Anteriormente em La Vita Rosa...

— Aqui é o agente Aaron Hotchner. – Ele sentiu ansiedade. – Com quem falo?

— Bettany. – A mulher respondeu. – Sua amiga está aqui.

— Penelope? – Hotch disse surpreso. – Ela está bem?

— Por favor venha logo agente Hotchner. – Bettany pediu. – Ela está muito fraca. Sou dona da Strawberry Bakery.

— Estamos indo. – Hotch respondeu. – Penelope conseguiu fugir.

Eles se levantaram correndo até a porta da delegacia e entraram no SUV. Emily ligou para Derek os encontrar lá.

Derek sentiu seu coração parar em seu peito. Ele esperava que essa não fosse uma piada de mal gosto ou uma brincadeira estranha.

Ele dirigiu para o endereço que mulher passou. Se ele estivesse certo, ele a reencontraria. Ele sabia que ela iria precisar de algum tempo sozinha. Ele estava disposto a dar o tempo, mas em nenhuma hipótese ele a deixaria sozinha.

Quando ele enfrentou abusos por parte de alguém que confiava, ele descobriu que o isolamento pode ser o pior vilão. Ele não deixaria a sua Penelope sozinha agora. E se ele pudesse apostar, seus colegas também não.

Ele estacionou na Strawberry Bakery antes de todo mundo. Reid desceu do carro e correu atrás de Derek.

Quando Morgan chegou a visão de Penelope entrou no seu foco. Ele não sabia como agir, se ela recusasse o toque dele.

Penelope estava chorando. Ela não deixou o marido da mulher tocar nela. Ela não sentia repulsa, mas isso a lembrava daquele monstro e de ele poderia estar atrás dela agora. Então o ar se encheu do perfume único de Derek.

Seus olhos se cruzaram e ela o olhou nos olhos. Ela levantou e caminhou lentamente. Ela podia ver Reid com suas próprias lágrimas e escolheu Derek primeiro.

Morgan não sabia se a tocava ou pedia permissão antes. Quando ela deu outro passo e ficou na sua frente, ela o abraçou, afastando todas as inseguranças de um de outros.

Por algum motivo, o toque de Derek era tudo o que ela precisava agora. Ele envolveu seus braços ao redor dela e a deixou chorar o quanto quisesse.

Ela não queria chorar, mas assim que Derek a abraçou, suas emoções escaparam. Eles ficaram lá, em pé, no meio da padaria, como se estivessem em seu próprio mundo.

Eram apenas eles agora. Derek também começou a chorar. Quando ela o tocou, ele ficou grato por esse idiota não tirar o melhor dela.

Foi quase num piscar de olhos quando ela o olhou e suas forças acabaram. Em um movimento rápido, ele a pegou no colo e a embalou sentado. Ela precisava de um pouco de segurança e ele conseguiu dar para ela.

Reid se aproximou pela primeira vez. Ele passou uma mão tão suave pela bochecha da amiga que a fez soltar um suspiro suave.

— Devemos levar ela para um hospital. – Reid aconselhou. – Eu duvido que tenha material genético nas partes intimas, mas pode haver DNA no vestido e nas unhas.

— Eu não preciso de teste para saber o que esse animal fez com minha Baby girl. – Derek tinha ódio nas palavras. – Eu juro para você, Spencer. Eu mesmo vou acabar com esse cara.

— Vou chamar uma ambulância. – Reid disse.

— Onde ela está? – Emily se abaixou até Penelope. – Como ela está?

— Cansada. – Derek falou. – Segura.

— A ambulância está vindo Derek. – Spencer voltou.

— Como ela fugiu? – Rossi estava feliz por ela ter escapado. – E se ela está aqui, quer dizer que ele virá atrás dela.

— Ligue para a ambulância e peça para nos encontrarem duas ruas abaixo. – Hotch disse. – Se ela está aqui, ela andou algumas quadras para cima. Se ele ouvir a ambulância é possível que ele saiba.

Derek levantou Penelope a passando para Rossi e Hotch enquanto se levantava. A tomando nos braços ela se agarrou ao seu pescoço como se sua vida dependesse dele.

— Eu te amo, Derek. – Ela sussurrou durante o sono. – Eu senti sua falta.

— Também senti a sua, Baby Girl. – Derek sussurrou para ela. – E eu te amo para sempre.

Todos os presentes sorriram com a cena a sua frente. Eles eram mais que apaixonados. Eram a perfeita prova que almas gêmeas existiam. Ele a levou gentilmente por duas quadras até encontrarem uma ambulância a espera.

— Baby girl. – Derek a acordou gentilmente. – Eu preciso ver esses olhos maravilhosos.

Ela abriu e olhou diretamente para ele e deu um sorriso triste.

