Notas iniciais
Oi gente, quem está falando hoje é a Melany Aviso: tem lemon Espero que gostem e boa leitura

Peter Povs:

Quando cheguei em casa ainda eram umas dez e pouco, meus pais não vão poder reclamar, ou seja, o Steve.

– Esperava que como todo adolescente você fosse nos desobedecer e voltar só amanhã. – Fala Tony aparecendo na sala abraçado a Steve.

– Mas ele é um bom filho. – Fala Steve.

– Não, ele é um nerd. Tem diferença nisso.

– Eu vou pro meu quarto. – Digo me preparando para ir ao elevador.

– Espera. – Steve me chama. – Queríamos conversar com você antes.

Acho estranho isso, mas sento no sofá a frente dos dois.

– Podem falar.

– Você gosta do Wade? – Steve me pergunta.

– Gosto.

– Há quanto tempo estão namorando?- Tony indaga.

– Há uma semana ou mais. – Minto.

– Então vocês ainda não...? – Steve deixou o resto da frase no ar.

– Não entendi – falo com um olhar confuso.

– Seu papai quer saber se vocês já transaram – diz Tony de uma vez abrindo um sorriso malicioso. Coro bravamente virando o rosto.

– A-Ainda não – respondo com minhas bochechas queimando.

– Então vocês pretendem?

– Sim.

Olho para meus pais de relance e vejo que enquanto Tony está calmo, até achando divertido tudo isso, Steve está com uma cara amarrada, tentando se manter controlado.

– Mas como se fica com outro homem? – pergunto aos dois – E que eu não sei muito bem dessas coisas.

– Depende filho. – Fala Tony com um jeito sereno – Você vai ser ativo ou passivo?

– Passivo, provavelmente – digo constrangido.

– Não vamos continuar com essa conversa – fala Steve mantendo a calma. – Amanhã você tem aula Peter, melhor ir dormir.

– Qual é Picolé, nosso filho não será um bebe pra sempre, ele tem que aprender sobre sexo – fala Tony na defensiva – Alguma pergunta filho?

Gaguejo um pouco, mas reúno forças.

– É meio inevitável não doer, só certifique-se de estar bem lubrificado.

– Como assim? – indago, vendo a expressão pasma do meu pai.

– O que vocês aprendem na escola de hoje em dia?! Lubrificar é quan-

– Chega! Não quero falar disso. – Diz Steve um pouco corado – Você não precisa saber disso agora filho.

– Mas pai...

– Não. É melhor você ir dormir e esquecer essas coisas, ainda é muito cedo pra fazer essas coisas.

– Do jeito que é você, é bem capaz do Peter perder a virgindade na faculdade – fala Tony olhando feio para o marido.

– Não quero saber, não quero que o Peter saiba disso.

– Apenas está falando disso porque a bunda dele vai ser-

– Boa noite filho!

Steve pega Tony no colo e vai para o elevador, sendo xingado pelo menor.

Não entendi nada.

Vou ao meu quarto e recebo uma mensagem do Harry, falando que era o numero do celular do Wade, não resisto e mando uma mensagem pra ele.

Depois disso faço minha higiene pessoal e coloco meu pijama. Tentei dormir, mas tudo no dia de hoje começou a girar na minha cabeça, fazendo-me manter os olhos abertos. Esse dia é um dia em que eu nunca vou esquecer-me, ainda mais da sauna, e espero que isso nunca aconteça de novo!

~Pov Wade~

Acordei com o som do despertador do celular despertado. Como odiava acordar cedo. Levantei com calma da cama, indo em direção do banheiro. Fiz minha higiene matinal, coloquei uma calça jeans rasgada nos joelhos, uma camiseta preta e camisa xadrez por cima, um tênis qualquer e desci as escadas com a mochila nas costas. Minha sorte é que meu pai bebia tanto de noite que ficava num “coma” durante as manhãs.

(Podíamos matar ele, que tal?).

[Corta em pedaçinhos e coloca em varias vasilhas pra dar pros cães nas ruas, e deixa a cabeça dele entro da geladeira como premio].

— Calados.

Fiz umas panquecas como café, e fui em caminho do colégio.

Estava animado, pela primeira vez podia dizer que tinha amigos, esse sentimento era tão bom.

Entrei no colégio logo vendo o Matt que estava acompanhado de um cara gordinho e pareciam conversar sobre algo serio, então decidi não interromper. Pelos corredores, fui o mais rápido possível para o meu armário, queria guardar logo minhas coisas e pegar as coisas pra aulas, assim podia procurar pelo Petey antes do sinal bater. Assim faço, logo andando pelos corredores atrás do Baby Boy.

