Karakuri Burst

15 Ponha um fim nesse sofrimento.


Notas iniciais
ANTES DE TUDO. NÃO, NÃO É O FIM DA FIC. Se acalmem, crianças. ( WTF? SÓ SOMOS CRIANÇAS EM OUTUBRO! SE É QUE ME ENTENDEM. ) HHHHHHHHHHHHHHHHHHAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA! CARAÍ, CARAÍ, CARAÍ! Chegamos ao 100 comentários em 14 capitulos! 20 FAVORITOS! ♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥ Quero agradecer especialmente á: Kasumi, MegumiChan, NhaNha The Bunny, Bia Kagamine, Coffe, Isa Isa Neko Chan, Unicornia Colorida Manu chan, Kashir, Sanyan, Blue Potato Chan ( que me deu a honra de me enviar o review n° 50 e n° 100 ) Mr. Salvatore, Rebi, Rilakkurumyumi, Isabella Feresin, Lia Kenoharu, Beckka ,Ana Paula Costa, Alisonpfta, AllenAM, Welcome to my crazy world, e por ultimo, mas não menos importante princesakory. OU SEJA: A ORDEM DE TODOS QUE JÁ DEIXARAM UM REVIEW CAMARADA QUE AJUDARAM A FANFIC CHEGAR ONDE ESTÁ, ENTÃO EU AMO TODOS VOCÊS, CASEM COMIGO! * Leva um frigideira na cabeça* Obrigada a jjchan que foi a primeira a favoritar ( Embora a partir de 15 os favoritos começam a sumir, eu ainda me lembro ♥♥♥ ) Obrigada a lulu 62 que completou a vigésima pessoa que favoritou. ♥♥♥ Obrigada a princesakory, que chegou na fic agora e começou a comentar desde o capitulo 1 ! Ou seja: Ela deixou 14 comentários e só chegou agora! ♥♥♥ Eu ja disse que amo vocês? Não né? EU AMO VOCÊS! ♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥ E para os meus safadinhos do meu coração, esperam ansiosamente o cap 16. Oh, desculpem por postar de madrugada... É que depois de um tempo fica dificil achar imagens, então eu modifiquei uma. DEMOROU PRÁ CARAÍO. MAS EU FIZ. CRÉDITOS COMPLETAMENTE DA PESSOA QUE FEZ A IMAGEM ORIGINAL! Eu só modifiquei para Karakuri 卍 Burst. Caso estejam curiosos para ver a imagem original, e ver a maldita trabalheira que eu fiz, aqui tá o link -----> http://keoque.files.wordpress.com/2011/10/747064.jpg 3.064 palavras. Ta bom pra vocês? a 1:49 DA MANHÃ?

RIN POV’S ON

Depois de falar aquele discurso se vangloriando, Len se juntou ao bolinho preto que ele denomina equipe.

Mesmo podendo fugir ou correr, preferi ficar ali. Colada na calçada.

Eu realmente... De verdade... Não o odeio. Não, não o odeio, eu ME odeio. Como pude acreditar em tudo isso? Sei que não sou uma gênia, mas nunca pensei que fosse tão retardada. É a segunda vez que me apaixono pelo garoto errado, e rezo para que seja a última.

Só me arrependo de tanto querer que nós déssemos certo, e me odeio ainda mais por continuar a amar esse oxigenado com espadinha. Olhei pra Gumi que estava a poucos centímetros ao meu lado com o queixo ralado. Tinha que me lembrar de dar um bom presente para retribuir toda a gentileza e maluquice que vivi nesses últimos dias.

–Gumi... Eu... Me desculpa. — Pedi sussurrando.

Ela olhou para mim e sorriu.

–Sabe, tem muitas coisas que eu não entendo. Não entendo porque o céu é azul, não entendo porque o sol vai em bora no fim do dia, e nem sei do que é feita a carne do hambúrguer, mas uma coisa que eu realmente não entendo é PORQUE O LEN NÃO ME DEIXOU FILMAR A DROGA DO PEDIDO DE NAMORO!

Olhei pra ela novamente e sorri, Gumi era especial pelo jeitinho dela.

–Mas enfim... — Continuou — Isso que o Len esta fazendo também não é muito legal.

Mais uma lágrima escorreu timidamente pelo meu rosto. Antes de poder responder qualquer coisa, uma pessoa chegou por trás e me puxou pelos cabelos até ficar em frente à organização onde o oxigenado trabalha. A pessoa me ergueu usando meu cabelo a ponto de me ajoelhar.