— Essas garotas vão te examinar. – Derek apontou para as duas paramédicas. – Eu vou ficar ao seu lado durante o transporte, mas eu não posso entrar na sala de exames.

— Não me deixe, Derek. – Ela agarrou a mão dele. – Não agora.

— Acho que diante desse cenário, Sr Morgan, podemos permitir o senhor lá dentro. – A paramédica assistente falou. – Geralmente com pessoas que elas gostam, as chances de ser menos traumático são maiores.

— E não se preocupe senhorita Garcia. – A paramédica chefe falou. – Equipe apenas de mulheres que entendem isso de uma forma bem verdadeira.

Penelope olhou para Derek e depois para as duas paramédicas e sorriu.

— Vai ser uma longa batalha. – Emily falou, vendo a amiga. – Temos que pegar esse animal.

— Nós vamos. – Hotch disse. – Certo pessoal. Temos uma pequena noção do tipo de casa que procuramos. Verde musgo, dois andares, quatro janelas grandes na frente da casa. ela vai ter uma entrada embaixo e um jardim. Ele cuida bem do lugar porque sabe que se ele deixar algo fora de lugar, vai ser pego.

— Como podemos saber que é ele? – Um dos policiais perguntou.

— Ele usa gel no cabelo, perfume mais cheiroso do que o necessário. – Rossi respondeu. – Ele pode usar um par de óculos, talvez modelo antigo para essa época. Ele pode usar um casaco antigo e pode dizer que gosta desse tipo de roupa.

— Procurem pela van. – Emily contribuiu. – Um modelo do ano, porta na lateral. Provavelmente cheia de correntes e mordaças para as vítimas. A casa estará sendo arrumada. a Agente Garcia pode ter quebrado as fechaduras para fugir.

— Se atentem a denúncias de arrombamento. – Reid falou. – Esse é um assassino que gosta de publicidade. Ele ligaria denunciando um roubo ou invasão.

— Não seria muito arriscado para ele? – Outro policial quis saber.

— Seria excitante para ele. – JJ falou. – Ele gosta de poder, infligir dor a vítima é o que ele gosta e faz disso um hábito. Ele ficaria tentado com a idéia de a polícia estar na própria casa e não saber que ele é o assassino.

— Então. – Hotch ordenou. – Cada um de vocês, em duplas, nunca sozinhos vão a cada casa. batam e conversem com cada morador.

— E se forem se comunicar com os outros pelo rádio policial, usem o código filhote. – Rossi administrou. – Ele pode ser pirado o suficiente para estar usando um scanner de polícia.

Os policias se separaram assim como a equipe.

— Você não JJ. – Hotch a impediu. – Você bate com as preferencias capilares dele.

— Então o que eu faço? – JJ não estava chateada. Aliviada seria a palavra certa.

— Que tal ir com Penelope e Derek ao hospital? – Hotch ofereceu. – Sei que ela precisa de uma amiga agora.

Ela sorriu para o chefe e subiu na ambulância com os amigos.

— Derek. – Penelope tinha uma linha IV agora. – Obrigado.

— Para o que, minha Deusa? – Derek sorriu para ela.

— Por não me odiar agora. – Ela respondeu tristemente. – E eu vou entender se não quiser ficar comigo.

— Eu nunca vou te abandonar Baby girl. – Derek a acariciou na bochecha. – E eu nunca vou me cansar de você.

— Muito menos eu, Garcie. – JJ segurou a mão dela. – Todos nós vamos te apoiar nisso.

— Vocês sabem o que ele fez comigo? – Penelope começou a ficar nervosa.

— Nada vai mudar a forma quando eu te vejo, Baby girl. – Derek respondeu tão doce. – Você conseguir fugir sozinha. E eu tenho tanto orgulho de você.

— Você me ajudou. – Ela apertou a mão de Derek. – Você me ajudou a fugir.

— Como eu fiz isso, Baby Girl? – Derek não entendia.

— Sua aula prática sobre arrombar portas me salvou. – Ela o olhou diretamente nos olhos. – Obrigado.

— Sempre. – Ele beijou a mão dela. – Para todo o sempre.

A ambulância então partiu, rumo ao hospital.

George parecia entrar em curto circuito a qualquer momento. Ele viu o estragado na porta quando voltou. Procurando Penelope por todos os lados, ele amaldiçoou aquela garota.

Nem que ele fosse até o inferno, mas ele teria sua vingança contra ela. Ele respirou fundo e discou o número da delegacia.

— Sim. Oi. – Ele falou calmamente ao telefone. – Meu nome é George e eu cheguei em casa. minha casa parece arrombada e dois vasos estão pelo chão. Claro. Obrigado.

Ele esperou. Agora ele teria que adiar seu plano com Penelope.