Is Only Love And Nothing Else!
27 Capitulo 27
Notas iniciais
Capitulo 27
POV Narradora.
Depois de se despedir do namorado, Karina subiu para sua casa. A porta se encontrava destrancada, mas não havia ninguém na sala, e estava tudo escuro.
"Todos dormindo" pensou ela.
A Lutadora tirou os sapatos e a blusa, e foi para a cozinha. Pegou uma fruta, um copo d'água e suas coisas e foi rumo ao quarto.
– Demorou, hein! — Falou Bianca, dando um leve susto na irmã.
– Que susto, assombração! Quer me matar? — Dramatizou Karina.
– Sorry, eu fiquei te esperando, pra saber como foi o dia.
– Meu deus, como é curiosa essa minha irmã, não podia esperar até amanha, não? — Perguntou Karina deitando na cama e mordendo sua fruta.
– Não! A curiosidade esta grande. — Disse Bi sorrindo.
– Tudo bem, por onde começo?
– Pelo começo, por favor. — Falou a aspirante de atriz, arranca um riso da irmã mais nova.
– Eram quase meio-dia e minha irmã, chata, me acordou. Dizendo que meu namorado, maluco, estava quase chegando para me buscar pra irmos à praia...
– Não tão pelo começo, K! — Karina riu.
– Tudo bem. Quando eu e Pedro saímos daqui, de casa, fomos até o Perfeitão, quando chegamos lá, seu pai estava nos esperando com uma MEGA cesta de piquenique, depois nos chamamos um taxi e fomos para a praia, quando chegamos lá, Pedro foi alugar um guarda sol e cadeiras enquanto eu atacava a cesta, a comida da Delma é maravilhosa, depois Pedro se juntou a mim e comemos muuuuito...
(...)
– Bom dia, Família. — Cumprimetou Karina, entrando na sala de jantar logo depois de fazer sua higiene matinal. Karina já trajava suas roupas de academia.
– Bom dia. — Responderam todos, que já estavam comendo.
– Animada, filha? — Perguntou Gael, passando manteiga em seu pão.
– Super! — Respondeu a filha do mestre, se sentando ao lado de Bianca e à frente de João, que sentava ao lado de Dandara.
– Então, come logo, para não nos atrasarmos. — Disse o mestre.
– Como foi o cinema ontem, K? — Perguntou Dandara.
– Foi ótimo, Danda. Vimos um filme de terror. O Pê e a Jade quase morreram. — Karina riu ao se lembrar dos medrosos.
– Imagino. — Disse João, concentrado no telefone.
– João, com quem você tanto fala, meu filho? — Perguntou Dandara.
– Com a Maria! — Respondeu Karina fazendo uma "salada de frutas" em seu prato.
– Chame-a para jantar com a gente hoje a noite! — Falou Bi.
– Boa idéia, querida. — Disse a Professora. — Chame-a mesmo, filho.
– Ok, eu chamo.
(...)
– Só vou pegar minha bolsa! — Disse Dandara correndo até o quarto. Todos já estavam na sala, esperando para irem para a fabrica. Menos João.
– Voltei. Vamos? — Perguntou a professora de canto.
– Vamos! — Disseram em uníssono.
Quando chegaram na praça, Pedro estava lá, sentando em um banco, cantarolando e esperando por João. (Ou por K. Fico com a 2ª opção e vocês? Kk).
– Oi, amor! — Falou o guitarrista se levantando e indo cumprimentar a namorada.
– Oi, Pê! — Disse K, dando um beijo no namorado.
– Chega de grude, por que o Bofe agora é meu! — Protestou João com uma voz afeminada.
– Tudo bem, tudo bem, vou deixar as meninas irem estudar. Tchau Pê. — Despediu-se K dando outro beijo em Pedro.
– Tchau amor. Boa sorte no treino.
– Obrigada. — Karina sorriu e saiu andando rumo a academia. Seu pai, Danda e Bi já haviam entrado.
– Bem vinda de volta, baixinha. — Disse Cobra, que esperava a amiga.
