La Vita Rosa.

40 That's no All


A imagem de Penelope no sofá da antiga casa, que agora era uma cena de crime nova, fez Derek querer vomitar nas últimas horas e agora ela na cama de um hospital depois de ser atacada por deus sabe quem, o forçou a alcançar a lixeira e vomitar.

— Quem fez isso com você, Baby Girl. – Derek estava transtornado. – Eu não deveria ter deixado você ir sozinha.

Ele beijou a mão dela. Seus dedos estavam limpos e com sinais de que foram raspados. Então provavelmente ele saberia quem fez isso e bateria do mesmo jeito.

— Eu prometo que vou pegar quem seja que fez isso com você irá pagar. – Derek bateu na cadeira, frustrado. – Eu só preciso de você comigo.

Do lado de fora, a equipe estava transtornada. Emily parecia pronta para matar alguém de raiva pela amiga. Hotch pensava em silêncio. Rossi se sentia mal demais e desejava ser uma brincadeira de mal gosto. Mas ele sabia que não era. JJ que estava grávida precisava se acalmar. Mas ver Derek sofrendo de novo e sua melhor amiga numa cama de hospital não ajudava.

Em casa, Fran estava rezando para todos os santos que poderia lembrar. Spencer ficava com todos, protegendo de um inimigo ainda sem nome.

— Onde a minha mãe está? – Haley exigiu saber. – Ela disse uma hora já fazem cinco.

— A mamãe precisou ir ao hospital, Baby Doll. – Fran disse em meias palavras. – A mamãe tropeçou e machucou o pé.

— Você está mentindo. – Haley falou. – Ela foi atacada de novo, não é?

— Ela está bem agora Haley. – Fran se ajoelhou em frente a neta. – Mamãe lutou com ele e conseguiu se salvar.

— Não é justo vovó. – Haley abraçou a vó e começou a chorar. – Por que eles estão sempre querendo machucar ela?

— Por exatamente ela ser uma pessoa boa. – Fran falou. – Porque ela é tão boa para todos que algumas pessoas acham que podem machucar ela e destruir o que ela tem.

— Eu quero ir ver ela, vó. – Haley não desistiria fácil. – Preciso ver ela, nem que seja alguns minutos.

— Vou ligar para o tio Aaron e pedir para ele vir nos buscar. – Fran pegou o celular. – Eles não vão deixar a gente sair sem escolta policial, Baby Doll.

— O homem mau está solto ainda? – Haley viu a preocupação da avó. – Eles vão pegar ele, não?

— Não tenho certeza, Baby Doll. – Fran confessou. – Ele sabia o que estava fazendo. Ele era profissional. Mas sua mãe, Baby Doll, ela nunc iria fácil.

— Ela machucou o pé na luta? – Haley estava admirando a mãe ainda mais agora. – Minha mãe é como meu pai.

— Com quem você acha que ela aprendeu, Baby Doll? – Fran sorriu. – Seu pai deu a ela um curso básico antes de ela engravidar dos gêmeos.

— Ainda não me deixa tranquila. – Haley estava chateada. – Tantos dias que ela passou em coma anos atrás. Agora eles estão voltando.

— Ninguém vai machucar sua mãe, Haley. – Fran abraçou a netinha. – Sua mãe nunca vai deixar eles ganharem.

Hospital North West...

Derek precisava de ar. Deixando Penelope com Hotch e Rossi ele foi até um banco no lado de fora do hospital e começou a chorar.

Não era seguro que o DNA embaixo das unhas de Penelope desce em alguma correspondência no CODIS, mas eles tentaram. Eles não tinham Penelope, mas tinham Luke Alvez, o analista substituto de Penelope.

Hotch olhou para Penelope ainda sob o efeito da anestesia e abaixou a cabeça.

— Sabe que ela vai ficar bem, não é Aaron? – Rossi falou para o amigo e para si mesmo ao mesmo tempo. – Chegamos a tempo.

— Não a tempo de impedir que ela se machucasse. – Hotch era mito protetor com Penelope. – Por que alguém tentaria sequestrar Penelope de novo?

