Karakuri Burst

56 Sem escapatória.


Notas iniciais
QUINTA EU FIZ ORAL Prova oral de inglês, passarolhos merdeiros, sinto que tirei A ^-^ Ah, por falar nisso, trazendo algo exclusivamente para KB, eu trago um trecho do ( não licenciado ) Dicionário para Todos Virtin. Passarolhos: aqueles que passarolham. Passarolhar: fazer um leitura rápida e superficial de um texto sem que haja um real interesse ou real intenção. Fonte: Dicionário para Todos Virtin. Oie, Olá, e essas bagaças que o mundo nos proporciona :v AIN TIA SUÍTI, SEXTA VOCÊ NÃO POSTOU. Porque agora é Quarta u.u Desculpa crianças, mas Sexta está fodendo comigo lentamente e dolorosamente ;u; Vou voltar a postar quarta, porque eu tinha um cronograma para isso, e vou voltar a segui-lo ♥ Eu estava ( ainda estou ) na época de provas, e com a vadia de português não se brinca. Era prova dela na sexta, e eu ainda tinha que ficar na escola para preparar um seminário de ciências. PASSAROLHOS, FIZ UMA CONQUISTA PARA MIM! CORRIGI O CAPÍTULO UM! Yeeey! *Palmas* Sim, Sweet era tão bostinha que não tinha coragem de corrigi-lo. AÍ NÉ, quando deu 400 visu ela foi lá, porque tomou vergonha na cara. Ah, na minha cabeça estava, minha ortografia estava muito pior. Fiquei até feliz de não estar o monstro que eu estava imaginando. E, caso não tenham reparado, antes tinha 999 palavras ( Okay Sweet .-. ) e agora tem... 1.200? Ah, por aí :v AGORA, EU, A MINHA PESSOA, SAMBANDO MAIS QUE A GLOBELEZA, Tem 14 recomendações! ^-^ Obrigada Kokoro no Tsubasa-chan! ♥ Vamos ser abiguinhas para sempre, vou até checar embaixo da minha cama novamente para ver se você não está lá ♥ Feliz aniversário, imouto-chan! ( Bia Kagamine RL ) EU VOU ENCHER TEU SACO, DE TODAS AS MANEIRAS, DE TODOS OS JEITOS, Porque o nome disso é amor. Ainda estou de fazer a sua imagem, senhora =3 E por falar em imagem, a capa do capítulo de hoje me custou belas duas horinhas ;u; Eu editei ela, de uma imagem Nalu ( ♥♥♥♥♥♥) passou a ser uma imagem RinxLen ( ♥♥♥♥♥♥♥♥ OTP) Link da original: https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/736x/b2/8f/50/b28f50ca6f18020ba3a637ed2700e441.jpg AH, ESTÃO MALICIOZANDO COM ESSE TÍTULO? Problema de vocês ♥

RIN POV’S ON

Era como um perfeito nó.

Todo mundo concorda que ver um idiota cair de cara no chão por pisar no próprio cadarço é um momento divino.

Contanto que você não seja esse idiota, é divino.

Aham, como se eu fosse esconder minha risada. Quando eu vejo uma coisa linda dessas, eu rio igual uma perfeita filha da puta que sou. Nem pra me mancar e ajudar o cidadão eu sirvo. Ora, que surpresa. A verdade é que eu rio. Porque é engraçado.

E tudo isso só porque o ser iluminado não o amarrou.

Sendo assim, Len é um ser satânico que deu um nó duplo na minha cabeça.

Filho da puta.

Antes eu fosse a idiota de cara no chão.

Isso, isso era um perfeito nó.

Isso? Tudo isso. Toda essa situação.

É como se ele me apertasse contra a parede e me exigisse coisas. Ele me faz perguntas que eu não sei respostas e ainda fica puto por isso. Eu sei que ele está bravo comigo.

Deixei ar sair pelos meus pulmões, apenas para criar aquela pequena fumaça. Eu me lembro de fingir que estava tragando, e aquilo sendo a fumaça do cigarro.

Escutei mais um estalo dos meus saltos contra o concreto.

‘’-Tentou me bater.’’

Mas eu não machuquei ele.

‘’-Vê isso? Foi você que fez isso.’’

Eu não machuquei ele.

‘’-Você surtou.’’

Não machuquei.

‘’–Você tem problemas.’’

Não machuquei?

Merda.

Massageei meu pescoço. Eu gritei com ele, fato. Está doendo. Mas chorar? Tentar bater nele? Fazer showzinho? Não.

Não é da minha natureza.

