La Vita Rosa.

37 Family First.


Derek tinha a vida que pediu a Deus. Ele tinha Haley, uma garotinha maravilhosa e que se alegrou com a chegada de dois novos bebes. Ela contava os dias do jeito que Spencer a ensinou. Ela fez um pequeno enfeite para o quarto dos bebês na escolinha. E estava muito animada.

Ele tinha Penelope, a garota de seus sonhos, desde o primeiro "Gomez" até o primeiro "Eu te amo" depois eu ela foi baleada. E depois quando eles começaram a namorar todos os problemas.

Agora ele tinha um casal de gêmeos a caminho. Penelope ficou parada até os seis meses, Derek sendo seu ajudante pessoal. Ele pediu licença do trabalho. Era fácil escolher entre Unsubs nojentos e sua Baby Girl. Ele batia fotos de todos os momentos que conseguia e mandava direto para sua mãe. Ela estava vendendo sua casa em Chicago e se mudando em definitivo para cá. Suas irmãs também. Penelope conseguia ajudar sua equipe de casa. Hotch fez isso por ela.

JJ e Emily ajudaram a preparar o chá de bebê dos gêmeos. Hank Spencer e Mary Jennifer estariam no mundo em três meses. Adam agora tinha quase três anos e estava feliz por poder participar. Ele e Haley eram amigos e junto com Kate participavam de tudo.

Rossi saiu misterioso um dia. Ele foi a um estúdio fotográfico e comprou um pacote maravilhoso de fotos de gravidez para Penelope, registrar esse momento.

Cada vez eu Derek olhava para sua menina grávida, ele sentia vontade de deixar ela assim para sempre. Ela era maravilhosa não grávida, com uma barriga grande, carregando duas vidas era algo que ele fez ele se apaixonar.

Eles tiveram bastante diversão sexual nesse tempo. Parecia que isso fez as coisas ainda mais quente, quase a ponto de uma explosão.

Chegando o dia do chá de bebê, Derek ajudou Penelope a sentar no salão decorado. Ela chorou de emoção, porque estava tudo tão maravilhoso que ela conseguiu sentir o quanto o pessoal a amava.

Ela era a luz da BAU e todos achavam isso e mais um pouco. Havia tubos de batom vermelho, rosa e vinho nas mesas, pequenos chapéus com os nomes dos bebês, docinhos e um bolo de chocolate. Balões cor de rosa e azuis pendurados.

Ela quase adivinhou eu Rossi havia gastado uma fortuna aqui, mas ele disse que valia cada centavo. E mais, não era tudo.

— O que é isso, Dave? – Penelope perguntou. – Algum cartão de desconto?

— Abra. – Dave tinha um sorriso largo no rosto. – Um pequeno presente.

— Vamos lá mamãe. – Derek estava a encorajando. – Estou curioso.

Penelope abriu e encontrou o pequeno voucher.

— Vale uma sessão de fotos gravidez. – Penelope olhou para Dave feliz e cheia de lágrimas. – Você David Rossi, é o melhor padrinho que alguém pode ter.

— E você, Penelope Morgan é a melhor Kitten que alguém pode respeitosamente ter. – Rossi a abraçou. – E ver você sorrir é como ver o sol.

— Tenho que concordar. – Derek a abraçou. – E ver você com essa barriga me diz que eu serei o homem mais abençoado desse mundo.

— Você sempre foi, Hot Stuff. – Penelope o beijou. – E sempre vai ser.

— Pegue um quarto. – JJ gritou, atirando uma pipoca. – É hora dos presentes.

Cada um se sentou em roda e começaram a dar seus presentes. Rossi realmente não conseguia se conter nos presentes. Penelope fechou os olhos pensando eu ele já estava falindo por causa dela.

— Primeiro eu. – Reid levantou e deu seu presente. – Você sabe tem que ter cuidados com bebês.

— Oh, Júnior. – Penelope o abraçou. – Um livro sobre cuidados com gêmeos. Obrigado Spencer.

Ele corou. Esse era um sonho de tio dele.

— Minha vez. – Emily levantou e passou uma caixa cheia de roupinhas de bebê. – Como são um pequeno casal, há roupinhas para eles dos. A rosa para a garotinha e a azul para a menina, mas com mantinhas vermelhas para cada um deles.

— São lindas. – Derek disse. – Acho que foram uma nota.

— Não pense no preço Hot Stuff. – Penelope deu um tapa no braço. – Elas são maravilhosas Emily. Obrigado.

— Sempre PG. – Emily sorriu. – Eu sempre acerto.

— Certo. – Hotch surpreendeu ao dar um presente também. – Esse é para o pai.

— Um uísque? – Derek sorriu. – É para se embebedar depois de receber a noticia que eles nasceram?

— Você nunca sabe se precisa sair no meio da noite para comprar álcool. – Hotch brincou. – É para uma reunião entre cavalheiros.

— Eu acho que vou passar, Aaron. – Derek disse. – Estarei no meio das fraldas e talco de bebê por pelo menos três meses.

