Is Only Love And Nothing Else!
26 Capitulo 26
Notas iniciais
Capitulo 26
POV Karina
– K? — ouvi alguém me chamar, mas eu não queria abrir os olhos. — K?
– Hmmmm? — Resmunguei.
– Já são quase meio dia. — Era Bianca. Me virei e coloquei o travesseiro sobre minha cabeça.
– E dai?
– O Pedro deve estar quase chagando. — Me sentei rapidamente.
– Como assim? Como você sabe?
– Er.... Er.... Ai K, sem querer, querendo, eu olhei uma mensagem que ele mandou pra você, — fiz menção em xinga-la — mas me agradeça, por que se eu não tivesse sido intrometida, você não iria a praia.
– Praia?
– É, ele disse na mens.... Ai lê ai. — Bianca se levantou e foi ate o guarda roupas. Tateei a mesinha ao lado da minha cama e peguei meu celular. — Vou te emprestar um biquíni por que sei que você não tem.
– Você nem sabe se eu vou...
– Ah, mas você vai, nem que eu tenha que te amarrar e te jogar no taxi. — Falou Bi. Que irmã boa e legal que eu tenho. Desbloqueei meu celular e li a mensagem de Pedro:
"Minha esquentadinha, já tive uma ideia pro nosso domingo ser ótimo. Não almoce e se arrume, coloque um biquíni por baixo da sua roupa.
Te pego às 13:30. Bjos"
– Hmmmm. — Resmunguei me deitando na cama. — É verdade, ele vai me levar na praia.
– Viu. Olha experimenta esse aqui. — Bianca me jogou um biquíni colorido, mas não um colorido normal, um colorido bem "chegay".
– Bianca Duarte, você acha que eu vou vestida com essa bandeira do movimento gay?
[nada contra o movimento gay e nada contra a bandeira. Amo os GLS's♥]
– Ah, pára Karina Duarte! Nem é tão "chegay" assim. — Falou Bianca quase entrando dentro do guarda roupas.
– É sim. Você não tem um maiô?
– Quê? — Ela saiu de dentro do guarda roupas. Parece brava. — 'Cê acha que, com esse corpão, eu vou deixar você usar um maiô?
– Afff.
– Ô Miss Rabugenta, vai tomar banho que eu arrumo uma roupa pra você.
Me dei por vencida e me levantei, espreguicei-me e fui para o banheiro. Tomei banho e voltei para o quarto.
– O que é isso? — Perguntei olhando as peças de roupa sobre minha cama.
– Suas roupas! — Falou Bianca sentada em sua cama, fingindo lixar as unhas.
– Não, não são minhas, não tem uma peça que seja minha!
– Claro. Você não tem roupas de ir a praia!
– Eu não vou usar isso! — Eu disse me sentando na cama e cruzando os braços.
– Larga de ser chata, meu deus. Vai usar sim, e sem reclamar.
– Desde quando você manda em mim? — Perguntei.
– Desde que você nasceu, honey.
– Eu não vou usar e ponto. — Falei decidida.
(...)
5min depois...
– Ta linda K! — Falou Bianca me entregando uma bolsa bege. Ela pode ser bastante persuasiva as vezes.
– Ta. Agora deixa eu me olhar né. Pra ver o tamanho do estrago, na minha personalidade, que você fez. — Bi apenas revirou os olhos com meu comentário.
Andei ate o espelho e me olhei. Eu usava um short jeans curto, com a barra desfiada e uma blusa branca, de alça, com escritas coloridas. Nos pés eu calçava uma sandália, baixa, bege. E por baixo da roupa um biquíni preto.
– Então? O que achou? — perguntou Bianca com uma cara esperançosa.
– Dá pro gasto.
(...)
13:15
– Ai cade aquele maluco? Tô morrendo de fome, cara! — Resmunguei sentada no sofá e olhando pro meu celular.
– Calma K, ainda não são 13:30, ele ja deve estar chegando! — Bianca tentou me acalmar. Ela estava sentada ao meu lado.
