La Vita Rosa.
46 Ending Seasons
Quatro anos depois...
Lentamente as coisas voltaram a correr normalmente. Apesar de Penelope sempre precisar tomar remédios para ansiedade e como consequência não poder mais ter filhos, eles faziam as coisas funcionarem.
Hank e Mary estavam prontos para ir à escola e Haley parecia ainda maior.
Tamara foi para uma penitenciaria de segurança máxima na Georgia, o que não a impediu de ter um caso com o guarda de lá, subornando para ganhar privilégios específicos. Qualquer remédio ou coisa que ela precisasse, ele traria para ela na mesma hora ou dia seguinte.
Ela estava preparando seu plano de fuga há algum tempo. Seu plano assim que ela estivesse fora da cadeia, seria levar Penelope até a borda de uma montanha e de lá, se atirar com ela a matando na hora.
Se Derek não fosse dela, Penelope também não teria.
Colocando um pouco de sedativo no café do seu amante, Tamara o chamou para sua cela para uma noite quente. Eles estavam se beijando e ele começou a ficar cansado demais para qualquer coisa. Ela pegou as chaves, as roupas e o boné do guarda e o trancou dentro. Ela passou pela porta normalmente.
Pegando o carro do guarda, ela começou a colocar seu plano em curso. Ela dirigiu tão rápido quanto conseguiu para Washington.
Penelope acabava de sair de mais uma noite no centro de aconselhamento. Derek a aconselhou a voltar. Talvez ela conseguisse ficar menos tensa, apesar disso, eles se amavam cada dia e cada vez mais.
Sentada atrás do volante, ela respirou. Ela começou a chorar ao lembrar da consulta eu fez sua vida desmoronar.
Desculpe senhorita Garcia. Você não pode mais ter filhos. Os antibióticos acabaram com sua fertilidade.
Derek não ficou tão triste quanto ela, mas ele a apoiava e sabia que ele estava em negação tanto quanto ela.
Uma batida no vidro a tirou dos pensamentos. Faziam quase quatro horas que Tamara havia fugido e ela já estaria na cidade agora.
— Posso ajudar? – Penelope engasgou ao ver quem era. – Tamara?
— Chegou a hora de pagar cadela! – Tamara deu uma coronhada em Penelope a deixando inconsciente.
Ela empurrou Penelope para o banco do acompanhante e acelerou de lá.
Meia hora depois...
Derek estava impaciente. Penelope geralmente ligava quando iria se atrasar, mas hoje ela não fez. Era para ela estar aqui meia hora atrás. Ela havia mandado uma mensagem avisando que estava a caminho.
Largando o prato vazio e dando ao concierge instruções caso Penelope aparecesse ele saiu. Tentou seu celular quatro vezes. Haley atendeu o telefone da casa deles. Ela também não deu noticias por lá.
— Penelope! – Derek torceu para ser ela.
— Derek, sou eu, Hotchner. – Hotch falou. – Olha, a unidade de segurança máxima da Georgia avisou que Tamara fugiu há quase cinco horas.
Derek começou a juntar pedaços de eventos. Penelope não dando noticiais, a demora, o sumiço. Era um momento que ele não queria voltar. Tamara havia prometido matar Penelope um dia.
— Uma unidade relatou o carro de Penelope indo para as montanhas Fallons. – Rossi avisou pelo rádio. – Se Tamara está com ela eu tenho quase certeza que ela vai atirar Penelope de lá.
— Estamos indo. – Hotch gritou. – O que Tamara está fazendo? Ela sabe que se matar Penelope ela estará morta na mesma hora.
— Ela não vai matar Penelope. – Reid olhou para os colegas. – Ela vai se matar e levar Penelope junto com ela.
Derek acelerou o quanto pode. Ele não poderia acreditar que Tamara estava tão louca assim. Se passaram só quatro anos e ela já estava voltando a acabar com a vida deles outra vez.
Tamara parou o carro quase perto da borda da montanha. Ventava demais naquele momento. Arrastando Penelope o quanto pode, ela a colocou em pé na borda ao seu lado.
Cabelos balançando com o vento forte, assim como as roupas que ambas usavam. Tamara estava com um vestido simples que ela roubou durante uma parada. Penelope estava com um vestido fino e esvoaçante para ir jantar com Derek.
Aos poucos Penelope foi voltando a consciência e olhou em volta, apenas para ver que estava com as mãos amarradas e próxima a uma borda de montanha. Tamara estava rindo a sua frente com o terror de sua vitima.
— Nos encontramos outra vez, Penelope. – Tamara falou convencida. – Agora vai ser o seu destino e o meu também.
— Você tinha uma vida boa pela frente. – Penelope falou. – Assim como eu tenho.
— Você e eu vamos morrer hoje, Penelope. – Tamara disse. – Eu acho que seus amigos sabem que estamos aqui. É so o tempo de eles chegarem e eu e você seremos apenas espíritos.
— Porque? – Os cabelos de Penelope voavam com o vento. – Eu não posso morrer. Tenho filhos para criar.