Eu quis gritar e quebrar o pescoço do infeliz que estava fazendo isso comigo, mas eu estava vazia. Apenas um corpo vazio sem sentimentos com olhos opacos, sem a companhia ( N.A: Se escreve ''compania'' desse jeito ) do oxigenado que os fez brilhar de amor. Só... Nada. Apenas o vazio sobrou em mim. O que ainda faz meu coração bater é a estupidez de ainda querer sua presença ao meu lado. Talvez seja a hora de por um fim nisto.

Com a face semelhante à de um peixe morto, olhei para o símbolo meio... Nazi que eles insistem em usar na porta da organização ridícula, com os palhaços ridículos, que são aprendizes de góticos ou depressivos de tanto que usam preto.

Estava com as pálpebras baixas, e lábios em linha reta, sem demonstrar alegria ou tristeza. Dava a impressão que estava achando aquilo tudo um tédio ou que perdi a vida contagiante dentro de mim. Hum... Aposto nas duas opções.

–Realmente, até diria que é um prazer te conhecer, mas não vejo necessidade de mentir.

Não respondi. Por mais idiota que essa frase seja, eu apenas ignorei. Minha atenção está naquela porta, só vejo aqueles que entram no meu campo de visão. Até parece que vou me dar ao trabalho de responder perguntas ridículas e irônicas que um sujeito que parece desejar meu cabelo com a intensidade de mil sóis faz.

–Sabe por que esta aqui imunda?

Tsc, tsc. Meu senhor, não é assim que vai conseguir que eu fale. Pela voz estava claro que era um homem. Mas por outro lado, lembro quando o oxigenado me chamou de imunda... É engraçado como continuo a remoer memórias com esse pateta.

–Responda! — A pessoa apertou mais o meu cabelo. — Não gosto de ser feito de palhaço!

Parabéns moço, conseguiu meu silencio absoluto. Foca na porta. Só naquela porta de vidro com sufilme preto e aquele símbolo estupido em vermelho escarlate. Infelizmente, o oxigenado pareceu mirar onde eu estava olhando para se enfiar no meio. Eu não sei, talvez queira que eu olhe em seus olhos frios e vingativos... Bom, se é isso que meu loirinho '' do meu coraçãozinho '' quer... EU FAREI QUALQUER COISA PARA EVITAR SEU MALDITO OLHAR PRA CIMA DE MIM.

As outras pessoas que o acompanhavam se juntaram a ele e ficou uma pequena multidão me observando. Ótimo, agora sim começou o espetáculo. Mas uma coisa me chamou atenção, as pessoas pareciam... Meio... Preocupadas. Não sei, pode ser só minha imaginação. Discretamente percorri os olhos pelas pessoas que estavam ali presentes, com exceção de Len/oxigenado. E todas elas me olhavam preocupadas, com medo POR mim e não DE mim. A situação está esquisita — dolorosa — mais ainda sim esquisita. Pessoas que eu não conheço estão aparentemente preocupadas comigo.

Não me importo com nem metade desse povo. Só uma pessoa deveria estar preocupada comigo, mas foi justamente essa pessoa que me entregou ao sofrimento.

–Rin... Por favor...

O murmurio choroso de Gumi desviou meu olhar por um mero instante. Definitivamente alguma coisa estava acontecendo, algo que eu não estava vendo. Voltei meu foco para onde estava inicialmente e continuei sem expressão. Até que uma lâmina em frente aos meus olhos e parou no meu pescoço.

Finalmente entendi a preocupação. Ele iria me ameaçar brincando com a morte. Talvez estivesse sacando a katana enquanto brincava de muda. Para mim era só mais um dia normal, com exceção de perder um amor e os cabelos a cada segundo. Porque as pessoas estavam preocupadas era um mistério, deveria ser um verdadeiro divertimento para um certo loiro e as pessoas ao seu lado. Será que caso ele cortasse a minha garganta sujasse a calçada de sangue? Talvez estivessem preocupados com a pobre calçada e a sua manutenção... Hum... Desconfio.

–Você parece bem quieta loirinha, o que acha de eu te calar pra sempre?

Forçou a katana no meu pescoço. Ok, diante de morte eminente, adivinha o que eu fiz!

Nada.