Parei de andar quando percebi que o havia perdido. Chatice. O estabelecimento central estava com uma quantidade moderada de pessoas, o que era um pouco sufocante. Compartilhar ar, respirações quentes, vidros embaçados.

Eu queria dizer mais. Mas eu não sei o que dizer.

Queria explicar pra ele, mas eu não sei explicar o inexplicável.

Porque ele não acredita em mim? Eu não sou tão mentirosa assim.

Agora tudo está um nó. Um perfeito nó.

As pessoas estavam passando, andando, com rumos traçados. Algumas apressadas, outras nem tanto. Senti meu ombro ser empurrado, alguém me esbarrou. A única parada era eu.

Forcei minha visão, eu tinha que acha-lo. Nem que eu fosse naquele balcão de informações, catasse o microfone da mulher e chamasse por ele.

Senti meu celular vibrar, soltando um pequeno sorriso quando vi que tinha recebido uma mensagem dele, perguntando onde eu estava.

///

Havia passado cerca de duas horas desde que chegamos em casa.

Estava frio pra caralho. Eu abraçava minhas pernas, enquanto tratava de não me mover no sofá. Minha blusa de mangas compridas e minha calça de moletom não estavam dando conta do recado. E Len, esse filho da puta, sequer demonstrava algum resquício de frio.

Passava algum filme na Tv.

–Len, você não está vendo essa merda. Só não quer falar comigo, não é mesmo?

–Não. – Baixou o volume da Tv. – Só estava pensando.

Len me tocou de um jeito tão bruto que acabei caindo no sofá. O frio invadiu minhas roupas, me fazendo estremecer. Ele subiu encima de mim, colocando seus joelhos em cada lado do meu corpo.

–Eu disse que precisávamos conversar. – Me encarou com raiva. – A nossa conversa começa agora.

–O que pensa que vai fazer? – Devolvi o olhar. – Seus joguinhos são entediantes.

–Eu vou fazer pra te machucar. Então cala a boca.

–Eu vou tentar agir com naturalidade. – Disse. – Eu sei que isso vai virar um interrogatório. – Suspirei. – Mas eu posso me levantar?

Respirei com dificuldade quando ele deitou seu corpo sobre o meu. Um suspiro pesado foi arrancado da minha boca. Escorreguei meus braços até seus ombros, e tentei empurrar ele. Minhas palmas apenas deslizaram para cima, eu não conseguia impedi-lo. Também senti o hálito quente contra meu pescoço quando ele riu.

Eu gosto da sua risada.

Virei meu rosto, olhando para diferentes direções. Ele estava ali, do meu lado, rindo de mim.

Era como se seu corpo contornasse o meu. Um contorno irregular.

Fechei os olhos quando ouvi as primeiras palavras do meu interrogatório.

–Porque você gritou?

Sua voz havia sido abafada. Virei meu rosto novamente em sua direção, controlando a respiração por um momento. Ele se encaixava em mim como um quebra-cabeça mal montado, deixando sua respiração contrastar com a minha.

–Eu não sei.

Mordi meus lábios, me arrependendo de ter dito alguma coisa.

Mentir não é opção. Eu acho.

–Hm.

Era desconcertante ouvir seus murmúrios, ainda mais com esse tom de irritação.

Senti sua mão puxando o colarinho da minha blusa até meu ombro. Quis me encolher quando o frio tocou minha pele, aquilo provocava calafrios. Sua mão quente tocava meu ombro como uma espécie de choque térmico, quase eletrizante. Respiração descompassada saía de mim. Acompanhei quando ele segurou a alça do meu sutiã entre os dedos.

–Não é suficiente?

Minha voz havia sido fragmentada pelo nervoso. ‘’Eu não sei.’’ Parecia não ter o agradado. Eu sei que não. Ele ergueu sua mão, puxando a alça para cima. Era um atrito desconfortante, cada vez que ele forçava para cima, era como se ela cortasse minha pele.

Fechei meus olhos quando ele a soltou. Aquela tira havia estalado contra a minha pele, despertando meus poucos sentidos.

Ardeu.

–Não é. – Respondeu. – Está ficando vermelho.

Ele desceu até seus lábios tocarem minha pele. Seus lábios úmidos quase chegavam a resfriar a sensação de queimação instalada em mim. Puxou a alça até o fim do meu ombro, a afastando de seus lábios.

Abracei sua cabeça com um dos meus braços. Deixei minha mão se prender entre seus fios de cabelo. Eu os apertei quando ele me mordeu.

Era como jogar gasolina no fogo.

Minha pele ardeu com mais vontade, intensidade.

