Ironies Of Fate
13 Sinto muito.
Notas iniciais
Dedico o capitulo a Nay e a Tataii, que recomendaram a história, ownt, obrigada meninas, de verdade, amei as recomendações, super fofas ♥
Notas finais!
– Ora meu amor, vai me deixar em pé aqui na porta? – sorriu sarcasticamente para Jéssica, que apenas o olhou sem expressão, ele, de fato, pagaria para ver novamente a expressão de pavor que passara no rosto de Jess quando a mesma abrira a porta e se deparara com ele.
– O que quer Mike? – falava as palavras com lentidão exagerada, e pedia aos céus que aquilo fosse apenas um pesadelo.
– No momento? – sorriu ironicamente revirou os olhos, Jéssica continuava a mesma garota chata e infantil de sempre, nunca entendera o que o levara a se casar com ela – Sair desse frio infernal. – indicou a casa com a ponta do queixo e viu a pequena bufar e balançar a cabeça negativamente.
– Não. – estufou o peito quando notou o olhar de nojo vindo de Mike sobre si – Pode dizer o que quer ai mesmo. – encostou o cotovelo na porta e colocou uma mão no bolso do jeans claro.
– Jéssica, me deixe entrar nessa porcaria que você chama de casa imediatamente. – deu um passo, aproximando-se subitamente da mulher e a agarrou pelo pulso.
– Mike... Está me machucando. – sussurrou com os olhos marejados sentindo a dor no pulso, que parecia estar sendo esmagado aos poucos pelos dedos finos e longos de Mike.
– Sempre chorando. – balançou a cabeça lembrando-se dos dias em que chegava tarde a casa e encontrava Jéssica chorando por estar só – Sempre covarde. – sussurrou e sorriu vendo a mulher fechar os olhos como se não quisesse encará-lo, aquilo também não mudara – Mas me diga, ainda é a mesma inútil de anos atrás? – riu cruelmente notando os lábios de Jéssica tremer violentamente – Ora Jéssica, pare de ser infantil, enfrente as coisas como uma mulher, como Cindy. – riu novamente, Jéssica era tão pequena e tão frágil, parecia uma boneca de porcelana aos cacos.
– Mike... Não faça isso... Por favor... – sussurrou enquanto apertava os olhos, torcendo para que aquilo fosse apenas um terrível pesadelo, torcendo para que acordasse logo, mas ainda sentia o pulso exigindo sua atenção por conta da dor, aquilo estava longe de um pesadelo, era a realidade, novamente a atingindo, como se ela estivesse indo em direção a um muro invisível, e toda vez que tentasse atravessá-lo, se chocasse sobre o mesmo com toda a força possível, a fazendo quebrar o resto dos ossos que sobrara da ultima vez que aquilo acontecera.
– Isso o que, meu bem? – perguntou retoricamente e tocou o novo cabelo da mulher com a ponta dos dedos – Você ficou horrível desse jeito. – balançou a cabeça como se reprovasse aquilo, sempre fizera aquilo com Jess, não sabia ao certo o motivo, mas gostava de fazer aquilo, vê-la sofrer era como assistir um de seus filmes favoritos e colocá-los sempre no replay – Isso? – olhou para os lados para se certificar de que a rua estava vazia e sorriu ao ver que a mesma estava deserta; prendeu os cabelos de Jéssica num rabo de cavalo mal feito, feito rapidamente com as mãos e os puxou para trás com toda a força possível.
– Mike... Pare com isso. – mordeu os lábios, para os mesmos pararem de tremer de forma violenta, aquilo doía, não apenas o puxão, mas as coisas que ele dizia; aquelas coisas a machucavam, pois pareciam pequenas agulhas sendo espetadas em seu coração; lembrou-se de repente de Darcy, poderia gritar socorro à amiga, mas tinha medo por ela, Mike nunca fora de medir esforços ou consequências para ter o que queria.
– Quietinha. – sussurrou quando viu o rosto de Jéssica se iluminar, provavelmente pensando em gritar pela amiguinha loira dela, que ele observara na Califórnia – Ou as coisas vão ficar feias. – encostou suavemente os lábios dela, simplesmente não entendia como uma mulher razoavelmente bonita como Jéssica podia lhe dar tanta... Repulsa.
