La Vita Rosa.
3 The Only Exception
Notas iniciais
A equipe não fez um maldito progresso. Derek estava todo ferrado de cafeína e Reid parecia um zumbi. Era quase duas da manhã e Hotch resolveu dar um tempo.
— Todos podem ir para o hotel e dormir. – Hotch disse. – Todos Derek.
— Você está brincando? – Derek estava agitado por causa da cafeína. – Eu vou ficar.
— Você não pode ajudar se ficar a noite toda acordado. – Hotch argumentou. – Vá descansar um pouco.
— Ela está lá fora, Hotch. – Derek olhou para o céu cheio de estrelas. – Com um monstro e não sabemos nem o maldito número de calçado desse filho da puta.
— Derek. – Rossi o puxou para ele. – Nós sabemos. Nós a queremos também, mas não vai conseguir se não dormir por algumas horas, tomar um banho, se alimentar.
— Eu não sei se consigo. – Derek estava lentamente descendo da sua nuvem de cafeína. – Eu preciso tanto dela.
— Ela sabe disso, Derek. – Spencer abraçou o amigo. – Vamos trabalhar nosso raio de sol de volta.
Derek foi com Spencer para o hotel. Entrando no quarto ele viu a mala de Penelope, colocada em uma parede do quarto. Ele se aproximou e abriu. Todas as roupas que ela sabia como usar perfeitamente estavam arrumadas, assim como artigos de higiene e artigos de maquiagens. No fundo da mala, um porta-retratos chamou sua atenção.
Ele particularmente amava a foto. Ele e Penelope tiraram no último ano novo. Ela dançou com ele pela quarta naquela noite e Prentiss tirou a foto. Ele estava feliz por ela amar a foto.
Cinco meses atrás...
Era ano novo. A equipe se reuniu toda na mansão de Rossi para a festa do ano. Penelope chegou sozinha, parecendo triste e se sentou na varanda da casa, sozinha, enquanto todos estavam reunidos.
Todos olharam para ela, parecendo tão vulnerável e Derek foi a escolha óbvia para uma conversa.
— Então Baby. – Derek começou. – Parece que não há clima de ano novo por aqui?
— É estúpido. – Ela falou. – Muito estúpido.
— Me conte. – Derek se virou na espreguiçadeira ao lado dela. – E me deixe decidir isso.
— Eu sinto falta da minha mãe. – Ela começou. – Todas as festas importantes. Sinto do meu padrasto também. Mas minha mãe era a melhor em se tratando de festa.
— Eu também sinto do meu pai. – Derek confessou logo em seguida. – E eu sei que minha mãe disfarça, mas ela parece sentir muito a falta dele.
— Eu queria algo assim. – Penelope começou. – Quando conheci Battle eu pensei que ele era o homem certo. Então depois do encontro ele veio e me baleou.
Havia uma dor naquelas palavras. Ele sabia que era ainda pior nessa época.
— Então, quando eu estava deitada nas minhas escadas, esperando a morte certa. – Ela suspirou. – Eu me peguei pensando que talvez eu devesse ter morrido.
Derek a olhou surpreso.
— Porque P? – Derek estava curioso. – E se você tivesse nos deixado?
— Eu meti a equipe em um monte de problemas durante todo o tempo. – Ela ergueu a face um pouco. – Fiz Elle ser baleada e fiz Gideon de algum jeito perder seu lugar seguro.
— Não foram sua culpa, Baby Girl. – Derek pegou a mão dela. – Aquele cara era descontrolado. Sequestrou a própria filha por causa de uma fantasia estúpida. Te enganou para hackear seu computador.
Derek se levantou e ficou de frente para ela. Ela estava chorando agora.
— Nunca pense que você queria ter morrido. – Derek a fez olhar para ele.
A equipe assistia sorrindo a interação dos dois de dentro da casa.
