Kalahari

32 Capitulo 31 - Fim parte 2


Notas iniciais
Olá amadas leitoras! Em minha defesa, digo que não é enrolação não colocar de uma vez por todas Bella e Edward se amando. Calma gente! Eles tem o amor já anunciado e ficarão juntos até perderem os dentes, como em todas as fics que eu escrevo. Isto todos que já acompanham meu trabalho sabem! É meu jeito de escreve minha gente...

Kalahari

Capitulo 31

Fim – parte 2

—Não digam nada durante a coletiva! – foram estas palavras de orientação que recebemos do advogado que Alice nos arranjou. Em seguida fomos direcionados para uma sala que ficava na subprefeitura da comarca daquele distrito em Paris. Assim que as portas largas foram abertas me surpreendi com a quantidade de pessoas que nos aguardavam. Havia jornalistas, autoridades e muitos curiosos. Fomos direcionados para uma mesa retangular e lá colocados sentados de frente para todos aqueles rostos nada amigáveis. Fotógrafos estavam posicionados bem à nossa frente e passaram a trabalhar com afinco e eu era o foco principal deles. Todos queriam tirar fotos minhas.

Houve uma época em que eu cheguei mesmo a sonhar em ser perseguida pela imprensa francesa. Sonhei que seria uma estrela de cinema e teatro muito prestigiada e assediada por reportes e fotógrafos que disputariam quem iria entrevistar-me primeiro. Quem teria a foto mais reveladora, quem descobriria meus segredos mais íntimos.

Bem, eu tinha a um pequeno batalhão de jornalistas a minha frente e havia de fato, conseguido virar notoriedade na imprensa francesa. Somente não era bem daquele modo que eu desejava ser conhecida internacionalmente. Suspirei profundamente e olhei para frente, aquele seria apenas mais um dia de mais uma semana muito tumultuada. Eu me preparei psicologicamente para a enxurrada de perguntas e observações absurdas que teria que ouvir.

—Mademoiselle Santinha, sivuplè! Como vocês planejavam destruir Paris?

—Sivuplè, mademoiselle Santinha é uma espiã?

Eu ainda tinha sérias dificuldades para entender como todo aquele povo acreditou mesmo nas palavras do chefe dos policiais lieutenant Fournier. Aquele homem tinha o dom das palavras e passou para a imprensa uma história muito fantasiosa sobre terrorismo, satanismo e planos de destruição global. Para piorar o homem esquisito que quase morrera com a sapatada voadora de Edward era um figurão do clérigo local, muito respeitado. Naquele dia, o da confusão ha três semanas, o estranho padre viera de um velório de um politico muito importante para todo aquele povo. O homem estranho estava resolvido, ele queria a nossa alma! E empreendeu uma campanha contra o mal vindo das profundezas do inferno. Fazia quase dois dias que aquela criatura bizarra fora colocada de frente para nós, para um reconhecimento de inquérito sobre agressão física e Edward perdeu o controle o agarrando pelo pescoço e o esganando até sufocá-lo. Edward respondia como o segundo no comando e o inquérito contra ele somente aumentava, agora com tentativa de assassinato. E tudo somente se complicava, pois Edward era tido como a um suposto assassino, cruel e frio e, eu era a manda chuva daquilo que eles chamavam, graças ao padre esquisito e ao chefe dos policiais, de terroristas infernais.

Somente na segunda semana presos, um homem alto com ar sisudo e olhos penetrantes nos foi apresentado como nosso advogado. Ele comentou que teve alguns entraves em conseguir nos ver, pois o chefe dos policiais daquela comarca estava causando tantos problemas que nem mesmo a policia secreta francesa queria se envolver em nosso caso e foi proposto nossa imediata expulsão do solo francês. Mas o senhor lieutenant Fournier arranjava a cada dia evidências para retardar o processo de extradição e, por último, foi constatado pelo advogado que o chefe dos policiais desejava uma promoção antes de se aposentar e erámos o degrau que faltava para o ambicioso homem.

