La Vita Rosa.
17 Two Steps Back
— Seu nome é Albert Leone. – Penelope começou. – Ele matou meus pais.
— Pensei que eles haviam morrido em um acidente de carro. – Derek estranhou. – Um motorista bêbado.
— No começo parecia ter sido isso. – Penelope começou. – Eles puseram a culpa no garoto e disseram que ele havia bebido.
— Eu investiguei o acidente. – Gibbs começou. – Havia assuntos ligados a marinha. Conheci Penelope nesse meio tempo. Ela tinha dezoito anos. Então eu a protegia, levava para passeios e tantas outras coisas.
— Perdemos o contato quando eu fui para o subsolo. – Penelope continuou a narração de Gibbs. – Eu não queria dizer a ele que era federal agora.
— Então quando aceitou o caso era algo pessoal para você? – Derek estava impressionado. – Você aceitou ajudar porque queria Penelope de volta.
— Apenas para proteger ela. – Gibbs se defendeu. – Albert Leone parece ter voltado a mirar nela.
— O maior traficante da Califórnia quer Penelope? – Derek estava apavorado. – Porque?
— Carlos Garcia não aceitou deixar Penelope para ele quando ela fez 18. – Gibbs explicou. – Isso o deixou muito nervoso.
— Quer dizer que ele estará com força total? – Derek entrou em modo super protetor. – Há algo que possamos fazer? Casa segura? Novo país?
— A casa segura seria bom, Derek. – Gibbs disse. – Eu ainda preferia que vocês dois se movessem para algum lugar na sede do FBI. Eu terei que entrar nisso também.
— Acha que ele virá atrás de você? – Penelope ficou com medo.
— A questão é quando ele virá. – Gibbs a corrigiu. – Pelo que eu soube, ele está procurando por todos os canais.
— Eu sinto muito, Jethro. – Penelope se sentiu mal. – Bonito, poderia achar algo para mim comer?
— Está com fome, Baby Girl? – Derek deu um risinho.
— Estou comendo por dois agora. – Ela disse brincando.
— Certo. – Derek disse. – Posso chamar a equipe para vir aqui?
— Todos. – Ela pediu. – Preciso contar sobre isso a eles.
Quando todos estavam reunidos, Penelope contou tudo para eles. Tony e McGee ficaram abismados com a história em comum entre Gibbs e Penelope. Todos concluíram que era a melhor saída mover Penelope, Derek e Gibbs para o prédio federal assim que ela tivesse alta.
Emily e JJ foram até a casa de Derek pegar todas as roupas deles e levaram para o FBI. Certificando que Clooney pudesse ficar com eles, assim como Sérgio, eles fecharam a casa e partiram.
Elas não sabiam que o capanga que Albert havia colocado estava de olho na casa. Ele ligou para o chefe para avisar sobre isso.
Albert bateu o telefone e jogou seu copo de uísque na parede. Ela não iria fugir dessa vez.
Então ele pacientemente esperou que tudo fosse esquecido.
Sete meses depois...
Penelope estava maravilhosa. A barriga grande fazia Derek a amar ainda mais. Ela teve que tirar seu anel porque ele a apertava. Seu quarto na agência era decorado calmamente de Rosa forte, uma indicação que eles estariam tendo uma menina.
Gibbs estava no quarto ao lado. Ele era responsável por cuidar dela enquanto ambos estavam sob vigilância.
Albert não parecia satisfeito por ter que adiar seu plano até o próximo mês, mas ele queria Penelope e Gibbs, não o bebe. Ele não machucaria alguém inocente.
Penelope estava sentada em frente ao seu computador com Gibbs ao seu lado. Derek e a equipe estavam em uma cena de crime na cidade e ela sentia algumas pontadas nas costas.
— Ugh! – Ela reclamou quando uma desagradável apareceu. – Essa pequena está chutando meus rins.
— Está tudo bem? – Gibbs estava mais perto.
— Umas pontadas horríveis. – Penelope reclamou. – Ela está esmurrando meus rins.
— Qual o intervalo? – Gibbs estava preocupado.
— Na última hora? – Ela estremeceu. – Há cada maldito dez minutos.
— Garcie! – Gibbs a ajudou se levantar. – Você está em trabalho de parto.