— Luke já encontrou uma correspondência? – Rossi estava inquieto. – Não entendo o porque demora tanto.

— Ele não é Penelope. – Hotch começou a rir.

— O que te fez rir? – Rossi queria saber. – Qual o motivo disso?

— Eu costumava a chamar ela de Garcia, mas agora que ela casou é diferente. – Hotch abriu um sorriso. – Não há como eu a chamar de Morgan e não rir.

— Se servir de consolo. – Rossi se sentou ao lado. – Você pode chamar ela de Garcia. Afinal, nossa pequena Kitten sempre vai ser Garcia.

— Morgan deixa você a chamar de Kitten? – Hotch estava sorrindo.

— Guarde essas piadas para você, Aaron. – Rossi brincou. – Lembra como esses dois eram antes de se casar?

— Apelidos, nomes de estimação. – Hotch sorriu com a lembrança. – Ela pedindo para falar sujo com Strauss.

— Eu daria tudo para ver a cara de Erin com isso. – Rossi disse. – Teria sido impagável.

Um silêncio caiu no quarto como se uma nuvem negra chegasse.

— Acha que alguém quer atingir a equipe? – Hotch perguntou. – como já tentaram antes?

— Não sei Aaron. – Rossi disse. – Eu prefiro pensar que foi uma coisa de oportunidade. Casa praticamente vazia, Penelope sozinha, ela teria um valor para o sequestrador.

Luke Alvez cruzou as portas do quarto, parando na frente da cama de Penelope. ele a achou uma graça.

— Agente Hotchner. – Luke passou a folha. – O homem que você procura é Darius Barnes.

— Não vejo conexões com Penelope. – Hotch disse.

— Tente o agente Morgan. – Luke passou outro arquivo. – Darius Barnes é primo de Tamara Barnes.

— Não é aquela irmã de uma vítima? – Rossi perguntou. – Do tempo dele como chefe temporário. Ele e Garcia brigaram por causa do envolvimento dele.

— Por que Tamara resolveu sequestrar Penelope quase dez anos depois? – Hotch estava uma fera. – Quero dizer, se fosse nos primeiros anos, mas dez anos depois?

— Bem. – Luke passou o terceiro arquivo. – Tem uma conexão com uma tal Jordan Todd também.

— As duas de olho em Morgan. – Rossi disse. – Elas estão tentando punir Derek por escolher Penelope. Onde elas estão agora?

— Ambas na Alemanha, segundo passaporte. – Luke respondeu. – Perdi elas em Berlim.

— Coloque um alerta nas duas e em Darius. – Hotch pegou o celular e saiu correndo. – Morgan, entre agora. Tamara Barnes e Jordan Todd estão atrás de Penelope.

Ouvindo o nome das duas, Derek correu de volta para o hospital e de volta ao quarto.

— Agente especial supervisor Aaron Hotchner. – Ele ainda estava correndo. – Preciso de segurança reforçada no quarto da agente Penelope Garcia Morgan. Possível ameaça de tentativa de sequestro. Quero quatro na porta do quarto e mais alguns espalhados pelo hospital e arredores. Dar atenção especial para Tamara Barnes e Jordan Todd.

Entrando deslizando no elevador, Hotch apertou o botão para baixo, sem deixar mais ninguém entrar.

— Agente especial Aaron Hotchner. – Ele estava de volta ao telefone. – Preciso de unidades de segurança para todos os meus agentes e famílias. Apenas agentes passados pelo controle do agente Grant Anderson.

Hotch sabia que as duas estavam aqui. Tirando a arma e o distintivo, ele viu um carro cantando pneu e correu até ele.

— FBI! – Hotch mirou. – Pare o carro agora.

— O que você quer fazer Tamara? – Jordan estava ao volante.

— Passe por cima dele! – Tamara colocou o cinto. – Agora.

Jordan acelerou em direção a Hotch que conseguiu desviar de ser atropelado. Ele conseguiu alguns tiros antes do carro desaparecer.

Ele sabia que estava apenas começando.