La Vita Rosa.
47 Final
Muita coisa mudou desde que Derek e Penelope receber Steve Morgan em sua família.
Penelope deixou sua posição na BAU e lançou o Penny'sPhone. Um smarthphone para crianças aprenderem código e usarem suas vidas para o bem.
O primeiro deu tão certo que ela trabalhava atualmente em uma linha para adultos. Todos queriam. Era absolutamente um sucesso de vendas.
Derek deixou de ser apenas agente na BAU. Com a transferência de Hotch par a diretoria do FBI, ele se tornou o líder da equipe. Era mais que fantástico para ele.
Emily Hotchner era a vice-diretora do FBI junto com o marido.
JJ virou senadora. Era maluco no começo, mas ela sabia administrar. Entre os filhos e o marido, o trabalho vinha por último. Ela acabou criando uma lei de apoio a vítimas de homens que agridem nas esposas e que saem impune. Era uma batalha diária.
Spencer e Abby receberam uma bolsa de estudos na universidade de Edimburgo. Era o sonho de todos. Eles se mudaram com Kate e Tony, seu novo bebê para lá.
Rossi se aposentou do FBI em definitivo. Ele estava muito velho para aquilo agora. Comprando a velha cabana de Gideon, ele resolveu aproveitar para escrever mais livros ao som dos pássaros.
A nova equipe agora era formada por novos agentes. Hank Spencer, Henry Jareau e Haley. Ambos todos entraram no mesmo ano, mesmo com Penelope implorando para Haley não seguir a carreira. Ela sabia que era complicado e a filha ainda tinha porte de arma.
— Vou ficar bem, mãe. – Haley garantiu. – Nada a temer.
Penelope pintou o cabelo de moreno acobreado e Derek demonstrou o quanto gostou quando eles ficaram sozinho duas semanas depois em Acapulco. Foram semanas de muito amor. Literalmente.
Eles não quiseram mais filhos, o que não queria dizer menos netos. Derek sentiu muita tristeza quando Fran faleceu. Ela sempre desejou ter os netos dele e era algo gratificante que ela tenha falecido com um sorriso, mesmo na UTI.
Em sua homenagem, Derek inaugurou o centro Fran Morgan de assistência a mulheres que sofreram violência física, psicológica e sexual. Sua mãe sempre quis uma coisa assim.
Penelope deu a sogra falecida o melhor tumulo e serviço funerário. Rossi abraçou os dois e se isolou na cabana. Nos quatorze anos em que foram casados, ele aprendeu que deveria valorizar mais as pessoas.
Todos se reuniram para um piquenique no parque. Eles estavam aqui, quase trinta anos depois, felizes, bem casados e com filhos.
— Penelope Garcia? – Alguém a chamou.
Penelope inocentemente levantou e quando fez uma bala atingiu seu coração.
O que Derek viu na sua frente foi demais para ele. Penelope estava morta na sua frente. Ela nem teve tempo para dizer outra vez Eu te amo a ele.
O homem atirou contra si mesmo e morreu covardemente sozinho.
Derek sofreu com a cena a sua frente. O grande amor de sua vida, estava morta. Ele se prendeu ao corpo sem vida da esposa e chorou. Até gritar e depois chorar de novo.
Aos prantos, Emily e JJ não conseguiam acreditar na cena da amiga morta. Elas se abraçaram e choraram. Hotch tentava ser forte, mas por dentro estava morto de dor.
Haley estava nos braços de Jack e Henry. Hank e Mary Jennifer abraçados.
Reid caiu na frente da irmã e chorou com Derek.
O legista apareceu, mas não teve coragem de interferir na cena. A jovem mulher, morta na sua frente fez seu estomago girar.
Amanhã marcou muito para todos.
Quando os preparativos para o velório de Penelope começaram, a ficha de Derek caiu como uma bomba. O amor da sua vida, sua garota estava realmente morta e ele nem sabia os motivos do homem. Ele ficou na funerária, incapaz de se separar de Penelope.
