Uma semana depois...

Penelope teve uma pequena febre um dia depois de dar à luz. Ela sabia que poderia ocorrer devido ao seu transplante de fígado alguns anos atrás. Nada demais, mas o médico teve alguns problemas para baixar e ela precisou ficar mais alguns dias.

Mary Jennifer e Hank Spencer foram para casa com Spencer e Hotch. Derek ficou ao lado da esposa durante o tempo todo. Era uma das coisas que as mulheres adoravam nesse casal.

Derek era um marido dedicado demais e sempre estava pronto para qualquer coisa que ela precisasse.

Ele contratou uma babá para auxiliar Penelope quando seus filhos estivessem em casa. ele a ajudava usar o banheiro. Resumindo, era o marido perfeito.

As pequenas falhas que ele tinha eram antes do casamento. Tamara, Jordan e o diabo na cruz. Nenhuma delas apareceu novamente e ele nem as queria de volta.

Quando Penelope chegou em casa, ela começou a rir.

— O que? – Derek perguntou. – Qual o motivo da risada, garota boba?

— Estou te imaginando trocando fraldas. – Penelope disse, antes de cair outra vez na risada. – Totalmente branco de talco.

— Eu já sei trocar fralda, lembra? – Derek se sentou ao lado dela. – Troquei muitas fraldas de Haley.

—Oh, e eu perdi essa cena? – Ela parecia chateada. – Poderia ter usado essas fotos.

— Podemos fazer algumas enquanto eu troco as fraldas. – Derek brincou. – Acho que eu ficaria bem fotogênico.

— Na verdade... – Penelope foi até o marido. – Acho que temos algum tempo até as crianças acordarem.

Penelope levou Derek até a cama, nunca deixando a boca dele.

— Você quer Baby girl? – Derek disse em um intervalo. – Você sabe que é uma delicia?

— Só porque acabei de dar à luz? – Ela fingiu chateação. – Acho que vou dar à luz mais vezes.

— Me beije, Penelope. – Derek pediu.

Soltando o cinto de Derek eles caíram na cama. Penelope abaixou as cuecas dele e ficou admirando o instrumento de seu marido. Passando um dedo em todo o cumprimento, Derek suspirou. Ele nunca se cansaria disso.

— Baby. – Derek fechou os olhos. – Eu vou durar pouco se continuar com essa mão.

Ela sorriu e trocou a mão pela boca. Derek grunhiu em êxtase.

— Penelope. – Derek sabia que iria chegar logo. – Suba em mim.

Tirando a própria roupa, ela sentiu Derek ter dificuldade em respirar. Ela sempre teve esse efeito em seu marido.

Ela subiu em cima de Derek enquanto ele a beijava. Um vai e vem rápido de ambos e ele alcançou o próprio orgasmo em uma explosão. Penelope seguiu e teve que se segurar em Derek e morder algo para não acordar os filhos.

— Baby Girl. – Derek deitou na cama. – Você é a melhor.

— Obrigado Hot Stuff. – Ela girou sobre o marido. – Eu sempre tive esse efeito em você, né?

— Sempre. – Ele a levou para baixo e ficou por cima dela. – Eu poderia fazer amor com você a vida toda e ainda não ficar saciado.

Penelope foi falar algo, mas o choro de dois bebês invadiu a sala e eles riram.

— A hora da diversão acabou. – Ela disse com um beicinho. – É sua vez de trocar as fraldas deles.

— Eu vou fazer isso. – Derek sussurrou e partiu. – E quando eu voltar com eles você amamenta.

— É porque você não tem seios Derek. – Ela provocou. – Você poderia comprar aqueles falsos que enche de leite e dar de mamar.

Derek olhou para Penelope esperando ver uma brincadeira, mas o rosto sério dizia eu era uma idéia real.

— Acha que eu ficaria bem de peitos? – Derek entrou na onda. – Não sei há regas sobre isso no FBI.