— Você não entende? – Tamara gritou. – Eu deveria ter dado essas crianças a ele. Você nunca deveria ter se engraçado com ele.
— Tamara. – Penelope tentou negociar. – Eu posso te ajudar se você precisar. Apenas vamos sair daqui.
Tamara deu um tapa em Penelope e viu as luzes do SUV do governo.
— É tarde demais, Penelope. – Tamara fechou os olhos. – É aqui que tudo acaba.
— Tamara! – Derek estava correndo na direção das duas. – Por favor não faça isso.
— Você não entende Derek! – Ela gritou. – Você deveria ser meu, Derek. Apenas meu.
— Se você desistir a gente pode ficar junto. – Derek começou a entrar na fantasia. – Penelope pode ficar com os filhos e a gente fica junto.
— Você tem certeza, Derek? – Tamara começou a chorar. – Você me ama?
— Eu sempre te amei. – Ele olhou para Penelope esperando eu ela entrasse no jogo. – Eu sinto muito Pen. Eu amo Tamara.
Empurrando Penelope para longe da borda, a fazendo cair e bater em uma pedra Tamara deu um passo a mais para a borda.
— Era tudo o que eu precisava ouvir, Derek. – Ela o olhou. – Eu também vou sempre te amar, mas não podemos ficar junto.
— Tamara não! – Derek tentou impedir a mulher de pular.
Ela sorriu para ele e pulou. Penelope ainda estava segura, mas caída contra a pedra.
— Está tudo bem, Baby Girl. – Derek a envolveu em seus braços. – Ela foi embora para sempre.
Ele a colocou no chão e olhou para baixo. O corpo de Tamara estava lá e ela já estava possivelmente morta agora.
Quatro meses depois...
Eles fizeram uma renovação de votos para todos da equipe.
Penelope e Derek foram os primeiros a renovarem os votos. Derek comprou um anel de zircônia cubica, cheia de cristais ao redor. Era simples e maravilhoso ao mesmo tempo.
Penelope estava com um vestido rendado, que caia a ela como uma luva. Derek a avistou no corredor e reprimiu um gemido de excitação. Ela estava cada da mais linda. O véu no cabelo loiro dela a fazia espetacular e Derek queria era mais levar ela para seu quarto e ter um momento muito privado com sua deusa.
— Estamos aqui para renovar os votos de Derek e Penelope. – O ministro começou. – Eles passaram por muitas coisas durante esses dez anos de casamento e nunca se deixaram abalar. Seu amor deu frutos. Hank Spencer, Mary Jennifer e Haley Esther são as provas que um amor supera qualquer situação.
Hank trouxe as alianças com ele. Depois de abençoar, Derek pegou a de Penelope. todos na igreja estavam em lágrimas.
— Penelope Grace Garcia Morgan. – Derek começou. – Receba essa aliança como símbolo do meu amor. Para te amar na alegria e na tristeza, na saúde e na doença até que a morte nos separe.
— Derek Morgan. – Penelope começou a colocar a aliança. – Receba essa aliança como símbolo do meu amor. Para te amar na alegria e na tristeza, na saúde e na doença até que a morte nos separe.
—- Eu os declaro marido e mulher. – O ministro anunciou. – Pode beijar a noiva.
Derek a inclinou e a beijou. Ela devolveu o beijo, passando os braços pelo pescoço dele.
Houve aplausos por todo o espaço.
Um a um, todos os casais renovaram seus votos de casamento.
Derek e Penelope foram para a praia logo ao lado do espaço alugado. Eles se sentaram na areia apenas curtindo o som do mar. Perdido em seus pensamentos sobre tudo o que aconteceu durante todos esses anos.
— Derek. – Penelope o tirou dos pensamentos. – Eu acho que a médica mentiu para nós.
— Como assim, Baby Girl? – Derek a olhou.
— Eu fiz um teste dois dias atrás. – Penelope começou. – Tive todos os primeiros sintomas de gravidez. E estou grávida, Derek.
Derek sorriu. Seus olhos estavam iluminados com essa noticia.
— Quanto tempo Baby Girl? – Derek perguntou todo bobo.
— Talvez dois meses. – ela respondeu. – Não está bravo?
— Eu nunca imaginei ter outro bebe depois do eu a médica falou. – Derek se abaixou e beijou a barriga de Penelope. – Eu vou amar ver você grávida de novo.
Sete meses depois...
A barriga de Penelope estava incrivelmente grande. Eles descobriram que teriam um menino e Derek estava feliz. Ele nunca se importou com sexo. Se viesse com saúde ele iria amar.
— Ugh! – Penelope estava com Derek dormindo.
— Tudo bem, Baby girl? – Derek se levantou.
— Eu acho que ele está chegando Derek. – Ela apenas disse. – Pegue a bolsa. Oh céus!
— O que foi? – Derek estava em alerta.
— Ou eu fiz xixi ou a minha bolsa rompeu. – Penelope disse sentando. – Está pronto para isso Derek?
— Estou Baby Girl.- Derek a levou para o carro.
— Isso vai atrasar o lançamento do meu celular. – Ela brincou. – Meus executivos não vão curtir.
Derek apenas sorriu.
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