La Vita Rosa.
35 Love Song
Entre consultas e exames Penelope jurou que ela precisaria de uma pasta maior para guardar todos. Haviam todos os tipos de exames e imagem, tudo para provar que ela poderia voltar para seu lar cheio de amor na BAU, expulsar o técnico que provavelmente havia deixado sua trilha por lá e retomar seu lugar.
Ela não queria deixar Haley tanto tempo. A festinha de aniversário que a garota ganhou, provou que ela amava aquela menina o suficiente para não querer deixar ela.
Compreensível, depois de tudo o que ela passou, mas Fran prometeu mandar fotos dela a toda hora para provar que ela estava bem. Penelope fez sua mágica para que sua sogra não tivesse que pagar pelas mensagens e assim garantir que ela tivesse tudo de sua filha.
Derek abriu a porta de sua caverna e incrivelmente parecia do mesmo jeito de antes. Hotch, aparentemente havia sido categórico com seu substituto e exigido um lugar limpo.
Ela olhou para o marido quando uma mensagem chegou indicando um novo caso. Ela não admitiria, mas sentiu falta desse sinal. Ela se sentou e começou a trabalhar. Analisar os casos. E ser a mesma agente analista de antes. Com apenas algumas cicatrizes a mais em sua armadura.
Duas horas depois de a equipe chegar na delegacia local, eles a chamaram pela primeira vez.
— Oraculo de Quantico. – Penelope saudou a todos. – A Deusa tecnológica está de volta ao seu altar.
— Eu realmente senti falta disso. – JJ disse ao telefone. – É bom ter você de volta, Pen.
— É bom estar de volta, Swettie. – Penelope brincou. – Agora vamos as informações sobre sua vítima.
— Certo. – JJ estava sorrindo. – A pobrezinha.
— Jayne Davidson, 34 anos. – Penelope começou a escavar. – Trabalhava para o escritório da procuradoria no Texas. Estava em Illinois para uma convecção de tecnologia.
— O que uma procuradora fazia em uma convecção tecnológica? – JJ perguntou.
— Seu emprego secreto, docinho. – Penelope disse. – Ela era um hacker cerca de quatro anos antes de entrar na promotora.
— Algo parecido como você, Pen. – JJ disse. – Eu realmente acho que você não descobriu nada mais?
— Assim me ofende. – Penelope brincou. – Seu cartão de crédito mostrou uma corrida a meia noite e quatro.
— O legista estimou a hora da morte as dez da noite. – JJ estava curiosa. – Onde essa pessoa foi deixada?
— Uma casa noturna. – Penelope rolou a cadeira para outra tela. – Não tão santa se me perguntar. É uma dessas casas que você paga para uma garota ficar nua e depois, bem, você sabe o que, JJ.
JJ reprimiu uma risada. Era tão maravilhoso que Penelope estivesse de volta.
— Eu sei P. – JJ respondeu. – Obrigado pelas informações.
— Ligue sempre que quiser, Swettie. – Penelope disse. – E avise aquele marido meu para trazer uma lembrancinha para mim.
— Certo. – JJ disse.
Desligando o telefone, JJ sentiu um peso sair dela. Todas as pequenas preocupações sobre como foi difícil para a equipe viver sem Penelope saíram pela janela.
Todos receberam recados especiais de Penelope, cada um do jeito único dela. E todos sorriram.
Para Emily ela mandou um coração com a mensagem: Tenha um ótimo dia, minha beleza de cabelos negros. Te amo, PG.
Emily sorriu. Aquela era a coisa que ela mais desejou. Ela não colocaria um dedo sobre onde ela pegou o apelido, mas com certeza ela adorava.
Pra Reid, ela mandou sua saudação de sempre: Hey Junior. Sua filha parece um pacote de amor. Favor fazer mais quando voltar. Ela é uma sobrinha perfeita.
Reid sabia que ele adorava ser chamado de júnior. Era carinhoso e simples.
Ela mandou para todos, até para Hotch, o sempre estóico Bossman.
Hey-a Bossman. Estou mandando os arquivos da vítima para sua impressora. Seja amigo do meio ambiente e recicle depois. As arvores vão querer se vingar se você usar muito papel.
Ele sorriu, algo que Penelope conseguia com uma mensagem simples.
Para Derek ela mandou seus gracejos de sempre: Hey Hot Stuff. Acho que eu poderia te comer vivo agora, meu deus de chocolate. Eu estou sozinha aqui, com suas fotos e aquela foto que tiramos duas noites atrás. Pense nisso, Baby Boy.
Derek se sentiu duro. Aquela mulher o torturava com insinuações.
De fato, eles tiraram algumas fotos indecentes duas noites atrás. Do tipo que nem seus amigos mais próximos poderiam ver.
Dois dias antes...
Morgan estava feliz que sua esposa finalmente foi autorizada a fazer outras atividades e resolveu comemorar. Passando em uma loja de artigos especialmente para esse momento, Derek comprou um par de algemas. Ele não queria usar as do trabalho porque nunca mais seria capaz de deixar de pensar.
Ele chegou em casa, Todos haviam saído para uma refeição e Penelope era a única por lá. Abrindo a porta, ele a encontrou com um sobretudo fechado. Ele tentou pensar em tudo menos no que ela não usava.
