Just love me
11 Literalmente um outro eu
Notas iniciais
~Harry pov~
Acordei meio irritado, pois ainda sentia um leve dor no quadril, o que estava me incomodando um tanto, mas nada que eu pudesse reclamar, pois a noite passada fora incrível.
Olhei no relógio do quarto e vi que eram quase três da tarde, ainda bem que era domingo. Levantei vendo que Matt continuava ao meu lado dormindo, fui ao banheiro do quarto tomando um banho e logo voltando para onde estava o ruivo.
— Acorda. — falei com a voz rouca e cansada já que era a primeira palavra que falava no dia.
— Certo. — falou se sentando na cama, o fato dele ter um sono leve me agradava de certo modo, não tinha que me matar para acordá-lo. — Bom dia. — esfregou os olhos e logo se espreguiçou.
— Boa tarde, são três da tarde. — disse e ele riu de leve se levantando e se livrando dos lençóis do qual me deram a bela visão do seu corpo nu.
Fiquei o encarando de cima a baixo, mordendo os lábios de como até mesmo tendo acabado de acordar era extremamente sexy. Acho que não me arrependeria de tê-lo como namorado. Sorri de canto ao parar meus olhos no seu membro desacordado, mas que mesmo assim parecia grande, e no seu abdômen deliciosamente malhado...
— Pare de me comer com os olhos e me mostre o banheiro, por favor. — falou me fazendo voltar os olhos aos seus.
— Tem horas que sinceramente acho que você consegue enxergar. — falei, acariciando de leve seu rosto.
— Quem dera. Assim poderia ver o qual realmente lindo você é. — falou sorrindo.
— Bom, eu não ia te decepcionar. — falei convencido, pegando em sua mão e o guiando para o banheiro, enquanto ele deu um risinho.
— Seu ego chega a ser palpável.
— Considero como elogio. — falei assim parando na frente do banheiro. — Vou descer e pedir para algum idiota fazer nosso... almoço?! Ah foda-se, vou pedir algo para comer. Quanto terminar grite por alguém que algum criado vem aqui te pegar. — falei indo em direção à porta do quarto.
— Ok. — falou fechando a porta.
oOo
Peguei o celular mandando uma mensagem para o Peter, estava chato apenas fiar em casa vendo TV com o Matt, e não estava no clima pra sexo. Sexo de tarde pra mim parecia algo tão... desesperado. Acho que a noite seria melhor, talvez usássemos a banheira, mas no momento queria distrair a cabeça saindo.
"Quero sair agora, onde vc ta?" mandei.
"Em casa, trancado no quarto." respondeu rápido.
"Vamos sair? E por que tá trancado? Achei que o Steve nunca deixasse você trancar a porta." mandei por zoeira, mas ele respondeu um uma carinha seria.
"To meio que de castigo, junto do Wade. Ontem meio que eu e ele fizemos, e agora o Pai S. não quer me deixar mais sair, e o pai T. quer todos os detalhes. Aí estou trancado no meu quarto pelo lado de fora, e o Wade no banheiro." segurei o riso.
"Estou indo te salvar, oh princesa na torre." digitei rindo.
"Não me pertuba. -_-"
Peguei o controle remoto desligando a TV, fazendo Matt levantar do sofá.
— Vamos à torre Stark. O Wade comeu o Peter e agora os dois estão de castigo. — falei controlando o riso.
— Certos momentos acho que o Steve tinha que parar de ser tão protetor. — falou sorrindo se levantando.
— Também acho, mas bem. Vamos lá salvar eles e ir para algum lugar legal.
— E como faremos isso? — Pegou sua bengala me seguindo em direção da saída, e logo pedi o carro.
— Apenas pedir gentilmente não vai dar certo? — falei rindo ironicamente.
— Claro, como não pensei nisso, com certeza vai dar certo. — disse irônico.
Sorri entrando no carro e o ligando.
— Pensamos no caminho. Só sei que depois disso vamos para...Garage. — dei a partida.
— Claro, por que faz todo sentido levarmos ele para um bar stripper quando esta de castigo por ter transado, nossa realmente você é um gênio Osborn. — parecia incrédulo e irônico.
— Sim, mas sei que você gosta desse meu jeito de ver as coisas. — Falei parando em um acostamento, viro-me para esse pegando em sua nunca e o puxando para um beijo.