–Você faz curso pra ser filho da puta, ou isso tudo é talento?

Ele riu mais uma vez.

–Eu deixo isso para você decidir.

Passei meus dedos por minha pele. Estava quente. Conseguia sentir as camadas superficiais que as marcas de dente provocavam. Eu quis bater nele quando ele empurrou minha mão e apertou com mais força o local.

–Está me machucando.

–Eu sei.

–É talento. – Murmurei.

Ele me soltou após poucos segundos que me fizeram sentir como se fossem minutos. Coloquei minha palma no local assim que ele soltou. Minha mão gelada, ao menos, me trazia uma espécie de sensação ilusória de alívio. E também, se servisse pra me proteger dele, estava ótimo.

Suspirei com dificuldade, respiração falha. Eu sabia que ele iria retomar as perguntas.

–Você tem certeza que não lembra de nada?

Seu tom não era doce, não era rude, não era tedioso. Era nada. Nada. Imparcial, de um modo calculista e quase frio. Só não era frio, porque não era nada.

O famoso ‘’engolir em seco’’.

–Sim.

Seus olhos se encheram de tédio. Era um ‘’sim’’ pequeno e simples, mas era a minha sincera resposta. Prendendo seu olhar para longe, me encarou de forma nula quando percebeu que não pretendia dizer mais nada.

–‘’Sim’’ o que?

–Sim. Eu tenho certeza que não me lembro de nada.

–Hm. – Meus dedos contraíram como um pequeno impulso. Se eu for me basear nesses ‘’Hm’’ eu não vou durar. – Porque está nervosa?

–Não est...

–Você está com cara de culpada. Inocentes não ficam nervosos. — Sua voz era impaciente, até mesmo impactante.

Olhei para os bordados da almofada azul clara na poltrona á esquerda quando percebi que ele iria me encarar até eu responder. Mas eu não sabia o que dizer. E era isso o que me deixava nervosa.

Minha mandíbula foi envolvia por seus dedos, segurando meu queixo e me arrastando de volta ao interrogatório. Se não estivesse deitada, teria tido um ‘’sobressalto’’.

–Você não pode fugir disso, Rin. – Seus lábios tocavam minha orelha. Escutar suas risadas forçadas rentes a minha pele, envolviam meu nervosismo. – Você não está mentindo, está? Porque eu vou descobrir. E vou fazer você se arrepender.

‘’–Você tem problemas.’’

–Eu não estou mentindo. – A posição de coragem que eu tenho se quebrava pouco a pouco perto dele. Mas eu precisava impor minha voz. Antes fosse uma mentira, antes eu fosse a idiota de cara no chão por culpa de um cadarço desamarrado. Não é mentira. Eu tenho nó preso a mim.

Apoiei minhas palmas no peito dele e o empurrei para trás.

Não forte o suficiente para derruba-lo do mesmo jeito do que faz comigo, mas o suficiente para fazer ele se inclinar um pouco para trás. Me sentei no sofá, trazendo minhas pernas junto a mim. Usei o peso do meu corpo para empurra-lo até ele bater de costas no sofá.

Sua cintura estava no meio das minhas pernas.

Len estava deitado e eu encima dele.

Sentei-me na sua cintura, acompanhando o subir e descer do seu peito. Coloquei minhas mãos nele, ambas as palmas coladas na camisa dele.

–Acredita em mim? – Perguntei.

–Nem um pouco. – Ele sorriu.

–Tem horas que eu realmente te odeio, sabe.

–Sei. – Passeou os olhos pela sala, até encontrar os meus novamente. – Cansei.

Ele levantou a coluna, dando indício de que iria sentar. Como eu estava sentada na cintura dele, no momento em que ele se sentou, eu escorreguei.

Me afastei um pouco para que ele se sentasse direito. Eu, agora, estava de pernas cruzadas, encima do sofá. Ele se sentou na minha direção, com os pés encima do sofá também. Bati minhas mãos nas minhas pernas, e fui cutucar a canela do Len com meu pé.

Minhas pernas abraçaram sua cintura, e meus braços, seu corpo.

Len era tão quentinho.

Ele riu de mim mais uma vez.

Sem dúvida, juntos éramos um quebra-cabeça mal montado. Minhas pernas se encaixavam na sua cintura, e entre suas pernas eu estava sentada, sendo assim, as sentia na lateral das minhas coxas.

Arranhei suas costas quando senti suas mãos invadindo a minha blusa.

Estava. Frio. Pra. Caralho. Suas mãos deslizavam pelas minhas costas, tocando minha pele de um jeito desconfortável e confortável. Isso era o melhor. Não saber o que sentir.