– Acho que as coisas ficarão horrendas para você se não soltá-la. – a voz dura como mármore de Rosálie soava pela entrada de Jéssica, a loira se segurava para não matar Mike, como ele tivera a ousadia de tocar em Jéssica depois de tudo que fizera?
– Ora, ora, ora, se não é Rosálie Hale. – sorriu soltando Jéssica e virando-se levemente na direção em que a loira escultural estava; sempre tivera uma queda por Rosálie, mas a mesma nunca dera atenção a ele.
– Rosálie Cullen. – corrigiu o loiro e o olhou entediada enquanto se posicionava ao lado de Jess de forma protetora, não o deixaria tocar num fio de cabelo sequer de Jess, nem se fosse preciso usar a força.
– Rosálie Cullen. – pronunciava as palavras com lentidão – Está muito bem. – abriu o sorriso enquanto ignorava Jéssica.
– Pode ir embora agora, não precisamos mais de você por aqui. – ignorou o loiro e revirou os olhos; homens, tão ingênuos e estúpidos.
– Vim entregar a Jéssica os papeis do divorcio. – puxou a pequena pasta de plástico mole que estava no bolso traseiro do jeans surrado que usava e estendeu para Jéssica.
– Divorcio? – sussurrou com a voz beirando a rouquidão – Como divorcio? Divorciamo-nos a um bom tempo Michael. – revirou os olhos e soltou a respiração que nem sabia que estava prendendo.
– Sim, ainda estamos casados, não entreguei os papeis do divorcio ao advogado, pensei que soubesse. – deu de ombros – Depois conversamos. – lançou um olhar ameaçador para a mulher de olhos azuis e virou-se para ir embora.
– Sim, marcamos um dia. – Rosálie pronunciava as palavras sem pressão alguma, e viu o loiro de olhos azuis virando-se espantado em sua direção.
– Como? – perguntou aflito e passou as mãos pelo cabelo, num claro sinal de nervosismo; aquele encontro seria um acerto de contas dele e de Jéssica, e agora Rosálie iria também, aquilo não podia acontecer.
– Acha mesmo que deixarei Jéssica sozinha com você, depois do que acabei de presenciar? – arqueou uma sobrancelha enquanto o olhava incrédula; sabia que alguns humanos eram lentos, ou até mesmo burros, mas Mike, ora, Michael era uma raça bem mais inferior e imprestável.
– Não aconteceu nada, e não irá acontecer nada, Jéssica já foi minha esposa, não existem motivos para isso. – revirou os olhos de maneira forçada e olhou para Jéssica, que apenas encolheu os olhos; covarde, Jéssica sempre fora covarde, não mudaria por nada, mas precisava ter um momento apenas dele e de sua querida ex-esposa, precisava, por tudo que era mais sagrado, fazer Jéssica sentir o que ele sentira quando ela pedira divorcio; todos de sua família o apontavam e o tiravam de mau exemplo, mas ele não era um mau exemplo, dera tudo de melhor para Jéssica, a mulher que era inútil e nunca conseguira engravidar, mas ele a faria pagar por aquilo, e sabia a forma perfeita de fazê-la pagar, a mulher sempre fora fraca para dor, aquilo seria perfeito, se não fosse à intromissão de Rosálie.
– Não? Poupe-me da sua personalidade medíocre Michael, acha que não vi o que fez com Jess? E acha mesmo que deixarei isso se repetir? – riu sarcasticamente enquanto balançava a cabeça negativamente, Mike era tão inútil que nem sabia raciocinar direito.
– Não se intrometa onde não é chamada. – quase rosnou aquela frase, sentia a mão coçar de forma insuportável, querendo socar algo.