– FALA ISSO PRO MEU ESTÔMAGO, DEAR! — Exclamei. Quando estou com fome, fico de mal humor. Fazer o quê?
Bianca se levantou, foi rumo a cozinha e voltou segundos depois com uma maça na mão.
– Come, gorila! — Ele me entregou.
– Só não te bato, por que a fome esta demais. — Falei, logo em seguida dei uma dentada na maça. Hmmmm, estava bastante suculenta. Bianca riu. Devo ter feito cara de prazer. Haha.
Quando terminei de comer a maça (E ja estava querendo outra.) a campainha tocou. Pedro! Dandara abriu a porta, o cumprimentou e depois meu namorado veio ao meu encontro.
– Finalmente! Achei que não vinha mais. — Reclamei. Pedro olhou para Danda, como quem pede resposta.
– Fome. — Danda disse somente e Pedro riu.
– Calma amor! Juro que vai valer a pena essa fome que você esta sentindo, minha Draguinha. — Falou ele.
– Bom mesmo. Vamos?
– Vamos! Tchau gente. — Pedro se despediu.
– Tchau família. — Falei
– Tchau. — Disseram em coro.
Meu pai estava na cozinha, Bianca sentada a mesa junto a João, que falava ao telefone com Maria, e Danafa estava na sala.
(...)
– Vamos passar no Perfeitão antes de irmos. — Falou Pedro.
– Tá.
Ele pegou na minha mão e me guiou (como se eu não soubesse o caminho.) ate o restaurante.
– Oi mãe, oi Pai! — Pedro cumprimentou os pais.
– Oi filho! Oi K. — Disse Delma, ela veio ate mim e me deu um beijo no rosto. Minha sogrinha é demais!
– Oi Dona Delma. — A Cumprimentei.
– Sem o Dona, por favor. — Me repreendeu com ar brincalhão. Eu ri.
– Oi filhão! Oi minha norinha! — Falou o pai de Pedro vindo em nossa direção com um cesta enorme (mesmo) nas mãos. — Esta aqui filho, o que você pediu.
– Valeu pai! Vamos, amor? — Pedro me perguntou. Apenas assenti. Ele pegou minha mão e saímos rumo a praça. O taxi nao demorou chegar.
POV Pedro
Uns 20min depois, chegamos a praia. Não estava muito cheia, por incrível que pareça.
Peguei na mão da minha namorada, e caminhamos um pouco, ate acharmos um lugar bom pra nos acomodarmos. Deixei Karina sentada na areia e fui alugar um guarda sol e duas cadeiras. Quando voltei minha Draguinha (é, esse apelido pegou.) estava atacando a cesta do nosso piquenique. Nota mental: nunca deixar a K com fome por muito tempo.
– Amor! Por que não me esperou?
– Preciso responder? — Ela falou de boca cheia, eu ri. — A propósito, a comida da sua mãe esta divina!
– Ela vai ficar feliz em saber. — Respondi. Abri o guarda sol, coloquei as cadeiras na areia, me sentei ao lado da Draguinha e me juntei a ela. Eu também estava com fome, oras!
Minha mãe preparou, mini empadas, mini coxinhas, sanduíches, bolo de chocolate, sucos e mais algumas coisas. Realmente estava divino!
– Pê, prova essa coxinha. — A Draguinha pegou uma coxinha e veio em direção a mim.
– Espera amor, tô comen... — Antes de eu terminar ela enfiou a coxinha na minha boca e começou a rir. — Achou engraçado? — Perguntei de boca cheia. (Sou bem educado)
– Nem um pouco. — Ela continuou a rir.
– Prova o Bolo, querida. — Falei com um olhar malicioso. K fez menção em falar, mas eu apenas enfiei o bolo na boca dela. — Ta gostoso?
– Uhuuum. — Ela resmungou aprovando.
(...)
Depois de comermos ate nossos estômagos pedirem arrego, eu e minha Esquentadinha forramos uma canga na areia e nos deitamos.
– Ja disse que você esta linda hoje?
– Não. — Ela olhou pra mim e sorriu. Ah, como eu amo esse sorriso.