Ah, só uma pequena observação.

Isso é sarcasmo.

–Quando você disse que machuca... – Referia-se a nossa conversa no Festival. – Onde?

–Ca-cabeça. – Agora eu devo ter arranhado Len por toda eternidade. Ele brincou de tentar abrir o fecho do meu sutiã, e como reação, quase o deixei tetraplégico com minhas unhas. – Desculpe.

–Hm. Tudo bem. – Sorriu. – É quase justo. – Escondi meu rosto no seu peito e abafei um grito mordendo sua camisa. Ele havia apertado minha cintura com tanta força, que pensei que nosso interrogatório era na verdade meu castigo. – Eu gosto de deixar marcas em você.

–Ah... Eu te odeio mesmo. – Comentei.

–Ah é? – Um sorriso se formava em seus lábios. – Repete.

–Te odeio.

–Repita.

–Te odeio.

–Mais uma vez.

–Te odeio.

Subitamente Len encaixou sua cabeça no meu pescoço, e me mordeu como um pedaço de carne. Mordi o tecido da camisa com mais força, o arrastando nos meus dentes.

–Eu... Te odeio mesmo.

É talento, puro talento, de ser filho da puta.

Abri a boca, soltando aquele pano de mim. Meu olhar correu para Tv, onde os créditos em letras brancas subiam pela tela preta.

–Len. – Minha voz saiu coberta por sua camisa. – O filme acabou.

Lentamente ele tirou suas mãos de dentro da minha roupa. Suspirei com isso, ele tinha me machucado. Mas era o que ele queria, então não me impressiona que ele tenha conseguido.

Ele se levantou do sofá, e sem seu corpo como apoio, eu deitei minha cabeça no encosto do sofá.

–Vamos. – Disse. – Anda.

–Só se você me carregar. – Reclamei.

–Então levanta.

Estiquei minhas pernas para fora do sofá como se eu estivesse abandonando um filho. O sofá. Meu querido. Levantei do sofá e fiquei parada de frente para Len. Ele se abaixou e me pegou pelos joelhos, colocando meu corpo por cima de seus ombros. Aquilo, SEM DÚVIDA, era desconfortável. Meu cabelo estava completamente arrepiado, visto que eu me encontrava nas costas de Len, ah, e de cabeça para baixo.

–NÃO. – Gritei. – Assim não, sua anta. Vai me carregar como um saco de batata?

–Você me pediu para te carregar.

–Eu quero descer.

–Problema seu.

–Mas Len... – Comecei. – A minha bunda fica

–Empinada. Eu sei. Não consigo ver direito, mas eu te garanto, se fosse outra pessoa te carregando, eu com certeza estaria olhando.

–A sua franqueza é o seu maior tesouro. – Murmurei. – Mas o ponto não é exatamente esse, sabe.

Suspirei com tédio. Ele não se manca. Ficar nessa posição me deixa exposta de um jeito estranho. Isso é, se houver ‘’exposta de um jeito normal’’.

Se aproximava de onze horas da noite.

Len, me soltou, como gente, na cama. Assim que meu corpo entrou em contato com os cobertores, eu me enrolei neles e me cobri. Len foi no banheiro escovar os dentes, e como eu já o havia feito previamente, permaneci com as cobertas.

Ele deitou não muito tempo depois. Me puxou pela cintura, me arrastando até ele. Envolveu meu corpo com seus braços, de algum jeito, me prendendo ali. Ele depositou um beijo no topo da minha cabeça.

–Você é quentinho. – Murmurei. – É bom ficar com você.

Ele riu.

–Que bom que pensa assim.

Eu não tive reação clara para o que ele fez a seguir.

Sua mão deslizou pela minha cintura e trilhou minhas pernas. Puxou um pouco da minha calça, expôs minha pele ao frio e apertou minhas coxas, as dedilhando. Eu apertei os lençóis quando ele me invadiu com dois dedos.

Eu não tinha a camiseta dele para morder.

Mordi meus lábios, soltando pequenos barulhos involuntários.

Ele é um filho da puta de um outro nível.

–Você não pode fugir disso, Rin. – Seu hálito quente me entorpecia. – Você não pode mentir pra mim. Faz parte do meu trabalho descobrir mentirosos. O que você está escondendo de mim, hm? Você quer facilitar minha vida, ou não? Só depende de você.

////

De manhã, acordei por volta de oito horas.

Completamente encolhida e agarrada ás cobertas, cobri até minha boca, apenas deixando acima da boca para fora, para não sufocar.

Len não estava mais lá, obviamente.