Em poucas horas isso iria se tornar para sempre. Ela não deveria ter morrido. Não depois de cada coisa estúpida que eles passaram.
O vestido preto de Emily não parecia amigável para ela. A foto de Penelope, JJ e ela em uma festa quatro meses atrás era uma lembrança maligna agora.
Jogando o mais longe que ela pode, ela sentiu o vidro quebrar.
— Está tudo bem? – Hotch a abraçou. – Vai ficar tudo bem.
— Não deveria ser assim. – Emily chorou. – Penelope deveria estar viva.
— Não sabemos quem ele era. – Hotch parecia acabado. – Nem seus motivos.
— Derek não vai suportar. – Ela disse. – O amor dos dois era lindo.
Nenhum dos dois conseguiu falar mais.
Derek voltou para casa no modo automático. Nada mais fazia sentido para ele. A casa vazia, sem a risada de Penelope era um lembrete horrível eu ela nunca mais voltaria.
O porta retratos do casamento era duro, o vestido branco de noiva era ainda mais. Mas ele decidiu que ela iria ser enterrada com ele. Ela merecia ser bonita nessa hora também.
— Eu queria que houvesse algo que eu pudesse dizer para parar suas lágrimas. Para tirar a dor de perdê-la, mas não posso. O que posso fazer é relembrar a sorte que tivemos em ter Penelope em nossas vidas. O que o Senhor pede de nós? Para fazer justiça, amar a misericórdia e andar humildemente com nosso Deus. — O discurso de Derek começou. O caixão a sua frente o fazia chorar mesmo lendo as linhas de um discurso que Reid escreveu.
— Eu nunca vou esquecer o dia em que a conheci. Foi o primeiro dia dela no trabalho. Ela recebera uma oportunidade que a maioria dos agentes espera uma vida inteira para conseguir. Como todos vocês, estou triste e com raiva. Como você também, também sou muito abençoada por conhecer Penelope. – Derek estava com a voz embargada. – Nós sabemos exatamente onde ela está.
Hotch, Reid, Gibbs, Rossi, Tony e Derek carregaram o caixão de Penelope rumo a sua nova morada.
— "Quando ela morrer, tome-a e corte-a em pequenas estrelas, e ela fará a face do céu tão linda que todo o mundo estará apaixonado pela noite e não prestará culto ao sol berrante ". Romeu e Julieta. – Reid foi quem leu. – Penelope adorava Romeu e julieta. Doctor Who e Beyonce.
Quando todos saíram do cemitério, Derek ficou por lá. Seu coração queria bater em algo, mas Haley, Hank, Mary e o Steve precisavam dele ainda.
— Eu te amo Penelope Garcia. – Derek beijou o caixão da esposa.
Longe dali escondida em uma arvore, Penelope olhava para Derek. Ela sabia que precisava proteger sua família agora. As ameaças do passado ameaçavam a todos e se ela simplesmente morresse eles estariam seguros.
— Eu nunca mais posso voltar? – Ela perguntou para o agente ao seu lado. – Derek e meus filhos merecem saber a verdade.
— Eles precisam morrer para viver com você outra vez, Garcia. – Ele respondeu. – Acho que ele te perdoaria. — Converse com eles. – Ela colocou a peruca e entrou no carro.
Foram apenas cinco meses quando todos os membros restantes foram dados como mortos em um acidente. foi difícil no começo, enterrar outros amigos e nunca descobrir o porque.
Derek e Penelope se reencontraram. Ele nunca ficou tão aliviado em fingir a própria morte. Haley, Hank Spencer, Mary e Steve também. Eles moravam em paris.
A família Morgan deixou de existir oficialmente. Agora eles eram a família Sant Gred. Eles viveram muito tempo e nunca mais souberam sobre os outros ou sobre a explosão que os matou.
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