– Obrigada, Cobreloa. — Disse K abraçando o amigo.
– Animada?
– Muito.
– Então vai se equipar.
Karina assentiu e foi. Sua amigas estavam se equipando.
– Oi gente.
– K! — Disseram as duas. — Que saudade. — Pri continuou.
– Sumiu, hein? — Foi a vez de Fabi.
– Desculpe meninas. Mas agora voltei, e pra ficar. — As amigas de Karina soltaram um de seus costumeiros "gritinhos". Karina revirou os olhos. "Velhos hábitos nunca morrem" pensou elas.
– E nossa festa do pijama, hein? — Fabi se lembrou.
– Pois é, quando vai ser? — Disse Pri.
– Ah, é mesmo. Tinha até me esquecido. Quando vocês quiserem. — Falou Karina, se equipando.
– Sábado. — Disse as amigas de Karina juntas.
– Combinado.
(...)
– Estou morta. — Disse Karina se sentando.
– Eu vi. — Falou Cobra rindo. — Ficou muito tempo sem treinar, agora já é quase uma sedentária.
– Sedentária é sua...
– Olha a boca, Duarte. — Cobra a repreendeu sorrindo. — Daqui uns dias você acostuma e pega ritmo de novo.
– Verdade. Agora tenho que ir. Vou pra colégio ainda.
– Vai lá, loirinha. — Cobra depositou um beijo na testa de K e depois bagunçou seus cabelos.
– Babaca. — Ela resmungou.
– EU OUVI ISSO, MEIO METRO!! — Gritou Cobra de longe.
(...)
– Bete, amor da minha vida! — Disse K ao abrir a porta, Bete estava limpando a sala.
– Que alegria, minha menina!
– Voltei a treinar, 'tô tão feliz.
– 'Tô vendo. E como vai o Pedrinho?
– Esta ótimo Bete, estamos felizes. — Falou K todo boba.
– É o amoor. — Cantarolou Bete.
(...)
– Huummm, que cheiro divino, Betinha. — Disse Karina, após se sentar a mesa. A garota já era a devidamente uniformizada e limpa.
– Fiz macarrão com queijo.
– Obbaa. — Draguinha mode On.
(...)
Karina saiu de casa e rumou o ponto de ônibus. Não demorou muito e o "seu" chegou. Ela adentrou e sentou-se, colocou seus fones e deu play na PlayList. Começou a tocar Thinking Of You do Hanson em seus ouvidos.
Depois de duas ou três musicas, chegou ao ponto de desembarque de Karina, ela desceu e rumou a escola.
Adentrou na sala, quase todos da sala já estavam presentes. Karina se sentou em seu costumeiro lugar e esperou o professor. Não demorou muito o mesmo entrou e começou a dar sua aula de Química. "Que droga" pensou Karina.
(...)
O tempo se arrastou, arrastou, mas enfim passou e a aula acabou.
[essas rimas não foram propositais.]
Logo Karina já estava na praça, em frente a sua casa. A garota já estava pronta para subir quando algo lhe chamou a atenção. Pedro conversando com uma garota. Muito bonita, na opinião de Karina.
A garota morena, pelo cor de chocolate, tinha cabelos negros, longos e lisos, ela trajava um calca jeans e uma mini blusa preta, que deixava sua barriga quase toda de fora. Ela e Pedro conversavam na maior intimidade, novamente na opinião de Karina.
Algo na lutadora ficou diferente, ela sentiu seu sangue ferver e seus mãos de fecharem automaticamente. "Será ciúme?" Ela se questionou.
[nãoo, imagina K. Isso é só simpatia pela garota, honey.]
Ela não sabia o que era, e isso a deixava com mais raiva ainda. Então, resolveu ir lá tirar satisfações. Ela foi se aproximando e ficando mais nervosa, se aproximado e mais nervosa.
– Oi amor! — Disse Pedro todo sorridente quando viu a namorada ao seu lado.
– Oi. Posso saber quem é ela?
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