Kiss Me.

14 Remorso?


Notas iniciais
Vim rápido desta vez não é? ^-^ Muito mesmo <.< >.>
40 leitoras/es, 12 favoritos, 5 recomendações e 84 comentários, daqui a pouco -talvez -, 100! Eu devia estar feliz com isso, na verdade, estou; mas nem sempre sou incentivada como queria.
De qualquer forma, continuo pelas pessoas que comentam, por que sem elas eu já teria parado essa história a muito tempo! Então, você que fica fantasmizando a fic inteira não venha me cobrar yaoi ou reclamar por estar demorando na postagem ou pedir para eu não parar, por que eu posso ser bem grossa quando quero ♥
Apenas um desabafo e uma indireta, rç
Aliás, outra recomendação, meu deus!! Não esperava por essa, sério. Sasori no Danna obrigada ^-^'
Capítulo dedicado a quem comenta, e a Sasori no Danna pela recomendação >w
Desculpe qualquer erro e boa leitura!

Duas semanas para estudar, uma semana para o evento, três dias para entregar um trabalho, duas preocupações.

Cabelos brancos, dor nas costas, insônia, falta de apetite; será que minha morte está próxima? Não seria tão ruim, seria apenas uma forma de poder descansar.

Não conseguia enganar ninguém: eu estava exausto.

Não me alimento direito há dias, não consigo dormir durante a noite e a tarde eu pareço um zumbi nos corredores da escola; dores fortes de cabeça e em alguns músculos do corpo.

E digo que, fazer educação física nessas condições não é apropriado.

– Essa matéria é um saco! – comentei empurrando as costas de Itachi de leve, até que suas mãos alcançassem os pés. – Não gosto de ficar ao ar livre... – resmunguei novamente, parando de forçar as costas dele e o deixando voltar ao normal.

– Hunf. – ele reclamou passando as mãos nas laterais do corpo, como se estivesse com dor. – Eu também prefiro ficar lendo em uma biblioteca exageradamente silenciosa.

Concordei respirando fundo ao ouvir o som do apito do professor. Trocamos de posição e eu me sentei, de costas para o moreno enquanto ele emburrava minhas costas para frente.

Eu não conseguia tocar meus pés, e isso era frustrante porque meu corpo doía a cada esforço que eu fazia para alcançá-los.

E o pior de tudo, é que o professor teimava em comentar que estou fora de forma.

Isso não é uma coisa agradável de ouvir!

– Você está emagrecendo... Está se alimentando devidamente? – Itachi questionou segurando meus ombros e emburrando-os para frente com delicadeza.

Pensei em falar a verdade.

– Estou. – minto na cara de pau. – Deve ser sua imaginação!

Ele me soltou e estiquei os braços, fazendo uma careta de dor pelas costas recém-doloridas. O sinal soou e eu dei graças a Kami-sama. Apesar das pessoas estarem levantando e saindo, eu fiquei um tempo sentado, expulsando a dor de cabeça mentalmente.

Para minha infelicidade, Itachi percebeu.

– Sasori, você não parece bem! — sua voz saiu em um tom preocupado.

– Eu estou apenas cansado... – estiquei o braço, pedindo sua ajuda para levantar; e assim ele o fez. Limpei o short preto que usava e peguei minha mochila, caminhando em direção ao vestuário trocar minha roupa.

Odeio roupas de esportes; mais especificamente as roupas que usamos nessa escola. Um short preto um pouco acima do joelho e uma camiseta de mangas curtas branca com o símbolo do colégio.

– Vamos ter reunião hoje, vai participar? – o moreno perguntou quando chegamos ao local desejado.

– Acho que sim. – disse sem pensar. Por incrível que pareça, não estou com saco para ter aula hoje.

Tirei a camiseta, abrindo meu armário e pegando meu uniforme. Em minha opinião, o uniforme não é muito bom, mas melhor do que esse traje ridículo de esportes.

Tirei os sapatos e percebi o olhar de Itachi sobre mim.