— Estou sem dinheiro hoje. — ouvi vindo do final do corredor, era aquele loiro idiota que estava ameaçando o Petey no primeiro dia.

— E o que tenho com isso? Azar o seu. — então assim pude ver o Baby Boy parado na frente do loiro, ele estava com uma cara de bravo, achei fofo, mas decidir ver o que aconteceria. Se aquele babaca tocasse um dedo nele eu juro que quebrava ele todo.

— Tá muito ousadinho hoje. Passa a grana, nerd.

— Ah, claro. — disse Petey colocando a mão dentro do bolso da jaqueta que usava e quando tirou a mão foi mostrando o dedo do meio, dando um sorriso sínico. Segurei o riso naquele momento.

— Seu... — quando vi ele erguendo o punho na direção do Petey, bati com força o pé no chão, fazendo muitos dos alunos me olharem assustados, principalmente o loiro metido a valentão.

— Petey, vamos pra sala. — falei em um tom alto, amedrontador e autoritário.

— E desde quando você manda em mim. — falou ele empurrando o loiro, vindo à minha direção, o que me fez rir divertido vendo a cara de indignação do que foi empurrado.

— Considere como um pedido então. — falei sorrindo de forma amigável pra ele, ficando feliz em vê-lo.

Assim ele passa por mim indo em caminho da sala e eu vou atrás.

— Acha mesmo que pode sair assim, seu imbecil? — gritou o forçudo idiota.

(Ele ta me irritado).

[Cara chato, porra].

— Não to com saco hoje, Flash... — falo Petey.

(Ah, é Flash o nome dele).

[Nome ridículo.]

— O único imbecil aqui é você, Flash. — falei nome dele de maneira enojada. — Vai pra puta que te pariu, e deixa o Baby Boy em paz, ou vai se ver comigo, oh queridão. — falei num tom brincalhão, mas sem deixar o tom ameaçador, e tenho certeza que o vi tremer. — Se até o Logan apanhou pra mim, você não vai passar de uma mosca que vou ter que pisar, então não cruza meu caminho e nem do Petey, que você não terá problemas comigo.

Todos estavam nos olhando, e eu gostava disso, de certa força.

— Não sabia que tinha apanhado pra você. — virei pra trás vendo o baixinho do Logan me encarando com raiva e ao longe vi o Scott.

— Eai pisor lindão, como tá a vida? — falei vendo ele me olhar de maneira mortal.

— Vai se ferrar. Tá arranjando briga? — olhei sorridente, virando para trás indo em passos largos até o Flash o olhando bem nos olhos o vendo estremecer.

— Claro que não, Logan. — assim abraço o loiro pela cintura o erguendo do chão e logo o colocando de volta, assim passando meu braço pelos seus ombros e olhando para o professor.

— Só batendo um papo com zamigo aqui, sacomé. — falei olhando de canto para Flash. — Um papo bem sério, do qual se ele não cumprir terá serio problemas. — vi ao longe Petey rindo, o que me fez esquentar por dentro, e todos envolta vendo aquilo....

Dou um tapa na bunda nada bonitinha do Flash e vou até Petey.

— A gente se vê depois Flash, cê também pisor.

Então eu e Petey andamos em silencio até a sala, nos sentando, e do nada ele começa a rir.

— Você é louco, Wade. — Falou entre os risos. — Aquilo foi épico. O tapinha na bunda dele.... — começou a rir feito louco.

— Ele me irritou. — falei começando a rir com ele, vendo os outros alunos entrando na sala, e logo o professor.

— Fico realmente feliz de ter te conhecido, só contigo que rola essas loucuras. — falou parando de rir, me fazendo sorrir bobo corando um pouco.

— Também fico feliz em ter te conhecido. — falei e ele apenas assentiu.

[Ele nos ama].

(Menas, bem menas.)

— Mas acho que estamos perto disso. — falei, deixando assim as vozes discutirem, enquanto eu tentava ouvir a aula.

Autora Povs:

Mesmo tendo passado apenas um dia, grande parte dos alunos já haviam entregado seus trabalhos, Charles resolveu ficar na escola, vendo a nota que daria, poderia fazer isso em casa, mas sabe que Raven não iria dormir antes que ele fosse para a cama.

O colégio fechava por completo as 18:00, ou seja, está a mais de uma hora e meia lendo os trabalhos.

Enquanto bocejava pela milésima vez, vê seu celular vibrar, indicando uma mensagem, visto que era de Raven,

Vou sair com o Hank, não me espere acordado.