– Muito pelo contrario, tenho certeza de que ela me chamaria se pudesse. – colocou o braço em volta dos ombros de Jéssica, que tremiam de medo – Acho melhor ficar atento Newton, se tocar em Jess novamente, ou até mesmo chegar perto dela, eu lhe matarei com minhas próprias mãos, será uma maravilha fazê-lo sentir tudo o que Jéssica sentiu, e um prazer ver seus belos olhinhos azuis vazios e seu corpo cair sem vida no chão. – sorriu docemente, e prendeu o riso vendo Mike tropeçar em seus próprios pés e descer à pequena escada com as pernas bambas, com os olhos amedrontados e o coração palpitando, aquilo era de certa forma, divertido.
– Você não seria capaz. – sussurrou amedrontado com a voz falha, malditos Cullen, sempre se intrometendo onde não eram chamados.
– Apenas tente, para ver o que lhe acontece. – revirou os olhos vendo o loiro correr e se voltou para a pequena mulher que ainda tremia – Você está bem? – perguntou preocupada enquanto abraçava a garota, tentando confortá-la, mas aquilo parecia em vão, já que os olhos da mesma marejaram.
– Claro. – acenou positivamente com a cabeça – Só um pouco... Nervosa. – completou e cedeu ao abraço, precisava de alguém a reconfortando, mas não queria que esse alguém fosse Rosálie, queria que ele fosse... Edward, ela queria que fosse Edward, não adiantava negar, Adam nunca a deixaria completa.
– Pensei que fosse psicóloga, e, pela logica, teria mais controle. – tentou fazer piada, mas a mulher apenas riu levemente enquanto fungava; quando Edward chegaria? Já estava atrasado.
– Bom, acho que faço parte das descontroladas. – tentou dar de ombros, mas não funcionou muito bem, pois ainda estava abraçada a Rose – Obrigada. – sussurrou timidamente e viu a loira lhe lançar um olhar incrédulo.
– Não por isso. – deu de ombros – Sempre que precisar Jess, conte comigo, não acho que tenho liberdade ou a conheço suficientemente bem para chamá-la de amiga, mas essas coisas... São extremamente necessárias, e ficaria muito feliz se alguém me pedisse ajuda às vezes, apenas para variar. – arqueou as sobrancelhas e riu levemente, sendo prontamente acompanhada por uma risada tremula de Jess; diabos, onde estaria seu irmão?
– Quer entrar? – mudou rapidamente de assunto indicando a casa timidamente.
– Oh, sim. – sorriu puxando a pequena mulher para dentro.
– Acho que Darcy está na co... – ia indicar a cozinha, mas Darcy a interrompeu.
– JESS? – a amiga a olhou preocupada e lançou um olhar desconfiado para Rosálie; Jéssica tinha ido atender a campainha a mais de dez minutos e não retornara, aquilo tinha a deixara preocupada.
– Não grite Cycy. – suspirou e soltou-se do abraço de Rosálie – Acho que tomarei um banho e dormirei. – deu de ombros notando o olhar confuso de Darcy e o olhar compreensivo de Rosálie sobre si mesma – Boa noite para quem fica. – sorriu para a amiga e depositou um pequeno e carinhoso beijo na bochecha da mesma – Obrigada por tudo Rose. – virou-se para a Cullen que ainda a encara, mas dessa vez com certa decepção no olhar, e, novamente, se sentia sendo observada, não pelo olhar de Cycy ou Rose, mas de outra pessoa; mexeu os ombros desconfortavelmente e sorriu nervosa enquanto virava-se para subir as escadas.
– Jess? – a voz de Rosálie soava preocupada aos próprios ouvidos, Edward parecia não pensar quando se tratava de Jéssica, prometera parar de ficar observando a mulher, mas estava no quarto da mesma, provavelmente mexendo em suas coisas.
“Não a assuste.” – repreendeu o irmão e olhou para Jéssica, que a encarava confusa.
–Fale? – o que era para soar uma afirmação, soou como uma pergunta, a confusão provavelmente estava explicita nas feições de Jess.
– Oh, tome cuidado, e não se assuste. – sorriu nervosamente para a mulher e a viu olhar confusa para a escada e balançar a cabeça negativamente, enquanto subia a mesma lentamente.
– Ele está lá? – Darcy perguntou limpando as mãos num pano de prato que pegara na cozinha.
– Quem? – olhou a figura bronzeada fazendo-se de desentendida.