– Não? Meu deus, como pude esquecer?!
– Pois é. — Brincou K.
– Pois então eu digo agora! Você é, simplesmente, a mulher mais linda de toda praia.
– Obrig...
– De toda praia não, de todo o Rio de Janeiro! E olha que você nem tirou a roupa, ainda. — Eu a interrompi.
– SAFADO. — Ela gargalhou. — Mas obrigada. Você também esta um gato.
– Estou não, sempre fui.
– Convencido!
– Convencido não, amor. Realista. — Falei e depositei um beijo em seus cabelos. Sorrimos.
*Silencio* (quer dizer, entre nos dois, por que na praia estava um barulho louco.)
– Valeu a pena. — Falei.
– O que? Ficar com fome? Valeu. Valeu muito! Podemos fazer isso todo domingo se você quiser. — Eu ri.
– Não era uma pergunta, amor. Mas fico feliz que tenha gostado. Lembre-me de te agradar com comida sempre.
– Lembro sim. — Ela riu novamente. — Então, se não era pergunta, o que valeu a pena?
– Não ter desistido de você, quer dizer, mesmo que eu tenha perdido as esperanças uma vez. Você foi a melhor coisa que já me aconteceu.
– Sobre as esperanças, eu não posso dizer a mesma coisa. Mas sobre você, sim. Você foi, e é, a melhor coisa que já aconteceu.
Nos olhamos e sorrimos, eu a abracei e distribui beijos em sua face, ate chegar na boca, onde eu beijei com vontade e desejo.
(...)
– VAMOS PRA ÁGUA??? — Perguntei, pegando a Esquentadinha no colo.
– NÃÃOO. — Ela gritou. — Preciso tirar a roupa, não trouxe outra!
– Ok. — Eu a coloquei de volta no chão. — É por uma causa nobre. — Sorrimos.
E de repente parecia que tudo ficara em câmera lenta, a esquentadinha foi desabotoando o shorts bem devagar, abaixou o zíper e o foi abaixando, revelando um biquíni preto com um laço de cada lado. Quando seu shorts ja esta no chão, ela deu um passo para o lado o deixa do sobre a sandália (Quando ela desabotoou aquela sandália?). Logo em seguida, K pegou na barra da blusa e a subiu ate a cabeça a removendo e revelando a parte de cima do biquíni, junto a seus seios, se me permitem dizer, lindos e sua barriga, ou onde era pra ter uma. QUE CORPO, MEU DEUS!! Depois de terminado a sessão Striptease, ela me olhou e sorriu.
– Pê? Vamos?
– V-vamos! — Gaguejei. Droga!
– Mas vai ter que me pegar primeiro... — E ela saiu correndo. Automaticamente eu corri atras. Karina sorria e gritava quando eu ia chegando perto. Ela corre rapido! Quando, finalmente, eu a peguei, corri com ela ate o mar. Só a soltei quando estávamos bem no fundo.
– Aqui quase não dá pé pra mim, Pê! — Ela falou recuperando o fôlego.
– Se seguram em mim, meio metro.
– Haha.
(...)
– Vamos voltar para a praia? — Perguntei. Karina estava dando seu 91º mergulho. Ela não cansa.
– Vamos! Tô com fome.
– O que você tem no lugar do estômago? Um buraco negro? — Perguntei e gargalhei.
– Quem sabe. Eu só sei que estou com fome. — Ela deu os ombros e sai nadando rumo a praia.
Fui logo atras dela, quando K saiu da água não consegui parar de olhar, sei que não é legal, mas fazer o que se seu não sabia como parar?! Ainda bem que ela pegou uma outra canga dentro da bolsa e a amarrou em seu corpo.
Nos sentamos e comemos novamente. Alguns minutos depois o celular de Karina começa a tocar.
– Alô? — Ela atendeu. — Fala minha Diva! — Ela fez uma voz estranha, deve ser o Cobra. — Que horas são? — K perguntou. — OMG! Serio? 17:28. Nossa o tempo passou voando. — 17:28? Achei que era umas 15:00. — Não sei, vou perguntar pra ele. Mas por mim tudo bem. — Ela se virou pra mim. — Pê, o Cobra esta nos convidando para ir ao cinema, vamos?