Charles dá um longo suspiro em desistência, vendo que estava em seu ultimo trabalho.

Alguém bate na porta, e sem esperar por uma permissão, Eric entra na sala com um sorriso debochado.

– Você já acabou? – ele pergunta sentando-se em uma das bordas da mesa.

– Só falta mais um. – Fala Charles lendo o ultimo parágrafo. – Por quê?

– Podíamos sair pra beber. Que tal?

– Eu e você? Até parece.

– Jura que você me odeia tanto assim? – Eric indaga manhoso.

– Sim – fala Charles dando a nota no ultimo trabalho. – Agora você pode ir embora?

– Não to muito afim. Vamos Charles, que mal tem? Duvido que não esteja tenso por causa desses trabalhos, precisa extravasar um pouco.

O moreno encara o judeu, incerto se deveria aceitar, por fim dá de ombros.

– Tudo bem, mas não prometo que ficarei muito. – Fala Charles colocando seus papeis em sua bolsa, parecida com uma mala.

Ele se levanta, tento seu ombro envolvido pelo braço de Eric.

– Faz quanto tempo que a gente não sai? – ele indaga, não parecendo querer uma resposta. – Acho que desde o colegial.

– A gente se separou desde que entramos na faculdade.

– Nos separamos ou você me deixou? – pergunta Eric ficando sério.

Charles o encara, corando no final, saindo de perto do maior constrangido.

– Só vamos ao bar logo.

oOo

Eles sentam em um canto afastado, pedindo varias doses de whisky.

– Que tal um drinque? – indaga Eric.

– Pelo que?

– Por você, depois de anos se lembrar de que eu existo. – Ele fala fitando o menor que fica desconcertado.

– Tanto faz. – Fala Charles batendo seu copo no de Eric, bebendo o whisky de uma vez, enquanto Eric somente de um misero gole, sorrindo largamente por ver que Charles já ingeria os outros copos, ficando com as bochechas num tom vermelho pelo álcool.

– Você fica bem fofo com as bochechas coradas. – Fala Eric sorrindo de canto.

– Por que você fala essas coisas? É tão estranho. – Fala Charles desviando o olhar do maior, constrangido.

– E por que é estranho?

– Talvez por sermos dois homens? – indaga Charles buscando uma justificava, no final somente encontrando essa.

– Tem preconceito?

– Claro que não. Você sabe que um dos meus melhores amigos é gay.

– Então por que é estranho? – indaga Eric.

– Eu não sei – fala Charles corando ainda mais. Ele odeia quando Eric fica o encarando. – Apenas não gosto. – Dito isso o moreno toma outro copo, sentindo sua garganta arder.

– Ou talvez você gosta. – Fala Eric, provocando-o.

Charles toma outro copo.

– E por que iria gostar? – pergunta ríspido.

– Por que talvez você goste de mim. – Fala Eric. – É o mais provável.

– Eu não gosto de você. – Fala Charles, travando um pouco.

– É uma pena, porque eu gosto de você. – Fala Eric se aproximando ainda mais do menor que se afasta.

– Eu vou embora – fala Charles jogando notas de dinheiro sobre a mesa. – Tchau Eric.

Dando somente três passos, Eric o segura pelo braço fitando-o.

– Jura que você me odeia tanto ao ponto de não querer beber comigo?

Charles o fita, voltando a se sentar, meio cambaleante pela bebida.

– Só fico porque não estou em condições de dirigir.

– Quer que eu te leve pra casa? – pergunta Eric.

– Se você não se importar.

– Não me importo – Eric sorri ainda mais – Mas antes... Que tal uma cerveja?

– Não sei se devo.

– Vamos Charles, você não vai dirigir mesmo.

Charles suspira pesadamente afirmando.

Eric pega duas garrafas e dá uma ao moreno.

–- Obrigado.

Eles a tomam. Eric ainda está sóbrio, vendo que era a única coisa que bebeu, alem de não ser a mais pesada, ao contrario de Charles, que já está com dificuldades de se manter ereto na cadeira. Isso o fez sorrir ainda mais.

– Acho que está na hora de irmos. – Ele fala, levantando-se.

Charles se levanta cambaleante, tendo de se segurar na mesa. Eric o ajuda, envolvendo suas mãos na cintura do menor.

– Vamos.

Charles o segura também, andando cambaleante. Eles vão ao carro de Eric, que trata de liga-lo às pressas.

– Não está muito apressado? – indaga Charles encostando-se a janela do carro.