Ele tinha que trabalhar.

Quis me esconder nas cobertas ao lembrar de ontem. Como eu iria convence-lo que eu realmente estou falando a verdade? Isso era tão...

Desgastante.

Levantei da cama quando ouvi o barulho da Tv. Len não tinha deixado nenhum bilhete, porque como queijo atrai ratos, bilhetes ocasionalmente atraem vizinhos adoráveis. Como não havia nada no quarto para me proteger á primeira vista, vai ser na base da porrada mesmo.

Abri a porta do quarto e encarei aquela pessoa sentada no sofá, comendo frango frito do KFC ás oito e quinze da manhã.

–BOM DIA RIN-RIN-CHAN! – Gumi gritou, abrindo os braços, segurando uma coxa de frango na mão esquerda.

–Gumi...

–Escuta essa canção. – Gumi colocou a coxa de frango na outra mão e fingiu ser um microfone. – Hoje é uma linda, bela e cheirosa quarta-feira, enquanto você dormia igual uma porca, eu ataquei a sua geladeira! Eu sou a Gumi, não sou Elsa, Anna, Rapunzel ou Cinderella! Enquanto você ouvia essa canção, eu rapei o pote de Nutella!

–Espera... Quê?

–É isso mesmo. – Levou o dedo na boca. – E tava gostoso Rin... Nossa, até pensei em te acordar, mas aí eu pensei: ‘’A Rin é gorda, e vai querer também. Vou comer sozinha e ela que se foda.’’

–Aham... – Andei até ela e sentei ao seu lado.

–Piko me deixou aqui. – Mordeu o frango. – Tu qué? – Apontou a coxa pra mim.

–Não, dispenso. – Coloquei minha mão na frente, antes que aquele treco mordido me encostasse.

–Mas eu pedi pra ir no KFC né. O Piko disse que eles não estavam abertos essa hora, mas eu queria muito mesmo, acho que é desejo. Rin, tô grávida. Ah, é mesmo, eu já fiz essa pegadinha com vocês. Ah, você não sabe, Nicodemos cagou a casa toda. – Colocou a mão na testa, e como sua mão estava cheia de gordura, sua testa ficou brilhando. – Outro dia a gente foi fazer pavê, e o Piko ficou repetindo: ‘’É pá vê ou pá cumê?’’ Daí o Nicodemos meteu a bunda no doce e saiu arrastando pelo chão, cagou a casa toda. Desculpa, você ia falar alguma coisa?

–Calma Gumi. – Coloquei a mão em seu ombro. – Você acabou com as cervejas do congelador?

–Não. Por...

–Que bom, porque eu já tô precisando.

–GUENTA AÊ. – Gumi gritou. – Eu preciso falar com você.

–Só espera eu...

Gumi me puxou pelo braço, o segurando fortemente. Me encarou, séria. Ela não estava para brincadeiras.

Sentei no sofá, e me virei para ela. Suspirei pesadamente, Gumi quase nunca fica séria. Só podia ser merda.

–Rin. –Chamou-me, fria, como se estivesse tratando de negócios. – Ela está te procurando.

Ela.

Ela?

Miku?

Notas finais
Gente, se vocês estivessem sendo carregados daquele jeito, podem ter certeza que eu estaria olhando ♥ AHHHHHHH, EU SEI QUE VOCÊS PODEM DIZER QUE NÃO, MAS QUERIAM AQUELA CENINHA SINHE Sim, a Spice Geek veio dizer ''oi'' pra vocês, porque todos amam essa peranha -qq É, meu ecchi subiu de nível também, 2BJO E FOI ECCHI PORQUE EU QUIS, NÃO FOI HENTAI PORQUE EU NÃO QUIS. Porque eu mando nesta porra ♥ AH, SEGUREM SEUS HORMÔNIOS, LERAM O NOME DA HATSUNE E JÁ ESTÃO COM ESSAS CARAS. Não me olhem desse jeito ;u; AIN TIA SUÍTI, VOCÊ VAI SER FDP DO PRÓXIMO CAP SER POV DO LEN E NOS DEIXAR NA SECA? Não. e.e Dessa vez, eu não serei filha da puta não ♥ O próximo capítulo é POV da Rin, e retorna desse mesmo ponto onde parou. SIM, ESTÁ ESSA DELÍCIA TODA. IM-PER-DÍ-VEL. Igual filme de sessão da tarde. Mentira, não pode mentir. -qqq Quietem o fogo que quarta que vem vocês descobrem o que acontece. Obrigada mais uma vez, Kokoro-chan! ♥ Vejo vocês nos reviews!