La Vita Rosa.

36 Baby In The B.A.U


2 Anos depois...

Eles nunca estiveram mais felizes na vida. Derek, Penelope e todas as crianças e pessoas da equipe estavam respirando firme agora. Ao que parecia todos os vilões haviam parado de tentar atacar a equipe.

Levante as mãos aos céus. Eles tiveram casos extremamente horríveis. Canibais, homens que mutilavam mulheres. Penelope esteve no campo em alguns deles, protegida por todos os policias e geralmente por Derek. Se olhasse para ela de forma suspeita, Derek já estava em alerta.

Haley cresceu e agora tinha três anos. Já gostava de coisas coloridas como a mãe. Penelope levou Haley para comprar alguns vestidos novos e a contragosto da mulher da loja, mas para a felicidade de Penelope, ela quis apenas os coloridos.

Seu cabelo loiro igual a mãe, sempre com borboletas ou grampos coloridos. Para encurtar, a garota era igual a mãe.

Nas últimas duas semanas, Penelope estava irritada. Ela não conseguiu falar com Derek sem gritar e pedia desculpas para ele. Ele nunca ficou irritado com ela. Algo estava errado com ela.

No dia anterior, ela não conseguiu levantar da cama. sua cabeça girava, seu corpo não respondia. Ela não comeu muito no dia anterior porque nada ficava no estomago dela.

Abby tomou conta dela, mas durante a noite ela piorou muito e ela chamou Derek com urgência. Ela se sentia extremamente fraca e com muita dor no estomago.

Ele nem pensou em nada. Pediu a Hotch para sair antes e levar Penelope ao médico. Ele não sabia o que havia de errado. Temendo o pior, ele correu para cima quando chegou em casa. Abby estava nervosa e Penelope estava de olhos fechados.

Algo realmente estava errado.

— Pen. – Derek tentou acordar. – Baby Girl.

Ela tentou abrir os olhos. Mas a luz do quarto a deixou extremamente tonta.

— Derek. – Ela arrastou. – Eu não me sinto bem.

— Eu sei, Baby Girl. – Derek reuniu algumas roupas. – Eu vou te levar para o médico.

— Eu tenho medo. – Ela confessou. – Medo de qualquer coisa.

— Ei. – Derek pegou a mão dela. – Eu estarei perto todo o tempo.

Ela tentou falar, mas viu seu mundo girar. Ela desmaiou. Derek já tinha esperado demais. Ele a pegou nos braços e a levou para o carro.

— Por favor, Abby. – Derek pediu. – Você pode dirigir?

— Eu posso. – Ela pegou a chave e entrou. – Estamos indo.

Derek foi atrás com Penelope. Ele estava muito preocupado com ela para pensar.

Chegando na emergência, Derek se sentiu mal.

— Eu preciso de ajuda. – Derek pediu o entrar com Penelope. – Agora!

Uma maca foi providenciada e Penelope foi levada para uma sala de exames.

Derek suava feito um condenado. Ele não foi permitido na sala de exames. Não que ele não tentasse. Nem mesmo o crachá deu a ele o acesso que queria. Era frustrante.

Trinta minutos se passaram e Hotch e Reid entraram na emergência. Derek e Abby estavam em seus próprios pensamentos. Nenhuma noticia.

— Alguma coisa? – Hotch quase implorou.

— Nada. – Derek respondeu. – Estou me sentindo frustrado de verdade.

— Ela vai ficar bem. – Hotch colocou uma mão no ombro do amigo.

— Ela me olhou como se estivesse me implorando. – Derek disse. – Sei que eu tenho medo disso tudo.

Um médico finalmente apareceu para falar com Derek. Se o sorriso no rosto fosse uma indicação, ele diria eu ela ficaria bem.

— Penelope Morgan? – O médico perguntou.

— Eu. – Derek se apresentou. – Sou o marido dela.

— Bem, a senhorita Garcia está acordada agora. – O médico disse. – Ela precisa manter um plano de alimentação regular a partir de agora.

— O que ela tem? – Derek estava apreensivo. – É grave?

— Agente Morgan. – Aquele sorriso do médico outra vez. – Ela tem pré-eclâmpsia.

Reid entendeu o que o médico disse.

— Garcia está grávida? – Reid perguntou, fazendo Derek olhar para ele. – Como ela pode estar grávida?

— Eu poderia te explicar garoto. – Derek sorriu feito o gato de Cheshire. – Mas não vai querer saber.

— Não mesmo, Derek. – Reid corou. – De quanto tempo ela está?

— Dois meses. – O médico respondeu. – Ela precisa realmente de cuidados durante esse tempo. Alimentação e todos os tipos de cuidado que for necessário. Eu gostaria de manter ela aqui duas ou três noites para ser monitorada.

Hotch, Reid, Derek e Abby se olharam.

— Eu poderia ver ela? – Derek pediu. – Eu ficaria menos ansioso por ela estar aqui.

— Na verdade, ela está pedindo por você. – O médico disse. – Ela quer conversar com você.

Derek sorriu. Sua menina estava preocupada com o que ele poderia pensar.