Nadica de nada. Não pretendo me salvar. Quer dizer, qual a necessidade disso? Será que realmente alguém vai sentir a minha falta? As pessoas não costumam dizer que sou uma espécie de monstro por fazer o que faço, as mães alertam seus filhos a não sair a noite porque ''Kagamine Rin está a solta, pode muito bem pegar você ''. Nossa que podre. Mas pensando bem, farei um favor para humanidade. Então qual o problema de eu morrer?

–Essa é a sua última chance — Falou dando ênfase no ''última'' — Eu odeio ser ignorado, e odeio gente da sua laia. Geralmente as coisas que eu odeio, eu esmago. Mas estou me sentindo generoso hoje, e vou te dar mais uma chance para que faça algo pra me convencer a te poupar. Anda! Me divirta!

Ha há. Agora sou eu que estou me divertindo, seu idiota. Ele puxou ainda mais o meu cabelo, e forçou minha cabeça para trás, me forçando a olha-lo.

Tinha uma grande cicatriz em sua testa e mesmo usando óculos aviador preto, era possível avistar olheiras. Tinha o cabelo bagunçado castanho com as laterais brancas. Usava uma jaqueta de couro escuro e uma camisa social branca com uma gravata vermelha mal amarrada. Quase imperceptível, tinha um broche prata quase caindo de sua jaqueta dizendo '' Oficial, Big Al '‘.

Oficial? NÃO. PARA TUDO. ESSE É O CHEFE DO LEN? CHEFE DE TODA ESSA GENTE? É por isso que eles estão todos encolhidinhos no canto com medo? O universo só pode estar tirando uma com a minha cara. Esse cara parece que acordou ali no beco, roubou um óculos do mendigo e veio andando como se nada tivesse acontecido.

Um silêncio se instalou no local e todos esperavam as minhas palavras de desespero, e que implorasse para que ele considerasse em me salvar. Ele afrouxou o aperto no meu cabelo, que por consequência fez meu olhar se encontrar com o de Len.

Ele, assim como todos estavam realmente preocupados. O azulado parecia acalmar Len pondo a mão em seu ombro direito. Sinto muito, mas é tarde de mais pra demonstrar que se importa.

Sem perder o seu olhar, suspirei fundo.

–Vá em frente.

Todos absorveram essas palavras e depois me olharam incrédulos. Gumi, Luka e até Meiko estavam em choque. O cara tapado... Kaito, estava surpreso e Len com os olhos arregalados.

–Como disse?

–Vá em frente. Me mate. E não me faça repetir.

Deu uma risada seca.

–Como quiser.

Senti ele apertar com firmeza o ''cabo'' da katana. Olhei fundo nos olhos de Len pela ultima vez e tratei de fechar os olhos com força. Não queria ver aquilo acontecendo. Senti a katana se afastar do meu pescoço e sabia que ele só estava pegando impulso para me acertar com mais força na tentativa de me fazer sofrer mais.

Abri os olhos com urgência assim que escutei o barulho cortante de duas laminas se chocando uma contra outra. Quase dei um pulo pra trás quando notei a proximidade da minha cabeça entre a katana de Len e a katana do Big Al.

Resumindo: Len pôs a katana na frente do meu pescoço a tempo de impedir que a katana de Big Al me acertasse. Não tenho idéia de como ele conseguiu se locomover tão rápido de um ponto ao outro a tempo de me salvar. Olhei o ponto onde as duas katanas se colidiram e vi a katana de Len trincar. Mais um golpe e ela certamente quebraria, e se eu reparasse bem, o reflexo do meu pescoço estava lá. Eles dois pareciam distribuir uma grande quantidade de força sobre suas katanas, e a cada momento parecia que uma delas ia ceder. Com claro, eu no meio.

–Como ousa se intrometer em uma ação decidida pelo seu superior?! — Big Al estava enfurecido.

–Eu preciso dela! — Devolveu Len no mesmo tom. Olhei pra ele um tanto assustada, afinal, ele elevou a voz para seu ''superior'', o impediu de me matar e digamos que ele falou a frase certa na hora errada. Big Al arqueou a sobrancelha, o que fez Len perceber seu erro. — Nós, nós precisamos dela. Precisamos da informação.

Ele cruzou os braços e o encarou. Parece que ele não se contentou muito com a desculpa de Len. Ele olhou pra mim, que olhava algumas vezes para Len, algumas vezes para ele.

–Hunf, parece que se safou Barbie.