Achava incrível como sempre que nós nos beijamos eu me impressionado de como meu corpo reagia de maneira feliz, coração a mil, borboletas no estomago, calor... Logo nossas línguas se encontraram dançando entre si, e seu gosto me excitava, e sua pele arrepiava a cada mordida que eu dava em seu lábio inferior. Separei nossos lábios, lambendo os dele e voltando a dirigir.
— Agora fique quieto até chegarmos lá. — disse sorrindo de canto.
— Ok. — falou também com um sorriso de canto.
Sinceramente eu adorava ver o pequeno poder que tinha sobre ele, mas agora vamos nos concentrar em como enrolar o Steve.
Peter Povs:
Depois que Wade e eu nos vestimos, ligamos para um taxi, como estávamos famintos fomos a uma lanchonete, que foi um pesadelo para eu sentar naquela cadeira de metal dura e desconfortável, tive que ficar em sua beirada para suporta-la.
Vendo que já passava da meia-noite, resolvi ir pra casa, esperando a bronca de Steve.
Em frente à porta de meu prédio, Wade segurou em minha mão, dizendo que não estava a fim de ver seu pai hoje, e agora sabendo os motivos, o deixei entrar.
Aproveitando o fato de que meus pais possam estar dormindo, fomos pela escada. Tomei o máximo cuidado ao abrir e fechar a porta, quando todo o sufoco passou, respirei mais aliviado.
– Valeu. – Wade me agradece, parecendo mais aliviado. Será que seu pai é tão ruim assim?
– Tudo bem – sorrio tímido para ele.
Vou a minha cama, ajeitando-a para dormirmos.
– Você não se importa em ficarmos na mesma cama não é? – indago preocupado.
– Claro que não! Até prefiro assim.
Solto uma risada nasal. Vendo o calor da noite, retiro meu terno, vendo-o como está sujo, provavelmente igual aos nossos corpos.
– W-Wade, quer tomar banho... – coro ao máximo – Comigo?
– Sério? – ele me fita incrédulo.
– Sim.
– É aquela a porta? – aponta para uma porta no meu quarto.
– É.
Sorrindo malicioso, vem até mim, como uma fera quando vê sua presa. Pegando-me no colo, chuta a porta com a perna, colocando-me no chão, somente para retirar minhas roupas, sem nenhuma delicadeza.
– Não acha que está muito apressado? – indago, segurando a risada pelo desespero do maior.
– A culpa é sua! Você me deixa assim!
Para não ficar pra trás, retiro suas peças de cima, encantando-me com aqueles músculos, e como sempre não consigo desviar o olhar, sentindo uma extrema vontade de toca-lo.
– Se você continuar não poderei me segurar. – Wade me avisa, sussurrando de maneira sedutora em meu ouvido, arrepiando-me no corpo inteiro, fazendo-me esquecer por segundos como se respira.
– D-Desculpe. – Digo, com meu coração acelerado.
Indo a banheira, ligo o botão da água, esperando ela encher.
Sinto algo apertando meus quadris, foi inevitável não gemer de dor, mas com um pouco de prazer nisso, sentindo algo quente bater em minhas costas e nádegas.
– Não sabia que tinha uma hidromassagem – Wade me fala, balançando meu corpo, deixando-me parecer uma criancinha de cinco anos, tanto por sua altura quanto por entrar no ritmo.
– O Tony falou que seria bom pra eu relaxar – falo – Ele diz que funciona com o Steve.
– Duvido que seja só para isso – o loiro fala malicioso, empurrando meu corpo para dentro da banheira. Ele senta em uma das bordas, levantando meu corpo junto, fazendo-me sentar em seu colo. Coro com isso.
– Petey, liga a massagem – ele pede manhoso.
Atendendo aos seus pedidos, aperto o botão, vendo a água borbulhar, relaxando nossos corpos.
Depois disso não falamos mais nada, estávamos tão cansados.
Como nenhuma de minhas roupas servia no maior, ele ficou nu, que me constrangeu muito, já que dormimos de conchinha, e em alguns momentos na noite algo duro tocava as minhas nádegas.
De manhã, fomos acordados por passos no corredor.
Desesperado, Wade pegou somente sua calça e correu no banheiro, e antes que pudesse esconder suas roupas para longe, meus pais abrem a porta.
– Que horas você chegou Peter? – questiona Steve, com os braços cruzados.
– Meia-noite.
