– Limpe sua boca ao falar de nossa mãe. – disse uma menina branca, cabelos ondulados castanho claro, olhos iguais os de Mallany. – eu sou Gabbye, e se não manter respeito filho de Zeus, ira passar a eternidade aqui.

– Uau, até me mijei. Qual o desafio da vaca alfa? – zombei e outra pancada em minhas costas. – porra, mais uma cria da parada gay? – ela me bateu de novo, essa era branca, cabelos lisos e pretos e olhos coloridos.

– Cale a boca. Tomadinha falsificada. – disse a tal, as outras riram.

– Menos Aurora. – disse Gabbye sorrindo.

– Nossa mestra o desafia. Derrote seus adversários, e será livre.

– Fácil. Eu aceito. – sorri e a encarei.

As três riram e sumiram em um arco íris, do nada, eu apareci em uma arena ampla, em mármore branco. Havia uma enorme plateia. As três apareceram em volta de mim, me entregaram meu arco, minha aljava e minhas adagas.

– Boa sorte, vai precisar. – disseram as três em uma única voz.

Preparei-me e suspirei. O primeiro oponente veio, era uma hidra, cara... Uma hidra... Lembrei-me, não corte as cabeças. E a do meio cospe fogo.

– Comece. – disse uma voz que parecia ser de Hera.

A hidra veio em minha direção soltando camadas de fogo. Rolei para o lado e corri até as barreiras da arena, a multidão que era composta por sátiros, deuses, semideuses e criaturas, que gritavam.

A hidra deu uma investida contra mim, dei uma rolada e ela se encontrou com a parede da arena, corri longe e soltei a primeira flecha, acertou direto em sua pata. Ela veio correndo em minha direção, a vadia não sofria dano, guardei o arco nas costas e tirei minhas duas adagas, corri em direção a hidra e dei um pulo, voei em direção ela que tentava me abocanhar no ar, pousei em suas costas, ela foi me morder e deslizei para sua cauda, ela se abocanhou, sangrou onde seus dentes impregnados de veneno se colidiu a sua própria escama.

– Bora vadia. — Corri até seu primeiro pescoço e pulei, caralho, eu estava em cima de sua cabeça do meio, se ela soltasse fogo eu estaria realmente fodido “aqui jaz Matheus o burro que morreu pela hidra”. Parece que ela leu minha mente, pois ela estava se preparando para a primeira camada de fogo, olhei para o céu e com um movimento, um raio acertou direto na garganta da bicha. Ela se desfez em cinzas, cai no mármore da arena. Vivas e palmas vinham da plateia, olhei em direção a uma cabine, lá estava a vaca. Hera me observava. As três vaquinha mandadas lá apareceram.

– Pensa que acabou? Agora lute de verdade. – elas sorriram. Do lado da arena saíram três leões de Nemeia. Eles vieram cuspindo fogo. Essas porra. Peguei uma flecha e atirei na boca do primeiro, invoquei um raio e o bicho se desfez. O outro morreu com uma adaga minha nas costas, e o outro um raio o rompeu em dois, todos virando cinzas.

– Soltem o colosso. — Uma porta enorme se abriu e uma criatura de mais de 20 metros de bronze, veio pra cima de mim com uma espada enorme de bronze. Sua primeira batida no chão fez um pequeno terremoto. Fui pra cima dele, que não foi uma boa ideia, ele me deu um chute que voei longe. Encontrei-me com a barreira da arena, cai meio tonto. Ele estava vindo pra cima de mim, sorte que ele era lento. Ele parou em minha frente levantou a espada, e...

– PARE! – disse uma voz suave.

Foi o que o bicho fez, ele ficou parado.

– Dê meia volta, e volte para seu aposento criatura de bronze. – disse a voz. Era Anna, ela estava com suas asas de cúpido. Hera levantou nervosa e encarou Anna.

– COMO SE SOLTOU? – disse indignada.

– Tenho meus truques. – ela preparou sua lança e jogou contra Hera que ricocheteou com seu cetro.

– Sua vadiazinha.

– Desculpa? Eu acho que não ouvi direito. Do que chamou minha filha? – disse Afrodite que acabara de aparecer no meio da arena.

– Ora... Vocês voltaram. – hera estava assustada.

– Sim Hera, nós voltamos. – disse um homem alto e forte, com cabelos pretos olhos azuis, ele segurava um raio, era ele, era Zeus, meu pai. – Nós saímos para uma reunião, e você arruma briga com semideuses? Você está cada vez pior. – ele virou um tapa em Hera. Que saiu chorando. Agora Zeus me encarava.

– Parabéns filho. – ele sorriu e estalou os dedos, em minha frente apareceram Mark, Jon e Lucas.

– Pai. Viemos em uma missão... Viemos buscar três filhas da luz, acredito que seja as servas de sua esposa. – suspirei.

– E são. – Zeus estalou os dedos e as três estavam a nossa frente. – Hera alterou a memória delas, para que servisse a ela, mas elas são totalmente amigáveis.

Afrodite e Anna estavam conversando. Mark foi até elas e abraçou a mãe.

– Gente, ainda temos que encontrar o pessoal. – disse me levantando com dificuldade.

– Eu darei uma carona a vocês. – Afrodite estalou os dedos e uma carruagem rosa apareceu.

– Serio? – disse com cara de nojo pra carruagem, ela riu e mandou-me entrar.

Seguimos viagem até Nashville, ela nos deixou em frente o Parthenon.

– Até mais crianças. – ela sorriu e foi embora.

– É aqui... Parthenon. Onde a Becky disse. – disse olhando o enorme templo, estava fechado.

– Devemos esperar, alguém tem um dracma ai? – disse Jon

– Não precisa. Estamos aqui. – disse Rebeca correndo em minha direção. Abraçou-me e pulou em meu colo, nos abraçamos fortemente.

– Eu tava com saudades amor. – disse e a beijei.

– Eu também. – percebi que uma lagrima escorria em seu rosto. Ela encarou as filhas de íris. – vocês encontraram? Falta achar a Larissa. – disse limpando a lagrima.

La vinha Ray abraçado com Cris que chorava. E logo atrás deles, estava Dani, Babi e Dany trazendo Vitor inconsciente. Soltei Rebeca e corri até eles, meu melhor amigo estava praticamente morto.

Notas finais
vishe, e Vitor realmente morreu ? agora so amanha pra saber uahuahua - Matt Apenas acho que tem alguma coisa errada com esse lance repentino do Matheus e da Rebeca, mais alguem acha suspeito? -Lari