Desfez a posição do golpe e pôs a katana de volta no cinto. Finalmente soltou meus cabelos. Arrumou os óculos e começou a ir em direção a organização, e as pessoa que estavam na frente rapidamente se dispersaram e bateram continência quando ele passou. Empurrou a porta e sumiu pra dentro da organização.

Dei uns leves segundos de reflexão e... VOLTA AQUI SEU ASSALTANTE DE MENDIGOS! VOCÊ ME CHAMOU DE QUE?! BARBIE É A SUA MÃE!

–Loira! O que deu em você?! — Gumi falava enquanto tentava ficar de costas para o chão.

–Você é louca. — Meiko cruzou os braços.

–Olha aqui, eu estou muito melhor que no ano passado! — Gumi defendeu-se.

–Não estou falando com você esverdeada. Estou falando com aquela suicida ali. — Apontou pra mim com a cabeça.

Apenas olhava pro chão, tentando entender tudo que aconteceu nessa ultima uma hora. Len continuava na minha frente, olhou o ponto trincado em sua katana por um segundo e a jogou no chão. Se agachou na minha frente e me encarou com aqueles belos olhos azuis e acariciou meu rosto, parecia tentar acreditar que eu não fosse uma ilusão e que realmente estava lá.

–Len, a sua esposa enfrentou o Big Al e continua viva! Isso é incrível!

Encarei Kaito por um breve momento e voltei a observar o chão.

–Se eles casassem não seria 10? — Animou Gumi já deitada no chão.

–Claro! Eu já falo que eles são casados! — Kaito se identificou.

–Sabe o pior: O Len não quer contratar o Joe!

–O pianista? — Gumi assentiu — Poxa Len, o cara tem família!

Pronto. Se juntar esses dois já era. Vão combinar o casamento, a casa, os filhos, a escola onde vão estudar e... CHEGA.

–Se bem que... — Luka falava rindo. — Eu suspeitava desde o principio!

Nossa, eu devo ter entrado em uma dimensão paralela. A Luka está me tratando como amiga, a Meiko está me tratando do jeito dela, Kaito é o Kaito, que esta fazendo amizade com Gumi, mas é claro, com a Meiko observando tudo de longe.

–Você... Podia ter morrido.

Olhei em seus olhos tentando segurar a explosão. Que simplesmente explodiu.

–Desde quando de importa?!

–Desde sempre.

–Então o que está acontecendo? O que foi isso? Porque eles estão me tratando desse jeito? Porque você me entregou, droga?!

–RIN! Se acalme!

–Como pode me pedir uma coisa dessas?! Você me engana, esconde coisas, me faz pensar que você me odeia e que a cada segundo quer me ver sofrer, você JOGOU eu e minha amiga na droga da calçada! Como acha que me senti?! Agora quer que eu me acalme?! — A cada pedaço da minha fala minha voz que ficava cada vez mais chorosa até eu desabar por completo.

Ele me abraçou e deu um suspiro calmo, eu apenas deitei minha cabeça em seu ombro, já que estava algemada. Ele começou a fazer cafuné onde meus cabelos foram puxados.

–Prometa que não vai me preocupar desse jeito de novo.

–Responda as perguntas primeiro, oxigenado. — Falei já mais calma.

–Assim que me prometer, peraí, oxigenado?

–Vou te chamar assim quando me irritar.

–Já vi que esse vai ser meu novo nome... Prometa é importante.

–Eu prometo.

Olhei por cima do seu ombro e vi que todos assistiam acena com atenção, corei um pouco. Me soltei do abraço para me sentar no chão, não aguentava mais um segundo ajoelhada.

Len pareceu tomar ar para falar.