Nisso, Tony anda pelo meu quarto, parando em uma camisa social branca e uma cueca que já mostra não ser minha.
– Sozinho? – o moreno indaga.
– Sim. – Minto, mesmo sabendo que serei descoberto.
– Não é o que isso me diz. – Ele sacode a cueca. – Usou a camisinha?
– Claro que não!
– Hum... vamos ver então – Tony vem até mim, apertando meus quadris, me remexendo igual a uma boneca. Foi inevitável não gritar de dor. – Não acredito, meu bebe perdeu a virgindade. Acertei no numero, foi G mesmo?
Não respondo nada, sentindo meu rosto pipocar.
– Não acredito Peter – fala Steve abismado. – Quer saber? Está de castigo mocinho!
– O quê?
– E cadê o Wade? – Tony olha para os lados, parando na porta do banheiro. Arregalo os olhos, entregando tudo.
Steve vai até lá e tranca a porta, deixando nós dois pasmos.
– Mas que porra Steve! – reclama Tony. – Eu quero saber os detalhes e nosso filho não vai me contar só me resta o Wade.
– Os dois estão de castigo, e não vão sair do quarto até a hora do jantar – o loiro rebate autoritário.
– Não podem trancar nós dois aqui no quarto? Sério que vai trancar o meu namorado no banheiro?
– Sério!
– E só podem sair assim que me contarem tudo – Tony sorri malicioso.
Antes que pudesse rebater, eles saem do quarto e trancam a porta, mas o pior de tudo é saber que o Harry será nosso herói.
oOo
Já passando meia hora recebo uma mensagem de Harry:
“Já to na sua casa”.
“Como?”, indago confuso.
E antes de tudo, Harry abre a porta.
– Seus pais são bem gênios né? – ele diz sarcástico – Pra deixarem a chave na porta.
Pego a chave na mão de Harry, e abro a porta do banheiro, encontrando Wade na minha hidromassagem.
– Sério Wade? – falo com as sobrancelhas arqueadas.
– Se vista logo idiota, devemos ter no máximo uns dez minutos – avisa Harry.
Wade sai da banheira, indo atrás de suas roupas em meu quarto, colocando-as sobre o olhar de Harry, e admito, estou com ciúmes.
– Relaxa Peter, já estou com o Matt. Agora é melhor irmos.
Saindo as pressas de meu quarto, fomos às escadas, saindo de minha mansão pela porta dos fundos. E implorando, pedi ao Jarvis que não avisasse de meu sumiço.
Atrás da minha casa, encontro um dos vários carros de Harry, com Matt lá dentro, tendo o motorista vestido de um entregador de pizza. O que?
– Vamos – fala Harry abrindo a porta do carro, assim eu e Wade entramos. – Acabou o tempo.
– Tá, e por que seu motorista virou o cara da pizza? – indaga Wade.
– Mandei o James se vestir assim para enrolar seus pais enquanto entro na casa, mas eles deveriam ficar felizes, quem compra uma pizza por oito dólares?
– Só você mesmo – ri Wade.
– E pra onde vamos? – pergunto.
– Não sei, o que você acha Matt?
– Ou vou aonde você quiser ir.
Harry sorri travesso, e sussurra algo no ouvido do motorista. Não pode ser coisa boa.
oOo
~Pov Wade~
O caminho todo foi silencioso, e mesmo eu tentando puxar assunto, logo ele morria. Passamos na minha casa, onde coloquei umas roupas mais leve, e logo continuamos o passeio de carro.
— Onde estamos indo? — perguntou Petey.
— Ué, já não estamos passeando, tipo passeio de carro? — todos olharam pra mim rindo.
— Claro que não Wade, estamos indo pra um lugar bem louco. — disse Harry sorrindo de ponta a ponta.
— Mas aonde é? — novamente Petey.
— Vamos ver. Ele esta sorrindo certo? — começou Matt.
— Sim. — respondi. — Um sorriso enorme.
— É, realmente ele esta nos levando para lá. — falou como se já soubesse o que passava na cabeça no loiro. — Vai ser divertido. — esse então se colocou a sorrir também.
— Isso não me cheira bem. — falou Baby boy revirando os olhos em reprovação.
oOo
— Ladies and gentlemen, estou estreitamente feliz com a presença de vós aqui hoje, chego a ficar animado. — um sorriso sacana foi formado no rosto do homem sobre o grande palco a nossa frete. — E infelizmente não queria dizer isso, mas temos regras. — um grito de desaprovação veio da parte tanto das garotas presentes quanto dos garotos.