Passando pelo corredor a caminho do quarto dela, ele sentiu um frio correr pela espinha. Eles estavam esperando outro bebê. Claro, ela tinha algo mais preocupante agora, talvez uma das consequências de tantos sequestros e com certeza da cirurgia de fígado que ela fez.

Mas pensar em Penelope gravida o fez suspirar. Da primeira vez, ele experimentou cada sensação e chute que Haley dava na barriga. Ele ansiava por isso.

Eles estavam tentando havia no mínimo seis meses, desde eu eles decidiram durante um jantar eu Haley deveria ter um irmãozinho ou irmãzinha. Então, a partir daquele dia, eles não usaram mais proteção. Eles torciam a cada exame e frustravam a cada resultado negativo.

Batendo na porta do quarto, ele entrou e viu o seu amor, ali deitada, em paz. Ela era uma visão para olhos cansados. Mesmo com o vestido estranho do hospital.

— Ei Baby Girl. – Derek se fez presente. – Não gosto quando me assusta assim. – Derek disse. – Como se sente?

— Cansada. – Ela disse. – Com sono.

— Você quer falar sobre o bebê? – Derek foi direto. – Aposto que sei sobre o que quer falar.

— Eu não queria parar na emergência outra vez. – Ela parecia com medo. – Mas acho que descobrir assim é melhor. Pelo menos, é um resultado verdadeiro.

— Não há nada o eu temer, Baby girl. – Derek colocou a mão dele na dela. – Eu estou feliz por esse bebê.

— Não está chateado? – Ela ficou aliviada.

— Na verdade. – Derek disse. – Eu estaria soltando foguetes se eu estivesse em outro lugar.

— Eles ainda não sabem se é menino ou menina. – Ela disse. – So a partir do terceiro mês.

— Eu não tenho preferência. – Ele confessou. – O que importa, é que venha com saúde, seja menino ou menina.

— Seu pequeno bajulador. – Ela abriu um sorriso. – Acho eu se fossem gêmeos você estaria muito mais alegre.

— Algo que quer me contar P? — Derek levantou uma sobrancelha.

— Ele queria apenas confirmar. – Penelope disse. – Há muito mais hormônio de gravidez para ser só um.

— Quando os resultados chegam? – Agora Derek sorria como um gato que comeu o canário.

— Daqui há uma hora. – Ela respondeu. – Eu não sei como vai funcionar.

— Vai funcionar desse jeito. – Derek pegou a mão dela outra vez. – Vou ser o melhor pai, assim como eu sempre fui com Haley.

— Você não tem medo? – Penelope perguntou.

— Apenas de que aconteça algo com você, baby girl. – Derek se inclinou e beijou a barriga dela. – Tomara que sejam gêmeos.

Uma hora se passou, lenta demais para os dois. Nesse tempo, Derek atualizou Reid, Hotch e Abby que espalharam a noticia para todos os conhecidos.

Hotch parecia alegre demais com essa noticia. Ele sempre achou eu eles mereciam essa felicidade.

Derek e Penelope riam com histórias aleatórias e carinhos entre os dois quando o médico parecendo alegre demais entrou no quarto. Deus sabe o quanto ele tentou não rir de nervoso com a noticia, mas ele soltou de primeira.

— Derek. Penelope. – Ele se sentou. – Daqui há sete meses vocês terão gêmeos. Agora, se quiserem um tempo para aceitarem a noticia eu posso sair.

— Meu Deus, Baby Girl. – Os olhos de Derek poderiam ter cegado alguém. – vamos ter gêmeos.

— Dois mini Hot Stuff. – Penelope falou.

— Ou duas garotinhas. – Derek disse. – Melhor: um mini Hot Stuff e uma Baby Girl.

— Seriam lindos. – Penelope exclamou. – Conte para sua mãe, Baby Boy.

— Ela vai pirar. – Derek disse. – Oh, acho que eu vou precisar de hora extra.

— Atreva-se a fazer hora extra e eu vou te deletar do mundo. – Penelope brincou. – Eu quero ter diversão nessa gravidez também.

— P, não acho que seja permitido. – Derek buscou ajuda do médico. – Certo, doutor?

— Na verdade. – O médico iria corrigir. – Sexo na gravidez é recomendado. Ao contrário do que acreditam ele não faz mal para o bebe. Bem, no caso para os bebês.

— Entendeu, Hot Stuff? – Penelope jogou a sugestão. – Eu vou ter diversão nessa gravidez.

— Nesse caso. – Derek beijou a esposa. – Vamos trabalhar com cuidado. Você tem pré eclampsia então, temos que pegar leve.

Penelope sorriu para ele. Em poucas horas, todos os amigos, colegas e parentes sabiam sobre a dupla novidade. Fran precisou sentar depois de receber a noticia. Dois netos, de uma vez só? Era seu presente de natal antecipado.

Derek mal continha o sorriso. Penelope grávida era sua fantasia favorita e grávida de gêmeos era ainda mais maravilhosa. Ele queria ver ela grávida de novo, porque se ele nasceu para ser, era dos filhos da sua garotinha.