— Aw. – Fran suspirou. – Vai trocar fraldas também?

— Obrigação de pai. – Derek disse, rindo. – Eu realmente adoro trocar fraldas.

Todos riram. Derek era um pai sempre presente para Haley. Era fofo.

— Minha vez. – Fran levantou e entregou seu presente. – Acho que eles podem usar esses sapatinhos. Eram de Derek e Sarah quando bebês e sempre me deu muita sorte.

Penelope sentiu as lágrimas caírem. Era algo simples, mas era muito significativo.

—Quando tudo dava errado. – Fran continuou. – Era com eles que eu me apoiava.

— Eles são lindos, Fran. – Penelope disse. – Vão ser guardados com amor e carinho.

1 Mês depois...

Derek não poderia ter pedido nada mais. Agora com sete meses, a barriga de sua amada parecia ainda maior e mais bonita. Ela ainda estava em descanso absoluto por causa da pré eclampsia e Derek era o melhor marido que ela poderia ter pedido.

Ele fazia o almoço e o jantar, levava café da manhã na cama, cuidava de Haley, dava banho, comida e levava para a creche. Ele se afastar do trabalho para virar dono de casa (como Penelope sempre chamou) foi uma benção disfarçada. Acordar com a barriga de Penelope ao seu lado e ter seus pesadelos totalmente afastados foram bônus.

Derek resolveu usar o vale book gravidez que Rossi deu no chá de bebê. Eles escolheram um pequeno jardim no parque para fazer as fotos. Toda a equipe quis participar.

Fran, Desire e Sarah também participaram. Derek mandria emoldurar cada foto que ela tirou no ensaio. Aquela garota ficaria bem até com uma folha.

A preferida dele com toda a certeza era dele, Haley e Penelope reunidos em frente a fonte do parque.

A partir daquele dia, ele entrou em modo de alerta. A médica disse que era comum em gravidez de gêmeos eles nascerem antes do tempo. Era como seu sonho particular acordado.

1 Mês depois...

Penelope não conseguia mais dormir. Ela adorava a sensação de estar carregando bebês, mas eles estavam chutando seus rins agora. Ela foi para a cozinha, já que Derek decidiu mudar o quarto do casal para o andar de baixo. Nada de escadas até essas crianças nascerem.

Naquele dia ela estava com 37 semanas. Seu sono estava totalmente comprometido, ela ganhou peso demais, mas Derek era extremamente apaixonado mesmo assim.

— Baby. – Derek foi atrás dela. – Está tudo bem?

— Eles estão chutando meus rins. – Penelope disse. – Deus eu pareço horrível.

— Na verdade. – Derek passou os braços por ela. – Você nunca esteve melhor.

— Muito galanteador Derek. – Ela disse. As eu estou parecendo uma vaca leiteira agora.

— Sabe que eu me apaixonei por você do jeito que você é. – Derek a levou para o espelho. – E você tem curvas por esse corpo todo, dois bebês quase prontos no forno e é a mulher mais gostosa desse mundo.

— Você nunca cansa disso, não é? – Ela virou para ele. – Você me amaria se eu não fosse a mesma mulher que você conheceu?

— Baby Girl. – Derek deu um beijo. – Você é linda de qualquer jeito. E essa barriga linda te faz maravilhosa.

Penelope foi falar algo, mas uma dor começou e ela estremeceu.

— Baby girl? – Derek viu a careta dela. Está tudo bem?

— Apenas uma dor. – Ela respirou. – Elas vêm e vão desde de manhã.

— Qual a frequência, Penelope? – Derek estava preocupado agora.

— Na última hora. – Ela estremeceu de novo. – A cada dez minutos.

— Vou pegar sua bolsa, Baby Girl. – Derek disse. – estou levando você para o hospital, para maternidade, meu deus, para algum lugar.

— Eles só vêm daqui a um mês Derek. – Penelope disse e estremeceu. – Ok. Eu me rendo.

Derek pegou a bolsa dos gêmeos e conduziu Penelope para o carro. Ele não queria acordar Haley, mas não podia esperar sua mãe.

— Baby Doll? – Derek acordou a filha. – Estamos indo para o hospital.

— Mamãe está bem? – Ela perguntou assustada.

— Seus irmãos estão prontos para nascer, Baby Doll. – Derek colocou a filha no colo. – Sente-se, coloque o cinto e durma um pouco.

— Sua mãe, Derek. – Penelope disse e imediatamente sentiu água a seus pés.

Ele olhou para ela assustado. Agora era oficial. Penelope estava em trabalho de parto.

Ele nunca conduziu tão rápido em sua vida, a menos que tivesse carregando uma ambulância cheia de bombas por Nova York ou perseguindo um suspeito. Penelope estava em trabalho de parto e era urgente e necessário chegar ao hospital.

Era seu sonho se realizando. Ele ligou para sua mãe, para a equipe e para qualquer um que ele lembrou. Todos prometeram estar lá. Seus filhos estavam prontos para nascer. E por mais que ele não admitisse, era seu sonho que estava se realizando.