— Sabemos que estão tristes com isso, mas infelizmente temos que colocar ordem nesse local. — falou um segundo cara, tão bonito quanto o primeiro. — Primeira regra: — assim o segundo cara agarrou o primeiro por traz o começou a estimular os mamilos desse. — Pode tocar aqui? — perguntou recebendo gritos eufóricos e um coro de "sim". — Claro que não. — disse com um sorriso sexy, — Segunda regra: — levou as mãos ao membro do primeiro tirando ainda mais gritos da "plateia". — Pode tocar aqui? — novamente todos gritaram "sim" e novamente ele disse que não. — Terceira e ultima regra: — Assim girou o rapaz o deixando de quatro virado pra as pessoas, e depois montou no mesmo virado para nós, assim apertando a bunda desse com vontade. — E também não pode tocar aqui. — gritos de decepção e excitação foram ouvidos por todo local. — São regras que o estabelecimento deve cumprir, ou podemos ser presos. — sorriu saindo de cima do outro e o fazendo se levantar. — Mas eu não estou vendo nenhum policial por aqui. — Seu sorriso ficou ainda maior, e em apenas uma puxada, tirou totalmente as calças do primeiro cara, o deixando apenas com uma sunguinha MUITO pequena. — Então aproveitem. — assim lambeu seus lábios tirando também as roupas de modo sexual, e começaram a dançar junto da musica que começou a tocar.
Certo, aquilo me excitou, mas quem ali não perderia a cabeça?
Olhei para Harry que tinha o maior sorriso no rosto, e Matt logo levantou-se indo em direção do palco, jogando dinheiro nos dançarinos e tocando nesses de maneira desejosa.
— De todos os lugares onde achei que podia nós arrastar, um bar de strippers nunca havia me passado pela cabeça. — falou Petey em pleno desespero, olhando para o bar-man e evitando olhar para o palco, onde rolava uma verdadeira suruba entre os dois caras e uma garota que foi levada ao palco, não faziam nada de mais com essas, mas rebolavam na sua frente e sentavam-se no colo dessa, alguns momentos fingiam estarem a penetrando e em outros apenas a deixa livre para mexer no corpo desses.
— Peter, assuma que tudo isso é uma delicia. — pegou no rosto do meu moreno o fazendo virar-se em direção ao palco, onde agora Matt que estava no palco se divertindo com os caras.
— Não, isso é absurdamente estranho, pois tem dois caras sarrando no seu mais novo recente namorado, e você não se importa. — falou em indignação.
Eu estava achando tudo aquilo muito cômico, primeiro por conta to Baby Boy fingir estar atraído pelo o que ocorria no palco, pois eu pude ver um certo brilho em suas orbes, outro por Matt esta no palco, e outro por Harry estar com uma puta de uma ereção olhando para o cego.
— Não estão transando com ele, ou o beijando ou qualquer coisa do tipo, é apenas uma dança completamente sexual e excitante, estão sendo muitos profissionais a propósito, não ficam duros nem fodendo, eles realmente consideram isso um trabalho, então estou relaxado, e você devia relaxar também.
— Concordo plenamente com o Harry. — falei pegando Peter no colo e o dando um selinho rápido.
— O que pensa que esta fazendo? — perguntou me vendo ir em direção do palco.
— Te deixar relaxado. — Assim corro até o palco, colocando cinquenta pratas na mão do Petey e o lançando no palco, bem no meio desse.
[Ele vai desmaiar ali no meio]
(Não seja idiota, claro que não)
Assim, Baby boy cai de joelhos ao ver um dos caras indo na sua direção, fechando os olhos com força.
— Algum problema, carneirinho? — falou o homem pegando no queixo do Petey o fazendo o olhar, e o meu pequeno estava muito envergonhado. — Oh, você vai me dar isso. — falou apontando para o dinheiro que eu tinha colocado na mão dele, e assim o entrega em desespero. — Nossa, que fofo, meu deu cinquenta pratas, você merece uma recompensa. — disse pegando Baby Boy no colo.
Levou esse até o meio do palco, onde o sentou numa cadeira e assim começou a dançar de maneira totalmente provocativa na frente dele.
(Ok, ele vai desmaiar.)
