Just Friends
20 Pov Matt
Notas iniciais
Seguimos em viagem. Os pégasos eram realmente rápidos, porem nada como andar com centauros, dizia Mark. Estava completamente entediado, e morrendo de saudades da Becky, ela estaria ali do meu lado me abraçando e aos beijos, ou então deitada no meu colo dormindo. O que foi que Quiron havia dito mesmo? Algo sobre mensagem de íris.
– Lucas, como eu envio uma mensagem de íris? – ele se levantou e pegou um copo com água. Refletiu na luz e um mini arco íris se formou.
– Com um dracma, você joga e pede pra chamar a pessoa de seu interesse – ele saiu andado e foi analisar algo em seu canto. Joguei um dracma e pedi para ver Rebeca.
Uma imagem me deixou paralisado, tinha alguém caído no chão de madeira, Dani e Babi estavam ajoelhadas perto do corpo, Ray e Rebeca estavam manejando água, eles estavam no mar, e havia mais duas meninas, uma baixinha fofinha com cabelos castanhos escuros, usava óculos, e a outra era morena alta, cabelos cacheados, e olhos claros. Cadê a Lari? Era pra ela estar ali... Junto com eles...
– Rebeca – finalmente disse, ela olhou em minha direção e correu ate minha miragem.
– Matt, estamos com problemas, Vitor esta completamente desacordado, não achamos Larissa, apenas duas, Dany e Cristiane. Precisamos de ajuda o mais rápido possível... Nos encontre no Pa... – a mensagem foi interrompida por uma voz pedindo outro dracma, mas não tínhamos mais.
– Droga! – bati no copo que caiu ao chão da carruagem se quebrando.
– Matt, chegamos – disse Mark apontando para um alto prédio, era o Empire State.
– Serio que o olimpo é ai? – disse chocado.
– Sim... 600° andar – disse Lucas – vamos.
Descemos da carruagem e fomos até o recepcionista. Pedimos pra ir até o 600° andar e ele nos encarou serio. Pegamos o elevador e taram, Hey monte olimpo. Era lindo. Enorme. E sim, eu iria me encontrar com Zeus, mas o que falaria? “Hey pai, valeu por me abandonar minha vida inteira.” Não... Eu decidi, não irei falar com ele.
Seguimos em frente, passamos por um bando de sátiros, serio? Sátiros no olimpo? Aquilo ali era lindo.
– Foi tudo obra de minha irmã – disse Lucas orgulhoso – Annabeth. Ela reformou esse lugar.
Seguimos até a uma enorme porta, quando entramos havia uma sala enorme, com 12 tronos enormes. Maiores que o de Hipnos. Ali, devia ser a sala de reunião do olimpo. Entramos e nos separamos pela enorme sala.
– Procure alguém, qualquer pessoa, deus, criatura. – disse Lucas seguindo em direção aos tronos.
Virei em uma pilastra, segui reto por um vasto corredor. Estranho, o olimpo deveria ser movimentado.
– Pois não? – dei um pulo, olhei pra trás e vi uma moça alta, cabelos pretos, vestes grega amarela, ela tinha um cetro com uma flor de lótus em cima, eu a reconheci. Hera, a mulher de meu pai.
– Hera? – me afastei um pouco e a encarei. Disseram-me que ela não gosta de filhos de Zeus, porque ele obviamente a traiu.
– Um filho de meu marido. Que honra ter você em minha moradia. – ela deu um sorriso irônico. – o que deseja aqui?
– Como meu pai pode te aguentar? Não é a toa que ele te trai. – sorri de volta, vi a fúria em seus olhos. Ela apenas fez uma reverencia para trás de mim, senti dois raios de luz me acertar, minha visão ficou completamente confusa, vermelha, verde, azul, toda hora uma cor diferente, senti uma pancada em minha cintura.
Acordei preso em um quarto completamente de mármore branca, e revestido nas paredes com dourado, aquela vadia, Hera me prendeu. Levantei-me e soltei uma carga na parede, não obtive resultados.
– JON, ANNA, MARK, LUCAS. ESTOU PRESO, ME AJUDEM. – gritei o mais alto que pude, uma miragem de uma menina usando vestes gregas apareceu, ela tinha uma espada lilás. Sim, lilás. Ela me encarava, era morena alta e magra, cabelos castanhos bem escuros, seus olhos cada hora mudava, verde, azul, laranja.
– Minha mestra, te propõe um desafio.
– Primeiramente diga seu nome. – a fitei.
– Mallany, sou filha de íris, a mensageira de Hera, deusa do arco íris.
Soltei um riso irônico.
– Serio? Existe deusa mais inútil? — cai de joelhos, quando algo acertou minhas costas – AAAi .- exclamei de dor.
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