— Eu nunca deveria ter dito aquilo para você. – Derek continuou. – Agora venha senhorita. – Ele a ergueu com cuidado. – Temos um copo de champanhe com nossos nomes lá dentro.
Ela se levantou e abraçou Derek.
— Obrigado. – Ela apenas disse e deu um beijo na bochecha dele. – Eu te amo.
Derek a puxou para dentro. Eles dançaram quatro ou cinco músicas e Emily tirou uma foto dos dois.
Agora...
Ele estava sentando na cama. as lembranças desse dia ainda queimavam seus olhos. Elas eram intensas e isso o fazia estar um lixo. Ele nunca se perdoaria.
McAllister Street. 1567.
San Francisco, Califórnia.
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George cortou as algemas de plástico dos pulsos de Penelope. ela ainda estava adormecida. Pegando-a com uma gentileza de arrepiar, ele a colocou na cama e amarrou seus pulsos com uma corda grossa o suficiente para deixar ela presa.
Ele se deitou ao lado dela e começou a correr a mão através de seus seios. A mão deslizou para baixo da saia do vestido e parou em sua região intima.
— Santo inferno. – George exclamou ao tocar a área intima. – Eu preciso de você.
Ele tirou a camisa e depois abriu a calça que usava. Ele estava de frente a ela agora. A saia do vestido levantada, dando acesso ao que ele queria, o fazia urrar de prazer.
Ele abaixou a cueca e depois a calcinha dela. Agora ela estava perfeita para ele.
Entrando suavemente para um psicopata, ele começou a fazer movimentos de vai-e-vem sentindo o maior prazer. Ele não perderia um segundo com ela sem que pudesse foder com ela.
Quando ele finalmente veio em prazer, ele caiu ao lado dela e consertou suas roupas. Ele apenas deitou ao lado dela dormiu em paz. Ele faria muitas vezes com ela.
Hilton San Francisco Union Square
Derek não conseguiu curtir o quarto do hotel. Era chique demais, era grande demais, deus, era estúpido e mal iluminado para o gosto dele.
Mas ele precisava relaxar um pouco. Sua culpa o fazia estar tonto. Ele só registrou que estava deitando na cama e depois voltando para o mundo dos sonhos. Ou pesadelos.
Hora de brincar! Uma voz disse no sonho, fazendo Derek acordar em uma casa suburbana. Ele levantou de onde ele estava e seguiu a voz.
Pare de resistir garota. Um som de tapa ecoou pelo lugar.
Eu juro se não parar eu vou te matar. A voz gritou alto.
Então um choro conhecido invadiu o lugar.
Eu vou fazer melhor da próxima vez eu prometo. Penelope.
Derek correu pela casa pronto para atirar no homem. Ele tateou sua arma, mas ela desapareceu.
Ele foi despertado do sonho por Reid o sacudindo violentamente. Morgan se sentou e viu que tudo era um pesadelo ruim.
— Tudo bem, Morgan? – Reid deu um copo de agua. – Você estava tendo um pesadelo.
— Eu acho que era uma premonição. – Derek drenou o copo de água. – Uma casa suburbana e Penelope estava lá.
— Acho que você deveria se afastar do caso, Derek. – Spencer pegou mais água e voltou. – Você não pode se concentrar agora.
— Não faça isso. – Derek disse. – Se eu não a encontrar, se eu não trabalhar nisso eu vou me apoiar no álcool. Ela não iria querer isso.
Hotch bateu rudemente na porta e entrou quase precisando de ar. Olhando para Derek ele viu a dor do amigo.
— Correndo a essa hora, Aaron? – Derek disse, limpando os olhos.
— Preciso tirar minha cabeça disso. – Ele tomou um gole de água. – Toda essa merda acabou comigo.
Derek o olhou assustado.
— A merda que eu digo é o caso. – Hotch se corrigiu. – Penelope não pediu por isso.
Os três rapazes se reuniram nas camas. Era um quarto com três camas grandes. Eles voltaram a dormir.
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