Depois de todo aquele tumulto que causamos na fonte de agua, pelo o que eu entendi, havia elevado o numero de visitantes em um curto espaço de tempo na cidade, aumentando também a renda e trazendo bons negócios. Então, o senhor lieutenant Fournier teve apoio de vários setores da cidade, bem como, do prefeito da comarca.

“Todos estão lucrando com todo este circo. Hotéis, principalmente onde a Srta. Swan se hospedou. Por lá, se contam histórias absurdas sobre a sua passagem. Ao que parece o povo de Paris vive a um delírio coletivo fantasioso. Eles desejam resgatar a histeria que foi a passagem da notória espiã Mata Hari. Então, senhores e senhoritas, solicito máxima atenção com o que disserem a partir de agora. O mundo está sob forte tensão, todos querem ter espiões capturados e indícios de desmantelamento de quadrilhas suspeitas. Teremos muito trabalho para dissuadir o coletivo fantasioso que se instaurou por aqui e mandá-los para casa, sem maiores danos.”

Ele havia trazido jornais e editoriais semanários. Vi chocada que eu e Edward erámos capa em quase todas as edições. Na maioria das fotos eu procurava esconder meu rosto com as mãos e lá estavam as algemas reluzentes como braceletes. Edward aparecia vociferando para os jornalistas. Somente Emmett e Rosalie pareciam gostar de todo aquele assédio. Eles apareciam sorrindo e fazendo pose. Rose mandou beijinhos em pelo menos duas fotos. Com certeza para eles aquilo seria o ápice de suas vidas monótonas. Rosalie inclusive pediu para ficar com todos os exemplares dos jornais e revistas, ela dizia que iria se gabar até o final dos tempos e esfregar aqueles papéis na fuça de uma tal de Victória lá em Kalahari.

Rose já se considerava uma artista:

“Olha esta foto?! Que está ficou bonita demais!”

“É bezerrinha, você tá linda de cair o olho!”

“É, eu fiquei foi muito feliz! Temos várias fotos, tudo de graça e com direito a entrevista em jornais!”

“É, está bom pra mais de metro está nossa visita em Paris!”

“Escreve o que eu vou dizer, está vai parar na história!”

“É mesmo!”

“Desse jeito eu até vou fazer um filme, bezerrão!”

“De Kalahari, para o mundo!”

“Oh, meu pai do Céu! Minha periquita até bate palmas te ouvindo falar assim, bezerrão!”

Fui trazida de volta a minha triste realidade quando um dos jornalistas perguntou-me se o tumulto em Paris seria a algum tipo de rito de passagem para a minha seita maligna, ao final, as considerações de todos eram de que seriamos terroristas satânicos.

—Não diga nada, Santinha! – Edward estava na outra ponta da mesa, eu inclinei-me para olhá-lo e o brilho de seus olhos aqueceu meu coração- Vai dar tudo certo, minha linda! Vamos todos sair desta logo, logo!

A voz dele soou macia e teve o poder de acalentar meu coração sofrido. Eu tive pesadelos em todos os dias em que ficamos presos naquelas celas minúsculas. Sentia dores em todo o meu corpo, em parte pela tensão nervosa e pela dificuldade de não visualizar a uma saída satisfatoriamente boa daquela situação em que nos encontrávamos. Quase todas as noites eu acordava suando frio no catre da cela, pois achava que ao amanhecer seriamos conduzidos até a um pelotão de fuzilamento.

Rose falou comigo com muita empolgação.

—Sorria, Santinha! Mais uma foto que vai parar nas capas dos semanários! – Rosalie parecia sinceramente feliz da vida! Todos os dias em que erámos expostos para a imprensa, ela procurava sorrir o mais aberto que podia, com direito a pose para as fotos e, ela era a que mais falava com os jornalistas.