– Um pouco. É que hoje vai ser uma noite especial.

– E eu posso saber por quê?

– Ainda não, mas você vai saber.

– Tá bem.

oOo

– Chegamos. – Fala Eric trancando a porta atrás de si, depositando Charles no sofá desnorteado, o moreno olhou para os lados, confuso.

– Esse aqui não é meu apartamento.

– Eu sei, é o meu.

– Por que me trouxe aqui? – indaga Charles.

– Estou a fim de me divertir. – Fala Eric sentando-se na borda do sofá.

– Me leve pra casa antes, Raven já deve estar preocupada.

– Não precisa, peguei seu celular e mandei uma mensagem pra ela falando que vai dormir fora.

– Por que você fez isso? – indaga Charles. – E como assim eu vou dormir fora?

– Você vai dormir aqui... – fala Eric colocando-se de quatro em cima de Charles – E comigo.

– Do que você tá falando Eric? – questiona o menor zonzo, nem conseguindo raciocinar direito, tentando inutilmente empurrar o maior de cima de si.

– Pelo que vejo vou ter que arrumar uma maneira pra te explicar – fala o maior sorrindo malicioso – E acho essa bem eficiente. – Dito isso Eric joga seu corpo sobre o de Charles, segurando seus pulsos em cima de sua cabeça, ele aproveita vendo que o menor estava distraído e o beija sedento.

Charles arregala os olhos, se debatendo, vendo que cada vez que faz isso Eric aprofunda o beijo, arrancando-lhe suspiros. Ele para de se debater, percebendo finalmente como os lábios de Eric são macios e se delicia com eles, deixando o maior adentrar com a língua.

Eric solta as mãos do menor, que no mesmo momento envolvem em seu pescoço. Ele dá um fim ao beijo vendo o olhar frustrado de Charles. Ele sorri com isso e começa a beijar o pescoço do menor, que se arrepia a sentir seus lábios. Sorri com isso e dá uma mordida no pescoço do menor, que geme um pouco alto.

– Você é bem sensível nessa área, não? – indaga Eric soltando uma risada fraca. – Será que aqui também é? – fala apertando as nádegas do menor, que cora violentamente, ainda mais por soltar um gemido abafado.

– Você quer parar de falar essas coisas estranhas?! – questiona o moreno, desviando o olhar constrangido.

– Não, eu gosto de te deixar bravo.

Antes que Charles pudesse revidar, Eric aperta suas coxas trazendo o menor para seu colo, que se gruda em si com medo de cair. Ele o leva para seu quarto e joga na cama.

– Mal-educado – reclama Charles meio bravo.

Eric apenas ri, voltando a se sentar em cima do menor, que cora ao sentir as nádegas do maior roçar em seu membro que acorda.

– Você é bem tarado – fala Eric rebolando em cima do menor – Gosta disso?

– Para Eric! – geme o moreno todo vermelho.

– Não parece que você quer que eu pare, está tão duro.

Charles vira o rosto, sentindo-o queimar de vergonha. Eric tira a blusa social do menor abrindo lentamente cada botão, vendo o menor se contorcer impaciente abaixo de si. Assim que desabotoa tudo, inicia um caminho de beijos e chupões do pescoço até o mamilo, onde aperta a ponta, vendo Charles gemer, ficando um pouco arfante ao sentir a língua quente de Eric o lamber.

Eric morde, chupa, lambe, se deliciando com os gemidos que o menor soltava, tentando inutilmente conte-los.

Ele vai descendo, parando no cós da calça, ele olha para Charles, que parecia mais um tomate. Eric arranca a calça junto à cueca, tendo a perfeita visão do membro ereto do moreno, que arfa assim que ele toca em sua glande.

Ele sorri com isso, lambendo toda a extensão antes de inserir o máximo que pode em sua boca.

– Ah! – geme Charles, se controlando para não movimentar os quadris e intensificar aquele boquete.

Eric aumenta a velocidade, dando leves sucções na ponta, vendo o pré gozo sair, enquanto Charles se contorcia de prazer. Ele sorri para o moreno que desvia o rosto de imediato, e volta a colocar tudo na boca.

– Para Eric, eu vou gozar! – diz o moreno rouco de prazer.

Eric retira sua boca, masturbando o membro, que em poucos segundos se derrama em sua mão.

Ele pega o gozo e passa na entrada do moreno, ele espera o menor recuperar o fôlego e insere o primeiro dedo.

– Charles, você tá legal? – ele pergunta vendo a expressão de dor do colega.

– S-sim, pode continuar. – Fala um pouco gaguejante.

