La Vita Rosa.

9 I'm sorry, my love.


— Então... – Fran começou. – Você finalmente resolver colocar tudo em pratos limpos.

— Eu fui um bunda-mole desgraçado. – Derek respondeu. – Eu ferrei com todas as chances.

— Ela estava certa em te dar gelo. – Fran começou. – Você estava sendo egoísta.

— Que bom que você concorda comigo. – Ele suspirou. – Acha que ela vai me perdoar?

— Eu tenho certeza. – Anderson apareceu com um vaso de gerânios. – Antes de tudo acontecer ela disse que iria te perdoar.

— Anderson. – Derek viu o olhar do agente. – Isso parece pior do que realmente é.

— Mas ela não recuperou a consciência. – Fran colocou.

— Eu sinto muito, agente Morgan. – Anderson decorou a cabeceira de Penelope com as flores. – Eu o matei.

— E eu realmente fico agradecido. – Derek percebeu o clima. – Sente-se comigo.

— Estou no horário de almoço. – Anderson disse. – Não posso ficar.

— Lindas flores. – Fran disse. – Crisântemos brancos.

— As preferidas de Pen. – Derek disse, com carinho. — Eu fiz tudo errado.

— Talvez quando ela acordar você pode pedir desculpas. – Anderson olhava para Penelope. – Vai se surpreender com a resposta dela.

— Deus te ouça, Anderson. – Derek comentou. – Obrigado por salvar ela.

— É o meu trabalho. – Anderson sorriu e depois saiu.

Derek foi falar alguma coisa, mas o telefone de trabalho começou a tocar.

— Morgan. – Ele esperava que não fosse trabalho outra vez.

— Eu sei que você está no hospital, mas precisamos de você. – Hotch pediu. – Um desenvolvimento no ataque a Penelope.

— Estarei aí. – Derek nem pensou. – Minha mãe vai estar aqui. Pode colocar dos seguranças?

— Considere feio. – Hotch disse antes de desligar.

Derek se despediu de Penelope e de sua mãe.

Dois dias depois...

Passaram-se dois dias desde que Derek começou a trabalhar no caso e quanto mais eles procuravam, mais provas eles achavam sobre a participação de George em tudo.

— Derek. – Morgan estava cansado. – Alô?

A linha foi desconectada. Era como se alguém estivesse tentando provocar Derek. Então ele correu para o hospital.

— Derek! – Fran apareceu correndo. – Graças a deus.

— Qual o problema, mãe? – Derek se desesperou. – Onde está Penelope?

— Ela está acordando. – Fran anunciou. – Vamos.

O puxando para o quarto, ele viu as tentativas de Penelope acordar. Ele se sentou ao lado dela e pegou sua mão.

Quando sua mão foi igualmente pressionada, ele se sentiu com a melhor das drogas em seu sistema.

— Pen. – Ele começou. – Mostre seus olhos para mim.

Ela os abriu devagar. Olhando pelo quarto de hospital, ela sentiu uma paz de espirito ao ver Derek ali.

— Me desculpe. – Ela disse logo que abriu os olhos. – Eu te amo tanto.

— Poupe suas energias, Baby Girl. – Derek pediu. – Nós temos todo tempo do mundo.

— Eu te amo Derek. – Ela conseguiu dizer.

— Eu te amo mais, Deusa. – Ele beijou seus dedos. – Eu fui um estúpido por forçar você. Eu só espero que não seja tarde para desculpas.

— Bobagem. – Ela passou o dedo pela bochecha dele. – Eu te quero tanto.

— Quando você estiver melhor, eu vou fazer tudo direito. – Derek olhava para Penelope com amor. – Por enquanto você dorme.

— Pode me fazer um favor? – Ela perguntou envergonhada. – Depois eu prometo dormir.

— Certo. – Derek chegou mais perto. – O que você precisa?

— Você pode chamar a equipe aqui? – Ela pediu. – Preciso ver eles.

— Aguarde um tempo. – Derek pediu. – Vou telefonar para todos.

— Obrigado meu amor. – Penelope agradeceu. – Você sempre me faz sorrir.

— É a minha missão. – Ele saiu da sala.

Penelope olhou para o dedo e viu o anel em seu dedo. Ela sabia que agora ela poderia começar a seguir em frente.

— Eu fale com todos. – Ele começou a falar quando entrou. – Eles virão.

Ele a viu encarando o anel. Seu olhar apaixonado para a pequena peça.