– Edward, o vampiro que vigia Jess. – olhou sugestivamente para Rosálie, que a encarava chocada; às vezes vampiros podiam ser tão inocentes, aprendera aquilo com Benjamin, que a ensinara quase tudo.
– Benjamin...? – deixou a pergunta pairando no ar e viu Darcy afirmar com a cabeça.
– Me ensinou quase tudo, principalmente como matar a sua espécie. – deu de ombros, fingindo não notar o olhar repreendedor de Rosálie sobre si – Edward veio dizer o que? – perguntou se encaminhando para a cozinha, sendo prontamente seguida por Rosálie, o que a lembrou de cachorrinhos obedientes, prendeu o riso e encostou as costas na bancada.
– Ele decidiu explicar tudo a ela. – deu de ombros e franziu as sobrancelhas quando viu a mulher prender o riso, revirou os olhos ignorando aquilo, humanos eram estranhos, sempre mudando de humor – Acho que já sabe que Jess corre risco de vida, certo? – arqueou as sobrancelhas e viu a loira se engasgar com o ar, o que a fez ficar preocupada, tinha assustado tanto a garota?
– O que? – fechou os olhos enquanto puxava o ar lentamente por entre os lábios; aquilo não podia acontecer, nem ela, nem a Sra. Stanley suportaria aquilo, Jess não podia morrer!
– Ângela Weber, eu suponho? – arqueou as sobrancelhas enquanto andava de um lado para o outro, observando a mulher alta de curtos cabelos pretos e lisos e pele pálida, que fechou os olhos escuros, fazendo com que lagrimas rolassem pelo belo rosto de pálido, que estava terrivelmente ensanguentado pelas quedas que dera tentando fugir dele.
– Oh... Eu... Sim... – num ato automático, tentou limpar as lagrimas, mas seus braços, e até mesmo suas pernas estavam firmemente amarrados por uma corda, o que tanto a machucava como impedia qualquer movimento que ela viesse a fazer.
– E você é Ben, não? – sentou-se lentamente na mesinha de centro preta com um vidro central fumê, e observou a família, Ângela, à mulher alta de profundos olhos escuros; Ben, o homem de cabelos escuros escorridos, pele pálida, provavelmente alguns centímetros menor que sua suposta esposa e que parecia fazer parte do reencontro do clube de matemática a cada ano, e finalmente as pequeninas gêmeas, Claire e Caire, que ele supunha ter no máximo, dois anos, eram simplesmente adoráveis, a pele num tom incrível de dourado para quem morava numa cidade tão chuvosa quanto Forks, os cabelos loiros espessos eram ondulados com uma pequena franja, os olhos levemente esverdeados, o nariz pequenino e delicado, as sobrancelhas finas e ralas e a boca rosada era pequena e fina, eram idênticas, tudo proporcionalmente adorável; de certa forma, era uma bela família, mas morreriam de qualquer forma, não adiantaria prolongar.
– O que você quer? – perguntou atordoado, apenas queria que aquele homem soltasse suas filhas.
– Essa pergunta se tornou tão... Tão... Repetitiva ultimamente. – sorriu apoiando o cotovelo na coxa e encarou aquela família, e gostava do que via, o desespero manchava as feições suaves de cada membro – O que sabem sobre Jéssica? – arqueou as sobrancelhas, com uma curiosidade genuína na voz macabra, estava, de fato, curioso para saber o que aquelas pessoas sabiam sobre a Stanley que resolvera roubar o coração do marido de Bella.
– Sobre... Jess? – Ângela abriu os olhos lentamente; confusa com tudo aquilo, aquele homem invadira sua casa e ameaçara matar seus ‘amigos’ por Jess?
– Sim. – confirmou com a cabeça num gesto extremamente lento, como se estivesse falando com uma das gêmeas.
– Não... Sabemos nada. – o lábio inferior tremeu pelo choro, estava rezando para o loiro deixar, ao menos, as meninas livres.
– Não? –levantou-se cansado, que tipos de problemas aquelas pessoas tinham? Mesmo prestes a morrer negavam-se a dizer alguma coisa sobre o passado da Stanley – Carie, Carie, Carie. – cantarolou o nome da pequenina, que o olhou apavorada, mal sabendo que aquilo o motivava.