“Olha, anota ai seu repórter, meu nome é Rosalie Ann Marie Hale! Eu vim lá de Kalahari só pra ficar noiva aqui mesmo, nesta cidade linda por demais da conta! Aquele moço alto e forte é meu noivo! Ele comprou o maior anel que eu já vi na vida e ia colocar ele aqui neste dedinho se não fosse por um povo besta por demais, sôh!”

Todo dia Rose dava a uma nova declaração.

“O povo daqui implica com tudo, arre égua! Não pode sair no tapa só um tiquinho que já é motivo de cadeia, arre!”

“Oi? É isso mesmo, eu e a Santinha somos amigas por demais! Vamos até noivar na mesma cidade!”

Mesmo com todas as recomendações do advogado, Rose não se controlava. Ao final, o advogado passou a ver as declarações de Rosalie Hale como a um bom indicativo. Ele ponderou que, talvez a moça bonita e simples, conquistasse a opinião publica a nosso favor.

“Oh, Sôh! Claro que não somos terroristas! Somos lá de Kalahari! Por lá, o sol queima mais do que em qualquer outra parte deste mundão velho. E o povo por lá resolve tudo assim mesmo, de sangue quente!”

Então, antes desta coletiva o advogado achou por pura estratégia, deixar somente Rosalie se pronunciar, toda vez, em que o chefe dos policiais intencionava nos expor. Parecia que aquela tática estava dando certo.

“Não! Não teve quebradeira, sôh! Eu só quebrei o nariz daquele homem comprido, das pernas longas, pois ele me olhou com nojo e disse lá umas coisas estranhas bem na minha fuça! Mas não quebrei carrinho de senhor ninguém!”

Eu de minha parte procurava manter minha boca fechada. Mas assim que olhei para o canto esquerdo da sala de eventos onde estávamos a mercê dos chacais da imprensa eu a vi.

—Mamãe?

Sim! Rennee estava a um canto, mais distante de todo aquele mar de jornalistas. Ainda sim eu pude ver o brilho de seus olhos azuis.

—Senhores, por favor! Atenção senhores!

A voz mecânica do advogado começou a falar com os jornalistas famintos de informações. Meus olhos estavam grudados em Rennee.

—Meus clientes, a partir desta data, estarão exercendo o direito ao silêncio e, irão pronunciar-se somente perante ao juiz.

Houve uma espécie de comoção geral, quase uma revolta coletiva. Muitos jornalistas questionavam tal proceder.

—Todos temos direito a um julgamento justo, senhores! A execração publica de meus clientes já ultrapassou a todos os limites judiciários.

A balburdia era total! Os jornalistas, muitos deles irados, não aceitaram aquelas palavras de ordem e passaram a enumerar todas as transgressões que causamos a sociedade parisiense.

—Por favor, senhores! A perca de bens materiais serão ressarcidas. O levantamento que efetuei não aponta danos ao patrimônio publico ou depredação ou vandalismo por parte de meus clientes.

O povo parisiense estava indignado que tudo se resolvesse assim. Eles clamavam por justiça contra a desordem, para com a moral e o respeito à história daquela comarca e gritavam por justiça quanto ao quase estrangulamento do padre sinistro.

—Devo frisar que meu cliente, o Sr. Edward Cullen, lamenta profundamente todo o inconveniente ocorrido. Senhores, senhores! Vamos apelar para o bom senso! Olhem para estes jovens que vieram até está cidade fabulosa em busca do amor! A juventude falou mais alto, foi tudo uma grande confusão! Garanto que tudo estará resolvido nos próximos dias. Vamos apelar à corte desta comarca, o que temos aqui é um caso simples de se resolver. São apenas jovens turistas estrangeiros enamorados. Por favor, esqueçam este absurdo de conspiração internacional e culto satânico.

Foi uma comiseração! Parecia que finalmente aquelas pessoas estavam entendendo que não tínhamos a intenção de causar qualquer dano a alguém.

—Sim! Tão logo seja possível, estes jovens serão extraditados, mas os recursos financeiros para saldar a qualquer dano material serão pagos em dinheiro.