— Eu ia pedir quando você estivesse acordada. – Derek justificou. – Eu não queria colocar desse jeito.

— Eu aceito. – Penelope respondeu. – Eu quero me casar com você Derek.

Ele começou a soltar lágrimas gêmeas dos olhos. Beijando o dedo e o anel ele a olhou com muita paixão.

— Então só falta encontrarmos a data perfeita para isso. – Ele respondeu. – Uma que não tenha um UnSub por perto.

— Eu me casaria até sobre chuva de balas. – Ela brincou. – Afinal nosso trabalho nos uniu.

— Tem algo que eu desejo fazer com você e não é sobre o trabalho. – Derek sussurrou no ouvido dela. – Mas você vai precisar esperar.

— Mal posso esperar por isso. – Ela brincou de volta. – Eu sinto muito por nos afastarmos.

— Não P. – Derek a cortou. – Eu sinto muito por ser um babaca. Você tinha todos os motivos para não querer um relacionamento amoroso. O que ele fez foi odioso e repugnante. Você precisava de um tempo para curar e eu fui idiota.

— Me promete algo, Derek? – Ela parecia cansanda. – Promete que nunca vai me abandonar. – Ela colocou a mão em cima da dele. – Independente do que possa acontecer.

— Não precisa pedir, Deusa. – Ele se inclinou até ela, mas parou. – Eu posso te beijar?

— Lógico, Hot Stuff. – Ela se aproximou o quanto pode e o beijou.

— Eu te amo. – Ambos falaram juntos.

Ambos sorriram. Trocando outro beijo, eles pareciam estar no céu.

A equipe chegou e viu a cena a sua frente. Ninguém tinha coragem para interromper.

Quando o beijo se tornou mais forte, Hotch limpou a garganta, tirando ambos da luxúria em que estavam.

— Vejo que temos um casal. – Rossi se aproximou. – Seja feliz Kitten. – Ele deu um beijo em sua bochecha. – Você merece.

— Obrigado David. – Penelope sorriu para ele. – Nós vamos nos conhecer antes.

— Sem detalhes. – Reid corou. – Parabéns Penelope.

— Obrigado Boy Wonder. – Penelope brincou. – Eu e meu Deus de chocolate agradecemos.

— Eu vou querer netos. – Fran disse. – Netos tão fofos quanto vocês.

— Mãe. – Derek estava envergonhado. – Ainda precisamos subir na cama.

— Quando saírem daqui por favor. – Hotch disse. – Acho que podemos manter esse lugar a salvo.

— Como você se sente Penelope? – JJ perguntou.

— Como se alguém tivesse me dado um tiro. — Penelope reclamou. – Quanto tempo eu estive fora?

— Três dias. – Derek respondeu. – Mas eu estava feliz te admirando dormir.

— Você é tão gentil, Derek. – Penelope falou. – Encontraram o atirador?

— Ele está morto. – Emily respondeu. – Anderson o matou.

— Anderson está bem? – Penelope ficou ansiosa. – Diga que ele está vivo.

— Ele está vivo, Deusa. – Derek estava com os dedos na mão dela. – Ele lutou com o bandido e não se feriu.

— Ainda bem. – Ela olhou fundo para Derek. – Não aguentaria alguém morrendo por minha causa.

— Eu teria feito. – Anderson entrou no quarto. – Você me disse uma coisa antes do incidente que me fez ter coragem.

— Você pediu desculpas para ela? – Penelope estava lembrando de tudo.

— E eu vejo que você também fez. – Ele respondeu. – Nós estamos juntos desde aquele dia.

— Que bom, Anderson. – Garcia apertou a mão dele. – Você é meu herói.

— Agora estou com ciúme. – Derek colocou a mão no coração. – Feriu meu sentimento Baby Girl.

— Não seja bobo, Chocolate Thunder. – Ela o puxou para ela. – Você sempre vai ser o herói da minha vida.

— Eu te amo, Rainha. – Derek a beijou. – Agora mostre o anel para eles.

Penelope estendeu a mão para os amigos, mostrando a pedra no dedo. Emily e JJ gritaram ao ver a joia.

— Quantas casas você vendeu para comprar isso? – Rossi examinou a pedra.

— Não o suficiente para dar o que ela merece. – Derek respondeu. – Ela merece todo esforço.

Eles ficaram por lá. Rindo e conversando sobre qualquer assunto.