– O que foi? – perguntei franzindo o cenho ao ver corar de leve.

– Nada! – abriu seu armário pegando seu uniforme também.

Itachi às vezes me deixa mais confuso do que Deidara. Isso é angustiante.

Na verdade, eu devia parar de ficar prestando atenção nesse tipo de coisa, mas é quase involuntário. O moreno apareceu do meu lado depois de alguns minutos já pronto para a reunião da organização. Coloquei meu uniforme e peguei o sobretudo da Akatsuki colocando no ombro.

Andamos pelos corredores da escola, indo em direção a sala de aula informar o professor sobre a reunião.

Nesse percurso fiquei pensando; antigamente eu via Itachi como uma ameaça, e agora, ele é como um amigo muito próximo. Sempre estávamos juntos, conversávamos sobre quase tudo, e gostávamos da companhia um do outro.

Ri com o pensamento. Que irônico; eu iria ficar amigo da pessoa que jurei superar em tudo.

– Do que está rindo? – perguntou após falar com o professor.

–Nada, apenas pensamentos monótonos. – dei de ombros falando com minha indiferença habitual.

Andamos até a sala de reuniões e entramos, encontrando o mesmo de sempre; porém, algo me deixou intrigado, havia alguém a mais ali. Um moreno mascarado, que nunca havia visto antes. Vi ele se virar e acenar para Itachi que soltou alguns xingamentos.

Franzi o cenho, mas não questionei nada.

Pain foi o último a chegar. Folgado como sempre, hunf.

– Sasori, antes de começar a reunião, quero lhe apresentar alguém. – o alaranjado disse calmamente. – Esse é Tobi.

Hm, então esse é o tal Tobi que ele falou na primeira reunião que eu havia ido, interessante.

Mas por que ele usava uma máscara?

– É um prazer Sasori-san! – ele disse em uma voz animada, porém, eu percebi um pouco de sarcasmo.

– O prazer é todo meu. – disse no mesmo tom, porém, mudando a animação para indiferença.

Ficamos nos encarando por algum tempo. Na verdade, ele ficou me fitando por um bom tempo, pude até ouvir Kisame sussurrar um “que constrangedor” para Hidan, mas não entendi o porquê.

De qualquer forma, esse moreno continuava me encarando; e acho que, se não fosse pela máscara escondendo seu rosto, aposto que ele estaria me fuzilando com o olhar.

Mas o por quê? Quantas pessoas estranhas estou conhecendo recentemente.

Pain pigarreou chamando a atenção da sala para ele.

– Vamos começar.

[...]

– Adoro essa música. – comentei aumentando o volume do som.

Itachi pegou um dos fones, sorrindo de lado logo após.

– Não sabia que gostava desse tipo de música. – o moreno comentou parando de andar para olhar se não vinha nenhum carro.

– Não gosto, mas essa banda é uma das exceções. – comentei com um sorriso pequeno.

Já havíamos saído da escola, o dia ainda estava claro e por culpa do professor, que colocou na minha ficha que eu precisava caminhar mais Itachi insistiu para que fossemos a pé até minha casa, e depois seu motorista iria o buscar.

Minhas pernas já doíam e eu não estava me sentindo bem; mas disfarçava isso ouvindo música, sempre funciona.

Atravessamos a rua, ainda ouvindo aquela música. Mas estranhamente, ela começou a ficar mais baixa. Aumentei o volume e pude ouvir Itachi reclamar, dizendo que estava muito alta.

E esse era o problema, eu não estava ouvindo mais nada.

Minha visão começou a ficar embaçada e me encostei-me a ele após atravessarmos a rua novamente.

– Sasori? – ouvi a voz grave de Itachi soar baixa e abafada.

Forcei meus pulmões a funcionarem, mas eles não obedeceram e depois de tossir e arranhar minha garganta, lembro apenas de ver uma cabeleira loira.

[...]

Estava tudo silencioso, não que isso seja ruim, muito pelo contrário. Estava tudo tão tranquilo, mas estaria mais se eu conseguisse mexer meus braços.