—Por favor, senhores! Estes jovens tem profundo respeito pelo povo francês e admiração à beleza desta cidade acolhedora.

Foi tudo muito rápido, assim que o advogado acabou de pronunciar-se fomos retirados da sala e levados para os carros. Seriamos conduzidos novamente para a delegacia daquela comarca. Eu e Rosalie seguimos em um carro menor, todo fechado. Edward e Emmett vinham logo atrás em outro veículo. Para a minha surpresa, assim que adentramos o distrito policial fomos recepcionados por alguns homens muito estranhos, vestidos com ternos escuros e chapéus. Meus joelhos tremeram naquele momento, pois aqueles homens eram parecidos com aquele outro que eu vi no porto em Kalahari.

Quem eram eles?

—Srta. Swan? — Eles vieram me prender! Eu seria fuzilada, havia chegado minha hora.

Minha tremedeira era tão intensa que até minhas pálpebras batiam a tal velocidade que me faziam ver aqueles homens como naqueles rolos de filmes que se desprendem e a imagem fica passando repetidamente. Eu sabia, cairia durinha no chão a qualquer instante. Que assim fosse! Preferia morrer de sincope nervosa. Seria muito melhor do que ter o meu corpo furado a tiros, como aconteceu com aquela espiã! Mas, quando uma mão tocou no meu ombro, minha alma se desprendeu de mim!

—UUÊÊÊÊÊÊIII!!!!!! – foi o berro mais longo, sofrido e profundamente agudo que eu já dei em toda a minha vida. Era o meu ultimo grito! Em seguida me veio à escuridão.

Meus sentidos estavam voltando aos poucos. Muito desorientada eu passei a ouvir vozes que a cada longo e doloroso minuto ficavam mais claras para o meu entendimento. Tudo em mim era dor. Meu corpo por inteiro, até as minhas pálpebras. Era inevitável e, eu gemi.

—Oh, Isabella, minha querida!

Rennee?

—Vamos querida, fale comigo!

Eu não morri?

Meus lábios se desprenderam com certa dificuldade e minha voz estava perdida dentro de mim. Eu senti que balbuciava grunhidos apenas.

—Abra os olhos, meu bem!

Eram palavras tão doces! Lembrei de ler em um conto, que os anjos se passavam por pessoas que amávamos para nos dar as boas vindas ao paraíso.

Sim, eu tinha morrido!

Dos meus olhos fechados as lagrimas saltavam aos borbotões, quentes e chegavam salgadas até aos meus lábios grudados. Com dificuldade eu levei uma de minhas mãos até meu rosto e a mesma foi agarrada por uma mão quente.

—Filha! Está tudo bem, estamos indo para casa! — havia aflição na voz de Rennee. Finalmente eu consegui abrir meus olhos e minhas vistas doeram com a luz pálida do teto. Onde eu estava? Aquele não era o teto da delegacia e tão pouco me parecia um teto do paraíso.

—Mã – a voz tinha dificuldade em sair pela minha goela que doía muito –Mamãe?!

—Sim, meu anjo!

Passei a respirar pela boca. Mãos gentis me ajudaram a sentar. Eu experimentei uma espécie de vertigem e um enjoo fez meu nariz arder. Levei longos instantes até sentir-me forte o suficiente para olhar para ela, que tinha o rosto banhado de lagrimas.

—Mamãe, eu pensei.. –um nó na garganta calou-me por um momento. Tive que respirar profundamente antes voltar a falar.

—Mamãe eu pensei que seria morta a tiros! Eu, eu tive tanto medo! – sem conseguir mais me segurar eu fui para os braços de Rennee que me acolheu com carinho. Chorei tanto, quanto soluçava.

—Calma, meu bem!

—Pensei que nunca mais eu a veria, mamãe!

—Oh, minha criança! Eu estive todo o tempo ao seu lado. Quase fui presa também, somente para ficar pertinho de você! Alice me convenceu de que estando presa, pouco poderia fazer em teu beneficio. Bella, movemos céus e montanhas por vocês, sem um instante de sossego, meu amor!

