombros. – A verdade é que você não conseguiu abandonar apenas a mim, não é, papai? Você a abandonou primeiro e depois repetiu comigo.
— Não é tão simples Spencer. – Willian parecia horrível. – Eu nunca quis abandonar vocês dois. Foi só que eu...
— Tinha medo de se envolver. – Spencer concluiu. – Com a minha mãe foi a desculpa da doença dela. E com a mãe de Penelope? foi medo de "se comprometer"?
Isso estava indo mais ruim do que ele queria. Mas ouvir Spencer parecia a única forma de ser dito.
— Não era o que eu queria na época. – Willian tentou se defender.
— Você ficou dois anos casado com ela e " não era o que queria na época"? — Reid fez a questão de zombar. – É tão patética.
— Eu sei. – Willian pediu mais café e a conta. – E eu não espero que você compreenda.
— E não compreendo mesmo. – Spencer disse. – De qualquer jeito, ela ainda não sabe sobre sermos meios irmãos então se puder manter sua boca fechada eu agradeço.
Spencer não deu chance de Willian dizer nada. Ele saiu em direção a Penelope e prometeu não contar sobre essa conversa a menos que ela quisesse saber.
Entrando no quarto de Penelope, Spencer notou as expressões sérias de Steve e Danny.
— Ela teve outro pesadelo? – Spencer adivinhou. – Como ela está agora?
— Eles deram mais sedativos. – Danny explicou. – E então uma psicóloga virá para uma conversa.
Hotch entrou com Emily e JJ a tira colo. Emily foi até a amiga adormecida e deu um beijo na bochecha dela.
— Eu te amo, Garcie. – Emily disse. – E essa garotinha aqui vai te amar quando nascer.
— Bebê. – Escapou da boca de Penelope dormindo. – Bonita.
Emily corou porque ela havia colocado a mão de Penelope em sua barriga e de algum jeito, fez bem para sua amiga.
— E você é nosso Sunshine, Garcie. – JJ depositou um segundo beijo. – Henry vai vir visitar hoje de tarde com Will e Jack.
Quando a tarde chegou, todos estavam aconchegados no quarto de Penelope. eles queriam mais era ficar com ela para sempre se fosse possível.
Quando Derek entrou com Haley, Penelope abriu os olhos olhando diretamente para a filha.
Em um movimento rápido ele a colocou entre Penelope e os tubos e as duas ficaram juntos. Eram uma família totalmente amorosa.
Olhando pela janela para dentro do quarto, Willian sabia que ele apreciava essa imagem. Ele sabia que ela o odiaria, mas ele precisava tentar.
Fale com o autor