Na verdade, não conseguia mexer nenhuma parte do meu corpo.

Estava sentindo dor em um dos braços e minha cabeça latejava. E em meio aos segundos, o silêncio foi sumindo e dando entrada a som de choro e alguns barulhos irritantes.

Eu morri? Não, o céu não deve ser tao barulhento e angustiante. Ou talvez eu esteja no inferno...

– Danna?

Hm, não... Acho que não morri.

Com dificuldade abri meus olhos encontrando um teto branco, a visão fora ficando mais focada e consegui ver com clareza que estava em um quarto muito bem iluminado. Mexi uma das minhas mãos, a sentindo ser pressionada e virei à cabeça lentamente para o lado, vendo outra mão segurá-la.

Olhei para o outro lado, ignorando a dor no pescoço que agora sentia e vi alguns fios ligados a meu braço, indo em direção a uma máquina que fazia o som irritante.

Ouvi novamente som de choro, e sabia muito bem quem estava o meu lado segurando minha mão com força.

– Deidara?

– Ai meu deus, Danna! – nesse momento podia gritar de dor, já que ele praticamente pulou em cima de mim. – Eu fiquei tão preocupado com você, hn.

– O que houve? O que você faz aqui? Onde está o Itachi? – fiz perguntas tentando me levantar, mas ele não deixou.

– Uma pergunta de cada vez, hn. – falou entre um suspiro. – Eu não sei bem o que houve com você, só que desmaiou no meio da rua e Itachi ligou para uma ambulância te buscar... Fizeram alguns exames em você, mas o médico disse que devia falar com seu responsável.

Faz sentido, de fato.

– Itachi foi à sua casa tentar algum contato humano com sua família, já que ele ligou em sua casa e ninguém atendeu.

É óbvio, meus pais deviam estar trabalhando e Gaara estava na escola.

Ele ficou em silêncio após a explicação e eu franzi o cenho.

– Faltou uma...

– Eu... Eu estava andando pela rua e vi uma movimentação, hn.

– Diga a verdade!

–... Eu fui à escola ver você, e como saiu cedo o segui. Queria conversar, mas não tinha coragem de chegar perto de você, hn. – corou. – Eu vi você cambalear um pouco, e logo depois cair no chão... Itachi ficou desesperado e quando me viu, pediu ajuda. – fiquei imaginando a cena. – Depois que a ambulância chegou, nós três viemos para cá, hn.

Suspirei. Queria perguntar se foi apenas hoje que ele estava me seguindo, ou ele estava fazendo isso diariamente, porém, esse não é o momento apropriado creio eu.

Ficamos em silêncio, muito desconfortável por sinal. Percebi que seu rosto estava molhado... Ele estava chorando? Sim, faz sentido; eu havia escutado alguém chorando, mas não pensei que fosse o próprio loiro.

— Acho que precisamos conversar, hn. – ele quebrou o silêncio com a voz baixa, ainda segurava minha mão.

O ver chorar, por algum motivo me doeu. E doeu mais ainda, lembrar-me de seus olhos lagrimejados naquela noite. Eu estava arrependido, hunf. Horas a trás eu nem pensava mais nisso e agora, olhe só para mim?!

— Concordo. – murmurei encarando os fios em meu braço pálido. O vi secar algumas lágrimas de seus olhos, e suspirei, sentindo-me um mostro por ter sido o motivo de seu choro novamente. — Eu quero pedir desculpas por aquela noite... – cortei o silêncio que já estava ficando desconfortável entre nós dois. — Eu fui um idiota, de fato.

— Foi injusto também, hn. – comentou fungando.

— Posso até ter sido, mas você também foi. – retruquei, o olhando com censura. Desviou os olhos para o sofá que estava em frente à cama; com dificuldade me sentei, e gemi de dor.

— Eu tenho meus motivos!

— Eu também! – esbravejei respirando fundo para manter a calma. – Ainda não os descobri, mas tenho. – o vi me encarar confuso, ignorei. – Eu apenas queria te ajudar, mas também fui intrometido... Não é de o meu fetiche ser tão curioso e intrometido na vida das pessoas, mas... Com você é diferente...