Chorei muito, foram longos minutos. Finalmente passei a me acalmar e me ofereceram um copo com agua. Assim que bebi alguns goles pude notar com mais atenção onde estávamos.

—Que lugar é este? – minha garganta ainda doía muito.

—Estamos na embaixada dos Estados Unidos, querida!

Um minuto de silêncio para a minha morte mental súbita! Meus olhos ficaram congelados em um ponto inexistente, até que mãos carinhosas em meu rosto me fizeram focalizar aqueles olhos azuis incríveis.

—Querida, você está bem?

—Eu ainda não sei!

—O que você sente?

—Tudo e nada!

—Compreendo!

Alguém falou alguma coisa, obrigando Rennee a erguer um dedo para o alto.

—Um instante por misericórdia!

—Senhora, não temos tempo...!

—Senhora o cacete! – olhei para o lado do dedo erguido de Renne -Minha filha quase morre do coração! O mínimo que o governo americano poderia fazer e dar a ela todo o tempo de que ela necessite neste momento.

O homem alto, bem trajado assentiu com a cabeça e saiu da sala, fechando a porta silenciosamente.

—Mãe?

—Sim, meu bem!

—O quê, o quê?! – eu olhei a minha volta, a sala era mobiliada com fino gosto e havia a uma janela com a cortina aberta, indicando claramente que já era noite.

—Edward, onde está Edward?

Rennee segurava minhas mãos.

—Na delegacia, em Paris!

—Eu não entendo...!

Alguém bateu na porta. Rennee soltou outro palavrão. A pessoa pareceu não se importar e entrou. Desta vez era um senhor atarracado, aquele mesmo que eu vira no porto em Kalahari. Eu passei a tremer freneticamente.

—Bom, parece que nossa testemunha finalmente acordou!

—Eu falei para o senhor não aparecer aqui!

—Sinto, Sra. Dwyier! Mas o tempo está contra nós! Devemos partir de imediato.

—Não, vocês ainda vão sentir a minha ira! – Rennee ergue-se e me estendeu uma mão. Eu olhei de um para o outro. Minha cabeça doía muito.

—Mamãe, quem é este homem?

Rennee respirou bem fundo para soltar tudo de uma única vez.

—Este é o agente Hayes do tesouro americano.

Agente do tesouro americano?

Olhei apatetada para o homem de aspecto tacanho que apenas acenou com a cabeça antes de voltar a falar.

—Srta Swan, finalmente que nos conhecemos. Mas, podemos deixar as apresentações para depois. Necessitamos partir imediatamente.

Um casaco foi colocado sobre os meus ombros e eu fui conduzida para fora daquela sala em direção a um corredor acarpetado. Dois homens nos aguardavam no final daquele corredor e eles abriram uma porta que dava para uma escada onde descemos apressadamente. No final das escadas havia várias portas, uma delas foi aberta e dava para um pátio, lá um carro todo preto nos aguardava. A noite estava fria e silenciosa, assim como a minha mente. Eu não tinha condições físicas ou psicológicas para formular qualquer pergunta no mínimo coerente. Então me deixei conduzir. Assim que entramos no carro o mesmo se pôs em movimento. O Homem tacanho ia na frente com o motorista, eu e mamãe no banco de trás. Meu único consolo eram os braços de Rennee.

Fechei meus olhos e me permiti cochilar. Não sei quanto tempo levou, mas Rennee acordou-me com muita gentileza. Quando saímos do carro, para a minha surpresa estávamos em um aeroporto e um avião de porte médio estava com a porta aberta nos esperando. Subimos as escadas estreitas daquela aeronave que iria me tirar do solo francês e me levar para longe de Edward.

Continua...

Notas finais
Final já anunciado! Vamos lá participem, deixem seus comentários! Recomendem a fic e, leiam ou releiam Revenge. Logo publico a continuação - Dinastia! Bjus!