— Ela só vai chegar daqui há um mês. – Penelope gritou. – Não agora.
Gibbs nem quis ouvir. Ele a levantou e levou para a garagem. Foi quando ela sentiu seus pés molharem. Olhando para baixo ela entendeu que era hora.
— Chame Derek por favor. – Ela pediu assustada. – Eu preciso dele.
Discando o número de Derek, Gibbs colocou o telefone no alto falante.
— Morgan. – Derek parecia desanimado.
— Derek. Gibbs. – Ele falou com tamanha pressa. – Precisa chegar ao hospital o quanto antes.
— Baby Girl está bem? – Derek já estava em modo protetor.
— Sua filha está chegando, Derek. – Garcia gritou. – Eu preciso de você lá.
— Estou a caminho. – Derek desligou. – Minha filha está pronta para nascer.
— Há uma semana do casamento? – Emily praticamente gritou. – Ela quer estar presente.
— Dave, Spencer. – Hotch coordenou. – Vão com Derek para o hospital. O resto de nós termina de analisar a cena e depois vamos para lá também.
Todos se reuniram. JJ queria muito estar com a amiga, mas a vítima merecia um pouco de justiça também.
Albert descobriu que Penelope estava em trabalho de parto e seria uma oportunidade para sequestrar ela. Depois que ela tivesse o bebe ele a levaria para sempre de seus amigos. Bem debaixo de seus narizes.
Gibbs estacionou o carro do lado de fora do hospital. Não notando Albert de óculos e peruca morena ele empurrou Penelope em uma cadeira de rodas até a primeira sala de parto que conseguia encontrar.
— Com calma. – O médico pediu para Penelope. – Seu marido está chegando?
Ela foi responder quando Derek entrou e foi para seu lado.
— Ele está aqui. – Penelope respondeu. – Que bom que chegou a tempo.
— Você senhorita está pronta para a entrega. – O médico sorriu para ela. – Empurre o quanto conseguir.
— Empurre Baby Girl. – Derek a incentivou. – Certo?
— AAAAArrrggghhhh! – Ela gritou. Ela estava quase sem folego.
— Mais uma Baby Girl. – Derek a incentivou outra vez.
— Na próxima empurre com mais força, ok? – O médico viu como ela parecia cansada. – Agora.
— AAAAArrrggghhhh! – Ela gritou.
Um choro familiar de bebe ecoou pela sala. Penelope ainda recuperava o ar, mas tinha lágrimas nos olhos.
— Parabéns. – O médico entregou a bebezinha. – Vocês têm uma linda Baby Girl.
— Hey. – Penelope olhava para a filha. – Uma menina.
— Ela é linda igual a você. – Derek passou o dedo pela bochecha da bebe. – Tem seus olhos.
— Nossa pequena menina. – Penelope concordou.
— Qual o nome dela? – Derek queria descobrir. – Estamos ainda entre Haley e Esther.
— Haley Ester Garcia Morgan. – Penelope disse. – Está lindo assim?
— Como tudo o que você faz, Deusa. – Derek deu um beijo na esposa. – Rossi e Spencer estão na sala de espera. Estou indo lá avisar.
— Nós vamos levar Penelope até o quarto e a menina para a incubadora por algumas horas. – O médico respondeu. – Mas pelo que eu vejo, ela é perfeita.
Derek saiu e quando disse a Spencer e Dave, recebeu os cumprimentos de ambos.
Albert observava Gibbs e todos pelos óculos escuros.
— Penelope estará dormindo por alguns minutos e então eu queria mostrar nossa garotinha. – Derek levou os homens. – Ela está segura aqui.
Albert alcançou a arma em seu cinto e foi até o quarto de Penelope. alcançando a seringa com sedativo esquecida em cima da máquina de ultrassom, ele a injetou e observou quando seu terror aumentou.
Em segundos ela fechou os olhos e ficou complemente apagada. Ele a pegou nos braços e a levou nos braços com cuidado para não ser pego.
Agora ela finalmente era dele e ele poderia matar ela.
Derek e os rapazes voltaram, indo direto para o quarto de Garcia. Derek engasgou quando viu a cama remexida e a falta de sua deusa.
Gibbs olhou para a recepção e notou a falta do homem de óculos. Eles apenas torceram para que ele ainda estivesse por aqui.
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