Kamy Naio - A caçadora de demônios.

3 Capítulo 3 - Isso não pode acontecer.


Voltei para casa, pensando no que eu ia fazer : Ou eu conto a verdade, ou digo que é fachada para protegê-lo, sim! Exato! Vou dizer que é apenas uma fachada.

– Um namorado de fachada? HAHAHA! Você está se saindo bem Kamy.

– Obrigada senhor.

Eu tomei banho, comi, e me deitei, demorei para dormir pois fiquei pensando no que eu tinha feito, será que fiz certo? Acho que sim, meu chefe iria matá-lo se eu contasse a verdade. Dormi, acordei atrasada, sai num pé e voltei no outro pra me arrumar, dessa vez vesti o uniforme da escola, já que era ''dia do uniforme'' até que me caiu bem.

Sai e fui andando, no meio do caminho encontrei ele, estava tão lindo de uniforme, eu agarrei seu braço e corri.

– Oi pra você também baixinha! — Ele colocou o dedo na minha testa.

– Oiiiiiiiii! — Eu corria com o braço dele, quase arrancando fora.

– Você é bem fortinha para o seu tamanho! - Ele riu.

– Obrigada! — Senti um peso na minha mochila por causa da arma, quase cai pois estava correndo, por sorte ele me segurou.

– Você está bem pequenina? — Ele foi abrir o ziper da minha mochila, eu rapidamente levantei.

– Eu tô bem, obrigada! — Saí correndo com ele denovo até a escola.

Na sala correu tudo bem, até eu ouvir alguns gritos no andar de baixo, perto do porão. Todo mundo foi na porta, e eu fui me esgueirando para descer as escada sem ser percebida pelo professor, desci até o porão e vi a cena, o lugar cheio de sangue, e um corpo totalmente amarrado e imóvel.

Olhei para todos os lados, não vi nenhum demônio, coloquei meu óculos de visão especial, só vi passos, eu segui as marcas e foi até a sala que eu estava, provavelmente o assassino estava lá, mas, ele era bastante esperto, não deixou o rastro até uma carteira, ele andou a sala inteira para despistar a nossa organização, iria demorar séculos até eu achar a onde ele se senta. Tirei meu óculos e guardei a arma, ninguém percebeu que eu sai da sala, logo logo ouvi som de polícia, pensei ''DROGA'' a polícia não pode me ver aqui, eles estão me procurando, e se me pegarem vou ter que dizer a onde meu chefe está, e isso NUNCA!

Me disfarçei, vesti outra roupa, coloquei uma piruca de cabelos loiros bem grande, pedi se podia ir ao banheiro, desci às escadas com as pistolas escondidas, pulei no carro da polícia e matei os 4 com tiros na cabeça e na garganta, chegou um carro de repórters, me escondi num beco próximo, por sorte ninguém me achou. Tirei meu disfarçe e vesti o uniforme denovo, dei uma desculpa esfarrapada para aquele professor babão e voltei a agir, com cautela, pois o assassino daquela garota estava entre nós. Meu chefe me ligou, pois a notícia tinha passado no jornal, pedi um instante para atender do lado de fora.

Telefone On

– Eu soube do assassinato, descobriu alguma coisa sobre ele?

– Descobri que o assassino está sim nessa escola, e na mesma sala que eu, porém ele é esperto, não deixou rastros de quem ele é.

– Ok, vou mandar um grupo de cientistas buscar o corpo, dar uma desculpa qualquer e levá-lo para examinar.

– Beleza!

Telefone Off.

Logo logo se fez, o grupo de cientistas veio buscar o corpo e o levaram. A escola toda estava falando desse assunto,mas só me via quem teria feito aquilo à sangue frio.