– Claro que nessa relação eu sou o estrategista e você a impulsiva... Não, quieta Rin — Abri a boca pra protestar por ser a ''impulsiva'' mas ele foi mais rápido. — O tempo que ficamos na casa da Gumi eu usei para pensar em um plano de como ficarmos juntos e tentando consertar minha escuta. No dia em que nasceu o Nicodemos eu tive uma idéia, mas você não podia desconfiar. Quando você foi falar com a Gumi na cozinha e me deixou sozinho no sofá eu contatei com a minha equipe e fiz um resumo de como estava a nossa situação, e que queria te pedir em namoro. O Kaito sempre botou pilha na história e bem, Luka lê almas, Meiko acabou se convencendo com a ajuda de Kaito e todo o pessoal da organização são meus amigos. Contei uma parte da minha idéia e Luka acertou alguns detalhes finais. Hoje, quando te pedi em namoro, não contava com a presença de Gumi ou aquela equipe enorme de busca atrás da gente. Então improvisei e nos levei até aqui. Luka combinou com Big Al para nos encontrar em frente à organização, pois estava na hora de por o plano em prática. As outras equipes vieram para certificar que você não fugisse. Não te contei o plano porque você nunca foi treinada como eu, suas reações não seriam convincentes e ou mais cedo ou mais tarde estragaria tudo. Quando chegamos aqui tive que passar a idéia que não tinha afeto nenhum por você, por isso te joguei na calçada, e como Gumi estava junto, a joguei também. Por falar nisso, se machucou? – Neguei. — Ainda bem achei que tinha te jogado com muita força, me desculpa. Não queria que fosse o Utatane que te prendesse, porque ai o plano inteiro ia por água abaixo. Eu só não esperava que Big Al te tratasse daquele jeito, e como ele é meu superior, não pude fazer nada a não ser observar...

–Observar? — Kaito cortou a narração de Len — Não me faça rir loirito, eu te segurei umas três vezes para não pular no pescoço do Big Al, a quarta é que eu não segurei porque achei que a loirita ia morrer. Mas, Wow Len, como conseguiu parar aquele golpe? Precisa me ensinar!

–Kaito... CALA A BOCA!

–Nunca! E porque não quer contratar o Joe?

–Porque eu não fui com a cara dele.

–E a cara dele te chamou pra sair, por acaso?

–Repete se você é homem o bastante.

–EU DISSE QUE...

–PAREM OS DOIS! — Eu e Meiko falamos juntas, olhei pra ela, que deu um sorriso de canto.

–Termine, por favor. — Pedi.

–Bom, COMO IA DIZENDO — falou para que Kaito ouvisse — Estava observando, mas quando você disse para ele te matar, bem...

–O cara surtou do meu lado!

–Cala a boca, seu picolé mofado!

Kaito já ia retrucar, mas Meiko tapou a sua boca para impedir discussão futura.

–Droga, você podia ter morrido! Você não entende o quanto é importante pra mim?!

Abaixei a cabeça.

–Ownt... Que lindo — Falaram Gumi e Luka.

–Olha pra mim — Levantei a cabeça a procura de seus olhos — Eu te amo. E me importo com você, então faça o favor de não fazer essas coisas suicidas.

Só agora percebi que foi a primeira vez que ele disse que me amava, e não podia ter dito em hora melhor.

–Isso... Isso foi tão... Tão lindo! — Gumi tentava bater palminhas algemada.

–Ok, parece que você me explicou tudo. Mas, qual é esse seu plano?

–Bom, quando te levarmos para dentro da organização, faremos os devidos procedimentos padrões, e a ai que o Dell entra — Um prateado com olhos vermelhos acenou pra mim — Ele cuida dos computadores da base, e vai entrar na sua ficha criminal. Assim que acabar os procedimentos, você vai ser oficialmente declarada presa, porque o número de delitos que você fez, e estando no primeiro lugar dos mais procurados não é necessário ir a julgamento. A ordem é te prender direto. Dell vai configurar o sistema e você ocupará uma vaga que não existe em um presidiário de alta proteção, e ninguém poderá visitar essa cela imaginária, pois só eu tenho essa autorização. A missão que eu e minha equipe temos vai ser dada como finalizada e vamos passar para um novo objetivo. Sendo assim, as pessoas e o governo vão achar que você está presa e ninguém mais virá atrás de você. Vou ter completado a minha missão e poderemos ficar juntos em paz, tá bom pra você?

–Eu... Eu... Eu achei que... — Estava me sentindo uma completa idiota por não confiar no Len.

–Que eu era um traíra duas caras? Não tome conclusões precipitadas, princesa. – Sorriu. — Então, está pronta pra fase dois do plano?

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Notas finais
O Len é do Bem! ( O.O ) ( Rimou? ) Tudo era um plano hiper mega meticuloso! Pra eu saber tantos termos judiciais, é que eu sou filha de advogada. Só que eu não escutei.... Não escutou o que? Alguém te perguntar alguma coisa! ( PQP, Pra eu me dar fora, a situação tá péssima. ) A imagem é tipo a cara da Rin sem expressão nenhuma. Mais uma vez obrigada seus lindos-perfeitos. Vejo vocês no reviews!