– Claro! Quem mais vai?
– Eu, você, a bicha vulgo Cobra e a Jade.
– Hmmmm, programinha de casais. — Me animei, K riu e voltou para a ligação. Ela e Cobra acertaram o horário e mais alguns detalhes e depois ela desligou.
– Vamos? — Perguntou.
– Vamos!!! — Estou sempre animado. Haha.
(...)
Depois de arrumarmos nossas coisas eu e K pegamos um taxi e fomos embora rumo nossas casas. Chegamos no bairro, peguei o taxi, me despedi da minha namorada e fui para casa me arrumar.
POV Narradora
– Cheguueeei famíliiiaaa. — Falou Karina entrando na sala. Seu pai e Dandara estavam deitados no sofá, assistindo qualquer coisa.
– Que animação, filha. Pelo jeito foi bom o dia de praia. — Falou Gael.
– Fooi ótimooo, pai. — A loira sorriu.
– Tô vendo que o humor esta dos deuses! Comeu bastante né?! — Dandara falou sorrindo.
– Demaaaiis. — Ela riu. — Cade a Bi e o Nerd?
– A Bi ta no quarto, e o João saiu com a Maria. — Falou a Professora de Canto. — Quem diria, meu filho apaixonado.
– Pois é. Tô indo pro meu quarto me arrumar. Vou pro cinema com o Cobra e com o Pê. — A lutadora saiu da sala rumo a seu quarto.
– K!! Me conta tuuudo. Como foi? — Bianca falou correndo ate a cama da irmã.
– Foi ótimo, Bi. Nos fizemos um piquenique na praia.
– Awwwnn. Conta mais.
– Conto, mas depois. Agora tenho que tomar banho pra sair novamente. — Karina se levantou.
– O QUÊ? Para tudo. Você vai sair de novo? Quem é você, e o que fez com a minha irmã? — As duas riram.
– O Cobra nos chamou, eu e o Pê, para irmos com ele e com a Jade no cinema. — Bianca revirou os olhos.
– Jade e Cobra? Aff. Mas o Pê vai então você vai suuuper hiper mega gata.
– Nem vem, com esse negocio de vestido e salto alto. Hoje eu vou sair do meu jeito! — A aspirante de atriz fez menção em protestar. — E nem adianta protestar.
A lutadora pegou sua toalha e adentrou o banheiro. Depois de alguns minutos, saiu e foi escolher sua roupa. Optou por usar uma calça preta, que comprou no dia do shopping, e uma blusa no Nirvana, com as costas abertas em uns rasgados "estilosos". No pé um all star preto.
– BIIANCAAAAAAAAA??? — Karina gritou.
– Oi? — Bi apareceu na porta do quarto, toda sorridente.
– Posso saber, por que minha calças estão apertadas?
– Eu é quem sei? Você deve ter engordado. — Debochou.
– Bianca, mesmo que eu tivesse engordado, as calças que eu escolhi não ficariam tão apertadas.
– Ta bom, ta bom, eu troquei! Satisfeita? Aquelas que você escolheu estavam muuuito grandes. Essas são mais sexys.
– Não são, não. Eu quase me matei tentando entrar nessa coisa! — Karina disse apontando para as calças.
– Também, com essa bunda!
– Haha. Só não faço você ir lá no shopping trocar por que eu já tirei a etiqueta.
– Uhuuul, ainda bem. Você ta muito gata assim! — Bianca saiu do quarto e fechou a porta.
– IDIOTA! — Karina gritou.
A lutadora terminou de se arrumar e saiu do quarto. Ela decidiu ficar com a calça.
Já eram 19:50 quando a campainha tocou. Karina foi atender e era Pedro. Os dois deram tchau a Família Duarte e saíram.
– O Cobra deve estar chegando. A casa da Jade não é longe. — Falou K quando eles chegaram a praça.
– Hm. Sabia que você esta linda? — Perguntou Pedro.