Eric coloca o segundo digito, fazendo movimentos de tesoura, ao ver que Charles já rebolava, insere o ultimo dando estocadas.

Ele tira sua roupa, posicionando-se entre as coxas do moreno.

– Tá pronto? – ele pergunta preocupado.

– Sim.

O maior coloca seu membro na estrada do menor, adentrando-o aos poucos. Assim que foi tudo, Charles abraça Eric, segurando lágrimas nos olhos.

– Pode se mover... – Fala Charles, sentindo a dor se suavizar.

Eric retira quase todo seu membro do menor e enfia de uma vez, vendo Charles gemer, tanto de dor quanto de prazer. Ele vai a um ritmo lento, aumento gradativamente quando o menor na mexia seus quadris pedindo mais.

Eric pega as pernas de Charles e coloca em seu ombro, vendo entrar mais fundo no menor, procurando uma certa área.

– Aah! – geme alto Charles, tapando a boca, ficando muito vermelho.

Eric sorri malicioso e mira nesse mesmo ponto diversas vezes, arrancando cada vez mais gemidos do menor que não conseguia mais contê-los por tamanho prazer, chegando a gozar novamente sem nenhum toque em seu órgão.

Eric aumenta o ritmo das estocadas, gemendo rouco, sentindo que já está perto de seu ápice. Ele arqueia as costas dando uma ultima estocada antes de se derramar dentro do menor, que geme alto sentindo algo quente tocar em suas paredes e sair pra fora. O maior cai na cama, exausto.

– Você ainda me odeia? – pergunta Eric debochado.

Charles o fita.

– Odeio – ele fala virando-se para o lado – Boa noite. – diz com um sorrisinho escapando pelos lábios.

– Boa noite amor.

oOo

– Charles... Charly... Tá acordado? – indaga Eric vestindo sua calça jeans escura com os cabelos molhados por ter acabado de sair no banho.

– Raven? Por está no meu quarto? – indaga o menor virando-se para o lado oposto, dando a Eric a perfeita visão de sua bunda e coxas.

– Lembra que dormiu fora de casa? Eu não sou a Raven.

O moreno arregala os olhos virando-se instantaneamente vendo Eric. Ele o fita não se lembrando de nada, até flashs rodar em sua cabeça deixando-o em uma coloração vermelha.

– Acho que você se lembrou. Melhor tomar banho, daqui a meia hora começam as aulas.

– Tá bem – fala o moreno não conseguindo olha-lo nos olhos por tamanha vergonha. – Você pode sair pra eu ir ao banheiro?

– Por quê? Não tem nada ai que eu já não visto... Ou tocado.

Charles dá de ombros, levantando-se de uma vez, sentindo um incomodo em seu quadril dificultando na hora de andar. Ele toma um banho rápido no fim colocando uma roupa de Eric, que ficou apertado na coxa.

Ao chegarem à escola no mesmo carro todos os alunos olharam aquilo chocados. Os dois vãos para suas classes assim que toca o sinal.

– Ai Charles, você esqueceu sua bolsa. – Fala Eric entrando em sua classe.

– Espera um pouco – fala Raven – Vocês dormiram juntos?

– Fizemos bem mais do que dormir. – Diz Eric sorrindo malicioso.

– Cala a boca. – Repreende Charles andando devagar até pegar sua bolsa, colocando a mão no quadril.

Raven abriu a boca pasma.

– O que você fez com meu irmão? – pergunta a Eric – Duvido que ele vá conseguir sentar.

Peter, finalmente entendendo tudo, não pode deixar de olhar para Wade um pouco com medo se doeria na primeira que eles fizessem, e pela expressão de Charles duvida que não vá doer.

Wade vendo o menor o olhar aflito, sorri para ele.

– Relaxa, eu vou ser mais gentil – fala tentando acalma-lo, mas ao invés disso o moreno corou de vergonha enterrando o rosto em seus braços.

E Hank somente via tudo aquilo não entendendo direito, vendo que não teria nada importante resolveu dormir, porque sabia que Raven iria falar disso o resto do dia, e iria precisar de energia.

– Obrigado – fala Charles um pouco corado.

– De nada amor, não vemos mais tarde – fala Eric saindo às pressas antes de ser acertado por um apagador.

Assim que Charles fecha a porta vê que todos os alunos o olhavam com expressões nada descentes.

– Querem saber, hoje será aula livre – ele fala sentando-se devagar na cadeira buscando dormir mais alguns minutos. Acho que ficar perto do Eric tem seus efeitos colaterais.

Notas finais
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