— Baby Girl? – Derek atirou a sacola com os produtos e foi até ela. – Como você está?
— Sendo uma garota malvada. – Ela se virou e abriu o sobretudo. – Vendo algo que gosta, Agente Morgan?
Derek soltou a chave que ainda estava na mão no chão. Ela estava ali, na sua frente, nua da cabeça aos pés só para ele.
Devia ser ilegal ser ela. Ele sonhou em fazer tantas coisas hoje. Mas assim como elas entraram elas saíram. Ter Penelope só para ele era seu pequeno sonho. Como na noite em eu fizeram amor pela primeira vez.
Ele deu um passo e começou com beijos.
— Tem certeza, Deusa? – Derek perguntou amoroso. – Não precisa fazer se não quiser.
— Eu confio em você. – Ela apenas disse. – Eu sempre confiei. E eu preciso que me faça a mulher mais feliz hoje.
— Vem comigo. – Derek estendeu a mão. – Vamos fazer isso certo.
— Eu te amo. – Ela poderia repetir a vida inteira. – Para sempre.
— Eu te amo mais, Penelope. – Derek pegou seus lábios outra vez. – Você é meu pequeno vício.
Derek a pegou em estilo noiva e subiu as escadas. Os planos para um amor selvagem viraram um plano para amor lento e cheio de amor.
Chegando ao quarto, ele estava decorado com velas perfumadas e vermelhas. Pétalas de rosa enfeitavam o chão.
— Proteção? – Derek pediu. – Sabe que se você quiser eu não vou me importar.
— Não vai cortar o clima? – Ela ficou receosa.
— Hoje não é sobre cortar ou não o clima, Penelope. – Derek a aproximou. – É sobre amor, sobre o que você quer.
— O que eu fiz para te merecer? – Penelope perguntou. – Você nem parece real.
— A mesma coisa eu queria saber, Deusa. – Derek a apoiou na cama. – Vamos de proteção?
— Sim. – Ela respondeu. – Podemos esperar para ter bebês.
Derek colocou a camisinha e começou a adorar cada pedaço de Penelope, como uma mulher merecia. Sem rapidinhas ou meias fodas. Isso era sobre amor. E ele amava cada parte dela.
Ele começou com o pé. Ele amava aqueles pequenos dedos. Cada sapato dela ficava milimetricamente elegante nela. Subindo pela perna dela, ele lambeu e beijou cada pedaço, arrancando suspiros dela. Ele quase foi para seu orgasmo com aqueles gemidos.
Ele subiu pela barriga dela, tomando tempo suficiente para beijar cada cicatriz dela. Elas a deixavam bonita ao invés de uma coisa bagunçada. Ele nunca se importou em ser visto com Penelope. Na verdade, se ele não tivesse sido lerdo, ele a teria tomado antes. Muito, muito antes.
Ele beijou cada seio dela, dando a atenção que cada um merecia. Então ele se lembrou de cada vez que ele viu ela amamentar Haley no curto tempo que ela conseguiu. Ele sempre amou mulheres com seios grandes, mas os de Penelope eram sua obsessão.
Então ele subiu pela garganta dela e chegou a boca. Dando um beijo que arrancou o ar dela, suas bocas dançavam juntos. Ele nunca achou eu uma mulher poderia beijar com sua Penelope beijava.
Então ele a pegou com cuidado, se sentou na cama e a colocou em cima dele.
— Está na hora, Penelope. – Derek disse. – Está pronta?
— Mais do que nunca, Derek. – Ela colocou as mãos nos ombros dele. – Me ame.
Ele entrou nela, devagar. Ele sempre foi carinho e cuidadoso e hoje não foi diferente.
Ele começou a se mover, sempre com cuidado. Deus, ele poderia fazer amor com Penelope a noite inteira que nunca se cansaria disso.
— Estou chegando. – Ela sussurrou. – Me leve para lá, Derek.
Ele aumentou o ritmo chegando junto com ela. Então quando ele a sentiu apertando, ele chegou também. Ele caiu para o colchão com ela ainda com ele. Eles desceram do clímax, ali deitados.
— Você é maravilhosa. – Derek disse. – Minha garotinha.
— Você também é maravilhoso, Derek. – Ela ainda estava em cima dele. – Nós somos nossos amantes.
— Eu quero algo. – Derek a apoiou na cama e pegou o celular. – A luz natural te faz uma deusa completa.
Ela fez uma pose. E esperou o clique da câmera. Derek sorriu com o clique.
— Eu vou te lembrar disso. – Ela mordeu a orelha dele. – Sente-se e eu vou tirar uma sua também. É justo.
Derek fez. Ela clicou e sorriu para a foto. Eles voltaram a fazer amor mais tarde.
Agora...
— Terra para Derek Morgan. – Prentiss chamou o amigo. – Oh. Seja bem-vindo de volta Derek. Onde você foi?
— Para um lugar muito quente. – Derek tinha um sorriso largo. – Muito, muito quente.
— Oh Deus, eu nem quero saber. – Ela tapou os ouvidos. – Não preciso saber. Hotch te chamou, eles estão a postos para um perfil.
Derek sorriu para ela e foi ao encontro dos outros.
Ele poderia enviar um texto para Penelope sobre isso.
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