– Obrigada. — Ela sorriu sem graça. — Você também.
Pedro deu uma rodadinha, meio gay, para a opinião de Karina, e parou com os braços na cintura, em uma pose mais gay ainda.
– Obrigado, amor! — Ele agradeceu com voz feminina. Pedro usava uma calça se algodão preta, uma blusa dos Rolling Stones verde escura e um all star preto no pé.
Não demorou muito Cobra estacionou seu carro em frete a praça, Jade estava no banco do carona, Pedro e Karina entraram atras.
– Que demora Cobreloa! Quase achei que eu entendi errado e você só viria amanha. — Reclamou Karina arrancando gargalhadas.
– Calma Duarte! A culpa não foi minha, a Jade que demorou. — Cobra se explicou.
– Ah, nem vem Vagabundo, você que chegou lá em casa tarde! — Jade se defendeu. Karina deu um pescotapa em Cobra.
– Não minta! — A Lutadora exclamou. — Você sabe muito bem, melhor que ninguém, que eu odeio esperar! E acelera que eu tô com fome.
– Opa! Então vamos voar, não quero nem pensar em você com fome! — Falou Cobra arrancando um riso de Pedro.
(...)
– Que filme vamos ver? — Perguntou Jade.
– Pra mim tanto faz, gosto de todos os gêneros. — Disse Pedro.
– Quero saber quando vamos comprar a pipoca. — Disse Karina.
– Tão pequenina, mas tão esfomeada. — Brincou Cobra.
– Cala a boca! Gente que tal aquele? — Karina apontou para um cartaz, onde tinha uma mulher com os cabelos pretos fazendo uma posição de ioga e flutuando.
– Ouija: O jogo dos Espíritos. — Leu Pedro, já se tremendo.
– Ouija? Não é aquele jogo do tabuleiro? Dos espíritos? — Perguntou Jade, também com medo.
– ÉÉÉ. Muhahaha. — Cobra deu uma gargalhada maléfica, assustando Pedro e Jade.
– Ai vagabundo! Quer me matar? Vamos assistir um de comedia gente.
– Nãnãninãnão. — Falou K. — Quero ver o de Terror, né Cobreloa?
– Siiiiimmm. — Comemorou ele.
– P-pra m-mim tanto faz. — Disse Pedro e K riu.
– Então, Let's Go People.
Cobra comprou os ingressos e Pedro a pipoca, 30min depois todos já estavam na sala de cinema.
– Vai começar! — Anunciou Cobra.
– Vagabundo, me abraça. — Pediu Jade.
– Awwn, minha Dama esta com medo. Vem cá, medrosa. — Cobra passou um dos braços pelos ombros de Jade a a trouxe pra mais perto.
– Amor me abraça?
– Awwn, vem cá Pedro. — Karina debochou. — Eu te protejo, meu frouxo.
(...)
– Sobreviveram? — Perguntou Cobra quando o grupo saiu da sala do cinema.
– O Pê, sim, mas minha mão quase não sobrevive. — Reclamou K.
– Eu estava nervoso! — Se defendeu Pedro.
– Eu estou bem, o filme nem foi tão assustador. — Disse Jade.
– Aham. — Resmungou Cobra.
– Disse alguma coisa Ricardo? — Perguntou a Dama.
– Eu não.
– Bom mesmo.
(...)
Depois de deixar Jade em casa, Cobra estacionou em frete a praça.
– Te vejo amanha, Loirinha? — Perguntou o Lutador
– Claro! Amanha volto a treinar. — Falou a loira animada.
– Então ate amanha. — Ele deu um beijo na testa da amiga. — Tchau Guitarrista.
– Tchau. — Falou Pedro. — Te levo em casa K.
– Vamos, então.
Pedro e Karina andaram ate a porta da casa da garota.
– Ate amanha, Pê.
– Antes de me despedir, quero um beijão. — Falou Pedro agarrando a namorada pela cintura e dando um MEGA beijo em seus lábios. Quando o ar se fez necessário para ambos, eles se largaram.
– Agora sim, ate amanha. — Falou Pedro.
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