– Como assim?

– Eu... Não sei, realmente não sei! – olhei para nossas mãos entrelaçadas. – Eu me sinto bem perto de você; acho que isso faz você uma pessoa importante para mim. – e nesse momento, após essa declaração, eu dei adeus ao meu orgulho.

Ficamos em silêncio. O único ruído do local era as fungadas que ele dava e o aparelho que estava ligado ao lado da cama.

– Eu também me sinto assim, hn... – ele falou apertando mais minha mão contra a sua. – Me sinto assim desde o dia em que você me ajudou na lanchonete, hn.

Pensei no que responder, mas nada veio em minha mente. Eu estava constrangido com toda aquela situação.

– O que sente em relação a mim? – ele perguntou deixando-me surpreso.

Fiquei pensativo.

Pensei em tudo o que nós passamos até agora.

– Eu não sei. – respondi quase sincero. – É confuso e cansativo ficar pensando nisso, é a razão dos meus cabelos brancos.

Ele riu, uma risada pequena e baixa. Mas o que me fez ficar um tanto aliviado.

– Eu... – começou fitando nossas mãos. – Eu amo você, Danna.

Corei ao ver que ele havia corado. Pensei em tirar minha mão de seu aperto, mas não o fiz. Movi meus dedos, apertando seu dedo indicador.

– Eu queria poder te responder a altura, mas... – não terminei de falar. Eu realmente queria saber o que sinto por ele; apenas uma amizade ou algo a mais, porém, como eu havia dito, é confuso e cansativo. – Me dê um tempo para pensar nisso, tudo bem?

Ele abaixou a cabeça, sem concordar nem nada do tipo.

Estava prestes a pensar que ele iria se levantar e ir embora, e já estava forçando minhas pernas a levantar e ir atrás dele, porém, ele fez algo que me deixou de olhos arregalados.

Ele se aproximou do meu rosto, apoiando-se na cama e tocou seus lábios nos meus. Sentia o gosto salgado das lágrimas, e senti seus dedos finos tocarem minha nuca, em um carinho leve e tímido.

O que eu devia fazer? O emburrar e brigar com ele? Deixar que ele terminasse o beijo, sem corresponder?

E, quando me dei conta, –e me surpreendendo –, eu estava correspondendo. Entreabrindo meus lábios e deixando que ele invadisse minha boca, de forma lenta e calma.

Minhas mãos moveram-se até sua cintura e meus olhos ficaram pesados, a ponto de se fecharem. Uma de suas mãos deslizou até minha bochecha, acariciando de forma delicada.

Deixou o beijo mais profundo, segurando minha nuca com um pouco de força, enquanto eu apertava um pouco mais sua cintura; ele ofegou de leve entre o beijo, e se separou, ainda de olhos fechados e levou a mão até o rosto, tocando os lábios.

– Você pode ter o tempo que quiser para pensar, hn. – falou abrindo seus orbes e sorrindo com meu rosto mais vermelho que meus cabelos.

Maldito!

Ele se aproximou novamente, mas o emburrei após ouvir o ranger da porta. Deidara se sentou na cadeira, ainda segurando minha mão; Itachi apareceu com algumas sacolas e sorriu a me ver acordado, entretanto, franziu o cenho quando percebeu o clima pesado entre o loiro e eu, e a vermelhidão em nossas faces.

– Que bom que acordou, Sasori. – o moreno se aproximou, deixando as sacolas no meu colo. – Me deixou muito preocupado!

– Desculpe... – murmurei mexendo nas sacolas com a mão livre. – Conseguiu falar com minha família? – perguntei, mas já sabia a resposta.

– Infelizmente não. – respondeu o que já sabia. – Mas consegui falar com seu otouto.

– Gaara? Mas ele devia estar na escola.

– E está, porém, ele atendeu uma de minhas ligações! – falou sentando-se na ponta da cama. – Disse que não podia vir, mas iria comunicar seus pais e deu o número de uma pessoa confiável para ficar com você.