– Deixe-a em paz. – Ben rosnou tentando levantar-se, mas aquilo só o machucara mais, a corda de aço apertava suas pernas e rasgava seu jeans e sua pele.
– Onde conheceram a Stanley? – olhou de relance para Ben e Ângela enquanto soltava a pequena menina que vestia pijama rosa com pequenas joaninhas desenhadas suavemente num vermelho vivo.
– No... – respirou fundo e olhou em pânico para Ben, que apenas acenou positivamente com a cabeça, mandando-a prosseguir – Colégio. – continuou enquanto abaixava a cabeça e pedia, silenciosamente, desculpas a Jéssica por dizer aquilo a alguém que nem conhecia.
– Entendo. – acenou com a cabeça e desamarrou Claire, que o olhou amedrontada – Sem medo, querida. – sorriu macabro para a menina, que logo começou a chorar, revirou os olhos, irritado, tocou o fino pescoço com os dedos e o puxou, sem pena, para o lado, quase retirando a cabeça da menina, que rapidamente caiu no chão, já sem vida; virou-se escutando o grito de Ângela e Caire, que tremiam.
– Não... Pare... Por favor. – Ben tremia, não sabendo ao certo se era de ódio, ou de pavor, acabara de ver sua filha, Claire, sendo morta em sua frente, e não conseguira fazer nada para impedir.
– Caire. – ignorou o homem e sorriu indo em direção à menininha, que se encolhia num canto da sala tremendo.
– Nã... Nã... Nã... – a menina não conseguia completar nada, tamanho o desespero.
– Sim. – corrigiu a menina e sorriu carinhosamente, abaixando-se ao lado da mesma, e, sem nem piscar os olhos, fez o que fizera com a outra.
– NÃO. – Ângela gritou enquanto tentava se soltar, mas aquilo só a machucava mais e mais, as cordas rasgavam sua pele de forma bruta.
– Sua vez, querido Ben. – sorriu e correu em velocidade vampiresca até o homem, que o olhava vago, balançou a cabeça decepcionado, queria alguém que gritasse implorando para viver, mas ele... Não fazia aquilo; irritado puxou a cabeça do homem com uma força exagerada, fazendo a mesma sair do lugar com um estalo, jogou a cabeça no chão, e foi em direção a Ângela – E você? – perguntou curioso e abaixou dando um pequeno selinho nos lábios pálidos da mulher.
– Porque está fazendo isso? – perguntou vaga e fechou os olhos.
– Por que... – respirou fundo, e tentou achar uma resposta, estava fazendo aquilo por Bella, mas... Ela estava fazendo aquilo por...? Ele não sabia.
– Você não sabe. – sorriu sem humor enquanto fechava os olhos.
– Elas querem se livrar de todos que participaram da vida de Jéssica. – aquilo era como um estalo em sua mente, finalmente entendera o motivo por estar matando todas aquelas pessoas, mas Ângela, ele não queria fazer aquilo com ela.
– Elas? – sussurrou sentindo os lábios do homem em sua testa.
– Sim. – respirou fundo e colou os lábios no pulso da mulher – Que tal recomeçar? – perguntou sentindo a pulsação levemente acelerada da mulher.
– Oh, eu... Não... – balançou a cabeça incapaz de pensar naquilo; aquele homem matara as filha de Ben e Lauren, e ela vira tudo aquilo, vira, inclusive, seu ex-marido morrer.
– Sinto muito. – ele penetrou os dentes no pulso dela, deixando o veneno correr de sua boca e adentrar a pele fina, não a mataria, pois algo em seu interior o impedia.
Notas finais
Nossa, fiquei meio em choque porque a maioria de vocês acertou, todo mundo disse que era o Mike, fiquei meio que em deprê!
KKKKKKKKKKKKKKKKKK
Uh, Ângela apareceu tipo BUM, né?
Enfim, gente, estamos perto dos 100 comentários, AHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHHH QUE TUDOOOO, ok, momento paty já passou, não acredito nisso, ainda tô meio que viajando!!!
Nos vemos nos comentários?
Beijin ♥
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