[Será que pode bater punheta aqui? Essa cena esta me deixando totalmente duro]
Ele se referia á mim, estava ficando animado de mais com a cena do meu garoto indefeso nas garras daquele cara que o seduzia. Normalmente ficaria com ciúmes, mas pelo o que Harry falou, realmente me acalmei a ponto de ver a beleza naquilo.
— Mano do céu, eu te amo Wade. — falou Harry aparecendo no meu lado rindo. — Queria há tempos fazer isso com o Peter. — ria feito louco vendo a cena junto de mim.
oOo
Passaram-se exatas duas horas, Baby Boy estava muito mais calmo, está se soltando e tinha curtido o lance de ficar próximo do palco vendo os dançarinos, levava bebida para esse a cada cinco minutos e eu bebia junto. Incrível como tudo que ele precisava era apenas de um empurrão para realmente se soltar, chegava a me anima.
— Wade, quero mais bebida. — falou Petey no pé do meu ouvido, esse já com uma voz alterada, o que me fez arrepiar.
— Não acha que já bebeu de mais? — perguntei chegando perto desse.
— Pois eu acho que você não devia opinar. – falou de forma provocante, lambendo meus lábios e mordendo esse. — Vai lá pegar mais bebida ou vou ficar bravo. — totalmente sexy.
[Quem é esse e o que fez com nosso Petey fofinho e tímido?]
(Adorei esse Petey, temos que embebedar eles mais vezes.)
[Ele normal é como o Steve, mas quando bebe vira um mini Tony! Incrível!]
— Continue me provocando assim que te como aqui mesmo e agora. — falei devolvendo a mordida nos lábios desse.
— Eu. Não. Ligo. — disse pausadamente me empurrando. — Vodka me agrada. — falou por fim.
Sorri de canto indo até o bar onde estava Harry e Matt aos beijos, e enquanto esperava o Bar-man pegar a bebida toquei no ombro de Harry.
— Me explica a personificação de mini Stark que me namorado virou. — disse rindo.
— Oh, ele esta bebendo né? — riu em forma de sarcasmo enquanto Matt começou a beijar o pescoço desse. — Ele fica bem diferente, e divertido, já até tentei pegar ele enquanto estava nesse estado. — gemeu ao sentir Matt o apertar a bunda, serio que eles estão fazendo isso aqui em público? — Mas o Steve chegou bem na hora, então não pude fazer nada, mas divirta-se, esse é o clímax mais solto do Peter. —então voltou a beijar o namorado.
Sorri com o pensamento que começaram a rodar minha cabeça e assim pequei a bebida indo encontrar o meu moreninho.
— Eu apresentarei o próximo show. — ao ouvir essa voz meu corpo gelou instantaneamente. — Espero que continue aqui para ver. — a voz que lembrava tanto a do meu Petey.
Sou virado bruscamente e assim dou de cara com o moreno baixo, com roupas estreitamente sexuais. Seus olhos castanhos claros e seus fios da mesma cor pareciam reluzir, e por dentro eu temi, por que ele tinha que lembrar tanto ele.
— Senti sua falta... — riu um pouco antes de me dar um soco no estômago me fazendo derrubar as bebidas. — ... Deadpool. — gargalhou maldosamente e logo deu-me um beijo na bochecha. — Achou um substituto de mim bem interessante, ele se parece bem comigo. — assim pegou em meu rosto me fazendo o olhar. — Não se atreva a me esquecer de novamente, Wade Wilson, você ainda me deve muito. — assim me deu um soco no roto me fazendo cair no chão.
Assim ele sai de forma rebolada me mandando um beijo, e naquele momento lembranças que eu tinha bloqueado e esquecido totalmente me voltaram como um tiro na cabeça.
— É por isso que o Petey me atrai tanto, desde a primeira vez que o vi... — estava começando a ficar com medo de como minha mente me fez realmente achar um substituto. — Por isso que me entreguei tão facial ao Peter e a adorava todos seus movimentos.... — assim olhei para o chão finalmente me levantando e vendo o garoto que antes me batera subir no palco.
(Como podemos esquecê-lo?)
[Como ele nós encontrou?]
Com isso tive certeza de que aquela psicóloga realmente conseguiu me ajudar um pouco, mas do que adiantou se ao vê-lo trouxe todas às lembras de volta?
Sim aquele, era meu medo! Posso dizer que minha única fraqueza e o único do qual já respeitei totalmente, Ben Reilly, ou melhor, o Spider-man.
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