– Eh? Quem? – perguntei olhando os salgados na sacola e dando um a Deidara, o loiro recusou.

– Não me lembro o nome, desculpe.

Forcei minha mente; havia mais alguém da família na cidade? Não... Meu tio avó é o único que não mora por perto, mas ele estava do outro lado do estado, não tinha como ser ele.

Depois de um tempo em silêncio, ouvimos vozes femininas se aproximarem do quarto. As vozes foram aumentando, até que vi uma mulher não muito alta entrar no quarto, vestida de branco com os cabelos pretos e curtos acima do ombro e uma postura não muito formal. E, para minha surpresa estava acompanhada de outra pessoa...

...uma que conheço muito bem.

– Sasori! Por Kami, eu fiquei tão assustada quando seu amigo me ligou! – ela veio correndo até a cama, me abraçando forte e me fazendo gemer alto de dor.

– Konan me solta! – rosnei, mas ela me ignorou.

– Seu idiota! O que anda fazendo para desmaiar no meio da rua? – soltou o aperto olhando-me. – Você não está se drogando, não é? – perguntou com um olhar desconfiado e logo após olhou para Deidara.

– Não. – revirei os olhos. – Me solta, está me machucando.

Ela me soltou se afastando um pouco e ainda encarando Deidara, que corou um pouco.

– Caham. – a mulher morena, que provavelmente é a médica chamou nossa atenção. – Akasuna-san, conseguiu falar com sua família?

– Sim. – respondi calmamente, na verdade, menti já que meus pais nem deviam saber que eu estava aqui, mas Gaara continua sendo parte da família. – Mas não acho que eles irão aparecer aqui tão cedo.

– Certo. Preciso conversar com seus pais e, digo que você terá que passar a noite aqui. – bufei com sua afirmação.

– Não pode dizer o que ele tem? – Itachi perguntou cruzando os braços.

– Como ele é menor de idade, não posso, desculpe. – se aproximou medindo minha temperatura. – Está com um pouco de febre. – concluiu. – Irei trazer alguns medicamentos para você, se precisar de alguma coisa, pode me chamar. – sorriu de lado. – Meu nome é Shizune.

Dito isso saiu da sala despedindo-se educadamente. Konan se virou para mim novamente, lanchando um sorriso carinhoso que sempre me dava. Aproximou-se se sentando na cama e suspirando.

– É seu namorado?

Franzi o cenho; do que ela estava falando?

Percebi que ela alterava seu olhar penetrante sobre Deidara e nossas mãos, corei. Acho que o loiro também percebeu já que soltou minha mão e se afastou; a azulada sorriu, ainda querendo uma resposta.

– Não! – respondi tossindo forçado.

– Hm. – olhou para mim e para o loiro e não disse mais nada. – E você...?

– Sou Uchiha Itachi, é um prazer. – o moreno se apresentou parecendo desconfortável. – Konan, certo? Sasori já falou sobre você...

Pude ver os olhos âmbar dela brilharem.

– Jura? O que ele disse? – se aproximou do moreno e eu parei de prestar atenção nos dois. Meus olhos focaram-se no loiro em pé, encostado na parede.

Ele também me olhava e, sorria timidamente para mim.

Era estranho estar nesta situação, não digo por estar em uma cama de hospital com dois amigos conversando como seja conhecessem há anos ou por Deidara estar me encarando como se quisesse me prender e nunca mais soltar.

O estranho de tudo isso, era eu estar o olhando à mesma forma. De ainda sentir seu gosto entre meus lábios e sentir o calor de sua mão na minha.

Aquele beijo, foi totalmente inesperado, mas mesmo assim, eu gostei. E meu orgulho parecia não se incomodar mais com aquela situação.

Notas finais
Esse capítulo não me agradou, mas aí está!
Aceito comentários ok? Criticas também :3 Lemon SasoDei está chegando o/
Beijo, até o próximo. ♥ ~