— Oh, Hot Stuff. – Penelope o abraçou por trás. – Você poderia competir comigo.

— Baby Girl. – Derek começou. – Eu vou comprar um só por curiosidade.

— Oh deixe eu comprar Para você. – Penelope pediu. – Há um modelo certo para cada um.

— Certo. – Derek saiu para os bebes.

Penelope sentiu seu telefone tocando com o som de uma mensagem chegando. Ela andou até ele e leu a mensagem.

Em breve, Penelope. Muito em breve você vai desejar nunca ter casado com Derek Morgan. Assista suas costas. Eu estou chegando.

Penelope largou o celular na cama, com medo. De novo não. Eles estavam seguros agora, porque alguém tentaria machucar sua família?

Washington...

2 Meses depois...

Não houve mais nenhuma mensagem depois daquela, então ela achou que era uma brincadeira de mal gosto. Durante os casos em que Derek precisava sair por muito tempo, Penelope insistia para que seus filhos ficassem com Fran.

Casada com Rossi, Fran sabia que essa era uma boa opção. Penelope se mudava para lá enquanto todos estavam fora. Ela cozinhava com Fran todas as noites. Como a casa de Rossi era grande, ele sugeriu que ela e Morgan junto com os filhos se mudassem com Abby, Spencer e Kate para a casa. havia lugar suficiente para todos.

A mudança foi aprovada e os primeiros foram a família de Spencer. Abby trabalhava em um laboratório na Virginia, pesquisando células tronco, o que ela adorava.

Kate e Haley eram inseparáveis e iam a mesma escolinha. Junto com Adam, filho de Hotch e Emily.

Então quando Reid e Abby se mudaram, Haley foi junto com Kate para a casa de Rossi na frente.

A maioria das coisas de Derek e Penelope já estavam por lá, porém Penelope precisava de uma mala que esqueceu na casa. O frio que fazia era tanto que ela resolveu esperar a neve parar um pouco. Dentro da casa onde ela viveu nos últimos cinco anos, ela relembrou todos os mais lindos momentos, sem notar que alguém se aproximava.

A madeira rangeu sob os pés do homem que estava ali para levá-la, tirando Penelope de seu devaneio.

— Quem é você? – Penelope tentou se afastar. – O que você quer?

O homem ficou calado. Penelope tomou como uma dica para correr até a porta.

— Fique longe de mim. – Ela gritou enquanto corria. – Meu marido é um agente federal.

Prestes a alcançar a maçaneta, ela foi puxada para o chão pela perna, a torcendo no processo.

— Não! – Penelope gritou quando caiu. – Socorro! Socorro!

Esperança que alguém pelo menos ouvisse seus gritos ela teve. Ela começou a ser arrastada e mesmo com o pé em chamas de dor, ela tentou se livrar.

— Cale a boca princesa. – O homem a ameaçou. – Não quer que eu vá atrás dos seus bebezinhos, não é?

— Deixe eles em paz por favor. – Penelope conseguiu levantar. – Desgraçado.

Jogando o pé em direção ao peito do homem, ela tentou fugir quando ele se recuperava do impacto.

— Cadela! – Ele correu atrás, subindo a escada em direção a onde ela havia ido.

Seu pé doía por ter sido torcido, mas ela se obrigou a chorar em silêncio, escondida dentro do armário.

Bravo, o homem decidiu tentar outro dia quando ele ouviu as sirenes de longe. Ele correu para a van e saiu correndo. Penelope abriu o armário devagar, tropeçando no quarto e não conseguindo ficar em pé.

— FBI! – A voz de Hotch soou pelo andar de baixo da casa. – Penelope! você está aqui?

— Baby Girl! – Derek gritou. – Você está bem?

— Kitten! – Rossi também estava lá.

— Se separem. – Hotch disse. – Morgan vá na parte de trás. Rossi fica aqui em baixo. Eu vou subir e verificar cada quarto.

Hotch subiu pelas escadas, entrando diretamente no antigo quarto do casal. Ligando a luz, Hotch viu Penelope paralisada de medo.

— Penelope. – Hotch se abaixou ao lado dela. – Eu a encontrei quarto principal. – Hotch falou no comunicador. – Hey Penelope. Está tudo bem, vamos levar você para casa.

— Hotch. – Penelope estava sem forças. – Eu consegui fugir.

— Guarde suas forças. – Hotch resolveu levar Penelope para baixo. – Eu vou levantar você, certo? Vai doer, mas depois eu prometo que vai passar.

Hotch pegou Penelope com cuidado e colocou em sus braços.

— Não. – Penelope conseguiu gritar fracamente. – Dói.

— Está tudo bem. – Hotch saiu do quarto em direção a sala.

— Hotch! – Derek gritou. – Baby Girl.

Hotch a colocou no sofá, o último móvel disponível.

— Preciso de uma ambulância. – Hotch falou com alguém no telefone. – West Bridge com a Fulton.

— Quem fez isso com você Baby Girl? – Derek perguntou. – Quem te machucou?

— Eu não sei quem ele é. – Penelope começou a chorar nos braços de Derek. – Eu não o vi chegar até uma madeira ranger.

— O que ele queria? – Derek tentou.- Hey, Não feche os olhos Penelope. Fique acordada.

— Eu sempre te amei. – Ela disse, antes de desmaiar.

— Penelope! – Derek a puxou em seus braços. – Por favor, acorde. Não me abandone agora.

— Derek. – Rossi o fez deixar Penelope quieta. – Ela vai ficar bem.

— Ficar Bem? – Derek perguntou incrédulo. – Olhe para ela, Rossi. Olhos roxos, o pé foi completamente torcido e pode estar quebrado.

— Ela está em choque, Derek. – Rossi apenas disse. – Ela lutou bastante pelo jeito.

— Porque alguém tentou sequestrar ela? – Derek pediu. – O que eles queriam com ela?

Longe dali o homem ligou para alguém.

— O plano não deu certo. – Ele falou ao telefone. – Vou dar o fora daqui antes que me identifiquem. Ache outro para seu trabalho de vingança, Tamara.

— Eu te paguei bem para levar essa garota. – Tamara gritou ao telefone.- Não importa o quão perigoso é.

— Eu já falei, Tamara. – Ele gritou de novo. – Eu sei o quanto Derek é seu brinquedinho, mas a mulher dele é uma lutadora.

Tamara desligou nervosa. Pegando um dardo, ela jogou em direção a uma foto de Penelope na porta, passando poucos centímetros de Jordan.

— Desculpe, Jordan. – Tamara respirou. – Estou fumando pelos ouvidos.

— Devemos adiar a entrega dos objetos de tortura? – Jordan ignorou completamente.

— Não. – Tamara disse se sentando. – Instale eles e contrate os garotos desonrados da CIA.

— Eles devem saber o quão arriscado isso é? – Jordan perguntou.

— Daremos duas semanas e depois damos continuidade. – Tamara não respondeu a respondeu.

Hospital North West...

— Penelope Morgan? – Um médico perguntou.

— Derek Morgan. – Derek se apresentou. – Marido dela.

— A senhorita Morgan fraturou o tornozelo e passou por uma cirurgia para colocar pinos. – O médico começou. – Ela precisa de dois ou três dias de recuperação. Além disso ela tem um pulso machucado e uma concussão séria, mas nada grave.

Derek se sentou. Ele teve medo de perguntar.

— Sinas de estupro? – Reid perguntou.

— Nenhum. – O médico disse, aliviando a tensão. – Ela está se recuperando da anestesia no momento.

— Eu posso ver ela? – Derek pediu.

— Claro. – O médico chamou uma enfermeira – Acompanhe o senhor Morgan ao quarto da esposa dele.

Derek seguiu a enfermeira pelo corredor, ansioso para ver a esposa.